sexta-feira, 2 de fevereiro de 2007

Cinema Clássico - Vincent Price


Cinema Clássico - Vincent Price
O ator Vincent Price, símbolo maior dos filmes de terror clássico capricha na pose e na caracterização em cena do filme "Nos Domínios do Terror" que trazia três contos de horror, para deleite dos fãs.

Pablo Aluísio. 

Cinema Clássico - Anthony Perkins


Cinema Clássico - Anthony Perkins
O ator Anthony Perkins, o eterno Norman Bates do filme "Psicose" de Alfred Hitchcock, procurou trilhar outros caminhos na carreira, como nesse filme "Profanação", um bom thriller psicológico lançado nos anos 60.

Pablo Aluísio. 

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2007

Tarzan e o Vale do Ouro

Estreia do ator Mike Henry na pele do famoso personagem criado pelo escritor Edgar Rice Burroughs. Aqui já temos uma tentativa de modernizar Tarzan, o Rei das Selvas. Ele se comporta menos como um selvagem e mais como um galã bem polido, com cabelo cheio de brilhantina e modos gentis e educados, principalmente com as mulheres que cruzam seu caminho. Algo que fugia de certo modo da forma como foi concebido originalmente por seu criador. Nessa aventura filmada no México (mas que no roteiro seria a África) Tarzan precisa lidar com um grupo de criminosos, terroristas acostumados a enviar relógios explosivos a seus inimigos. Eles agora tencionam encontrar uma mitológica cidade de ouro escondida nos confins da floresta.

O velho mito do Eldorado que tantas vezes povoou a imaginação dos conquistadores. Para isso acabam raptando um garoto que parece saber onde o vale de ouro se localiza. O roteiro foi parcialmente inspirado em uma história em quadrinhos que fez muito sucesso durante os anos 1960. Uma boa aventura acima de tudo, só prejudicada um pouco talvez pela falta de experiência de Mike Henry, que era forte, jogador de futebol americano, mas que não sabia atuar muito bem. De qualquer maneira vale a matinê.
 
Tarzan e o Vale do Ouro (Tarzan and the Valley of Gold, Estados Unidos, Suíça, 1966) Direção: Robert Day / Roteiro: Clair Huffaker, baseada na obra do escritor Edgar Rice Burroughs / Elenco: Mike Henry, David Opatoshu, Manuel Padilla Jr.

Pablo Aluísio.

Cinema Clássico - Elvira


Cinema Clássico - Elvira
Uma personagem com o estilo das antigas rainhas trash do terror. Assim era Elvira, uma criação da atriz Cassandra Peterson que chegou a dar origem a vários filmes nos anos 80.

Pablo Aluísio. 

Os Filmes de James Stewart

James Stewart foi um dos melhores atores da era de ouro do cinema americano. Atuou em mais de 100 filmes e muitos deles são considerados grandes clássicos da história do cinema dos Estados Unidos. Com seu jeito interiorano, um pouco caipira e tímido, o ator acabou se tornando um dos preferidos de grandes cineastas da época. Além de talentoso era um profissional confiável, que não causava problemas, que atuava com dedicação e compromisso pessoal. Colecionar os filmes de James Stewart também é colecionar obras-primas da fase mais dourada de Hollywood. Nessa série de textos vou deixar dicas de seus principais filmes, alguns deles essenciais para qualquer cinéfilo que se preze.

Sua carreira começa em 1934 com um curta-metragem chamado "Art Trouble". É uma pequena participação do ator. Seu primeiro filme de verdade em Hollywood pode ser considerado "Entre a Honra e a Lei" (The Murder Man, 1935). É um filme policial com trama envolvendo assassinato no mundo dos negócios. Um empresário rico e influente é morto. Para tentar desvendar o caso um jornalista investigativo começa a reconstruir os últimos passos da vítima. Esse bom filme, com toques de cinema noir, não era estrelado por James Stewart, mas sim pelo excelente Spencer Tracy.

