sábado, 1 de julho de 2000

Filmografia de Arnold Schwarzenegger


Filmografia de Arnold Schwarzenegger
Aqui está a filmografia do Arnold Schwarzenegger, organizada em ordem cronológica, com títulos originais, os títulos de lançamento no Brasil (quando disponíveis) e os anos de lançamento:

Anos 1970
Hercules in New York (1970) – As Aventuras de Hércules em Nova York
Stay Hungry (1976) – O Vencedor
Pumping Iron (1977, documentário) – O Homem dos Músculos de Aço
The Villain (1979) – Caçador de Recompensas

Anos 1980
Conan the Barbarian (1982) – Conan, o Bárbaro
Conan the Destroyer (1984) – Conan, o Destruidor
The Terminator (1984) – O Exterminador do Futuro
Red Sonja (1985) – Guerreiros de Fogo
Commando (1985) – Comando para Matar
Raw Deal (1986) – Jogo Bruto
Predator (1987) – O Predador
The Running Man (1987) – O Sobrevivente
Red Heat (1988) – Inferno Vermelho
Twins (1988) – Irmãos Gêmeos

Anos 1990
Total Recall (1990) – O Vingador do Futuro
Kindergarten Cop (1990) – Um Tira no Jardim de Infância
Terminator 2: Judgment Day (1991) – O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final
Last Action Hero (1993) – O Último Grande Herói
True Lies (1994) – True Lies
Junior (1994) – Júnior
Eraser (1996) – Queima de Arquivo
Jingle All the Way (1996) – Um Herói de Brinquedo
Batman & Robin (1997) – Batman & Robin (Sr. Freeze)
End of Days (1999) – O Fim dos Dias

Anos 2000
The 6th Day (2000) – O Sexto Dia
Collateral Damage (2002) – Efeito Colateral
Terminator 3: Rise of the Machines (2003) – O Exterminador do Futuro 3: A Rebelião das Máquinas
Around the World in 80 Days (2004) – Volta ao Mundo em 80 Dias (participação especial)
The Expendables (2010) – Os Mercenários (participação especial)

Anos 2010
The Expendables 2 (2012) – Os Mercenários 2
The Last Stand (2013) – O Último Desafio
Escape Plan (2013) – Rota de Fuga
Sabotage (2014) – Sabotagem
The Expendables 3 (2014) – Os Mercenários 3
Maggie (2015) – Maggie: A Transformação
Terminator Genisys (2015) – O Exterminador do Futuro: Gênesis
Aftermath (2017) – Em Busca de Vingança
Killing Gunther (2017) – Queremos Matar Gunther
Terminator: Dark Fate (2019) – O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio

Anos 2020
Kung Fury 2 
Fubar (2024) - Série de TV

Filmografia de Sylvester Stallone


Filmografia de Sylvester Stallone em ordem cronológica, com os títulos originais e os títulos lançados no Brasil (quando houver).

Anos 1970
1970 – The Party at Kitty and Stud's – O Garanhão Italiano
1971 – Bananas – Bananas
1971 – Klute – Klute – O Passado Condena (pequena ponta, não creditado)
1974 – The Lords of Flatbush – Os Últimos Gigolôs
1975 – Death Race 2000 – Corrida da Morte – Ano 2000
1975 – Farewell, My Lovely – Adeus, Minha Adorada (pequena ponta)
1976 – Rocky – Rocky, um Lutador
1978 – F.I.S.T. – F.I.S.T 
1978 – Paradise Alley – A Taberna do Inferno
1979 – Rocky II – Rocky II, a Revanche

Anos 1980
1981 – Nighthawks – Os Falcões da Noite
1982 – Rocky III – Rocky III, o Desafio Supremo
1982 – First Blood – Rambo – Programado para Matar
1985 – Rhinestone – Rhinestone – Um Brilho na Noite
1985 – Rambo: First Blood Part II – Rambo II, a Missão
1985 – Rocky IV – Rocky IV
1986 – Cobra – Stallone Cobra
1987 – Over the Top – Falcão – O Campeão dos Campeões
1988 – Rambo III – Rambo III
1989 – Lock Up – Condenação Brutal
1989 – Tango & Cash – Tango & Cash – Os Vingadores

