Esta versão é uma releitura moderna do romance de Emmanuelle Arsan, afastando-se do tom exploitation do filme de 1974. A direção de Audrey Diwan (vencedora do Leão de Ouro por O Acontecimento) traz uma abordagem feminina, psicológica e contemporânea ao personagem.
Noémie Merlant interpreta Emmanuelle de forma mais introspectiva e complexa, focando emoções e conflitos internos. O filme teve estreia no Festival de San Sebastián, gerando debates sobre erotismo, liberdade sexual e olhar feminino no cinema.
Diferente das versões clássicas, o erotismo aqui é contido, elegante e reflexivo, priorizando atmosfera e subjetividade. A produção marca a tentativa de ressignificar um ícone erótico para o século XXI.
O filme está disponível no Telecine.
