quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Guia de Episódios - SWAT

Guia de Episódios - SWAT
Segue abaixo os resumos dos episódios assistidos dessa série. São textos mais diretos, simples, contendo a informação básica sobre cada um dos episódios que compõem as temporadas em questão. Novos textos serão publicados, assim que novos episódios sejam assistidos e avaliados. Espero que apreciem esse guia de episódios. 

SWAT 3.02 - Bad Faith
A SWAT precisa enfrentar uma rebelião em uma instituição de pessoas perigosas com problemas mentais. Entre as que conseguem fugir está uma antiga líder de uma seita muito louca que prega o final do mundo quando um grupo de asteroides está passando pela Terra. Gente completamente maluca E Hondo também tem problemas dentro do departamento, com uma nova supervisora nomeada pela prefeita. Sem dúvida ela trará vários problemas para a equipe policial da SWAT. 

SWAT 3.03
O caso desse episódio mostra uma grande operação ilegal de falsificação de dinheiro, envolvendo inclusive gangs de Los Angeles que os policiais acreditavam estar desmanteladas, extintas, por operações anteriores. A nova supervisora nomeada pela prefeita quer que a SWAT investigue esse caso, mas tem um problema crucial aí. A SWAT é uma força policial tática que atua em operações de combate e não uma parte da polícia de Los Angeles que investiga crimes. Ainda sim, Hondo e seus homens entram na operação, ainda que sabendo que aquele tipo de serviço policial não é definitivamente de competência de seu setor operacional. 

SWAT 3.04
Motociclistas armados com metralhadoras tocam o terror nas ruas de Los Angeles. Pior do que isso, metralham as janelas da casa de um dos membros da SWAT. E tudo leva em direção a um antigo líder guerrilheiro das FARCs colombianas que agora mora na cidade. Só que a CIA não quer que a SWAT incomode o criminoso pois ele colabora com a agência de inteligência dos Estados Unidos. Uma situação mais do que delicada que vai colocar a SWAT em rota de colisão com a CIA. 

Pablo Aluísio. 

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Guia de Episódios - Chicago Fire

Guia de Episódios - Chicago Fire
Aqui segue mais uma leva de resenhas da série Chicago Fire que acompanho há anos. Conta a história de um grupo de bombeiros de Chicago, mostrando suas vidas profissionais e pessoais. Gosto bastante. Faz parte da trilogia de séries que se completa com Chicago PD e Chicago Med. Abaixo seguem os textos. 

Chicago Fire 3.23
Último episódio da temporada. Um dos tenentes do batalhão 51 se envolveu sem querer com um ex-bombeiro que agora está no meio do ramo de construções de boates de strippers. Só que o que começou como um serviço legitimo, começou a ficar turvo porque o tal sujeito está envolvido com mafiosos que cometeram o crime de tráfico de pessoas. O tempo fechou e Voight quer que ele use escutas para desbaratar a tal quadrilha. Será que vai dar certo esse tipo de plano?

Chicago Fire 4.01
Tem recruta novato no distrito que já chega aborrecendo o chefe. Enquanto isso Severide sofre punição e perde patente, tudo porque ele não se deu bem com vários novos membros de seu batalhão. O alto comando entendeu que ele não tem qualidade para chefiar sua equipe. Acaba se matriculando, muito a contragosto, em um curso de treinamento e melhoramento de gestão onde logo conhece uma gata que leva para sua cama. Coisas de Severide. 

Chicago Fire 8.15 
Estou vendo no momento (janeiro de 2025) a oitava temporada de Chicago Fire. Nesse episódio temos um caso que de fato está cada dia mais acontecendo nas grandes cidades americanas, com muitos jovens morrendo de overdose de drogas, em especial Oxidona. E uma jovem colegial de apenas 17 anos morre justamente após tomar essa droga sintética numa festa! Uma triste história que de fato ocorre no mundo real e não apenas na séries. E como subtrama da temporada temos a paramédica loira do batalhão tentando conhecer sua mãe que a levou para adoção muitos anos atrás. E ela a conhece aqui. Uma situação no mínimo bem dramática e de sofrimento interior. 