O próximo filme de Stewart foi um musical romântico chamado "Rose Marie" (Rose-Marie, 1936). Esse filme é interessante porque ao longo de sua carreira Stewart iria passear bem por todos os gêneros cinematográficos, mas musicais realmente não eram os seus favoritos. Tanto que esse filme, feito no comecinho de sua carreira, foi basicamente o único em que participou. Piegas e com excesso de romantismo exagerado, essa produção realmente não era das melhores.

Musicais realmente não eram indicados para atores que não sabiam cantar, mas filmes românticos poderiam ser uma boa opção para James Stewart em seu começo de carreira. Assim ele se deu muito bem em "Amemos Outra Vez" (Next Time We Love, 1936). Se atuar ao lado de grandes atores era um objetivo, aqui ele contracenou com um dos mais bem conceituados de Hollywood, Ray Milland. O filme contava a história de um jovem casal que tinha que se separar logo no começo do casamento. O marido era enviado para trabalhar como correspondente de guerra na Europa e a esposa ficava nos Estados Unidos onde começava a trilhar uma carreira de sucesso como estrela de teatro.

Pablo Aluísio.

sábado, 27 de janeiro de 2007

Cinema Clássico - Marilyn Monroe


Qual era a altura de Marilyn Monroe?
A deusa do cinema media exatamente 1,68 m. Uma altura perfeita porque a deixava na média alta das mulheres americanas. Não era baixinha, tampouco alta demais para estragar sua feminilidade. E tinha aquelas longas pernas que fizeram muito sucesso nas telas de cinema!

Pablo Aluísio. 

sexta-feira, 26 de janeiro de 2007

Cinema Clássico - Rudolph Valentino


Aqui vai um panorama sobre Rodolfo “Rudolph” Valentino — sua biografia, carreira, morte, repercussão e legado. 

Biografia

  • Nasceu com o nome Rodolfo Alfonso Raffaello Piero Filiberto Guglielmi di Valentina d’Antonguolla em 6 de maio de 1895, em Castellaneta, na região da Apúlia, Itália. (Wikipédia)

  • Sua mãe era Francesa (Marie Berthe Gabrielle Barbin) e o pai, Giovanni Antonio Giuseppe Fidele Guglielmi, veterinário, faleceu relativamente cedo, vítima de malária. (Wikipédia)

  • Emigrou para os Estados Unidos quando jovem (por volta de 1913). Nos primeiros anos trabalhou em diversos ofícios — jardineiro, lavador de pratos, dançarino de salão, figurante — até conseguir papéis maiores no cinema mudo em Hollywood. (Brasil Escola)

  • Seu estilo físico (beleza, porte, olhar marcado) e seu magnetismo pessoal ajudaram muito na construção de sua imagem de galã, “amante latino” no cinema, numa época em que o cinema era mudo, exigindo muito do expressivo visual e corporal. (Educação UOL)


Principais Filmes

Alguns dos filmes mais importantes na carreira de Valentino, que ajudaram a solidificar sua fama:

Filme Ano Importância / Destaques
The Four Horsemen of the Apocalypse (“Os Quatro Cavaleiros do Apocalipse”) – 1921 1921 Foi um dos filmes que lhe deram projeção como estrela; uma cena de tango nesse filme ficou bastante famosa. (Brasil Escola)
The Sheik (“O Sheik”) 1921 Talvez seu papel mais emblemático, reforçou sua imagem de amante romântico – tornou-se parte do estereótipo com o qual Valentino será sempre associado. (Brasil Escola)
Blood and Sand (“Sangue e Areia”) 1922 Outro grande sucesso, reforçando sua capacidade dramática e seu apelo popular. (Educação UOL)
The Eagle (“A Águia”) 1925 Valentino produziu este filme, mostra algo do controle que já exercia em sua carreira e sua vontade de papéis com mais substância. (Educação UOL)
The Son of the Sheik (“O Filho do Sheik”) 1926 Último filme de Valentino; lançado depois de sua morte. Também importante por repetir o sucesso do primeiro Sheik. (Wikipedia)

