quarta-feira, 9 de fevereiro de 2000

CHiPs

Título no Brasil:  CHiPs - Patrulha Motorizada
Título Original: CHiPs
Ano de Lançamento: 1977 – 1983
País: Estados Unidos
Estúdio: NBC Productions / MGM Television
Criador: Rick Rosner
Direção: Vários (incluindo John Florea, Phil Bondelli, entre outros)
Roteiro: Rick Rosner e equipe
Elenco: Erik Estrada, Larry Wilcox, Robert Pine, Paul Linke, Michael Dorn, Bruce Penhall

Sinopse:
A série acompanha o dia a dia de dois policiais da Patrulha Rodoviária da Califórnia, Jon Baker e Frank Poncherello, que patrulham as estradas de Los Angeles enfrentando crimes, acidentes e diversas situações de risco, sempre com coragem, parceria e senso de justiça. CHiPs é um retrato clássico das séries policiais dos anos 70, combinando ação, carisma e uma abordagem leve que a tornou extremamente popular. Seu sucesso duradouro deve-se principalmente à química entre os protagonistas e à forma envolvente como retrata o trabalho policial.

Comentários: 
A série CHiPs foi um dos grandes sucessos da televisão norte-americana no final da década de 1970, estreando em 1977 e rapidamente conquistando uma audiência fiel. Criada por Rick Rosner, a produção acompanhava o cotidiano de dois policiais motociclistas da Patrulha Rodoviária da Califórnia, oferecendo ao público uma combinação envolvente de ação, drama e momentos leves de humor. Ambientada nas movimentadas rodovias de Los Angeles, a série explorava não apenas perseguições e acidentes, mas também situações humanas, mostrando o lado pessoal dos agentes. O carisma dos protagonistas foi um dos fatores essenciais para o sucesso do programa, especialmente pela química entre os personagens principais. Além disso, a série refletia um período específico da televisão, em que produções policiais buscavam equilibrar entretenimento com mensagens positivas sobre responsabilidade e cidadania. A trilha sonora vibrante, os cenários ensolarados e o uso constante de motocicletas davam um ritmo dinâmico e marcante à narrativa. Outro ponto importante era a forma como a série apresentava o trabalho policial de maneira acessível ao público, sem exagerar na violência. Isso ajudou a torná-la adequada para toda a família, algo muito valorizado na época. Com episódios autônomos, o espectador podia acompanhar a série sem necessariamente seguir uma ordem rígida, o que facilitava sua popularidade na televisão aberta. Dessa forma, CHiPs consolidou-se como um ícone cultural dos anos 70 e início dos anos 80.

O foco principal da série estava na dupla formada por Jon Baker e Frank “Ponch” Poncherello, personagens que representavam personalidades distintas, mas complementares. Enquanto Jon era mais sério, disciplinado e responsável, Ponch trazia um lado mais descontraído, impulsivo e carismático, criando um equilíbrio que agradava o público. Ao longo das temporadas, a série abordou diversos temas sociais, como segurança no trânsito, uso de drogas, alcoolismo e até questões familiares, sempre com uma abordagem educativa, porém leve. As cenas de ação eram um dos pontos altos, especialmente as perseguições de moto, que se tornaram uma marca registrada do programa. Além disso, a série contava com um elenco de apoio sólido, incluindo superiores e colegas de trabalho que enriqueciam as histórias. A produção também se destacava pelo uso de locações reais, o que conferia autenticidade às cenas e aproximava o espectador do cotidiano retratado. Com o passar dos anos, algumas mudanças no elenco ocorreram, mas a essência da série permaneceu intacta. Mesmo após seu encerramento em 1983, CHiPs continuou sendo reprisada em diversos países, mantendo sua relevância e conquistando novas gerações. Seu impacto foi tão duradouro que inspirou outras produções policiais e até uma adaptação cinematográfica décadas depois. Assim, a série permanece como um exemplo clássico de entretenimento televisivo eficiente e cativante.

Erick Steve. 

Filiper

Título no Brasil: Filiper
Título Original: Flipper
Ano de Lançamento: 1964 – 1967
País: Estados Unidos
Estúdio: Ivan Tors Productions / Metro-Goldwyn-Mayer Television
Criador: Jack Cowden, Ricou Browning
Direção: Vários (incluindo Ricou Browning e Leon Benson)
Roteiro: Jack Cowden e equipe
Elenco: Brian Kelly, Luke Halpin, Tommy Norden, Ulla Strömstedt

Sinopse:
A série acompanha as aventuras de Porter Ricks, guarda-florestal de um parque marinho na Flórida, e seus dois filhos, Sandy e Bud, que vivem em constante contato com a natureza. O grande destaque da trama é Flipper, um golfinho extremamente inteligente e amigável que se torna companheiro inseparável da família. Juntos, eles enfrentam perigos no mar, ajudam pessoas em situações difíceis e protegem a vida marinha de ameaças diversas. A série mistura aventura, emoção e ensinamentos sobre respeito à natureza, sempre com histórias envolventes e acessíveis para toda a família.