Pablo Aluísio. 

Guia de Episódios - The Good Wife

Guia de Episódios - The Good Wife
Segue abaixo os resumos dos episódios assistidos dessa série. São textos mais diretos, simples, contendo a informação básica sobre cada um dos episódios que compõem as temporadas em questão. Novos textos serão publicados, assim que novos episódios sejam assistidos e avaliados. Espero que apreciem esse guia de episódios. 

The Good Wife 4.02 
O caso desse episódio envolve a morte de um manifestante por parte de um policial. O escritório de advocacia pretende ganhar alguns milhões de dólares por parte do ente estatal. Só que durante o julgamento coisas acontecem que podem mudar completamente o rumo da sentença do tribunal do Júri. Por fim uma bilionária decide ajudar o candidato a prpcurador geral. Ela está disposto a financiar sua campanha e que por incrível que pareça só quer em troca disso um pouco de amizade da advogada, sua esposa. 

Pablo Aluísio. 

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Guia de Episódios - 1923

Guia de Episódios - 1923
Segue abaixo os resumos dos episódios assistidos dessa série. São textos mais diretos, simples, contendo a informação básica sobre cada um dos episódios que compõem as temporadas em questão. Novos textos serão publicados, assim que novos episódios sejam assistidos e avaliados. Espero que apreciem esse guia de episódios. 

1923 1.06 
Série derivada de Yellowstone que em muitos aspectos supera a original. Harrison Ford está muito bem como o velho rancheiro que quase é assassinado por seus inimigos, gente ruim que quer tomar suas terras. Nesse episódio um de seus parentes consegue sobreviver a um naufrágio enquanto volta aos Estados Unidos para ajudá-lo nessa luta. 

1923 1.02 
Essa série é derivada de Yellowstone e realmente é muito boa. Harrison Ford interpreta um antepassado do peronagem de Kevin Costner na série principal. Aqui ele precisa lidar com um grupo de criadores de ovelhas que está acabando com seu pasto. O choque entre eles, como era de se esperar, se torna bem violento. Na outra linha narrativa, outro personagem da mesma família está na Africa, matando bestas selvagens enquanto toma a mão de uma bela lady inglesa.

Pablo Aluísio. 

Guia de Episódios - Yellowstone

Guia de Episódios - Yellowstone
Segue abaixo os resumos dos episódios assistidos dessa série. São textos mais diretos, simples, contendo a informação básica sobre cada um dos episódios que compõem as temporadas em questão. Novos textos serão publicados, assim que novos episódios sejam assistidos e avaliados. Espero que apreciem esse guia de episódios. 

Yellowstone 3.04
O personagem interpretado por Kevin Costner está curtindo a vida no campo ao lado de sua namorada, nada menos do que a governadora de Montana, quando é avisado que um grupo de motoqueiros invadiu sua propriedade. Cortaram a cerca de arame farpado e estão ali bebendo e ouvindo rock pauleira. Claro que tudo vai desandar em uma tremenda briga entre os cowboys do rancho e os motoqueiros da pesada. E o próprio rancho está em perigo pois um grupo de financiadores estrangeiros querem transformar o lugar em um point de turismo, com hotéis, aeroporto e piscinas, descaracterizando aquele região selvagem.

Pablo Aluísio. 

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Perfil: Mickey Rourke

Perfil: Mickey Rourke
Mickey Rourke é um dos atores mais intensos, controversos e imprevisíveis do cinema norte-americano, conhecido tanto por seu talento extraordinário quanto por uma trajetória marcada por excessos, quedas e retornos surpreendentes. Nascido em 16 de setembro de 1952, em Schenectady, Nova York, Rourke teve uma infância difícil e encontrou na atuação uma forma de expressão e escape. Formou-se no Actors Studio, onde desenvolveu uma abordagem profundamente emocional e instintiva da interpretação.

