terça-feira, 13 de janeiro de 2026

O Ano do Dragão

Título no Brasil: O Ano do Dragão
Título Original: Year of the Dragon
Ano de Lançamento: 1985
País: Estados Unidos
Estúdio: De Laurentiis Entertainment Group
Direção: Michael Cimino
Roteiro: Oliver Stone, Michael Cimino
Elenco: Mickey Rourke, John Lone, Ariane Koizumi, Leonard Termo, Raymond J. Barry, Victor Wong

Sinopse:
O experiente e controverso capitão da polícia Stanley White (Mickey Rourke) é designado para combater o crime organizado chinês em Chinatown, Nova York. Obcecado em destruir a violenta Tríade conhecida como White Tigers, White entra em uma guerra pessoal contra o jovem e ambicioso líder mafioso Joey Tai. À medida que a violência cresce, o confronto se torna cada vez mais intenso, expondo preconceitos, conflitos culturais e os limites morais da lei.

Comentários: 
Entrei nessa jornada de rever antigos filmes dos anos 80 e 90. Estou confrontando a minha memória cinéfila do passado com uma avaliação atual, baseada no que vejo nos dias atuais. Dessa vez foi a hora de rever "O Ano do Dragão". Assisti  pela primeira vez lá mesmo, nos anos 80, e apesar de gostar, nunca foi dos meus preferidos. Agora, nessa revisão, o filme me pareceu bem melhor! É uma obra cinematográfica que resistiu muito bem ao tempo, fruto do talento de Michael Cimino, que sempre foi um grande diretor de cinema, com uma atuação visceral de Mickey Rourke (em seu auge!). Concordo que o filme tem um subtexto complicado, mostrando esse policial que deseja limpar Chinatown, mesmo que para isso seja preciso passar por cima da lei. É interessante ver como o personagem, que é um veterano da guerra do Vietnã, não consegue aguentar toda a politicagem que existe dentro da polícia e da prefeitura de Nova Iorque, como se os figurões não quisessem mudar nada naquele bairro dominado pelo crime! E tudo isso acontece no meio de uma guerra de criminosos, com os bandidos mais jovens tentando ocupar o espaço ainda ocupado pelos velhos dinossauros. Um filme muito bem fotografado, até bonito de se ver, mas com uma beleza diferente. É a beleza de Chinatown, um lugar cheio de história, mas também com o crime organizado enraizado em suas ruas e vielas. 

Pablo Aluísio. 

Em Cartaz: O Ano do Dragão

Em Cartaz: O Ano do Dragão
O filme O Ano do Dragão estreou nos cinemas em agosto de 1985, dirigido por Michael Cimino e estrelado por Mickey Rourke no papel do policial Stanley White. Ambientado no submundo da Chinatown de Nova York, o longa acompanha o conflito brutal entre a polícia e as tríades chinesas, adotando um tom violento, pessimista e provocador. O lançamento ocorreu em meio a grande expectativa, já que Cimino ainda carregava o prestígio (e a controvérsia) de seus trabalhos anteriores, especialmente O Franco-Atirador.

Em termos de bilheteria, O Ano do Dragão teve um desempenho modesto. Com um orçamento estimado em cerca de US$ 24 milhões, o filme arrecadou aproximadamente US$ 18 milhões nos Estados Unidos, resultado considerado abaixo do esperado para uma produção de grande estúdio. Apesar disso, o longa encontrou parte de seu público ao longo do tempo, especialmente em exibições televisivas e no mercado doméstico, onde ganhou status de obra cult.

A reação da crítica em 1985 foi profundamente dividida. O The New York Times descreveu o filme como “violento, explosivo e moralmente desconfortável”, elogiando sua força visual, mas questionando o retrato agressivo de seus personagens. A revista Time afirmou que se tratava de “um filme intenso e tecnicamente impressionante, embora tomado por uma raiva quase ininterrupta”, apontando o tom excessivamente sombrio como um dos aspectos mais controversos da obra.

