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segunda-feira, 16 de março de 2026

Garota da Vida

Título no Brasil: Garota da Vida
Título Original: Single Room Furnished
Ano de Lançamento: 1966
País: Estados Unidos
Estúdio: A.C. Lyles Productions
Direção: Matt Cimber
Roteiro: Matt Cimber, John F. Hayes
Elenco: Jayne Mansfield, Dorothy Keller, Walter Winchell, Michael Rennie, Martha Hyer, Will Kuluva

Sinopse:
O filme apresenta a história de uma jovem mulher que chega a Nova York cheia de sonhos de sucesso e felicidade. No entanto, ao tentar sobreviver na grande cidade, ela acaba enfrentando uma série de dificuldades e decepções que a levam gradualmente para um mundo de exploração e marginalidade. A narrativa acompanha diferentes fases da vida da protagonista, mostrando como suas escolhas e circunstâncias acabam empurrando-a para a prostituição e para relações abusivas. Ao longo da trama, o filme aborda temas como solidão urbana, exploração feminina e a dura realidade enfrentada por muitas mulheres que chegam às grandes cidades em busca de oportunidades. O tom da obra mistura melodrama e crítica social, refletindo também o clima de mudanças culturais da década de 1960.

Comentários:
Na época de seu lançamento, Single Room Furnished chamou atenção principalmente por ser um dos últimos filmes estrelados por Jayne Mansfield, uma das figuras mais famosas do cinema e da cultura pop da década de 1950 e início dos anos 1960. Alguns críticos destacaram o tom mais sombrio e dramático da produção, bastante diferente dos papéis mais leves e cômicos pelos quais Mansfield era conhecida. O jornal Los Angeles Times observou que o filme buscava abordar questões sociais relacionadas à exploração de mulheres nas grandes cidades, embora a execução tenha recebido avaliações mistas. Do ponto de vista comercial, o filme teve distribuição limitada e não alcançou grande sucesso de bilheteria. Com o passar do tempo, porém, passou a despertar interesse entre historiadores do cinema e admiradores da carreira de Jayne Mansfield, especialmente por representar uma fase final e mais dramática de sua trajetória artística. Hoje o filme é visto como uma curiosidade dentro do cinema independente americano dos anos 1960 e também como um registro tardio da presença carismática de Mansfield no cinema. 

Pablo Aluísio. 

domingo, 17 de dezembro de 2017

O Beijo de Despedida

Título no Brasil: O Beijo de Despedida
Título Original: Kiss Them for Me
Ano de Produção: 1957
País: Estados Unidos
Estúdio: Twentieth Century Fox
Direção: Stanley Donen
Roteiro: Julius J. Epstein, Luther Davis
Elenco: Cary Grant, Jayne Mansfield, Leif Erickson, Suzy Parker
  
Sinopse:
Um grupo de pilotos da Marinha americanha consegue uma licença de quatro dias para passar em San Francisco. Em plena guerra o passe se torna um verdadeiro presente para aqueles combatentes. Uma vez na cidade o comandante Andy Crewson (Cary Grant) acaba se apaixonando pela bela Gwinneth Livingston (Suzy Parker), que infelizmente já está comprometida com Eddie Turnbill (Leif Erickson), um rico empresário, dono de estaleiros, que pretende contratar Andy para fazer uma palestra para seus trabalhadores, algo que ele definitivamente não tem a menor vontade de fazer.

Comentários:
Uma comédia romântica bem divertida estrelada pelo astro Cary Grant. O enredo se passa praticamente todo durante uma licença desses pilotos da marinha. Eles são considerados heróis pela imprensa, mas no fundo só querem mesmo se divertir na cidade. Conseguem se hospedar em uma luxuosa suíte de um hotel cinco estrelas e caem na farra, promovendo festas e aproveitando o máximo que podem do tempo livre de folga. O roteiro por tentar ser engraçado e leve acaba não trazendo nada de muito substancial em termos de trama. O mais importante é tentar fazer o espectador rir. No elenco o ator Cary Grant comparece com seu carisma habitual. Outro destaque vem da presença da atriz Jayne Mansfield, a mais célebre imitadora de Marilyn Monroe. Seu papel inclusive foi escrito para Marilyn que o recusou por ser mais uma tentativa de explorar o velho estigma da "loira burra". Jayne Mansfield assim tenta, sem muito sucesso, imitar nos mínimos detalhes a forma como Monroe se comportava quando interpretava esse tipo de personagem. Até a pinta perto dos lábios foi reproduzido no rosto de Jayne. O tom de voz, tudo, foi pensado para colocar uma "Marilyn Monroe genérica" no filme. Não deu muito certo. Então é isso, "Kiss Them for Me" é apenas um passatempo agradável, sem muitas novidades ou relevância cinematográfica. Sim, é divertido, mas nada muito além disso.

Pablo Aluísio.