Sua ascensão em Hollywood ocorreu no início dos anos 1980, quando rapidamente se destacou como um novo símbolo de masculinidade rebelde e vulnerável. Atuações em filmes como Corpo Ardente (Body Heat, 1981), O Selvagem da Motocicleta (1983) e 9½ Semanas de Amor (1986) consolidaram sua imagem de astro carismático e perigoso, frequentemente associado a personagens solitários, autodestrutivos e sexualmente intensos. Rourke tornou-se um ícone de estilo e atitude daquela década.

O auge artístico desse período veio com Coração Satânico (1987), dirigido por Alan Parker, no qual interpretou um detetive envolvido em uma investigação sombria e metafísica. Sua performance foi amplamente elogiada pela crítica, evidenciando uma profundidade psicológica que o colocava entre os atores mais promissores de sua geração. No entanto, paralelamente ao sucesso, Rourke passou a entrar em conflito com a indústria cinematográfica.

No final dos anos 1980 e início dos 1990, Mickey Rourke afastou-se progressivamente do cinema, frustrado com os papéis oferecidos e com as pressões do estrelato. Nesse período, dedicou-se ao boxe profissional, esporte no qual sofreu diversas lesões. As consequências físicas dessas lutas, somadas a cirurgias plásticas malsucedidas, alteraram drasticamente sua aparência, afetando sua carreira e sua imagem pública.

Durante boa parte dos anos 1990, Rourke esteve à margem de Hollywood, atuando em produções menores e enfrentando dificuldades pessoais e profissionais. Ainda assim, manteve uma aura de artista maldito, respeitado por colegas e cinéfilos por sua autenticidade e recusa em se adequar aos padrões da indústria. Sua trajetória passou a ser vista como um exemplo extremo dos custos emocionais da fama.

A reviravolta ocorreu nos anos 2000, quando diretores passaram a enxergar sua história pessoal como parte de sua força dramática. Filmes como Sin City (2005) e O Lutador (2008) marcaram seu retorno triunfal. Em O Lutador, Rourke interpretou um ex-boxeador em decadência, papel que dialogava diretamente com sua própria vida e lhe rendeu o Globo de Ouro e uma indicação ao Oscar.

Essa fase de reconhecimento tardio reafirmou Mickey Rourke como um ator de grande intensidade emocional, capaz de transformar fragilidade e dor em potência dramática. Sua atuação em O Lutador é frequentemente citada como uma das mais comoventes do cinema contemporâneo, justamente por fundir vida e arte de maneira quase indissociável.

Nos anos seguintes, Rourke continuou a alternar projetos autorais e produções comerciais, participando de filmes como Homem de Ferro 2 (2010), embora sua relação com grandes estúdios permanecesse instável. Seu temperamento difícil e sua independência criativa seguiram moldando uma carreira errática, porém singular.

Mickey Rourke permanece como uma figura trágica e fascinante do cinema. Mais do que um astro convencional, ele representa o artista que se entrega por completo à própria verdade, mesmo quando isso cobra um preço alto. Seu legado está menos na regularidade da carreira e mais na força brutal e honesta de suas melhores performances, que continuam a impactar o público e a crítica.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Perfil: Steven Spielberg

Perfil: Steven Spielberg
Steven Spielberg é um dos diretores mais influentes e bem-sucedidos da história do cinema, responsável por redefinir o conceito de entretenimento popular e por elevar o cinema de grande público a um patamar artístico elevado. Nascido em 18 de dezembro de 1946, em Cincinnati, Ohio, Spielberg demonstrou interesse pelo cinema ainda na adolescência, realizando curtas-metragens amadores que já revelavam seu talento narrativo e domínio da linguagem visual. Sua ascensão coincidiu com a chamada “Nova Hollywood”, movimento que renovou o cinema americano nos anos 1970.

