quinta-feira, 2 de setembro de 2004

Poemas Brancos - Parte IV

 Poema Livre

Area livre de todo o preconceito
Area livre de toda a gente tóxica
Area livre para ser feliz
Area livre para a paz espiritual
Area para que te quero livre

Uma semente de paz 
Trazida por uma bela pomba branca
Semeia o campo
Que é o meu coração humano
Sou fugaz, sou breve, mas também sou livre

Poema livre de todas as amarras
Poeminha livre de todas as regras
A única regra é ser feliz e ter paz interior

Porque nossa vida é breve
Estaremos aqui por pouco tempo
Os nossos átomos livres é que serão eternos
Navegando pelo cosmos de forma infinita, livres para sempre

Pablo Aluísio. 

Poemas Brancos - Parte III

Soneto da Chuva
Mundo fechando, chuva chegando
Ar puro, clima lindo, medo da chuva!
A chuva que embeleza é a mesma que mata!
A chuva que traz vida, também traz a final cartada!

Mundo escuro, quarto escuro
Na sala, tecnologia da loucura
Muita gente fanatizada, no duro!
Quem era são, virou insano, loucura dominando o mundo!

E a bela casa no barranco pode deslizar...
E todos os sonhos de seguridade, desabar...
Vai chorar? Vai reclamar? O mundo é de barro!

Esse Deus só existe no papel...
Estamos todos à mercê do verdadeiro deus, o caos!
O resto é a esperança, que nunca virá!

Pablo Aluísio.

quarta-feira, 1 de setembro de 2004

Poemas Brancos - Parte II

 
Eu não tenho saudades...

Eu não tenho saudades...
O que passou, passou...
Teve seu lugar na história e agora é passado
Também não houve assim pessoas tão marcantes
Havia muita toxicidade em pessoas que eu não via

Eu não tenho saudades...
Das duras rotinas, das duras disciplinas
A maioria dos tais líderes não passavam de idiotas
Gente de má índole, gente despreparada
Fingindo ser o que não eram na realidade...

Eu não tenho saudades...
Dos amigos falsos, dos invejosos disfarçados
Das falsas lindas garotas, mulheres em devassidão

Eu não tenho saudades...
Da irmandade tóxica e traiçoeira
Das paixões que eu felizmente nunca vivi... pois teria sido pior! 

Pablo Aluísio.

Poemas Brancos - Parte I

 
Eis a única razão...

Por que eu devo me sacrificar?
Por gente que não merece o sacrificio
Por que eu devo sofrer?
Por pessoas que não merecem esse sofrimento 
Por que não desistir da luta?

Por que eu devo procurar por respeito?
De gente que não me respeita
De gente que eu não respeito
Por que se importar com a opinião
De pessoas que não valem a pena?

Por que eu deva me importar
Com o que pensam de mim?
Se o mais importante é o que eu penso de mim!

Por que eu devo seguir em frente, na luta?
Por gente que não merece que eu lute por eles
Simplesmente pela minha consciência e respeito próprio, eis a única razão!

Pablo Aluísio. 

quinta-feira, 6 de maio de 2004

Sétima Arte 12 - Al Pacino, Mickey Rourke


Sétima Arte 12 - Al Pacino, Mickey Rourke
Mickey Rourke em cena do filme "O Ano do Dragão" e Al Pacino, na Flórida, filmando cenas de "Donnie Brasco". Pablo Aluísio. 

Sétima Arte 11 - Richard Gere, Debra Winger


A Força do Destino
Existe filmes que eu jamais vou me esquecer. Um deles é "A Força do Destino", um belo drama romântico estrelado por Richard Gere e Debra Winger, na primeira metade dos anos 80. O que torna esse filme inesquecível, além de seu bom roteiro, é a trilha sonora! Até hoje em emociono quando ouço a música tema "Up Where We Belong", interpretada por Joe Cocker e Jennifer Warnes. Essa música me dá uma grande saudade daqueles anos, que foram os da minha juventude feliz! 

Pablo Aluísio.