Anos 1990
1990 – Rocky V – Rocky V
1991 – Oscar – Oscar – Minha Filha Quer Casar
1992 – Stop! Or My Mom Will Shoot – Pare! Senão Mamãe Atira
1993 – Cliffhanger – Risco Total
1993 – Demolition Man – O Demolidor
1994 – The Specialist – O Especialista
1995 – Judge Dredd – O Juiz
1995 – Assassins – Assassinos
1996 – Daylight – Daylight
1997 – Cop Land – Cop Land – A Cidade dos Tiras

Anos 2000
2000 – Get Carter – A Revanche de Carter
2001 – Driven – Alta Velocidade
2002 – D-Tox / Eye See You – D-Tox
2003 – Avenging Angelo – O Implacável
2003 – Spy Kids 3-D: Game Over – Pequenos Espiões 3D
2006 – Rocky Balboa – Rocky Balboa

Anos 2010
2008 – Rambo – Rambo IV
2010 – The Expendables – Os Mercenários
2012 – The Expendables 2 – Os Mercenários 2
2012 – Bullet to the Head – Dupla Explosiva
2013 – Escape Plan – Rota de Fuga
2013 – Grudge Match – Ajuste de Contas
2014 – The Expendables 3 – Os Mercenários 3
2015 – Creed – Creed: Nascido para Lutar
2017 – Guardians of the Galaxy Vol. 2 – Guardiões da Galáxia Vol. 2 (participação)
2018 – Escape Plan 2: Hades – Rota de Fuga 2
2018 – Creed II – Creed II
2019 – Escape Plan: The Extractors – Rota de Fuga 3
2019 – Rambo: Last Blood – Rambo: Até o Fim

Anos 2020
2021 – The Suicide Squad – O Esquadrão Suicida (voz do Tubarão-Rei)
2022 – Samaritan – Samaritano
2023 – Guardians of the Galaxy Vol. 3 – Guardiões da Galáxia Vol. 3
2022 - Tulsa King (série)
2023 - Expend4bles - Os Mercernários 4
2024 - Armor - Blindado
2025 - Alarum - Código Alarum

terça-feira, 6 de junho de 2000

Cinema Clássico - O Papai da Noiva

Título no Brasil: O Papai da Noiva
Título Original: Father of the Bride
Ano de Lançamento: 1950
País: Estados Unidos
Estúdio: Metro-Goldwyn-Mayer (MGM)
Direção: Vincente Minnelli
Roteiro: Frances Goodrich, Albert Hackett
Elenco: Spencer Tracy, Elizabeth Taylor, Joan Bennett, Don Taylor, Billie Burke, Leo G. Carroll

Sinopse:
Stanley Banks entra em crise quando descobre que sua jovem filha está prestes a se casar. Enquanto tenta lidar com a ideia de perdê-la para outro homem, ele também precisa encarar o caos emocional e financeiro dos preparativos do casamento. A situação foge totalmente do controle em uma série de momentos cômicos, mostrando a difícil, mas amorosa, transição de um pai ao ver sua filha crescer.

Comentários: 
Foi uma das maiores bilheterias daquele ano, consagrando a sina de estrela de uma ainda bem jovem Elizabeth Taylor que inclusive está perfeita para o papel. A atriz estava com apenas 18 anos, se casando com Conrad Hilton Jr. semanas antes da estreia do filme. Curiosamente, a MGM transformou seu casamento real em um grande evento publicitário. Assim um evento de sua vida pessoal foi devidamente usado para promover o filme o que gerou um grande interesse por parte do público da época. Esse filme também gerou um dos papéis mais famosos de Spencer Tracy. Ele ficou amplamente associado ao papel do pai nervoso e amoroso, considerado um dos mais marcantes de sua carreira. O filme também foi elogiado pela crítica, sendo indicado em três categorias do Oscar. Muitos anos depois a mesma história rendeu um remake chamado "O Pai da Noiva" com Steve Martin e Diane Keaton.

