O Western Rio Vermelho
O faroeste Rio Vermelho estreou nos cinemas em setembro de 1948, dirigido por Howard Hawks e estrelado por John Wayne e Montgomery Clift. Inspirado livremente no romance The Chisholm Trail, o filme narra a épica condução de uma imensa boiada do Texas ao Kansas, transformando essa jornada em um intenso confronto psicológico entre um patriarca autoritário e seu filho adotivo. Desde o lançamento, a produção foi vista como uma tentativa ambiciosa de renovar o western, trazendo conflitos morais complexos e personagens mais ambíguos.
Em termos de bilheteria, Rio Vermelho teve um bom desempenho comercial, especialmente considerando seu tom adulto e sério. Produzido com um orçamento elevado para a época, o filme obteve retornos sólidos nas bilheterias norte-americanas e internacionais, garantindo lucro ao estúdio United Artists. Embora não tenha sido o maior sucesso do ano, consolidou-se como um dos faroestes mais prestigiados do período do pós-guerra.
A reação da crítica em 1948 foi amplamente positiva, com destaque para a direção de Howard Hawks e para o tom psicológico da narrativa. O The New York Times descreveu o filme como “um western vigoroso e extraordinariamente bem construído”, ressaltando sua capacidade de unir espetáculo e drama humano. A revista Variety afirmou que Rio Vermelho era “duro, adulto e surpreendentemente sofisticado”, elogiando a forma como o filme se distanciava do maniqueísmo comum ao gênero.
As atuações também receberam atenção especial. John Wayne foi elogiado por apresentar um personagem mais sombrio e obsessivo do que o habitual, com alguns críticos observando que aquele era “um dos papéis mais complexos de sua carreira”. Já Montgomery Clift, em sua estreia no cinema, foi apontado pela imprensa como uma revelação. O Los Angeles Times escreveu que o jovem ator trazia “sensibilidade e intensidade modernas”, contrastando de forma poderosa com a presença robusta de Wayne.
Com o passar dos anos, Rio Vermelho consolidou-se como um dos maiores faroestes da história do cinema. As críticas publicadas em 1948 já indicavam que o filme ultrapassava o simples relato de aventura, funcionando como um estudo sobre autoridade, poder e ruptura entre gerações. Hoje, a obra é frequentemente citada como um marco na evolução do western clássico, lembrada tanto por sua força épica quanto pela profundidade psicológica de seus personagens.
Um Lugar ao Sol - O Drama Inesquecível com Clift e Elizabeth Taylor
O drama Um Lugar ao Sol estreou nos cinemas em agosto de 1951, dirigido por George Stevens e estrelado por Montgomery Clift, Elizabeth Taylor e Shelley Winters. Inspirado livremente no romance An American Tragedy, de Theodore Dreiser, o filme acompanha a ascensão social de um jovem ambicioso que se vê dividido entre o amor, o desejo de status e um passado que ameaça destruí-lo. Desde o lançamento, a produção foi reconhecida por seu tom sério, elegante e profundamente trágico, distanciando-se do melodrama convencional.
Em termos de bilheteria, Um Lugar ao Sol foi um grande sucesso comercial. Produzido pela Paramount Pictures, o filme atraiu grandes plateias nos Estados Unidos e no exterior, figurando entre os títulos mais rentáveis de 1951. O apelo popular foi impulsionado tanto pela força da história quanto pelo magnetismo de seus protagonistas, especialmente Elizabeth Taylor, já então uma das maiores estrelas de Hollywood.
A reação da crítica na época foi amplamente entusiasmada. O The New York Times descreveu o filme como “um drama poderoso, sensível e profundamente humano”, elogiando a forma como George Stevens transformava uma tragédia moral em cinema de alto nível artístico. A revista Time afirmou que a obra era “sofisticada, sombria e emocionalmente devastadora”, destacando o equilíbrio entre romance, crítica social e fatalismo.
