quinta-feira, 1 de março de 2001

James Dean: Os Anos na Universidade

Los Angeles, 1949
Quando James Dean terminou o colegial ele não tinha a menor ideia do que iria fazer na vida. Morando numa pequena cidade do estado de Indiana suas perspectivas de futuro não pareciam muito promissoras. Aos amigos da escola Dean dizia que queria ser ator, advogado ou até mesmo pastor protestante. Eles não ficaram muito surpresos com isso pois Dean havia sido muito próximo do grupo de teatro da escola. Havia inclusive um professor de artes que havia despertado em Dean o gosto pela poesia e pela arte do teatro. Ele incentivava o jovem Dean a atuar nas peças da escola e lhe dava livros, principalmente de Shakespeare, para que Dean tomasse gosto pela literatura e pelas artes cênicas. Esse professor de ensino médio de Fairmount foi seguramente a pessoa que mais influenciou James Dean em sua vontade de um dia se tornar ator em Hollywood.

O tio de Dean, Marcus, com quem ele havia ido morar quando sua mãe faleceu, acreditava que o sobrinho seria feliz sendo um fazendeiro como ele havia sido por toda a vida. James Dean gostava da vida no campo, mas essa escolha estava fora de seus planos. Ele queria experimentar a vida lá fora, na cidade grande. A oportunidade bateu sua porta quando seu pai, que morava na Califórnia, lhe escreveu dizendo que ele deveria ir para Los Angeles morar com ele. 

O pai de Dean queria que ele se formasse em Direito na UCLA, a universidade da Califórnia. Dean que estava com vontade de ir embora de Indiana viu ali sua grande oportunidade. Na semana seguinte ele pegou o primeiro trem e foi embora para a Califórnia, para quem sabe, um dia, vir a se ator de teatro e cinema.

James Dean chegou em Los Angeles com uma mochila nas costas e cinco dólares no bolso. Seu pai o pegou na estação ferroviária. Ele adorou a ensolarada e quente Califórnia desde os primeiros dias. Seu principal desafio seria passar no exame de admissão da UCLA. Dean tinha sido um bom aluno desde os primeiros dias na escola em Fairmount e ao lado de bons professores conseguiu acumular uma boa bagagem cultural que foi decisiva quando ele finalmente foi aprovado na Universidade que seu pai tanto sonhara. Ser um aluno de Direito na UCLA era uma grande honra para a família. Certamente James Dean estava indo pelo caminho certo.

A felicidade no mundo acadêmico porém não era repetida na vida familiar de Dean. Os longos anos que morou longe de seu pai cobraram um preço. Na verdade ambos se sentiam quase como estranhos. O fato do pai morar com uma mulher com quem Dean não gostava só piorava as coisas. Assim poucos meses depois de chegar em Los Angeles, Dean resolveu ir embora da casa de seu pai. 

Ele conseguiu ser aceito numa fraternidade de estudantes (muito comum nos Estados Unidos). A Sigma Nu reunia os estudantes de Direito da UCLA em apenas uma grande residência dentro do Campus. O clima mais sofisticado do lugar porém fez Dean novamente se sentir deslocado. Dean achava seus colegas bem afetados, esnobes e por essa razão não se deu muito bem. Pior do que isso, Dean começou a perder interesse pelas matérias jurídicas, ficando quase todo o tempo no Departamento de Artes Cênicas da UCLA. Sua vocação para ser ator novamente falava mais alto.

O sonho de ser ator
James Dean não era muito alto, pelo contrário. Parece uma questão secundária, mas que para Dean acabou ganhando uma importância maior do que ele inicialmente esperava! Quando Dean foi para a Califórnia ele tinha um sonho de se tornar ator de teatro ou quem sabe, de cinema. O aspirante a essa nova profissão foi para o novo estado, saindo da caipira Fairmount, em Indiana, com a intenção de estudar na universidade UCLA. Pelo menos essa era a intenção do pai de Dean. Na realidade ele não via qualquer futuro na profissão de ator e sempre desencorajava Dean a seguir por esse caminho. Os sonhos porém sempre falam mais alto.

Os primeiros meses de James Dean na nova universidade não foram nada promissores. Ele não se deu bem com colegas e professores e logo achou tudo muito maçante e tedioso. Chegou a ser expulso da fraternidade que fazia parte após brigar com um dos colegas. Embora estivesse estudando matérias direcionadas para o curso de Direito, para quem sabe ser um advogado no futuro, o que Dean gostava mesmo era de frequentar o campus de artes - onde grupos de estudantes ensaiavam peças ao ar livre. 

