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quarta-feira, 22 de novembro de 2023

Tensão em Montana

Título no Brasil: Tensão em Montana
Título Original: Terror on the Prairie
Ano de Lançamento: 2022
País: Estados Unidos
Estúdio: Voltage Pictures
Direção: Michael Polish
Roteiro: Josiah Nelson
Elenco: Gina Carano, Nick Searcy, Donald Cerrone

Sinopse:
Nos tempos do velho oeste, uma jovem mãe fica sozinha em seu rancho com seus filhos, todos crianças ainda. O pai foi para a cidade mais próxima comprar mantimentos. Para infortúnio completo dela uma quadrilha de bandidos a cavalo chega em sua propriedade rural e agora ela terá que defender sua família com todos os meios possíveis. 

Comentários:
Gostei muito desse filme e não apenas por quase sempre gostar de filmes de faroeste. O fato é que esse roteiro mostra que mesmo uma ideia que já fez parte de filmes anteriores, inclusive alguns clássicos do western, pode ser reciclada, melhorada e aprimorada para os dias atuais. No começo o espectador pensa que aqueles bandoleiros são bandidos aleatórios que chegam no rancho para roubar. Não haveria nada de especial naquela propriedade, a não ser o azar do acaso. Só que isso logo se mostra equivocado, pois os criminosos possuem um passado sangrento com seu marido e eles querem vingança a todo custo. É o velho tema, tão caro ao western, de que o passado um dia volta para acertar as contas. Felizmente, no caso dessa produção, tudo é muito bem desenvolvido. E pensar que essa companhia cinematográfica é especializada em filmes de terror. Fizeram um belo faroeste agora. Que venham outros nesse estilo, os fãs do gênero agradecem. 

Pablo Aluísio.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

E Se o Amor Acontece...

Henry McCarthy (Mark Polish) é um escritor de sucesso que resolve voltar para sua cidade natal para fazer o discurso de formatura da turma de 2009, no mesmo colégio onde estudou anos atrás. Suas memórias do tempo em que estudava no ensino médio foram usadas em seu livro de maior sucesso de vendas. Agora de volta na mesma escola ele relembra dos amigos e de uma antiga paixão, a linda e inacessível Scarlet (Winona Ryder), a garota com quem sonhava namorar quando era apenas um jovem de ensino médio. Agora ela vive de um emprego enfadonho e enfrenta um divórcio complicado com seu ex-marido, um treinador de futebol que era o valentão dos tempos em que Henry estudava na escola. Decidido a rever Scarlet, Henry toma uma decisão corajosa e entra em contato com ela. Juntos acabam jantando em um belo restaurante dando início a um relacionamento que deveria ter acontecido há pelo menos 20 anos. Esse argumento de “E Se o Amor Acontece” me lembrou muito o de um outro filme recente chamado “Jovens Adultos” com Charlize Theron. A premissa é basicamente a mesma – tempos depois um autor (no caso de “Jovens Adultos”, autora) volta para sua antiga cidade e sua escola para acertar alguns assuntos inacabados, entre eles reconquistar o amor dos tempos colegiais, que dizem ser duradouro e forte, sobrevivendo aos anos.

A diferença básica entre “E se o Amor Acontece” e “Jovens Adultos” é o fato do personagem principal aqui narrar toda a estória, com um tom de nostalgia e melancolia. Henry, o autor, é interpretado por Mark Polish, que não tem qualquer talento para comédias. O filme aliás sofre dessa estranha dualidade. Enquanto Polish se comporta como se estivesse em um drama, seus colegas são espalhafatosos e exagerados, mais parecendo que estão em alguma comédia pastelão. Sean Astin, por exemplo, interpreta o amigo gay de Polish. Muito afetado e over ele acaba irritando mais do que divertindo. Caricato além da conta. Já o restante do elenco é mais interessante. Para quem tinha saudades de Winona Ryder em um papel central aqui há uma bela oportunidade de revê-la. Ela interpreta Scarlet, a “Deusa” dos tempos de colégio, que agora ganha a vida trabalhando numa farmácia, tendo que aturar um ex-marido truculento e estúpido. Outra participação que chamará certamente a atenção dos saudosistas da década de 80 é a presença do comediante Chevy Chase, aqui fazendo o papel do diretor da escola. Sempre com um curativo do nariz ele não perdeu aquele seu jeito bobão que tanto sucesso fez em filmes como “Férias Frustradas”. O filme em momento nenhum chega a aborrecer mas também não consegue se tornar marcante. No final das contas é apenas uma estória de amor nostálgica corretamente executada. Só indicada mesmo para as mais românticas e as que sentem saudades dos tempos de colégio. Fora isso nada de muito relevante digno de nota.

E Se o Amor Acontece... (Stay Cool, Estados Unidos, 2009) Direção: Michael Polish / Roteiro: Mark Polish / Elenco: Winona Ryder, Mark Polish, Sean Astin, Hilary Duff, Chevy Chase, Jon Cryer, Josh Holloway / Sinopse: Escritor de sucesso volta para sua escola com o objetivo de fazer o discurso de formatura da nova turma de ensino médio. O problema é que seu retorno acaba despertando antigas emoções, revivendo velhas paixões do passado.

Pablo Aluísio.