As atuações receberam elogios quase unânimes. Montgomery Clift foi celebrado por sua interpretação contida e angustiada, com muitos críticos apontando que ele representava “uma nova forma de atuação masculina, mais interiorizada e moderna”. Elizabeth Taylor foi exaltada por sua presença luminosa, enquanto Shelley Winters recebeu atenção especial por seu papel dramático intenso, considerado por alguns jornais como “dolorosamente real e perturbador”.
No circuito de prêmios, o reconhecimento crítico se confirmou: Um Lugar ao Sol venceu seis Oscars, incluindo Melhor Direção, Melhor Roteiro e Melhor Fotografia, consolidando seu prestígio artístico. As críticas publicadas em 1951 já indicavam que o filme se tornaria um clássico duradouro, não apenas como uma história de amor trágica, mas como um retrato contundente da ambição, da culpa e das desigualdades sociais. Hoje, a obra é amplamente considerada um dos maiores dramas do cinema clássico americano.
A Tortura do Silêncio - Um Hitchock Maravilhoso!
O suspense A Tortura do Silêncio estreou nos cinemas em março de 1953, dirigido por Alfred Hitchcock e estrelado por Montgomery Clift e Anne Baxter. Ambientado na cidade de Quebec, o filme acompanha um padre acusado de assassinato que, por força do sigilo da confissão, não pode revelar a verdade que o inocentaria. Desde o lançamento, a obra chamou atenção por unir o suspense característico de Hitchcock a um conflito moral e religioso incomum, explorando culpa, fé e silêncio de forma austera e tensa.
Em termos de bilheteria, o filme teve um desempenho moderado. Produzido pela Warner Bros., A Tortura do Silêncio não alcançou os números dos thrillers mais populares do diretor, em parte por seu tom sério e pela ausência de ação mais explícita. Ainda assim, teve boa circulação nos Estados Unidos e no exterior, sustentado pelo prestígio do nome de Hitchcock e pelo interesse do público em um suspense psicológico mais contido.
A reação da crítica em 1953 foi dividida, refletindo a natureza pouco convencional do filme. O The New York Times descreveu a obra como “sombria, tensa e intelectualmente provocadora”, elogiando a atmosfera e a seriedade do tema, mas observando que o ritmo lento poderia frustrar espectadores acostumados a thrillers mais diretos. Já a revista Time comentou que o filme era “severo e pouco conciliador, mais interessado em dilemas morais do que em entretenimento fácil”.
As atuações foram amplamente discutidas pela imprensa. Montgomery Clift recebeu elogios por sua interpretação contida e introspectiva, considerada por alguns críticos como “intensa, silenciosa e profundamente atormentada”. No entanto, parte da crítica apontou que sua fragilidade física e emocional contrastava com a imagem tradicional de protagonistas hitchcockianos. Anne Baxter, por sua vez, foi vista como uma presença perturbadora, com jornais destacando seu desempenho como “emocionalmente explosivo e inquietante”.
Com o passar dos anos, A Tortura do Silêncio passou por uma reavaliação crítica positiva, sendo hoje considerado um dos filmes mais pessoais e rigorosos de Alfred Hitchcock. As críticas publicadas em 1953 já indicavam que a obra não buscava consenso, mas reflexão. Atualmente, o filme é reconhecido como um estudo sofisticado sobre culpa, verdade e fé, ocupando um lugar singular dentro da filmografia do diretor e sendo frequentemente citado como um dos trabalhos mais subestimados de sua carreira.
A Um Passo da Eternidade - Um Clássico dos filmes da Segunda Guerra
O drama A Um Passo da Eternidade estreou nos cinemas em agosto de 1953, dirigido por Fred Zinnemann e baseado no romance homônimo de James Jones. Ambientado no Havaí pouco antes do ataque japonês a Pearl Harbor, o filme retrata a rotina de soldados do Exército dos Estados Unidos, explorando temas como disciplina, abuso de autoridade, frustração pessoal e desejo. Desde o lançamento, a obra foi percebida como um retrato adulto e corajoso da vida militar, rompendo com idealizações patrióticas comuns ao cinema da época.