Grande parte das críticas negativas concentrou-se nas acusações de estereotipação racial, que geraram debates ainda durante o lançamento. Algumas associações da comunidade asiático-americana protestaram contra o filme, e críticos ecoaram essa preocupação. O Los Angeles Times escreveu que O Ano do Dragão era “um thriller estilisticamente poderoso, mas politicamente problemático”, enquanto outros comentaristas reconheceram que a violência extrema e o personagem de Mickey Rourke eram deliberadamente concebidos como desconfortáveis e provocadores.

Com o passar dos anos, O Ano do Dragão passou por uma reavaliação crítica, sendo hoje visto por muitos como um dos thrillers policiais mais intensos da década de 1980. As críticas publicadas em 1985 já indicavam que o filme não buscava consenso, mas confronto — tanto estético quanto moral. Atualmente, a obra é lembrada pela atuação feroz de Mickey Rourke, pela atmosfera urbana sufocante e pela direção estilizada de Cimino, permanecendo como um exemplo marcante de cinema adulto, controverso e sem concessões.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

A História de James Dean

Título no Brasil: A História de James Dean
Título Original: The James Dean Story
Ano de Produção: 1957
País: Estados Unidos
Estúdio: Warner Bros
Direção: Robert Altman, George W. George
Roteiro: Stewart Stern
Elenco: James Dean, Lew Bracker, Martin Gabel, Dennis Hopper, Arlene Martel, Lili Kardell

Sinopse:
Documentário filmado na pequena cidadezinha onde viveu James Dean no interior de Indiana. O diretor Robert Altman foi atrás de parentes, amigos e conhecidos do famoso ator, para colher depoimentos deles sobre o falecido artista. Com base nisso criou um retrato do mais famoso jovem rebelde da história de Hollywood, poucos anos depois de sua morte.

Comentários:
Eu achei realmente muito interessante esse documentário. O diretor Robert Altman teve uma ideia realmente genial. Ele pegou sua câmera, uma pequena equipe com poucas pessoas, um orçamento mínimo (o filme custou apenas 35 mil dólares) e foi para o interior de Indiana, na cidade de Fairmount. Ali ele procurou pelos parentes de James Dean para filmar seus depoimentos, preservando tudo, as memórias em seu filme. A Warner gostou tanto do resultado que resolveu comprar o documentário independente de Altman para exibir nos cinemas americanos na época. De bônus o estúdio resolveu colocar uma cena inédita do filme "Vidas Amargas". Uma raridade para os fãs. Anos depois o próprio diretor lamentou apenas o fato de que o pai de Dean não ter aceitado o convite para aparecer no filme. Ele ainda estava arrasado pela morte precoce do filho (que morreu em um acidente de carro com apenas 24 anos de idade) e por isso disse que não iria dar nenhuma entrevista para Altman. Mesmo assim, com essa lacuna, o filme é por demais interessante. Até pelo fato de ter preservado as opiniões e imagens da família de James Dean, uma vez que todos eles hoje em dia já estão mortos. Pelo resgate histórico é um filme que até hoje vale muito a pena conhecer e assistir.

Pablo Aluísio.

Travessuras de Júlia

Título no Brasil: Travessuras de Júlia
Título Original: Julia Misbehaves
Ano de Lançamento: 1948
País: Estados Unidos
Estúdio: Metro-Goldwyn-Mayer (MGM)
Direção: Jack Conway
Roteiro: John Lee Mahin, Samuel G. Engel
Elenco: Greer Garson, Walter Pidgeon, Elizabeth Taylor, Peter Lawford, Cesar Romero, Nigel Bruce

Sinopse:
Ambientado no final do século XIX, o filme acompanha Julia Packett, uma jovem espirituosa e pouco convencional que vive na Inglaterra e decide se mudar para a Índia para se casar com um respeitável oficial britânico. Sua personalidade irreverente e seu comportamento fora dos padrões causam constrangimentos sociais constantes, especialmente após o nascimento de sua filha, que herda o mesmo temperamento livre da mãe. Anos depois, já na Inglaterra vitoriana, mãe e filha continuam desafiando as rígidas convenções da sociedade, provocando situações cômicas e emocionantes.

