Segue o caos promovido por Donald Trump! Sem aprovação do Orçamento pelo Congresso americano o caos e a destruição impera no grande (falso) irmão do Norte. Pessoas que vivem de cupons do governo federal, para não passarem fome, estão sem essa ajuda, o que causa um enorme transtorno dentro da sociedade. Milhões de funcionários públicos não estão recebendo seus salários. A paralisação do governo é a de mais longa duração da história - contando inclusive com o apoio de parlamentares republicanos!
Na questão da preservação ambiental temos a ignorância reinando. O governo Trump é negacionista da ciência. Isso significa que eles não acreditam em mudanças ambientais climáticas extremas causadas por danos promovidos na natureza pela própria humanidade. Por essa razão sequer enviaram representantes para a Cop 30 em Belém do Pará. É triste ver a nação mais rica do mundo comandada por idiotas e boçais.
De qualquer forma parece haver o nascimento de uma reação mais forte a esse péssimo governo. Milhões foram às ruas em protestos contra o governo Trump. As faixas repudiando o "Rei Trump" foram vistas em centenas de cidades. Além disso nas recentes eleições para prefeitos, o partido republicano levou uma tremenda surra nas urnas, principalmente na maior cidade do país, Nova Iorque, que elegeu um homem muçulmano de esquerda, pela primeira vez na história. Tudo efeito Trump! E que essa onda azul dos democratas continue se espalhando pelos Estados Unidos, para o bem do povo americano e do resto do mundo também. (09 11 25).
Que o presidente Trump sempre foi um sujeito com um parafuso a menos, todos sabemos. Só que nessa virada de ano entre 2025 a 2026, o sujeitinho está cada vez mais Mad (louco). Primeiro raptou (a palavra certa no Direito é sequestro) o ditador da Venezuela. Sem autorização do Congresso, violando leis internacionais, ele mandou um Comando Delta pegar o Maduro. Eu aqui não defenderei Maduro, sempre achei ele um ditador e eu sempre fui uma pessoa democrática, mas não é assim que se faz. Não é passando pelas leis internacionais que se promove a retirado do poder de um líder desses.
E o pior é que a mesma Ditadura continuou no poder na Venezuela. Trump não derrubou o regime! Apenas lhes disse: "Me dê o Petróleo venezuelano e tudo ficará bem!". Se isso não for uma chantagem internacional e um roubo de riquezas de outro país baseado na força bruta, não sei mais o que seria. É a total desmoralização dos Estados Unidos. Além de tomar navios em alto-mar (o que configura atos de pirataria) ainda se sai com esse tipo de atitude. Os políticos de direita no Brasil que sempre ficaram puxando seu saco ficaram com cara de bunda! Bem feito para todos eles!
E como se loucura pouca fosse bobagem, ele agora fala abertamente em tomar militarmente a Groenlândia que pertence ao gelado, bonito e pacífico país da Dinamarca! Se isso acontecer será um país da OTAN atacando outro país da OTAN. Só nos sonhos mais loucos desse infeliz e insano Trump algo assim poderia acontecer!
Trump, o ICE e o Caos!
O presidente Donald Trump tem enfrentado um dos momentos mais turbulentos de sua segunda administração com a intensificação das operações do ICE (Immigration and Customs Enforcement) nos Estados Unidos, gerando uma combinação de confrontos violentos, crítica política e ampla cobertura da imprensa americana. O epicentro da crise tem sido Minneapolis, onde uma operação federal chamada Operation Metro Surge, que mobilizou milhares de agentes de imigração para detenção e deportação, acabou por resultar na morte de civis — incluindo a enfermeira Alex Pretti e a escritora Renée Good — em confrontos com agentes federais. A imprensa internacional e norte-americana descreve esses eventos como um “desastre previsível” relacionado à política de imigração agressiva de Trump.
Essa intensificação da fiscalização do ICE, embora seja apresentada pela Casa Branca como parte do cumprimento da lei imigratória, tem gerado forte reação pública e midiática. O New York Times noticiou que líderes democratas no Senado estavam exigindo novas restrições aos agentes de imigração e que Trump estava negociando com o senador Chuck Schumer para evitar uma paralisação do governo em meio ao impasse sobre fundos e limites às operações de ICE. A cobertura revela como o episódio de Minneapolis ampliou a crise política, colocando em xeque as estratégias e o custo humano da política de deportações.
Editorialmente, jornais influentes nos Estados Unidos têm sido duros em suas análises. Um editorial coletivo publicado em diversos periódicos — incluindo The New York Times e The Washington Post — conclamou o presidente a “desescalar” a situação em Minneapolis e reavaliar a abordagem da administração. O New York Times chegou a afirmar que a administração estava incentivando os americanos a “rejeitar as evidências dos próprios olhos” ao defender as ações dos agentes, acusando líderes do Departamento de Segurança Interna de disseminarem narrativas enganosas para justificar o uso de força letal.
Por sua vez, The Washington Post tem destacado a necessidade de uma supervisão mais rígida das forças de imigração e de um debate profundo no Congresso sobre as práticas do ICE. Em editoriais e colunas de opinião recentes, o jornal comentou que os excessos no uso de força e o impacto sobre civis, incluindo crianças e famílias, corroem a confiança pública e podem “consumir” a presidência de Trump se não forem abordados. A cobertura editorial ressalta que o debate vai além do controle fronteiriço tradicional e toca em questões de direitos civis e estado de direito.
Publicações de análise histórica e crítica também entram na discussão. The New Yorker, por exemplo, publicou artigos refletindo sobre como as práticas contemporâneas do DHS e do ICE — sob a administração Trump — ecoam capítulos sombrios da história americana, sugerindo paralelos com legislações do passado que permitiram abusos contra grupos vulneráveis. Um artigo recente argumentou que as táticas usadas em Minneapolis revelam falhas estruturais no modo como as operações de imigração são conduzidas e percebidas.
No campo cultural e popular, o episódio provocou repercussões amplas: protestos massivos em várias cidades, debates sobre a expansão de centros de detenção e resistência de autoridades estaduais e municipais — como a formação de observadores legais em Nova York para monitorar as ações federais. Enquanto Trump sustenta que as medidas visam a segurança e cumprimento da lei, críticos e grande parte da imprensa veem o quadro como um caos político e humanitário, que expõe tensões profundas na sociedade americana sobre imigração, autoridade federal e direitos civis. (4 de fevereiro de 2026).
Pablo Aluísio.

