O reconhecimento internacional veio com Tubarão (1975), filme que não apenas se tornou um fenômeno de bilheteria, mas também inaugurou o modelo moderno de blockbuster. Com uma combinação precisa de suspense, ritmo e uso inovador da trilha sonora de John Williams, Spielberg mostrou uma habilidade rara para envolver emocionalmente o público. O sucesso estrondoso do filme consolidou sua posição em Hollywood e transformou a forma como os grandes estúdios planejavam seus lançamentos.

Ao longo do final dos anos 1970 e da década de 1980, Spielberg ampliou seu alcance criativo com obras que se tornaram parte do imaginário coletivo. Filmes como Contatos Imediatos do Terceiro Grau (1977), Os Caçadores da Arca Perdida (1981) e E.T. – O Extraterrestre (1982) demonstram sua capacidade de unir fantasia, aventura e emoção humana. Nessas produções, o diretor explorou temas recorrentes como infância, família, descoberta e o encontro com o desconhecido.

Paralelamente ao cinema de aventura, Spielberg mostrou-se igualmente competente em gêneros mais dramáticos e históricos. A Cor Púrpura (1985) revelou um cineasta sensível a questões sociais e raciais, enquanto Império do Sol (1987) trouxe uma visão comovente da infância em meio à guerra. Esses filmes ajudaram a romper a imagem de Spielberg como apenas um diretor de entretenimento escapista.

A consagração definitiva como autor veio nos anos 1990, especialmente com A Lista de Schindler (1993), obra que abordou o Holocausto com sobriedade e profundo impacto emocional. O filme rendeu a Spielberg os Oscars de Melhor Direção e Melhor Filme, marcando um ponto de maturidade artística em sua carreira. No mesmo ano, ele também lançou Jurassic Park, demonstrando sua capacidade única de equilibrar relevância histórica e sucesso comercial em escala global.

A partir de então, Spielberg manteve uma carreira marcada pela diversidade temática e pelo rigor técnico. Filmes como O Resgate do Soldado Ryan (1998), Inteligência Artificial (2001), Minority Report (2002) e Munique (2005) exploram guerra, tecnologia, ética e política, sempre com forte impacto visual e emocional. Seu estilo combina precisão narrativa, movimentos de câmera fluidos e atenção especial aos personagens.

Além de diretor, Steven Spielberg teve papel fundamental como produtor e empreendedor cultural. Ele foi um dos fundadores da DreamWorks e esteve por trás de projetos importantes para o cinema e a televisão, ajudando a revelar novos talentos e a viabilizar produções de grande alcance. Sua influência extrapola seus próprios filmes, moldando tendências da indústria cinematográfica mundial.

Nos anos mais recentes, Spielberg continuou ativo e relevante, dirigindo obras como Lincoln (2012), Ponte dos Espiões (2015), The Post (2017) e Amor, Sublime Amor (2021), reafirmando seu domínio tanto do cinema clássico quanto de narrativas contemporâneas. Mesmo após décadas de carreira, sua capacidade de se reinventar permanece notável.

Steven Spielberg é frequentemente citado como um contador de histórias por excelência, alguém capaz de dialogar com públicos de todas as idades sem abrir mão de profundidade temática. Seus filmes combinam espetáculo e humanidade, emoção e reflexão, técnica e sensibilidade, criando experiências cinematográficas duradouras.

O legado de Steven Spielberg é imenso e contínuo. Poucos cineastas conseguiram influenciar tanto a linguagem, a indústria e o público quanto ele. Sua obra não apenas marcou gerações, mas também ajudou a definir o próprio cinema moderno, garantindo-lhe um lugar permanente entre os maiores nomes da história da sétima arte.

Perfil: George Lucas

Perfil: George Lucas
George Lucas é um dos cineastas mais influentes da história do cinema, responsável por transformar profundamente a relação entre narrativa, tecnologia e cultura popular. Nascido em 14 de maio de 1944, em Modesto, Califórnia, Lucas iniciou sua formação cinematográfica na Universidade do Sul da Califórnia (USC), onde desenvolveu interesse por montagem, som e novas formas de contar histórias visuais. Desde cedo, demonstrou um perfil mais voltado à concepção e à estrutura dos filmes do que à direção tradicional de atores.

