sábado, 13 de janeiro de 2007

O Vale da Redenção

Título no Brasil: O Vale da Redenção
Título Original: Count Three and Pray
Ano de Produção: 1955
País: Estados Unidos
Estúdio: Columbia Pictures
Direção: George Sherman
Roteiro: Herb Meadow
Elenco: Van Heflin, Joanne Woodward, Philip Carey

Sinopse:
Um pastor com um passado sombrio se muda para uma cidade rural logo após a Guerra Civil. Ele tentará evangelizar o lugar, até como uma forma de superar os traumas do passado mas isso logo se revelará bem mais complicado do que ele pensa. Afinal seu passado poderá voltar para lhe perturbar a paz e sua missão evangelizadora.

Comentários:
Esse seria o primeiro filme da atriz Joanne Woodward, que anos depois se tornaria a esposa de Paul Newman. Ela começou sua carreira na TV, em séries como "Tales of Tomorrow" e "Goodyear Television Playhouse". Apenas três anos depois de fazer muitos episódios de seriados e que ela finalmente foi contratada para estrelar um filme na Columbia Pictures. "Count Three and Pray" é uma produção bem bucólica, com um roteiro cheio de boas intenções, que tentava mostrar as dificuldades de um pastor numa pequena cidade rural do interior dos Estados Unidos. Joanne Woodward interpreta a personagem Lissy, que inclusive é bem marcante na trama, o que não deixa de ser uma surpresa pois esse era apenas o seu primeiro filme na tela grande. No saldo geral um bom filme que se não é marcante pelo menos se revela uma boa diversão. De uma forma ou outra fica a curiosidade de ver a esposa de Paul Newman em sua primeira atuação na sétima arte.

Pablo Aluísio.

Cinema Clássico - Marilyn Monroe



quinta-feira, 11 de janeiro de 2007

Evocação

Título no Brasil: Evocação
Título Original: The White Cliffs of Dover
Ano de Produção: 1944
País: Estados Unidos
Estúdio: Metro-Goldwyn-Mayer
Direção: Clarence Brown
Roteiro: Claudine West
Elenco: Irene Dunne, Alan Marshal, Roddy McDowall, Elizabeth Taylor

Sinopse:
O filme narra a estória dramática da vida de Susan Ashwood (Irene Dunne), uma enfermeira americana em Londres que ajuda na recuperação e tratamento de centenas de feridos em combate. Seu trabalho se torna ainda mais importante quando seu próprio filho volta do campo de batalha, completamente destruído tanto do ponto de vista físico como psicológico. 

Comentários:
Outro filme da infância de Liz Taylor (ela tinha apenas 10 anos de idade quando a produção foi filmada). O roteiro foi baseado no poema de  Alice Duer Miller, o que já nos dá uma ideia de como o cinema era lírico naqueles tempos. Outro fato digno de nota em relação à pequena Elizabeth Taylor é que esse foi o primeiro filme com ela no elenco a concorrer ao Oscar, na categoria Melhor Fotografia em preto e branco (méritos do excelente diretor de fotografia, o respeitado e conhecido George J. Folsey, que merecia ter levado o prêmio para casa). Embora possa ser classificado como um drama de guerra com pitadas de  tragédia, esse filme tem como grande virtude resgatar um pouco do heroísmo das mulheres que serviram como enfermeiras durante a sangrenta segunda guerra mundial. Importante salientar que quando o filme foi lançado a guerra ainda persistia, o que no final das contas acabou se revelando uma bonita homenagem para todas essas heroínas anônimas que prestaram seus serviços no conflito mais devastador da história da humanidade.

Pablo Aluísio.

quarta-feira, 10 de janeiro de 2007

O Expresso da Aventura

Título no Brasil: O Expresso da Aventura
Título Original: The Hurricane Express
Ano de Produção: 1932
País: Estados Unidos
Estúdio: Mascot Pictures, American Film Company
Direção: J.P. McGowan, Armand Schaefer
Roteiro: Colbert Clark, Barney A. Sarecky
Elenco: John Wayne, T Marshall, Conway Tearle, John Wayne

Sinopse:
Um sabotador desconhecido começa a destruir as linhas da ferrovia Pacific Express. Em uma dessas sabotagens o pai de Larry (Wayne), um piloto de avião, é morto no acidente. Agora ele resolve rumar no mesmo destino para descobrir quem seria o homem que ceifou a vida de seu amado pai.

Comentários:
John Wayne brigou com um dos chefões da Columbia Pictures, Harry Cohn, e resolveu deixar o estúdio indo para a pequena Mascot Pictures onde acabou fazendo três fitas rápidas. Os filmes da Mascot eram produzidos para serem exibidos em matinês, por isso eram curtos e iam direto ao ponto, sem maiores embromações. O roteiro é básico, o personagem de Wayne está atrás do assassino de seu pai e para isso precisa descobrir a identidade secreta do tal "Destruidor" (como passa a ser conhecido o sabotador de linhas da ferrovia). Como John Wayne era bastante jovem e atlético os produtores resolveram apostar forte em cenas de ação com o ator e de fato ele consegue até mesmo realizar algumas bem feitas acrobacias aprendidas quando se aventurava como dublê de filmes. Então é basicamente isso, uma aventura de matinê, com o futuro astro John Wayne se exercitando entre os trilhos de uma linha expressa rumo ao Pacífico.

Pablo Aluísio.

Cinema Clássico - Marilyn Monroe



Cinema Clássico: Charles Chaplin, Errol Flynn