Era tudo muito libertador e empolgando, algo bem melhor do que ficar estudando leis e mais leis, rebuscadas pela jurisprudência da corte suprema dos Estados Unidos. No fundo James Dean não queria ser um profissional de terno e gravata, mas sim um artista, como sempre sonhou. O pai dele, claro, não gostava nada quando tinha lhe contava essas ambições para seu futuro profissional.

Sem falar para ninguém, um dia James Dean começou a ir a testes de atores para peças e filmes. Ele achava sinceramente que logo iria ser descoberto pelos agentes e estúdios de Hollywood. Chegou inclusive a procurar um agente que o ajudasse a despontar. Porém o que efetivamente encontrou foram muitas portas fechadas em sua cara! Nos testes não se saiu nada bem. Dean não tinha muitos modos finos e não conseguia convencer os selecionadores. 

Em vários testes sua pouca estatura tornou-se um empecilho. Com muito esforço e botas altas, Dean conseguia disfarçar sua pouca altura, conseguindo chegar ao 1.69m de altura. Dean foi sendo recusado teste após teste. Os filmes, principalmente de cowboy, exigiam atores altos e fortes. Não era o caso de Dean. Ele sabia montar - afinal morava numa fazenda em Indiana - mas não tinha o porte físico necessário para fazer parte do elenco de um western.

Alguns diretores de elenco eram rudes com ele e deixavam claro que ele era baixinho demais para os personagens. Lutando muito e persistindo Dean acabou conseguindo fazer algumas figurações em produções como "Baionetas Caladas", um filme de guera. Depois ele conseguiu um pequeno papel em uma comédia estrelada pela dupla Jerry Lewis e Dean Martin,  Nessa produção chamada "O Marujo foi na Onda" Dean interpretou um auxiliar de ringue. Enquanto Jerry Lewis saia no braço com seu adversário, dando margem a todos os tipos de situações divertidas, Dean ficava com uma toalha no corner, decidindo se entrava ou não para interromper a luta. 

Passou longe de ser um papel marcante, mas foi uma primeira chance. Desiludido, certa noite ouviu um conselho muito interessante de um professor de arte dramática. "Dean, deixe isso de lado, vá para Nova Iorque e aprenda a ser um ator de verdade! No cinema você não vai aprender a ser um ator". No outro dia James Dean arrumou as malas, juntou os 300 dólares que tinha (a única grana que possuía naquele momento) e rumou para a big Apple. 

Rumo a Nova Iorque
Nessa mesma época James Dean resolveu largar a universidade. Foi uma decisão um tanto impulsiva, mas Dean parecia muito seguro de sua decisão. Ele estava decidido. Não haveria volta, Claro que o pai de Dean não gostou nada da ideia. Era absurda sob o seu ponto de vista. Além do mais como Dean iria viver dali para frente? Ele não tinha emprego, nem onde viver. O relacionamento com o pai já estava ruim há tempos. Com a decisão de James Dean a coisa toda só piorou. Como Dean já era maior de idade, seu pai resolveu deixar para lá. Cada um é dono de seu próprio destino e cada um tem seu caminho. Agora Dean teria que se virar, procurar por seu próprio sustento. 

Uma solução seria arranjar um emprego e um lugar para morar. Ele conseguiu as duas coisas com um amigo que também estava deixando a universidade. Eles alugaram um pequeno apartamento em e depois Dean conseguiu um emprego no estacionamento de um dos estúdios de TV. o canal CBS. Foi a primeira aproximação com a indústria cultural. Claro, não era bem o que ele esperava, mas já era um começo, humilde começo, mas um começo.

Os dias de Dean como trabalhador no estacionamento não duraram muito. Ele se mostrou um funcionário indisciplinado, que passava o tempo todo ridicularizando seu próprio uniforme. Seu chefe não gostou nada das piadinhas e assim Dean foi logo demitido. "Aquele seu amigo, vou te contar!" - teria dito o chefe do estacionamento para o amigo de Dean. 