Comentários: 
Elizabeth Taylor aparece ainda criança, em um de seus primeiros papéis de destaque no cinema. Greer Garson recebeu elogios por sua interpretação carismática e cheia de energia, contrastando com seus papéis dramáticos mais conhecidos. O filme é uma comédia dramática de época, misturando humor leve com comentários sobre costumes e moralidade vitoriana. A produção conta com cenários e figurinos luxuosos típicos da MGM nos anos 1940. Nigel Bruce, conhecido por interpretar o Dr. Watson em filmes de Sherlock Holmes, aparece em papel coadjuvante. Apesar de não ser um dos títulos mais lembrados da MGM, o filme é apreciado por fãs de cinema clássico e por admiradores da carreira inicial de Elizabeth Taylor.

Erick Steve. 

domingo, 11 de janeiro de 2026

Chuva Negra

Título no Brasil: Chuva Negra
Título Original: Black Rain
Ano de Lançamento: 1989
País: Estados Unidos
Estúdio: Paramount Pictures
Direção: Ridley Scott
Roteiro: Craig Bolotin, Warren Lewis
Elenco: Michael Douglas, Andy Garcia, Ken Takakura, Kate Capshaw, Yusaku Matsuda, John Spencer

Sinopse:
Dois detetives de Nova York escoltam um perigoso mafioso japonês até Osaka, mas ele consegue escapar ao chegar ao Japão. Perdidos em uma cultura que desconhecem, os policiais precisam trabalhar com a polícia local para recapturá-lo, enfrentando a violenta e hierarquizada yakuza. O choque cultural, a brutalidade do submundo criminal japonês e os códigos de honra orientais transformam a missão em uma corrida mortal.

Comentários: 
Resolvi rever, após muitos anos, esse filme policial dirigido por Ridley Scott. A minha lembrança era a de um filme com um visual muito bem caprichado, além das motos envenenadas que parecem estar por todo o enredo. Não me decepcionei. O filme envelheceu bem, apesar de alguns detalhes o tornarem um pouco datado, como a trilha sonora cheia de sintetizadores, algo tão típico dos anos 80. Só que isso não é uma falha, mas sim uma assinatura cinematográfica daquela década. Curiosamente apesar de ter visto pela última vez há uns bons 30 anos, ainda me lembrava de certas cenas marcantes, como a decapitação do personagem de Andy Garcia. Pode ter certeza que foi um choque na época e ainda hoje causa surpresa no espectador. Outra coisa que se deve valorizar nesse filme é um certo realismo na construção dos personagens. O tira interpretado por Michael Douglas é de fato um corrupto das ruas, um cara que rouba dinheiro de traficantes se eles derem mole. Assim caiu por terra aquele velho clichê dos roteiros onde o protagonista sempre era um inocente injustamente acusado de um crime. Enfim, bom filme policial. Ridley Scott sempre foi um mestre mesmo!

Pablo Aluísio. 

O Esquadrão de Justiça

Título no Brasil: O Esquadrão de Justiça
Título Original: The Star Chamber
Ano de Lançamento: 1983
País: Estados Unidos
Estúdio: 20th Century Fox
Direção: Peter Hyams
Roteiro: Roderick Taylor, Peter Hyams
Elenco: Michael Douglas, Hal Holbrook, Yaphet Kotto, Sharon Gless, James B. Sikking, Joe Regalbuto

Sinopse:
Steven Hardin é um jovem juiz idealista que começa a se frustrar com um sistema judicial incapaz de punir criminosos perigosos por falhas processuais. Ao descobrir a existência de um grupo secreto de magistrados — conhecido como “Câmara Estelar” — que julga e sentencia criminosos à margem da lei, Hardin se vê dividido entre seu compromisso com a justiça legal e a tentação de fazer justiça a qualquer custo. À medida que se envolve mais profundamente com o grupo, ele passa a questionar os limites morais e éticos do poder judicial.

Comentários: 
O título original faz referência à Star Chamber, um tribunal secreto da Inglaterra do século XVII, famoso por abusos de poder. Michael Douglas interpreta um juiz, em contraste com seus papéis mais conhecidos como policiais ou figuras ambíguas nos anos 1980. O diretor Peter Hyams também foi responsável pela fotografia do filme, conferindo um visual sombrio e urbano. O longa aborda temas como justiça paralela, vigilantismo e corrupção institucional, muito discutidos no cinema dos anos 70 e 80. Apesar de não ter sido um grande sucesso comercial, o filme ganhou status de cult por seu tom sério e provocador. Antecipou debates modernos sobre limites do sistema legal e justiça extrajudicial.

