domingo, 18 de junho de 2017

Série - American Gods

Série: American Gods
Ano de Produção: 2017
País: Estados Unidos
Estúdio: Starz
Direção: David Slade, entre outros
Roteiro: Michael Green, baseado na obra de Neil Gaiman
Elenco: Ricky Whittle, Ian McShane, Gillian Anderson, Emily Browning, Crispin Glover, entre outros

Episódios Comentados:


American Gods 1.01 - The Bone Orchard 
Os quadrinhos não invadiram apenas o cinema, mas o mundo das séries de TV também. Esse "American Gods" é uma adaptação do quadrinista Neil Gaiman, um autor que tem bastante prestigio entre os fãs dos comics. Como nunca li o material original cai de paraquedas aqui nesse primeiro episódio. Digo com antecedência que nada é muito claro ou objetivo. Há um personagem principal, o protagonista, um homem negro que sai da prisão após cumprir sua pena. Nada de muito novo nesse sentido. Ao sair ele acaba conhecendo uma série de personagens estranhos e bizarros, que não são bem explicados pelo roteiro (pelo menos nesse primeiro momento). Já li certa vez que todos seriam deuses da antiguidade vivendo nos tempos atuais, mas nem sei se essa informação procede. De qualquer forma acabei gostando do resultado. A curiosidade me levará a acompanhar os próximos episódios para entender melhor o que se passa e que rumo tomará essa história nada comum. Outro fato que me fará seguir em frente, tentando gostar dessa série, é o fato dela ser produzido pelo canal Starz. Quem acompanhou "Spartacus" sabe bem do que estou falando. Então é isso. Ainda é cedo demais para avaliar com mais consistência, porém tudo pelo menos promete. Vamos ver o que virá daqui para frente. / American Gods 1.01 - The Bone Orchard  (Estados Unidos, 2017) Direção: David Slade / Roteiro: Bryan Fuller, baseado na obra de Neil Gaiman / Elenco: Ricky Whittle, Emily Browning, Crispin Glover.

American Gods 1.02 - The Secret of Spoons
A primeira cena desse episódio é um achado. No século XVII somos levados aos porões de um navio negreiro levando escravos da África para a América. Um deles reza e ora para sua divindada que se materializa ali mesmo, na sua frente. A tal divindade da cultura africana explica que todos eles vão sofrer inúmeras violências e injustiças, algo que irá se perpetuar nos próximos séculos. Por isso todos devem se libertar, colocando fogo naquela embarcação holandesa, mesmo que todos venham a morrer. Afinal é melhor a morte do que a escravidão. Depois dessa cena realmente muito boa, somos levados de volta ao momento presente. Shadow Moon (Ricky Whittle) dirige o carro de seu patrão até Chicago. O chefe quer recuperar um martelo que sempre lhe pertenceu (seria ele a antiga divindade Thor, o Deus do Trovão?). Mr. Wednesday (Ian McShane) não abre o jogo sobre sua verdadeira identidade, apenas deixa pistas em alguns momentos. Além disso ele não se parece nada com Thor, mas sim com uma versão mais cansada e desanimada de Al Pacino! Estranho... De qualquer forma eles chegam em Chicago. O tal martelo está nas mãos de um conhecido. Um sujeito asqueroso com sotaque russo que vive com três irmãs (seriam todos eles deuses esquecidos da antiguidade também? Quem sabe...). O clímax do episódio acontece quando Shadow topa jogar um inocente jogo de damas, onde ele aposta sua própria vida. Caso perca será literalmente abatido na cabeça com o sangrento martelo. Tudo ao amanhecer... / American Gods 1.02 - The Secret of Spoons (Estados Unidos, 2017) Direção: David Slade / Roteiro: Michael Green, baseado na obra de Neil Gaiman / Elenco: Ricky Whittle, Ian McShane, Gillian Anderson, Emily Browning, Crispin Glover.

Pablo Aluísio e Linda Marina. 

3 comentários:

  1. American Gods 1.01 - Nota 7.5
    Bellevue 1.02 - Nota 7.0

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  2. Sobre o Bellevue: eu não suporto ver filmes ou series com contexto homossexual pelo fato dos roteiristas não resiteirem a tentação de tornar tudo panfletário. Eu explico: em diversas séries que eu assisto há personagens homossexuais; dentre elas estão, Borgia (um assassino do Cérsar Borgia);no White Collar (um agente do FBI); na The Blacklist, etc. O que faz essas series serem boas de assistir, a despeito do fato de haver homossexuais nelas, é que os homossexuais destas séries é que eles vivem as suas vidas de forma normal sem fazer doutrinação para serem aceitos e para que todos sejam como eles.
    Na minha, mais que modesta, opinião deveria ser sempre assim. Ser homossexual é um opção individual e não uma filosofia de vida à ser propagada através de mantras e intolerâncias disfarçados de atividades em defesa dos direitos civis.

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  3. Por enquanto (e realço a palavra "por enquanto") essa série ainda não se tornou panfletária. Até porque eu também não tenho mais paciência com esses roteiros que levantam bandeiras ideológicas. Espero, pelo menos, que se desenvolva uma boa trama de mistério. Nada mais.

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