Pablo Aluísio. 

Cinema Clássico - Filmografia Elizabeth Taylor

Filmografia Elizabeth Taylor
A Força do Coração
Jane Eyre
Evocação
A Mocidade é Assim Mesmo
A Coragem de Lassie
As Delícias da Vida
Nossa Vida com Papai
O Príncipe Encantado
Travessuras de Júlia
Quatro Destinos
Traidor
O Papai da Noiva
A Verdade Não se Diz
O Netinho do Papai
Um Lugar ao Sol
Quo Vadis
Esperto Contra Esperto
O Melhor é Casar
Ivanhoé, O Vingador do Rei
A Jovem Que Tinha Tudo
Rapsódia
No Caminho dos Elefantes
O Belo Brummel
A Última Vez que Vi Paris
Assim Caminha a Humanidade
A Árvore da Vida
Gata em Teto de Zinco Quente
De Repente, no Último Verão
Disque Butterfield 8
Cleópatra
Gente Muito Importante
Becket, o Favorito do Rei
Adeus às Ilusões
Quem Tem Medo de Virginia Woolf?
A Megera Domada
Os Pecados de Todos Nós
Doutor Faustus
Os Farsantes
O Homem Que Veio de Longe
Cerimônia Segreta
Ana dos Mil Dias
Jogo de Paixões

Pesquisa: Pablo Aluísio. 

segunda-feira, 5 de junho de 2000

Cinema Clássico - Veio do Espaço

Título no Brasil: Veio do Espaço
Título Original: It Came from Outer Space
Ano de Lançamento: 1953
País: Estados Unidos
Estúdio: Universal-International Pictures
Direção: Jack Arnold
Roteiro: Harry Essex
Elenco: Richard Carlson, Barbara Rush, Charles Drake, Joe Sawyer, Kathleen Hughes, Russell Johnson

Sinopse:
Após a queda de um objeto misterioso no deserto do Arizona, o astrônomo amador John Putnam acredita que uma nave alienígena tenha se chocado com a Terra. Enquanto as autoridades tratam o caso com ceticismo, estranhos acontecimentos começam a ocorrer na pequena comunidade local: pessoas desaparecem e retornam agindo de maneira diferente. À medida que a verdade vem à tona, Putnam descobre que os visitantes do espaço não são necessariamente hostis, mas estão dispostos a se defender a qualquer custo para sobreviver.

Comentários:
O filme é baseado em uma história original de Ray Bradbury, um dos maiores nomes da ficção científica literária. Dirigido por Jack Arnold, o longa é considerado um dos melhores filmes de ficção científica dos anos 1950. Diferente de outras produções da época, os alienígenas não são retratados apenas como vilões, mas como seres racionais tentando sobreviver. O filme foi originalmente exibido em 3D, explorando efeitos visuais inovadores para a época. Barbara Rush recebeu o Globo de Ouro de Atriz Revelação por sua atuação. A obra é vista como uma alegoria sobre medo do desconhecido e paranoia da Guerra Fria, temas recorrentes no cinema sci-fi clássico.

Erick Steve. 

domingo, 4 de junho de 2000

Cinema Clássico - Os Prados Verdes

Os Prados Verdes
Um filme do comecinho da carreira de Marilyn Monroe. Não vai ser fácil localizar a atriz em cena. Naquela época ela era apenas um rostinho bonito que a Fox usava como extra. E ela aparece, muito timidamente, na cena da dança. Apenas uma garota qualquer fazendo figuração nesse western com ecos de drama e romance. Não seria dessa vez que ela teria alguma chance, ainda mais sabendo que a loira estrela do filme era outra, a chatinha Peggy Cummins que usava até o mesmo cabelo de Marilyn, mas que em termos de beleza sequer poderia se comparar a ela. 

A história desse antigo faroeste girava em torno de um grupo de rancheiros e fazendeiros que tinham que lidar com roubos de cavalos e crias que acabavam também fugindo para o campo aberto onde vivia, de forma selvagem, um belo garanhão branco. Um animal realmente maravilhoso que ninguém conseguia capturar. Então é isso. Um bom filme, mas para quem estiver em busca de Marilyn Monroe não a encontrará tão facilmente no meio de um monte de gente dançando. 

