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sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

Emmanuelle

Título no Brasil: Emmanuelle
Título Original: Emmanuelle
Ano de Lançamento: 2024
País: França
Estúdio: Rectangle Productions
Direção: Audrey Diwan
Roteiro: Audrey Diwan, Rebecca Zlotowski
Elenco: Noémie Merlant, Naomi Watts, Will Sharpe, Jamie Campbell Bower, Chacha Huang, Anthony Wong

Sinopse:
Emmanuelle é uma mulher sofisticada, solitária e em busca de experiências que rompam os limites do desejo e da identidade. Durante uma viagem a negócios para Hong Kong, ela se envolve em encontros sensuais e reflexivos que a levam a questionar prazer, poder, intimidade e vazio emocional. Distante do erotismo escapista do passado, esta nova versão acompanha uma jornada mais introspectiva, onde o desejo se mistura à solidão, ao autoconhecimento e à inquietação existencial.

Comentários: 
Resolveram fazer um remake do filme original de 1974. A personagem de Emmanuelle Arsan está de volta! Pena que o resultado tenha sido um filme tão fraco! Eu entendo que nos dias atuais um filme como o da década de 1970 seria complicado de repetir. Hoje vivemos um falso moralismo que está em todos os setores. Por mais incrível que isso possa parecer as pessoas (e o cinema) eram mais livres há 50 anos! Sim, vivemos um retrocesso de costumes nesse aspecto. Então esqueça o original caso você tenha assistido. Aqui a questão do erotismo foi suavizado ao máximo. Ao invés disso surge o aspecto psicológico introspectivo da protagonista. Claro que há cenas de teor erótico, não se poderia tirar tudo, mas elas são tão sem graça que o gosto de decepção vem, ainda mais para pessoas da minha geração que cresceram vendo esses filmes. Não espere por nada parecido. 

Pablo Aluísio. 

quinta-feira, 16 de março de 2023

Tár

Título no Brasil: Tár
Título Original: Tár
Ano de Lançamento: 2022
País: Estados Unidos
Estúdio: Focus Features
Direção: Todd Field
Roteiro: Todd Field
Elenco: Cate Blanchett, Noémie Merlant, Nina Hoss, Sophie Kauer, Sylvia Flote, Mark Strong

Sinopse:
Lydia Tár (Cate Blanchett) trabalha regendo uma das maiores orquestras do mundo, a filarmônica de Berlim. Maestra consagrada, professora de uma das escolas mais prestigiadas do universo musical, a Juilliard School, ela vê sua vida virar de ponta cabeça após o suicídio de uma ex-instrumentista que trabalhou ao seu lado. Ao que tudo indica tiveram um romance e isso cai como uma bomba em sua reputação e integridade de profissional séria e respeitada. 

Comentários:
O Oscar deixou de ser uma premiação técnica para ser apenas uma premiação política e ideológica. O maior exemplo disso veio com a não premiação da atriz Cate Blanchett. Ela está maravilhosa nesse filme, um verdadeiro show de atuação, mas apesar de seus méritos, não levou o Oscar para casa. Ela se dedicou de corpo e alma para interpretar esse papel. Fez cursos intensivos para aprender alemão e piano, além do peso de decorar falas complexas, extensas e de natureza técnica e culta. Isso adiantou de alguma coisa para a Academia? Infelizmente não! Por uma questão puramente política premiaram a outra atriz de um filme que eu considero completamente mixuruca. De qualquer maneira ela levou o prêmio de reconhecimento popular, pois nas redes sociais não se falava de outra coisa, da injustiça que sofreu. Essa personagem é um presente, uma personalidade complexa e cheia de nuances psicológicas. Uma mulher que luta contra seus instintos e sentimentos mesmo sendo bastante inteligente e preparada do ponto de vista intelectual. Apenas uma grande atriz como Cate Blanchett poderia interpretá-la adequadamente. Em minha visão foi o melhor trabalho de atuação feminina do ano. Uma atuação imperdível. Digno de todos os aplausos do público e da crítica. Bravo! 

Pablo Aluísio.