Seu primeiro grande destaque veio com THX 1138 (1971), uma ficção científica distópica de tom experimental, seguida pelo sucesso nostálgico de Loucuras de Verão (American Graffiti, 1973). Este último tornou-se um enorme êxito de público e crítica, retratando a juventude americana do início dos anos 1960 com sensibilidade e trilha sonora marcante. O filme consolidou Lucas como um talento promissor e lhe deu liberdade criativa para projetos mais ambiciosos.

Essa liberdade resultou em Star Wars (1977), obra que redefiniu o cinema de entretenimento e se transformou em um dos maiores fenômenos culturais do século XX. Inspirado por mitologia, contos de fadas, seriados de aventura e teorias de Joseph Campbell, Lucas criou uma narrativa épica acessível a todas as idades. O sucesso inesperado do filme revolucionou a indústria cinematográfica, especialmente nas áreas de efeitos especiais, merchandising e franquias.

Um dos grandes legados de George Lucas foi sua contribuição tecnológica. Insatisfeito com as limitações técnicas da época, ele fundou a Industrial Light & Magic (ILM), estúdio que se tornaria referência mundial em efeitos visuais. Além disso, Lucas foi pioneiro no desenvolvimento do som digital com o sistema THX e um dos grandes defensores da produção e projeção digitais, antecipando transformações que moldariam o cinema do século XXI.

Embora tenha dirigido poucos filmes ao longo da carreira, Lucas exerceu enorme influência como produtor e criador de universos ficcionais. Ele esteve diretamente envolvido na produção da trilogia original de Star Wars e, posteriormente, na trilogia prelúdio, lançada entre 1999 e 2005. Esses filmes dividiram a opinião da crítica, mas ampliaram significativamente o universo da saga e introduziram uma nova geração ao seu imaginário.

Lucas também foi decisivo na criação e produção da franquia Indiana Jones, em parceria com Steven Spielberg. A série combinou aventura clássica, humor e ritmo moderno, tornando-se outro pilar do cinema popular dos anos 1980. Esse projeto reforçou sua habilidade como arquiteto de histórias e conceitos duradouros, mais do que como diretor autoral no sentido tradicional.

Ao longo dos anos, George Lucas passou a se afastar da direção, concentrando-se em projetos pessoais, preservação do cinema e iniciativas educacionais. Em 2012, vendeu a Lucasfilm para a Disney, encerrando oficialmente sua participação direta em Star Wars e marcando o fim de uma era. A decisão simbolizou sua transição de criador ativo para figura histórica e curadora de seu próprio legado.

George Lucas é frequentemente descrito como um visionário, alguém mais interessado em ideias, estruturas narrativas e inovação técnica do que em prestígio crítico imediato. Seu estilo simples de direção contrasta com a grandiosidade de seus conceitos, mas foi justamente essa combinação que permitiu que suas criações alcançassem o público global de forma tão ampla.

O impacto cultural de George Lucas é incalculável. Seus filmes influenciaram gerações de cineastas, redefiniram o cinema de gênero e ajudaram a transformar Hollywood em uma indústria movida por franquias e universos compartilhados. Mais do que um diretor, Lucas é um arquiteto do imaginário moderno, cujo legado permanece vivo na cultura popular mundial.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Perfil: Michael Douglas


Perfil: Michael Douglas
Michael Douglas é um dos atores e produtores mais influentes do cinema norte-americano das últimas décadas, conhecido por interpretar personagens complexos, muitas vezes marcados por ambiguidade moral e conflitos internos. Nascido em 25 de setembro de 1944, em New Brunswick, Nova Jersey, ele é filho do lendário ator Kirk Douglas, mas construiu uma carreira própria, distinta e respeitada, evitando viver apenas à sombra do sobrenome famoso.