Os Prados Verdes (Green Grass of Wyoming, Estados Unidos, 1949) Direção: Louis King / Roteiro: Martin Berkeley, Mary O'Hara / Elenco: Peggy Cummins, Charles Coburn, Robert Arthur, Marilyn Monroe (figurante) / Sinopse: Grupo de rancheios, criadores de cavalos, precisam lidar com os desafios do velho oeste. 

Pablo Aluísio. 

Cinema Clássico - Se Versalhes Falasse

Curiosidades e Informações Adicionais
Direção e roteiro de uma lenda: Sacha Guitry, um dos mais respeitados dramaturgos e cineastas franceses, escreveu, dirigiu e também atuou no filme, narrando parte da história como se fosse um guia pelos corredores de Versalhes.

Superprodução francesa: À época de seu lançamento, foi uma das produções mais caras do cinema francês, com centenas de figurantes, figurinos luxuosos e filmagens em locações reais dentro do Palácio de Versalhes.

Elenco estelar: Reúne alguns dos maiores atores franceses da década de 1950 — incluindo Gérard Philipe, Jean Marais e Claudette Colbert (estrela de Hollywood que retornava à França após anos de carreira nos EUA).

Mistura de história e ficção: Embora baseado em fatos históricos, o filme adota uma abordagem leve e teatral, característica de Guitry, apresentando os monarcas com ironia e humanidade, ao invés de mera reverência.

Sucesso e legado: Foi um grande sucesso de público na França e no exterior, sendo indicado para o BAFTA de Melhor Filme. É considerado um dos trabalhos mais importantes de Guitry e uma homenagem visual ao esplendor da cultura francesa.

Continuação: O sucesso do filme levou Guitry a dirigir uma espécie de sequência no ano seguinte, intitulada Napoléon (1955), que manteve o mesmo tom histórico e grandioso.

sábado, 3 de junho de 2000

Cinema Clássico - Bette Davis - Tudo Isso e o Céu Também

Curiosidades e Informações Adicionais
Baseado em uma história real: O roteiro é inspirado em um caso verídico ocorrido na França do século XIX, envolvendo a duquesa de Praslin e sua governanta, cuja tragédia inspirou o romance homônimo de Rachel Field — tia-avó da famosa atriz Rachel Field Hepburn.

Parceria lendária: Este é o segundo filme em que Bette Davis e Charles Boyer atuam juntos (após Cartas de Amor, de 1939). A química entre os dois foi amplamente elogiada pela crítica.

Indicação ao Oscar: O filme foi indicado a quatro Oscars, incluindo Melhor Filme, Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Direção de Arte e Melhor Fotografia em Preto e Branco.

Bette Davis no auge: Considerado um dos papéis mais sofisticados da atriz, que vinha de uma sequência de sucessos como Jezebel (1938) e Vitória Amarga (1939).

Direção refinada: Anatole Litvak, diretor ucraniano radicado em Hollywood, é lembrado por sua habilidade em combinar melodrama com elegância visual. Aqui, ele cria uma atmosfera intensa e emocional, equilibrando o romance com o mistério e a crítica social.

Trilha sonora: Composta por Max Steiner, um dos grandes nomes da música de cinema, responsável também por E o Vento Levou e Casablanca.

Cinema Clássico -Anthony Perkins - Profanação

Curiosidades e Informações Adicionais
Adaptação Moderna: Jules Dassin, o diretor, trouxe a tragédia clássica para o mundo contemporâneo, substituindo reis e rainhas por milionários da indústria naval. A história clássica de amor e culpa ganha, assim, um tom moderno e cosmopolita.

Casal na Vida Real: Melina Mercouri e Jules Dassin eram casados na vida real e trabalharam juntos em vários filmes, como Nunca aos Domingos (1960) e Topkapi (1964).