Pablo Aluísio.

sábado, 10 de janeiro de 2026

Os Últimos Dias de Jim Morrison

Título no Brasil: Os Últimos Dias de Jim Morrison
Título Original: The Last Days of Jim Morrison
Ano de Lançamento: 2007
País: Reino Unido
Estúdio: Entertain Me Productions
Direção: Simon Witter
Roteiro: Simon Witter
Elenco: Alain Ronay, Hervé Muller, Marianne Faithfull, Sam Bernett, Jacques Bisceglia, Frank Lisciandro

Sinopse:
O documentário investiga os últimos dias de Jim Morrison em Paris, em julho de 1971, reunindo depoimentos de pessoas que conviveram com o cantor na capital francesa pouco antes de sua morte. Amigos, jornalistas, músicos, frequentadores do círculo boêmio parisiense e testemunhas da época relatam encontros, comportamentos, estado emocional e físico de Morrison, além de versões conflitantes sobre suas últimas horas. A obra busca separar fatos de mitos em torno da morte do vocalista do The Doors.

Comentários: 
Excelente documentário que foca suas lentes exclusivamente nos últimos dias de vida do cantor e compositor Jim Morrison. Ele estava em Paris, logo após as gravações do último disco dos Doors. Queria escrever poesia e ficar ao lado de sua eterna musa Pamela Courson. Só que tudo deu errado. Ele morreu na banheira de seu apartamento, provavelmente vítima de um ataque cardíaco. Pelo menos essa é a versão oficial do departamento de polícia de Paris. Pelos depoimentos que vemos nesse documentário parece que Pamela escondeu a verdade dos fatos. Jim teria sofrido uma overdose de heroína pura em um clube da cidade, altas horas da madrugada. Um traficante grã-fino estaria envolvido em sua morte. Desesperados com o ocorrido, Pamela e outras pessoas levaram seu corpo para o apartamento para encobrir o que teria acontecido. Ela tinha medo de ser presa naquela ocasião, por isso mentiu para os policiais. Entre tantas confissões de pessoas que estiveram presentes nessa trágica noite só faltou mesmo a fala de Pamela, só que isso era obviamente impossível. Ela também morreu de uma overdose de drogas, em 1974. Mesmo com essa lacuna não há como negar, esse é o melhor documentário sobre a morte de Jim já produzido. Não deixe de assistir. 

Pablo Aluísio. 

Paul McCartney and Wings - One Hand Clapping

Título no Brasil: Paul McCartney and Wings – One Hand Clapping
Título Original: Paul McCartney and Wings: One Hand Clapping
Ano de Lançamento: 1974 (filmado) / 2024 (lançamento oficial restaurado)
País: Reino Unido
Estúdio: MPL Communications
Direção: David Litchfield
Roteiro: David Litchfield, Paul McCartney
Elenco: Paul McCartney, Linda McCartney, Denny Laine, Jimmy McCulloch, Geoff Britton, Wings

Sinopse:
O filme registra sessões de estúdio da banda Paul McCartney and Wings gravadas em 1974 no lendário Abbey Road Studios, em Londres. Em um formato íntimo e espontâneo, McCartney e sua banda interpretam canções recentes e clássicos dos Beatles, além de versões descontraídas e improvisações. O documentário captura o processo criativo do grupo, mostrando ensaios, conversas informais e performances cruas, revelando McCartney em plena fase de transição artística pós-Beatles.

Comentários: 
Vasculhando os arquivos de sua empresa MPL, Paul McCartney acabou encontrando material gravado nos tempos em que ele estava trabalhando em estúdio para finalizar o disco "Band on The Run". Como sempre foi um homem de negócios, Paul resolveu resgatar essas cenas e criou esse filme documentário. Na realidade era um velho projeto. Quando as filmagens foram feitas nos anos 70, Paul tinha planos de transformar tudo em um especial de TV que acabou não acontecendo. Então as décadas passaram e Paul se lembrou dessas filmagens. É um bom material, mas cru ao extremo. Basicamente vale por duas coisas. A primeira ao ver Paul cantando clássicos como  “Band on the Run”, “Jet”, “Live and Let Die” e versões de clássicos dos Beatles como “Let It Be”. A segunda por trazer aquela que até hoje é considerada a melhor formação do Wings com Paul e Linda McCartney, Denny Laine, Jimmy McCulloch e Geoff Britton. Então é isso. Só recomendo para fãs de Paul pois o material tem um estilo mais amador, realmente cru e sem sofisticação visual. Já para fãs de música em geral tudo pode soar como uma mera curiosidade. 