Sua projeção inicial ocorreu na televisão, com a série As Ruas de São Francisco (1972–1976), que lhe garantiu grande popularidade. No cinema, Douglas destacou-se a partir dos anos 1980, período em que se tornou um dos principais rostos de Hollywood. Filmes como Síndrome da China (1979), Atração Fatal (1987) e Wall Street – Poder e Cobiça (1987) consolidaram sua imagem de ator associado a thrillers psicológicos e dramas contemporâneos, frequentemente abordando temas como poder, ambição e corrupção.

Em Wall Street, Michael Douglas interpretou Gordon Gekko, um dos personagens mais icônicos do cinema moderno, papel que lhe rendeu o Oscar de Melhor Ator. A frase “a ganância é boa”, dita pelo personagem, tornou-se símbolo do espírito econômico dos anos 1980 e ajudou a fixar Douglas como o intérprete ideal de figuras carismáticas e moralmente questionáveis, capazes de fascinar e inquietar o público ao mesmo tempo.

Além de atuar, Douglas teve papel fundamental como produtor. Foi nessa função que conquistou seu primeiro Oscar, por Um Estranho no Ninho (1975), filme vencedor do prêmio de Melhor Filme. Ao longo da carreira, produziu obras relevantes e comerciais, demonstrando visão estratégica e sensibilidade para projetos de forte impacto cultural e artístico.

Nas décadas seguintes, Michael Douglas manteve-se ativo e relevante, participando de produções variadas como Instinto Selvagem (1992), Um Dia de Fúria (1993) e, mais recentemente, da franquia Homem-Formiga, integrando-se ao cinema de super-heróis. Sua trajetória sólida, marcada por escolhas inteligentes e personagens memoráveis, assegura-lhe um lugar de destaque na história do cinema americano.

domingo, 2 de novembro de 2008

Perfil: John Travolta


Perfil: John Travolta
John Travolta é um dos atores mais emblemáticos do cinema norte-americano, cuja carreira atravessa décadas e reflete as transformações da indústria cinematográfica e da cultura popular. Nascido em 18 de fevereiro de 1954, em Englewood, Nova Jersey, Travolta começou sua trajetória artística ainda jovem, atuando na televisão e no teatro musical. Seu carisma natural e talento para a dança logo o destacaram como um ícone emergente dos anos 1970.

A consagração veio com o enorme sucesso de Os Embalos de Sábado à Noite (1977), no qual interpretou Tony Manero, personagem que se tornou símbolo da era disco. No ano seguinte, reforçou seu estrelato em Grease – Nos Tempos da Brilhantina (1978), consolidando-se como um dos maiores astros da juventude daquela década. Esses filmes não apenas alavancaram sua carreira, como também o transformaram em um fenômeno cultural, influenciando moda, música e comportamento.

Nos anos 1980, a carreira de Travolta enfrentou um período de declínio, com escolhas de filmes que não obtiveram o mesmo impacto comercial ou crítico. No entanto, sua impressionante retomada ocorreu em 1994, com Pulp Fiction – Tempo de Violência, de Quentin Tarantino. No papel de Vincent Vega, o ator foi amplamente elogiado e indicado ao Oscar, reconquistando o respeito da crítica e apresentando-se a uma nova geração de espectadores.

A partir desse renascimento artístico, John Travolta passou a alternar projetos comerciais e autorais, atuando em filmes como A Outra Face (1997), O Informante (1999), Hairspray (2007) e O Sequestro do Metrô 123 (2009). Demonstrou versatilidade ao transitar entre ação, drama, comédia e musical, reafirmando sua capacidade de se reinventar ao longo do tempo.

John Travolta permanece como uma figura central da história do cinema popular, símbolo de longevidade e adaptação em Hollywood. Seu percurso, marcado por altos e baixos, ilustra a imprevisibilidade da carreira artística, mas também a força do talento e do carisma. Mais do que um astro de uma única geração, Travolta tornou-se um nome permanente do imaginário cinematográfico mundial.