A bilheteria foi excepcional. Produzido pela Columbia Pictures, o filme tornou-se um dos maiores sucessos comerciais de 1953, atraindo grandes plateias tanto nos Estados Unidos quanto no exterior. O impacto junto ao público foi impulsionado pela força dramática da história e por um elenco de destaque, que incluía Burt Lancaster, Montgomery Clift, Deborah Kerr, Donna Reed e Frank Sinatra, este último em um papel que marcaria sua retomada no cinema.
A crítica contemporânea foi amplamente entusiástica. O The New York Times descreveu o filme como “duro, honesto e profundamente humano”, elogiando sua coragem ao mostrar o lado menos glorioso da instituição militar. A revista Time afirmou que a produção era “uma adaptação poderosa, carregada de tensão emocional e realismo brutal”, destacando o equilíbrio entre drama pessoal e contexto histórico.
As atuações receberam atenção especial da imprensa em 1953. Montgomery Clift foi exaltado por sua interpretação sensível e rebelde, descrita por alguns jornais como “dolorosamente autêntica”. Burt Lancaster foi elogiado por sua presença física e intensidade dramática, enquanto Frank Sinatra surpreendeu críticos e público, sendo citado por colunistas como responsável por “a atuação mais impactante e inesperada do filme”. A cena romântica entre Lancaster e Deborah Kerr na praia tornou-se imediatamente icônica.
O reconhecimento crítico se consolidou na temporada de prêmios: A Um Passo da Eternidade venceu oito Oscars, incluindo Melhor Filme, Direção, Roteiro e Atuações Coadjuvantes. Já em seu ano de lançamento, a imprensa indicava que o filme seria lembrado como um marco do cinema americano, tanto por sua força dramática quanto por sua ousadia temática. Hoje, a obra é considerada um dos grandes clássicos dos anos 1950 e um retrato definitivo das contradições humanas em tempos de guerra.
Os Deuses Vencidos - Brando e Clift Juntos!
O drama Os Deuses Vencidos estreou nos cinemas em setembro de 1958, dirigido por Stanley Kramer e estrelado por Tony Curtis e Sidney Poitier. A história acompanha dois prisioneiros fugitivos — um branco e um negro — algemados um ao outro, obrigados a cooperar para sobreviver enquanto enfrentam o ódio racial e seus próprios preconceitos. Desde o lançamento, o filme foi reconhecido como uma obra ousada, que tratava frontalmente do racismo nos Estados Unidos em um momento de intensas tensões sociais.
Em termos de bilheteria, o filme obteve bom desempenho comercial, especialmente considerando seu tema sério e politicamente sensível. Produzido pela United Artists, Os Deuses Vencidos atraiu público urbano e intelectualizado, além de obter sólida circulação internacional. O interesse do público foi impulsionado tanto pela força da mensagem social quanto pelo destaque dado às atuações intensas de seus protagonistas.
A reação da crítica em 1958 foi majoritariamente positiva, embora marcada por debates. O The New York Times descreveu o filme como “um drama vigoroso e conscientemente provocador”, elogiando sua coragem moral e seu impacto emocional. A revista Time destacou que a produção era “direta, áspera e impossível de ignorar”, ressaltando que Stanley Kramer não suavizava o tema do preconceito racial, optando por uma abordagem frontal e desconfortável.
As atuações foram amplamente elogiadas pela imprensa da época. Sidney Poitier recebeu aclamação quase unânime, com críticos afirmando que sua interpretação era “digna, intensa e profundamente humana”. Tony Curtis, conhecido até então por papéis mais leves, surpreendeu ao oferecer uma atuação dramática descrita por alguns jornais como “bruta, emocionalmente arriscada e reveladora”, marcando uma virada importante em sua carreira.
O reconhecimento culminou na temporada de prêmios: Os Deuses Vencidos venceu dois Oscars, incluindo Melhor Roteiro Original, e recebeu diversas indicações, como as de Melhor Ator para Curtis e Poitier. Já em 1958, muitos críticos apontavam que o filme permaneceria relevante por sua força moral e compromisso social. Hoje, a obra é considerada um clássico do cinema engajado, lembrada tanto por seu impacto histórico quanto por seu poderoso retrato das contradições humanas diante do preconceito.