A Morte: Detalhes e Repercussão

  • Valentino faleceu em 23 de agosto de 1926, em Nova Iorque, com apenas 31 anos. (Brasil Escola)

  • Causa: complicações relacionadas a uma úlcera gástrica que teria se perfurado, resultando em peritonite, juntamente com inflamação do apêndice. Houve cirurgia, mas não se recuperou. (Wikipedia)

  • Repercussão imediata: sua morte causou grande comoção. Fãs ficaram em estado de choque; houve histeria em massa. Multidões acompanharam o velório, o funeral. Algumas fontes falam de suicídios de admiradores. (Opera Mundi)

  • Estima-se que mais de 100 mil pessoas seguiram o caixão pelas ruas durante o funeral. (Opera Mundi)


Legado

  • Valentino foi um dos primeiros sex symbols do cinema — talvez o primeiro grande ícone masculino desse tipo no cinema americano e mundial. Sua imagem moldou expectativas de beleza masculina, romantismo e sedução. (Educação UOL)

  • Ele ajudou a criar e popularizar o estereótipo do “Latin Lover” em Hollywood — o homem sensual, exótico, misterioso, diferente do típico galã norte-americano. (Educação UOL)

  • Também foi importante como modelo de astro cinematográfico cuja fama extrapolava os filmes: moda, admiradores, cultura pop emergente, cobertura da imprensa, fenômenos de fã-clubes. (Wikipédia)

  • Seus filmes continuam sendo estudados como marcos do cinema mudo, tanto pela estética quanto pelo modo como construíram uma mitologia em torno da celebridade. (historiasdecinema.com)

  • Seu falecimento precoce contribuiu para mitificar sua figura: a morte jovem, inesperada, o faz parte da memória como alguém que morreu no auge, algo que alimenta fascínio e lenda. (Opera Mundi)


quinta-feira, 25 de janeiro de 2007

Cinema Clássico - A Morte de Gregory Peck


Cinema Clássico - A Morte de Gregory Peck
Gregory Peck, um dos maiores astros da Era de Ouro de Hollywood, faleceu em 12 de junho de 2003, em sua casa em Los Angeles, Califórnia. Ele morreu aos 87 anos, em decorrência de causas naturais, enquanto dormia. Sua esposa, Veronique Passani, estava ao seu lado no momento do falecimento. Pouco antes de sua morte, Peck já enfrentava problemas de saúde relacionados à idade e vivia de maneira mais reservada. Sua partida foi muito sentida em Hollywood, e ele é lembrado principalmente por seu papel em O Sol é para Todos (To Kill a Mockingbird, 1962), que lhe rendeu o Oscar de Melhor Ator.

Pablo Aluísio. 

quarta-feira, 24 de janeiro de 2007

Cinema Clássico - Os Dez Mandamentos


Cinema Clássico - Os Dez Mandamentos
O ator Yul Brynner em seu papel de Faraó impiedoso no clássico épico "Os Dez Mandamentos". Esse filme é considerado, até os dias atuais, um dos maiores filmes sobre o Velho Testamento jamais produzido. Curiosamente essa era a segunda versão da adaptação para o cinema da história de Moisés contado no livro do Exodus da Biblia. Um monumento cinematográfico, sem dúvida nenhuma. 

Pablo Aluísio. 

Cinema Clássico - Salomão e a Rainha de Sabá


Cinema Clássico - Salomão e a Rainha de Sabá
Esse é outro épico clássico da velha Hollywood. Na foto vemos o ator Yul Brynner em cena do filme Salomão e a Rainha de Sabá (1959). O ator havia se especializado em interpretar monarcas exóticos, de terras distantes, já que ele era mesmo um estrangeiro em Hollywood na época, considerado um ator de personagens que seguiam exatamente nessa linha. O Oriente e seus mistérios!

Pablo Aluísio.