Sem grana e sem perspectiva ele procurou por alguma solução. Não demorou muito e logo Dean se viu sem ter nem o que almoçar, já que as prateleiras do pequeno apê estavam vazias. Até a luz do lugar acabou sendo cortada. Dean começou então a chamar amigos para irem até lá, para um jantar "a luz de velas" - como se fosse algo glamoroso e não falta de pagamento da conta de luz! No fundo a tática de Dean era que seus amigos trouxessem alguma comida para a noite - para assim ele também ter o que comer! A coisa toda acabou funcionando. Todas as noites James Dean tinha pelo menos comida para passar mais alguns dias.

Logo chegou uma ordem de despejo por falta de pagamento do aluguel. O que salvou Dean de virar um esfomeado morador de rua foi uma agente que conheceu nessa mesma semana. Ela acreditou em Dean e o contratou. Agora a agência de atores, modelos e atrizes iria se esforçar para arranjar algum papel para seu novo contratado. Não seria fácil, mas Dean tinha confiança. Se sua nova agente pudesse arranjar algum trabalho, mesmo que no teatro ou em comerciais de TV, já estaria de bom tamanho. 

E a sorte acabou batendo na porta de Dean. A Pepsi-Cola estava contratando jovens para aparecer em um de seus comerciais televisivos. Os candidatos teriam que dançar e depois tomar uma Pepsi na frente de um jukebox! Dean passou no teste e assim conseguiu seu primeiro pagamento, seu primeiro cachê! A primeira coisa que fez foi ir ao mercado para comprar comida! Passar fome não fazia bem parte de seus sonhos de um dia virar ator...

James Dean: Anos Iniciais

Nascimento e Infância
James Dean nasceu em 8 de fevereiro de 1931, na cidade de Marion, no estado de Indiana, Estados Unidos. Filho único de Winton Dean, técnico em odontologia, e Mildred Marie Wilson, dona de casa, James teve uma infância marcada por mudanças e contrastes. Pouco depois de seu nascimento, a família se mudou para Santa Monica, Califórnia, em busca de melhores oportunidades, o que colocou o menino em contato com um ambiente urbano e culturalmente mais ativo desde cedo.

Durante os primeiros anos na Califórnia, James manteve uma relação muito próxima com a mãe. Mildred era uma mulher sensível, interessada em artes, música e teatro, e foi ela quem incentivou o filho a desenvolver sua criatividade. Ainda criança, James demonstrava curiosidade intelectual, gosto por leitura e interesse por atividades artísticas, traços que mais tarde se tornariam fundamentais em sua carreira como ator.

A infância de James Dean sofreu uma ruptura profunda em 1940, quando sua mãe faleceu vítima de câncer, aos 29 anos. James tinha apenas nove anos de idade na época. A morte de Mildred foi um trauma decisivo em sua vida, deixando marcas emocionais profundas. Muitos biógrafos apontam que a sensação de perda, solidão e incompreensão vivida nesse período influenciou fortemente a intensidade emocional que ele demonstraria mais tarde em seus papéis no cinema.

Após a morte da mãe, o pai de James, que tinha dificuldades em criar o filho sozinho, decidiu que não poderia cuidar dele adequadamente. Assim, James foi enviado de volta para Indiana para morar com parentes. Essa decisão representou uma mudança radical: ele deixou a Califórnia e retornou ao meio rural do interior americano, distante do ambiente que havia conhecido na infância.

James passou então a viver em Fairmount, Indiana, na fazenda de seus tios Marcus e Ortense Winslow, que se tornaram figuras centrais em sua formação. Embora fossem parentes afetuosos e disciplinados, o jovem James teve dificuldades iniciais de adaptação. A vida no campo, mais rígida e conservadora, contrastava com sua personalidade sensível e introspectiva, o que contribuiu para seu sentimento de isolamento.

Apesar das dificuldades, esse período com os tios também foi importante para o desenvolvimento de James Dean. Ele frequentou a escola local, destacou-se em atividades acadêmicas e esportivas e começou a demonstrar, de forma mais clara, seu interesse por artes dramáticas. A combinação entre a perda precoce da mãe e a experiência de viver longe do pai ajudou a moldar o caráter intenso, inquieto e emocional que mais tarde faria de James Dean um dos maiores ícones da história do cinema.

Os Anos Escolares
Durante seus anos na escola em Fairmount, Indiana, James Dean viveu um período decisivo de formação pessoal e artística. Matriculado na Fairmount High School, ele era um aluno inteligente, embora introspectivo, e muitas vezes se sentia deslocado entre os colegas. Apesar disso, destacava-se por sua curiosidade intelectual e por uma sensibilidade incomum, que o diferenciava dos demais estudantes.