Comentários:
A série Flipper é um dos grandes clássicos da televisão dos anos 60, marcada principalmente pelo carisma de seu protagonista animal e pela forma sensível como aborda a relação entre humanos e a natureza. Em uma época em que a televisão ainda explorava fortemente temas familiares, a produção se destacou por levar o público para um ambiente pouco comum: o universo marinho. As histórias, embora simples em sua estrutura, eram eficazes ao transmitir mensagens sobre amizade, coragem e preservação ambiental. O golfinho Flipper rapidamente se tornou um ícone cultural, sendo reconhecido por sua inteligência e comportamento quase humano, o que encantava tanto crianças quanto adultos. Além disso, a ambientação em belas paisagens naturais da Flórida contribuía para o apelo visual da série, criando uma atmosfera tranquila e ao mesmo tempo cheia de aventura. A trilha sonora e o famoso chamado característico de Flipper também ajudaram a fixar a série na memória do público. Outro ponto forte era a dinâmica familiar, que transmitia valores positivos de união e respeito. Mesmo décadas após sua exibição original, a série continua sendo lembrada com carinho, especialmente por aqueles que cresceram assistindo às suas histórias. Seu legado permanece vivo como um exemplo de entretenimento simples, mas profundamente cativante.

Erick Steve. 

terça-feira, 8 de fevereiro de 2000

Greek

Greek
Eu havia me formado há pouco tempo e ainda estava com aquela cultura universitária quando Greek chegou ao mercado de séries. Ela foi exibida originalmente no canal abc family nos Estados Unidos. Esse canal a cabo (que não sei se ainda existe) passava programas bem na linha family friendly. Só que acabei assistindo a série no modo virtual mesmo. Essa foi uma das séries que vi do primeiro ao último episódio. Fiquei pasmo dia desses ao perceber que ela havia chegado ao final em 2011! (sendo que seu primeiro episódio foi exibido em 2007). Meu Deus, como o tempo voa, é inacreditável! De repente passa uma década e você nem percebe que o tempo voou desse jeito!

Enfim, a série mostrava uma série de personagens que estavam entrando na universidade. E sua vida no campus era o mote principal dos episódios. Era a vida de jovens universitários! Esse elenco era bem interessante e muitos desses atores pensei que iriam estourar mais cedo ou mais tarde, só que nunca mais vi essa galera em lugar nenhum! Uma pena! 

No geral os personagens eram arquétipos mesmo. Havia os nerds, os bonitões do time de futebol, as gatinhas loiras, o cara largado, meio bagunceiro, de fraternidade. Esse era o esquema mesmo dos roteiros. E funcionava. Era soft, nada na linha pesada, mas eu cheguei a curtir na época, caso contrário não teria assistido a todos os episódios, claro! 

É isso, em um tempo em que eu já estava com saudades da minha vida na universidade eu pude sentir, mesmo que por pouco tempo, mais um pouco daquele gostinho daqueles bons tempos. Tantos sonhos no horizonte! Sinto saudades até hoje! Assim deixo aqui meu registro de uma série que mesmo sendo bem bobinha, marcou, de uma maneira ou outra, uma fase da minha vida! 

Pablo Aluísio. 

Deep Space Nine

Título no Brasil: Deep Space Nine 
Título Original: Deep Space Nine 
Ano de Lançamento: 1993 a 1999
País: Estados Unidos
Estúdio: Paramount
Direção: David Livingston, Les Landau
Roteiro: Rick Berman, Rick Berman
Elenco: Avery Brooks, Rene Auberjonois, Cirroc Lofton

Sinopse:
Deep Space Nine é uma estação espacial nos confins do universo. Ela fica ao lado de um verdadeiro atalho cósmico, um ponto de ida e vinda dos mais distantes locais do cosmos. E nessa estação também vai parar os mais diversos tipos, desde heróis até criminosos procurados em inúmeros planetas. 

Comentários:
Assistia na época em que estava sendo exibida. Das séries da franquia Star Trek (Jornada nas Estrelas) daqueles tempos (anos 90) essa era a menos prestigiada. Tipo Patinho Feio mesmo. Eu nunca fui grande fã, mas assistia quando não havia nada melhor pra ver. O problema dessa série, em meu ponto de vista, é que ela não se passava em uma nave espacial, mas sim em uma estação espacial parada, ao lado de um buraco de minhoca (se minha memória não está me traindo). Assim os quesitos aventura e exploração espacial do universo profundo não eram muito bem trabalhados. Alguns episódios, por essa razão, eram bem chatos. E hoje fico admirado dessa série meio chocha ter durado tanto tempo! Pois é, a televisão dos anos 90 não era tão diversificada como nos tempos atuais. 