Anthony Perkins entre dois mundos: Perkins, famoso por interpretar Norman Bates em Psicose (1960), assumiu o papel de Alexis pouco depois de seu sucesso em Hollywood, tentando diversificar sua carreira com projetos europeus mais artísticos.

Filmagens na Grécia e França: As locações foram escolhidas para ressaltar o contraste entre o luxo moderno e as paisagens míticas gregas, enfatizando o conflito entre razão e paixão.

Recepção: Apesar de não ter sido um sucesso de bilheteria nos Estados Unidos, Phaedra foi muito elogiado pela crítica europeia, especialmente por sua fotografia sofisticada e pela performance intensa de Melina Mercouri.

Trilha sonora: A música é assinada por Mikis Theodorakis, um dos mais renomados compositores gregos, que deu ao filme uma atmosfera melancólica e épica.

Cinema Clássico - Richard Burton - Barba Azul

Richard Burton - Barba Azul
Aqui estão várias curiosidades e informações interessantes sobre o filme Barba Azul (Bluebeard, 1972), estrelado por Richard Burton e dirigido por Edward Dmytryk — uma das produções mais curiosas da carreira do ator galês:

Produção:
Filmagem: O filme foi rodado em Budapeste, Hungria, e em locações na Áustria, utilizando verdadeiros castelos históricos europeus.

Sobre a História: 
A trama é uma releitura moderna do conto francês “La Barbe Bleue” (Barba Azul), de Charles Perrault. No conto original, o Barba Azul é um nobre assassino que mata suas esposas e guarda os corpos em um quarto trancado — uma metáfora para segredos conjugais e o poder masculino. O filme transporta esse tema para a Europa do século XX, misturando romance, erotismo e crítica à aristocracia decadente.

Elenco e Personagens:
Richard Burton interpreta o Barão Kurt von Sepper, um piloto de guerra e nobre austríaco. O elenco feminino é composto por divas europeias da época, cada uma representando uma esposa anterior do Barão:

Raquel Welch — atriz americana em ascensão nos anos 70, interpretando uma freira rebelde.
Joey Heatherton — como a esposa americana, a mais jovem e curiosa.
Virna Lisi — a sofisticada esposa italiana.
Karin Schubert — atriz alemã, em um de seus primeiros papéis de destaque.
Nathalie Delon — esposa do ator Alain Delon, representando uma das vítimas misteriosas.

Curiosidades de Bastidores: 
Richard Burton aceitou o papel principalmente por dinheiro. Após gastos excessivos e problemas fiscais, ele se envolveu em várias produções menores nessa época para recuperar financeiramente, inclusive Bluebeard. A produção foi conturbada. Edward Dmytryk, o diretor, teve divergências com Burton, que estava frequentemente alcoolizado durante as filmagens — algo recorrente nessa fase da carreira do ator. O filme fez parte de uma onda de produções eróticas “de luxo” dos anos 70, que tentavam combinar enredos históricos com nudez e sensualidade, aproveitando o sucesso de obras como Emmanuelle e Decameron.

Censura e versões diferentes:
Algumas cenas foram cortadas em países mais conservadores, especialmente na América do Norte, por causa de nudez e violência implícita.

Trilha sonora de Ennio Morricone.
O lendário compositor italiano foi responsável pela trilha sonora, misturando temas orquestrais com elementos melancólicos e misteriosos — um dos pontos altos do filme.

Críticas mistas:
A crítica considerou o filme extravagante, mas incoerente. Foi elogiado pela direção de arte e pela fotografia, mas criticado pelo roteiro e pela atuação irregular de Burton.

Status cult:
Com o tempo, Barba Azul se tornou uma obra cult, lembrada pela estética gótica, pela presença de astros famosos e por ser um retrato excêntrico do cinema europeu dos anos 1970.

Temas e Análise
Poder e dominação: a figura de Barba Azul é símbolo da autoridade masculina e da opressão sobre as mulheres.

Feminilidade e curiosidade: as esposas representam diferentes estereótipos femininos da época — todas punidas por desafiar o poder masculino.

Decadência aristocrática: o filme mostra uma Europa de aparências, onde luxo e corrupção se misturam.