Foi na escola que James Dean teve seu primeiro contato significativo com o teatro. Incentivado pela professora de artes dramáticas e oratória Adeline Nall, ele passou a participar de peças escolares e atividades ligadas à expressão verbal. A professora teve papel fundamental ao reconhecer seu talento e encorajá-lo a explorar a atuação como forma de canalizar suas emoções. No palco, James encontrou um espaço onde podia se expressar com liberdade e intensidade, algo que raramente conseguia em sua vida cotidiana.

Ao mesmo tempo, James Dean também demonstrava grande interesse por esportes, especialmente aqueles que exigiam esforço físico e competitividade. Ele participou ativamente de equipes escolares de basquete, beisebol e atletismo, mostrando disciplina e determinação. O esporte funcionava como um contraponto ao teatro: enquanto a atuação permitia o contato com suas emoções mais profundas, a prática esportiva ajudava a aliviar tensões e a fortalecer sua autoconfiança.

Essa combinação entre arte e esporte foi essencial para moldar sua personalidade. James não se encaixava perfeitamente no estereótipo do atleta nem no do artista, transitando entre os dois mundos. Essa dualidade contribuiu para sua imagem futura de jovem rebelde, sensível e ao mesmo tempo fisicamente intenso, características que marcariam sua presença no cinema.

Ao concluir o ensino médio, James Dean já demonstrava claramente que seu caminho estava ligado às artes cênicas. A experiência escolar, especialmente no teatro, despertou nele o desejo de seguir carreira como ator. Os anos na escola não apenas revelaram seu talento, mas também ajudaram a formar o estilo emocional, autêntico e visceral que faria de James Dean uma figura única e inesquecível na história do cinema.

Uma Adolescância Complicada
Após a morte de sua mãe, James Dean passou a viver na fazenda de seus tios Marcus e Ortense Winslow, em Fairmount, Indiana, um ambiente rural que contrastava fortemente com a vida que havia conhecido na Califórnia. A rotina era simples, marcada por trabalho no campo, disciplina e valores tradicionais. Embora os tios fossem cuidadosos e responsáveis, James sentia-se emocionalmente distante e frequentemente solitário, o que reforçou seu caráter introspectivo e independente.

A vida na fazenda exigia esforço físico e responsabilidade desde cedo. James ajudava nas tarefas diárias, lidava com animais e participava ativamente da rotina agrícola. Esse contato com o trabalho duro contribuiu para sua resistência física e para um senso de autossuficiência, mas não eliminava o sentimento de deslocamento. Mesmo cercado por familiares, ele carregava uma sensação constante de ausência, causada principalmente pela perda da mãe.

Foi nesse período que James Dean começou a desenvolver um forte interesse por motores e velocidade, especialmente por motocicletas. As motos representavam para ele mais do que um simples hobby: eram uma forma de liberdade, controle e escape emocional. Pilotar lhe dava uma sensação de autonomia e intensidade, algo que o ajudava a lidar com conflitos internos e emoções difíceis. Esse amor precoce pelas motos se tornaria uma característica marcante de sua personalidade ao longo da vida.

A morte de sua mãe, Mildred Dean, continuou a exercer profunda influência sobre James durante os anos na fazenda. Ele raramente falava abertamente sobre o assunto, preferindo lidar com a dor de maneira silenciosa. A ausência materna gerou nele um sentimento duradouro de insegurança emocional e uma busca constante por afeto e compreensão, aspectos que mais tarde se refletiriam na profundidade emocional de suas atuações.

James Dean encontrou formas próprias de processar essa perda, principalmente por meio da introspecção, da arte e da ação física. Seja trabalhando na fazenda, pilotando motos ou se dedicando à leitura e ao teatro, ele buscava maneiras de transformar sua dor em movimento e expressão. Essa combinação de silêncio, intensidade e sensibilidade moldou o jovem que, anos depois, se tornaria um ícone do cinema, conhecido justamente por transmitir emoções profundas e autênticas na tela.

James Dean e o Reverendo
James Dean teve, de fato, uma relação de amizade e mentoria muito intensa com um reverendo durante sua juventude e início da carreira, e esse vínculo costuma aparecer com destaque em biografias sérias sobre o ator. O reverendo em questão era James DeWeerd, um pastor metodista que Dean conheceu quando se mudou para a Califórnia, no começo dos anos 1950, enquanto estudava teatro e tentava se firmar como ator.