Pablo Aluísio.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2000

CHIPS


CHIPS
Já que estou lembrando do meu passado, aqui vai uma menção honrosa e nostálgica sobre o seriado CHIPS. Essa foi uma série de enorme sucesso no Brasil, sendo exibida também pela Rede Globo. Já era quase o finalzinho dos anos 1970, mas lá estava a aventura desses dois patrulheiros rodoviários da Califórnia! Eu curtia muito e ainda hoje me lembro nitidamente da abertura e da música tema! Era muito bom! Como era bom ser criança, ver CHIPS na TV, enquanto curtia o friozinho da cidade de Ribeirão Preto. Foi um tempo feliz na minha vida!

Pablo Aluísio. 

Flipper


Flipper
Eu era um garoto quando as aventuras do golfinho Flipper eram exibidas na televisão aberta brasileira. Naquela época só existia os canais abertos, como Globo, Bandeirantes, Record, etc. E naqueles tempos também as TVs coloridas começavam a despontar no Brasil. Então, para uma criança dos anos 1970, não havia nada mais legal do que ficar vendo aquele oceano azul na tela da nova TV Toshiba comprada. Era um deleite e um prazer! Bons tempos do golfinho Flipper! Sinto saudades!

Pablo Aluísio. 

domingo, 6 de fevereiro de 2000

Secrets Of Great British Castles


Secrets Of Great British Castles 
O titulo original já é auto explicativo. Em português significa "Os Segredos dos Grandes Castelos Britânicos". É isso aí. A série vai passeando por esses castelos milenares, a maioria deles atualmente sendo grandes centros de turismo. Assim temos uma série que une história e aquela vontade de viajar para conhecer outros países, outras culturas. Na base histórica os principais acontecimentos envolvendo cada castelo é contada, em detalhes. Tudo de muito bom gosto. Assisti a primeira e a segunda temporada dessa série na Netflix. Vale muito a pena assistir, ainda mais se você tem particular interesse por história medieval inglesa. Muito bacana! Não deixe passar em branco. Coisa fina, sem dúvida!

Pablo Aluísio. 

sábado, 5 de fevereiro de 2000

The English Game


The English Game
Essa série, que assisti pela Netflix, conta os primórdios do futebol na Inglaterra, seu berço original. Era uma fase ainda de times amadores, bancados principalmente pelos donos de fábricas. E os jogadores em sua maioria eram os próprios operários dessas indústrias. Assim foram formados os primeiros times de futebol, tudo muito amador ainda, mas já despertando a paixão dos primeiros torcedores. E nem pense em comparar com o que vemos no futebol dos nossos dias. Era tudo muito primitivo ainda, sem posições definidas pelos jogadores, que apenas corriam atrás da bola por todo o campo (que nem tinha marcações ainda!). Enfim, uma série interessante. Se não chega a empolgar, pelo menos serve para mostrar as origens do nobre esporte bretão, hoje amado no mundo inteiro. 

Pablo Aluísio. 

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2000

Inacreditável Esporte Clube


Inacreditável Esporte Clube
Foi divertido! Uma série da Netflix que mostra os mais estranhos eventos esportivos do mundo. Um dos mais esquisitos e que mais me chamou a atenção foi o rolamento de queijo! Um grupo de competidores descem ladeira abaixo em busca de um queijo que está descendo colina a toda velocidade. Quem pegar o queijo primeiro é o vencedor. Só que a ladeira é um negócio perigoso, cheio de lama, onde a maioria dos competidores levam tombos enormes e muitos vão parar no hospital! O público presente claramente ri dos inúmeros tombos dos "competidores"! Uma coisa bem idiota, para ser muito sincero, mas que o povo local encara como tradição! Esses ingleses são meio esquisitos mesmo, vamos colocar as cartas na mesa! De qualquer maneira uma coisa é certa: vale a diversão de quem assiste. 

Pablo Aluísio. 

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2000

A Vida Após a Morte



A Vida Após a Morte
Série documentário da Netflix que tenta encontrar respostas sobre uma das questões mais intrigantes da existência humana, a que se pergunta sobre a existência de vida após a morte. Para atingir esse objetivo os episódios vão sondando o que a ciência já descobriu e também mostrando o trabalho de médiuns e adeptos do espiritismo (ao estilo americano e não o que é praticado no Brasil). Embora bem desenvolvido, como era de esperar, não se chega a conclusão nenhuma. Não há a menor prova de que a consciência de um ser humano sobreviveria após sua morte. Pelo visto existe vida e existe morte, dois estados que são opostos. Lamentavelmente parece ser essa a resposta definitiva.  A série, por outro lado, é bem interessante. Vale a pena assistir. 

Pablo Aluísio.