De Repente, no Último Verão (1959)
O drama De Repente, no Último Verão estreou nos cinemas em dezembro de 1959, dirigido por Joseph L. Mankiewicz e baseado na peça de Tennessee Williams. O filme reúne Elizabeth Taylor, Katharine Hepburn e Montgomery Clift em uma história marcada por repressão, trauma psicológico e segredos familiares. Desde o lançamento, a produção chamou atenção por seu tom sombrio e perturbador, abordando temas delicados como sexualidade, loucura e violência de forma ousada para os padrões da época.
Em termos de bilheteria, o filme obteve bom desempenho comercial, impulsionado principalmente pelo prestígio de seu elenco e pela notoriedade da obra teatral original. Produzido pela Columbia Pictures, o longa atraiu grande curiosidade do público adulto e urbano, interessado em dramas psicológicos mais densos. Embora não tenha sido um sucesso popular nos moldes de produções mais convencionais, manteve sessões lotadas em grandes centros e teve forte repercussão internacional.
A reação da crítica em 1959 foi intensa e polarizada. O The New York Times descreveu o filme como “uma experiência cinematográfica sufocante e intelectualmente provocadora”, elogiando sua coragem temática, mas observando que o conteúdo poderia chocar parte do público. A revista Time comentou que se tratava de “um drama cruel e fascinante, que recusa qualquer conforto emocional”, destacando a fidelidade de Mankiewicz ao espírito inquietante do texto de Tennessee Williams.
As atuações receberam enorme destaque na imprensa da época. Katharine Hepburn foi amplamente elogiada por sua interpretação autoritária e perturbadora, descrita por críticos como “teatral no melhor sentido, dominando cada cena com força implacável”. Elizabeth Taylor foi exaltada por seu desempenho emocionalmente exposto, enquanto Montgomery Clift, já visivelmente fragilizado, teve sua atuação considerada “dolorosa, contida e assombrosamente sincera” por diversos jornais.
Na temporada de prêmios, De Repente, no Último Verão recebeu várias indicações ao Oscar, incluindo Melhor Atriz para Taylor e Hepburn, consolidando seu impacto crítico. Já em seu ano de lançamento, muitos comentaristas apontavam que o filme não buscava agradar, mas confrontar. Hoje, a obra é vista como um marco do cinema psicológico dos anos 1950, lembrada por sua ousadia temática, suas interpretações intensas e por representar um dos retratos mais sombrios já levados à tela a partir da obra de Tennessee Williams.
Os Desajustados (1961)
O drama Os Desajustados estreou nos cinemas em fevereiro de 1961, dirigido por John Huston e com roteiro de Arthur Miller, escrito especialmente para Marilyn Monroe. O filme reuniu um elenco lendário, incluindo Clark Gable, Montgomery Clift e Eli Wallach, em uma história ambientada no deserto de Nevada sobre indivíduos deslocados, presos a sonhos que já não se sustentam. Desde o lançamento, a obra foi cercada por forte interesse público, tanto por seu conteúdo melancólico quanto pelo contexto turbulento de sua produção.
Em termos de bilheteria, Os Desajustados teve um desempenho apenas moderado. Produzido pela United Artists, o filme não alcançou o sucesso comercial esperado, em parte por seu tom introspectivo e antiespetacular. Ainda assim, atraiu público significativo nas grandes cidades e manteve boa circulação internacional, impulsionado pelo apelo de suas estrelas e pela curiosidade em torno de seus bastidores.
A reação da crítica em 1961 foi dividida, refletindo a natureza pouco convencional do filme. O The New York Times descreveu a obra como “um drama sombrio e irregular, mas carregado de momentos de rara honestidade emocional”. A revista Time afirmou que o filme era “melancólico, áspero e deliberadamente desromantizado”, observando que Huston optava por um retrato cru da solidão e do fracasso do sonho americano.