Pablo Aluísio. 

sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

Emmanuelle

Título no Brasil: Emmanuelle
Título Original: Emmanuelle
Ano de Lançamento: 2024
País: França
Estúdio: Rectangle Productions
Direção: Audrey Diwan
Roteiro: Audrey Diwan, Rebecca Zlotowski
Elenco: Noémie Merlant, Naomi Watts, Will Sharpe, Jamie Campbell Bower, Chacha Huang, Anthony Wong

Sinopse:
Emmanuelle é uma mulher sofisticada, solitária e em busca de experiências que rompam os limites do desejo e da identidade. Durante uma viagem a negócios para Hong Kong, ela se envolve em encontros sensuais e reflexivos que a levam a questionar prazer, poder, intimidade e vazio emocional. Distante do erotismo escapista do passado, esta nova versão acompanha uma jornada mais introspectiva, onde o desejo se mistura à solidão, ao autoconhecimento e à inquietação existencial.

Comentários: 
Resolveram fazer um remake do filme original de 1974. A personagem de Emmanuelle Arsan está de volta! Pena que o resultado tenha sido um filme tão fraco! Eu entendo que nos dias atuais um filme como o da década de 1970 seria complicado de repetir. Hoje vivemos um falso moralismo que está em todos os setores. Por mais incrível que isso possa parecer as pessoas (e o cinema) eram mais livres há 50 anos! Sim, vivemos um retrocesso de costumes nesse aspecto. Então esqueça o original caso você tenha assistido. Aqui a questão do erotismo foi suavizado ao máximo. Ao invés disso surge o aspecto psicológico introspectivo da protagonista. Claro que há cenas de teor erótico, não se poderia tirar tudo, mas elas são tão sem graça que o gosto de decepção vem, ainda mais para pessoas da minha geração que cresceram vendo esses filmes. Não espere por nada parecido. 

Pablo Aluísio. 

Emmanuelle 2

Título no Brasil: Emmanuelle 2 
Título Original: Emmanuelle 2: L’antivierge
Ano de Lançamento: 1975
País: França
Estúdio: Trinacra Films
Direção: Francis Giacobetti
Roteiro: Francis Giacobetti, Gérard Depardieu
Elenco: Sylvia Kristel, Umberto Orsini, Frédéric Lagache, Catherine Rivet, Christiane Krüger, Henri Czarniak

Sinopse:
Após suas experiências iniciais de libertação sexual, Emmanuelle continua sua jornada de autodescoberta explorando novas formas de prazer e relacionamentos sem amarras. Viajando por diferentes ambientes exóticos e sofisticados, ela se envolve em encontros que desafiam convenções morais e emocionais, aprofundando sua busca por autonomia, desejo e identidade. O filme aprofunda o erotismo elegante da série, mantendo o foco na curiosidade e na liberdade feminina.

Comentários: 
Caso queira rever os filmes da franquia original deixo aqui a dica desse segundo filme com a Emmanuelle, interpretada pela bela Sylvia Kristel. O filme é a continuação direta de Emmanuelle (1974), grande sucesso internacional do cinema erótico europeu. Francis Giacobetti, fotógrafo e cineasta, assumiu a direção trazendo uma abordagem mais estética e sensual. Sylvia Kristel consolidou definitivamente sua imagem como ícone erótico do cinema dos anos 1970. O longa manteve enorme sucesso comercial, garantindo a continuidade da franquia com várias sequências. A trilha sonora e a fotografia continuavam apostando em um tom sofisticado e contemplativo, característica marcante da série. E se formos comparar com esse novo filme aí que foi lançado, cheio de culpas, esse segundo da franquia original ganha de goleada!

Pablo Aluísio.