DeWeerd não foi apenas um conselheiro religioso. Segundo diversos livros, ele ofereceu a James Dean algo que lhe faltava desde a infância: estabilidade emocional, escuta atenta e uma figura adulta constante. Dean havia perdido a mãe muito cedo e tivera uma relação distante com o pai, o que o tornava especialmente carente de afeto e orientação. O reverendo tornou-se alguém com quem Dean podia conversar longamente sobre arte, fé, culpa, ambições e seus conflitos internos.

As biografias descrevem a amizade como profunda e intensa, marcada por convivência frequente. Dean chegou a morar por um período na casa de DeWeerd, algo que, à época, não era tão incomum entre jovens estudantes e figuras de apoio espiritual. Os autores costumam destacar que o reverendo incentivava o interesse de Dean pelo teatro, pela literatura e pela reflexão interior, funcionando quase como um mentor intelectual e emocional.

Quanto à natureza real do relacionamento, os livros deixam claro que há interpretações diferentes. Biógrafos como Val Holley e Donald Spoto reconhecem que a proximidade entre os dois gerou especulações ao longo dos anos, principalmente porque Dean tinha uma personalidade afetiva intensa e pouco convencional para os padrões da época. No entanto, esses mesmos autores ressaltam que não existem provas concretas de que o relacionamento tenha sido sexual ou romântico.

A maior parte da literatura especializada trata a ligação entre Dean e DeWeerd como uma relação de dependência emocional e busca por orientação, mais do que qualquer outra coisa. Muitos estudiosos apontam que Dean tendia a se apegar fortemente a figuras que lhe ofereciam segurança e aceitação — algo que também ocorreu em outras amizades ao longo de sua curta vida. Assim, o consenso entre os biógrafos mais respeitados é que o vínculo foi complexo, íntimo e emocionalmente carregado, mas não comprovadamente sexual.

Em resumo, os livros retratam a amizade entre James Dean e o reverendo James DeWeerd como um capítulo importante para entender a fragilidade emocional, a solidão e a busca por pertencimento do ator. Mais do que um escândalo oculto, esse relacionamento costuma ser visto como um reflexo das feridas emocionais de Dean e de sua necessidade profunda de acolhimento e orientação em um momento decisivo de sua formação pessoal e artística.

domingo, 21 de janeiro de 2001

Filmografia Paul Newman


Filmografia Paul Newman
O Cálice Sagrado
Deus é Meu Juiz
Marcado Pela Sarjeta
Famintas de Amor 
Com Lágrimas na Voz
O Mercador de Almas
Um de Nós Morrerá
Gata em Teto de Zinco Quente
A Delícia de um Dilema
O Moço da Filadélfia
Paixões Desenfradas
Exodus
Paris Vive à Noite
Desafio à Corrupção
Doce Pássaro da Juventude
As Aventuras de um Jovem 
O Indomado
Amor Daquele Jeito
Criminosos Não Merecem Prêmio
A Senhora e Seus Maridos
Quatro Confissões
Lady L
O Caçador de Aventuras
Cortina Rasgada
Hombre
Rebeldia Indomável
Que Delícia de Guerra
500 Milhas
Butch Cassidy
A Sala dos Espelhos
Uma Lição Para Nâo Esquecer
Meu Nome é Jim Kane
Roy Bean - O Homem da Lei
O Emissário de MacKintosh
Golpe de Mestre
Inferno na Torre
A Piscina Mortal
A Última Loucura de Mel Brooks
Oeste Selvagem
Vale Tudo 
Quinteto
O Dia em que o Mundo Acabou

Continua...

Pesquisa: Pablo Aluísio. 

sábado, 20 de janeiro de 2001

Filmografia Montgomery Clift


Filmografia Montgomery Clift
Perdidos na Tormenta (1948)
Rio Vermelho (1948)
Tarde Demais (1949)
Ilusão Perdida (1950)
Um Lugar ao Sol (1951)
A Tortura do Silêncio (1953)
Quando a Mulher Erra (1953)
A Um Passo da Eternidade (1953)
A Árvore da Vida (1957)
Os Deuses Vencidos (1958)
Por um Pouco de Amor (1958)
De Repente, no Último Verão (1959)
Rio Violento (1960)
Os Desajustados (1961)
Julgamento em Nuremberg (1961)
Freud - Além da Alma (1962)
Talvez Seja Melhor Assim (1966)

Pesquisa: Pablo Aluísio.