Mostrando postagens com marcador Matilde Mastrangi. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Matilde Mastrangi. Mostrar todas as postagens

domingo, 23 de novembro de 2025

Já Não Se Faz Amor Como Antigamente

Título no Brasil: Já Não Se Faz Amor Como Antigamente
Título Original: Já Não Se Faz Amor Como Antigamente
Ano de Lançamento: 1976
País: Brasil
Estúdio: Embrafilme
Direção: Anselmo Duarte, Adriano Stuart, John Herbert
Roteiro: Adriano Stuart, John Herbert
Elenco: Joffre Soares, Sandra Bréa, Carlos Eduardo Dolabella, Rosana Tapajós, Lúcia Alves, Anselmo Duarte

Sinopse:
Composto por três episódios independentes, o filme é uma comédia que retrata, com humor e ironia, diferentes formas de relacionamento amoroso no Brasil dos anos 1970. Cada história aborda situações que revelam mudanças de comportamento, conflitos de gerações e os contrastes entre romantismo e liberdade sexual, sempre com um tom leve e crítico sobre os costumes da época.

Comentários:
Filme com uma das mais famosas gostosas das pornochanchadas brasileiras dos anos 70. Estou me referindo à Matilde Mastrangi, uma bela mulher. O filme foi lançado em 1976 e foi dirigido por Anselmo Duarte. Não deixa de ser uma grande surpresa ver o cineasta de "O Pagador de Promessas" envolvido em uma produção popularesca como essa! De qualquer forma, só ele poderia explicar porque se envolveu com algo desse nível. De qualquer forma vale o registro do cinema brasileiro sendo bem picante em plena ditadura militar! O elenco ainda trazia Lucélia Santos, John Herbert, Laura Cardoso, Vera Gimenez e até o Chacrinha! Quem poderia imaginar...

Pablo Aluísio.

domingo, 18 de fevereiro de 2024

Tudo na Cama

Título no Brasil: Tudo na Cama
Título Original: Tudo na Cama
Ano de Lançamento: 1983
País: Brasil
Estúdio: CAM Filmes
Direção: Antonio Meliande
Roteiro: Ody Fraga
Elenco: Ênio Gonçalves, Matilde Mastrangi, Monique Lafond, Walter Forster, Zilda Mayo

Sinopse:
Um notório mulherengo, conquistador barato das ruas de São Paulo, decide finalmente que chegou a hora de se casar, o que acaba gerando uma grande confusão com suas antigas amantes e namoradas de ocasião! E agora, o tal galã de periferia vai ou não subir o altar?

Comentários:
Mais uma pornochanchada, só que em seu momento de fechar as cortinas, porque esse estilo de cinema brasileiro que havia feito tanto sucesso nos anos 70 já não conseguia mais atrair público aos cinemas como no passado. O antigo chamariz de bilheteria, com as mulheres nuas, estava agora em outra, nos filmes de sexo explícito que dominavam as locadoras de vídeo e os cinemas de baixa reputação. Pois é, o pornô acabou deixando a velha pornochanchada brasileira obsoleta e fora de moda. E isso foi uma queda e tanto em termos de bilheteria para o cinema nacional. Sobrou para a pornochanchada explorar a imagem de atrizes como Matilde Mastrangi, sem dúvida uma das maiores gostosas do cinema nacional naqueles anos. Fora isso, nada de muito relevante, a não ser um certo humor vulgar e as baixarias engraçadas de sempre. 

Pablo Aluísio.

sábado, 1 de abril de 2000

As Cangaceiras Eróticas

Título no Brasil: As Cangaceiras Eróticas
Título Original: As Cangaceiras Eróticas
Ano de Lançamento: 1974
País: Brasil
Estúdio: Servicine Serviços Cinematográficos
Direção: Roberto Mauro
Roteiro: Marcos Rey
Elenco: Jofre Soares, Enoque Batista, Sérgio Hingst, Marcos Miranda, Laura Jane, Sônia Garcia, Helena Ramos, Urbana da Costa, Matilde Mastrangi

Sinopse:
Após um ataque da volante que mata o capitão de um bando de cangaceiros, Toneco consegue fugir levando as duas filhas do chefe até um orfanato. Passam-se anos e o traidor Cornélio Sabiá domina o sertão com crimes cruéis. Quando descobre que as filhas estão vivas, ataca o orfanato e mata o padre e uma freira. As jovens sobrevivem e, após intenso treinamento, unem-se a outras mulheres para perseguir vingança no sertão — utilizando tanto armas quanto sua sexualidade ao longo da jornada.

Comentários:
O filme é um exemplo clássico da pornochanchada brasileira, um subgênero de cinema popular que mistura comédia, ação e erotismo, muito presente no Brasil dos anos 1970. A produção inverte as normas tradicionais de gênero ao colocar mulheres como protagonistas vingativas e ativas, em contraste com o papel passivo feminino comum da época. As Cangaceiras Eróticas teve continuidade com uma sequência intitulada A Ilha das Cangaceiras Virgens em 1976. O longa dura cerca de 96 minutos e tem classificação para maiores de 18 anos pela presença de conteúdo erótico e nudez. Apesar do tom erótico e humorístico, o filme também incorpora elementos de vingança e ação no contexto do sertão brasileiro, aproximando-se de narrativas do cangaço popular.

P.A.