As atuações, no entanto, foram amplamente destacadas pela imprensa. Clark Gable, em seu último papel no cinema, foi elogiado por uma performance descrita como “dura, cansada e surpreendentemente vulnerável”. Marilyn Monroe recebeu atenção especial, com críticos apontando que sua atuação era “dolorosamente exposta e sincera”, refletindo sua fragilidade emocional. Montgomery Clift, já profundamente afetado por problemas de saúde, teve sua interpretação considerada “quase fantasmagórica, mas de intensa verdade humana”.
Com o passar do tempo, Os Desajustados passou por uma reavaliação crítica extremamente positiva. Já em 1961, alguns críticos apontavam que o filme possuía uma força emocional que só seria plenamente reconhecida mais tarde. Hoje, a obra é considerada um clássico tardio de Hollywood, frequentemente lembrada como um retrato crepuscular de seus protagonistas e como uma reflexão amarga sobre liberdade, desencanto e o fim de uma era no cinema americano.
Julgamento em Nuremberg (1961)
O drama Julgamento em Nuremberg estreou nos cinemas em dezembro de 1961, dirigido por Stanley Kramer e inspirado em acontecimentos reais dos julgamentos realizados após a Segunda Guerra Mundial. O filme aborda o processo de magistrados alemães acusados de colaborar com o regime nazista, levantando questões profundas sobre culpa coletiva, responsabilidade moral e obediência à autoridade. Desde o lançamento, a obra foi reconhecida como um filme sério e ambicioso, que buscava confrontar o público com as consequências éticas do totalitarismo.
Em termos de bilheteria, o filme teve um bom desempenho, especialmente considerando sua longa duração e seu caráter essencialmente dramático e discursivo. Produzido pela United Artists, Julgamento em Nuremberg atraiu plateias interessadas em cinema adulto e político, mantendo exibições prolongadas em grandes centros urbanos e obtendo sólida repercussão internacional. Seu sucesso foi impulsionado pelo prestígio do diretor e por um elenco de grande impacto.
A reação da crítica em 1961 foi amplamente positiva. O The New York Times descreveu o filme como “um drama poderoso, sério e moralmente urgente”, destacando sua relevância histórica e seu rigor intelectual. A revista Time afirmou que se tratava de “um filme denso, corajoso e profundamente perturbador”, elogiando a forma como a narrativa evitava simplificações fáceis ao tratar de crimes tão complexos.
As atuações receberam aclamação quase unânime. Spencer Tracy, no papel do juiz americano, foi elogiado por sua interpretação “sóbria, humana e carregada de autoridade moral”. Burt Lancaster, Maximilian Schell, Marlene Dietrich, Judy Garland e Montgomery Clift também foram amplamente comentados pela imprensa, com críticos destacando o elenco como “um conjunto extraordinário de performances intensas e memoráveis”. O depoimento de Clift foi frequentemente citado como um dos momentos mais devastadores do filme.
O reconhecimento crítico se consolidou na temporada de prêmios: Julgamento em Nuremberg venceu dois Oscars, incluindo Melhor Ator para Maximilian Schell, e recebeu várias indicações importantes. Já em seu ano de lançamento, muitos jornais apontavam que o filme permaneceria atual por sua força moral e coragem temática. Hoje, a obra é considerada um dos mais importantes dramas judiciais da história do cinema, lembrada por sua seriedade, impacto emocional e por sua reflexão duradoura sobre justiça e responsabilidade humana.
Filmografia Montgomery Clift
Perdidos na Tormenta (1948)
Rio Vermelho (1948)
Tarde Demais (1949)
Ilusão Perdida (1950)
Um Lugar ao Sol (1951)
A Tortura do Silêncio (1953)
Quando a Mulher Erra (1953)
A Um Passo da Eternidade (1953)
A Árvore da Vida (1957)
Os Deuses Vencidos (1958)
Corações Solitários (1958)
De Repente, no Último Verão (1959)
Rio Violento (1960)
Os Desajustados (1961)
Julgamento em Nuremberg (1961)
Freud - Além da Alma (1962)
Talvez Seja Melhor Assim (1966)
Pablo Aluísio.

Cinema Clássico
ResponderExcluirPablo Aluísio.