quinta-feira, 2 de março de 2000

Curiosidades Cinematográficas - Parte 2

Na Terra de Santos e Pecadores
O longa marca mais uma colaboração de Liam Neeson com o diretor Robert Lorenz, após The Marksman. As filmagens ocorreram em locações reais na Irlanda, reforçando a atmosfera melancólica e rural da história. O filme mistura drama criminal, suspense e temática de redenção, comuns na fase recente da carreira de Neeson. Jack Gleeson, conhecido por Game of Thrones, retorna ao cinema em papel de destaque. A narrativa se passa durante o período dos Troubles, conflito político-religioso na Irlanda do Norte. Recebeu elogios pela fotografia sombria e pela atuação contida de Neeson como um homem marcado pelo passado.

Dinheiro Suspeito
O filme é um thriller policial de ação inspirado em uma história real envolvendo uma enorme apreensão de dinheiro encontrada por agentes do Miami-Dade Police Department. Matt Damon e Ben Affleck, além de estrelarem, também são produtores do projeto por meio da Artists Equity. Foi lançado em 16 de janeiro de 2026 exclusivamente na Netflix, onde rapidamente alcançou grande audiência global. A narrativa lida com temas de lealdade, ganância, moralidade e confiança entre colegas de trabalho sob intensa pressão. O filme combina elementos de drama policial e ação tensa, com foco nas relações humanas sob condições extremas. A química de longa data entre Damon e Affleck, parceiros desde a juventude e coautores de Gênio Indomável, é um dos destaques citados por críticos e público.

Curiosidades Cinematográficas - Parte I

A Morte de um Unicórnio
O filme mistura terror, fantasia sombria e comédia satírica, marca frequente das produções da A24. Alex Scharfman faz sua estreia na direção de longas-metragens com este projeto. Jenna Ortega reforça sua presença no cinema de terror contemporâneo após sucessos recentes no gênero. A trama usa o elemento fantástico do unicórnio como metáfora para exploração capitalista e moralidade científica. Estreou no circuito de festivais antes do lançamento comercial, gerando curiosidade pelo tom inusitado. É frequentemente descrito como um filme que combina humor ácido com violência gráfica inesperada.

O Necrotério
O filme foi dirigido por Tobe Hooper, criador do clássico O Massacre da Serra Elétrica. Mistura elementos de terror sobrenatural com horror psicológico e atmosfera gótica. Bill Moseley, colaborador frequente de Hooper e Rob Zombie, aparece em papel coadjuvante. A produção teve orçamento modesto e foi lançada diretamente para vídeo e TV a cabo em alguns mercados. O clima sombrio e o uso do necrotério como espaço central remetem ao terror clássico dos anos 1970. Apesar da recepção crítica negativa, o filme ganhou status cult entre fãs do terror por ser um trabalho tardio de Hooper.

quarta-feira, 1 de março de 2000

Christopher Lee - Teatro do Medo

Christopher Lee - Teatro do Medo
Christopher Lee interpreta um papel central fora do arquétipo de Drácula, apostando em um personagem ambíguo e ameaçador.

O filme mistura terror gótico com elementos de mistério policial, algo incomum para a época.

Dirigido por Samuel Gallu, que também coescreveu o roteiro, o longa tem forte influência do teatro clássico.

Julian Glover, que mais tarde apareceria em Indiana Jones e a Última Cruzada e 007 – Somente Para Seus Olhos, aparece em início de carreira.

Apesar de pouco conhecido do grande público, o filme se tornou cult entre fãs de terror britânico dos anos 60.

A atmosfera claustrofóbica e o uso do palco como espaço de horror são pontos frequentemente elogiados.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2000

ThunderCats

Título no Brasil: ThunderCats
Título Original: ThunderCats
Ano de Lançamento: 1985
País: Estados Unidos
Estúdio: Rankin/Bass Animated Entertainment
Direção: Katsuhito Akiyama
Roteiro: Leonard Starr e outros
Elenco: Larry Kenney, Earle Hyman, Peter Newman, Lynne Lipton, Earl Hammond, Doug Preis e outros

Sinopse: 
O planeta Thundera está à beira da destruição e um grupo de seus habitantes consegue escapar em uma nave espacial em busca de um novo lar. Durante a viagem, eles são atacados pelos Mutantes, inimigos que destroem grande parte da frota e deixam os sobreviventes em uma situação desesperadora. A nave consegue chegar ao planeta Terceiro Mundo, onde os ThunderCats estabelecem sua nova morada. Sob a liderança de Lion-O, os guerreiros precisam aprender a viver em seu novo mundo e proteger o poderoso Olho de Thundera. Ao lado de Cheetara, Panthro, Tygra, WilyKat e WilyKit, Lion-O enfrenta ameaças constantes. Entre os principais inimigos está Mumm-Ra, uma antiga e poderosa entidade que deseja conquistar o planeta. A série acompanha as aventuras dos ThunderCats em sua luta para defender seu lar e preservar seus poderes e valores.

Comentários: 
ThunderCats estreou em 1985 e rapidamente se transformou em uma das animações mais populares daquela década. Criada por Tobin “Ted” Wolf e produzida pela Rankin/Bass, a série apresentava uma combinação de ficção científica, fantasia, aventura e ação que a diferenciava de muitas outras animações do período. Lion-O tornou-se o principal personagem da história, sendo apresentado como um jovem líder que precisava amadurecer para assumir plenamente suas responsabilidades. A espada Justiceira, especialmente quando utilizada para invocar o poder do Olho de Thundera, tornou-se um dos elementos mais conhecidos da produção. Os demais personagens também tinham características próprias e desempenhavam funções importantes dentro do grupo. A animação foi desenvolvida nos Estados Unidos, mas contou com trabalho de estúdios japoneses, o que ajudou a produzir um visual bastante particular para a época. A primeira temporada teve 65 episódios, enquanto as temporadas posteriores seguiram um formato diferente, completando 130 episódios ao todo. 

Um dos maiores méritos de ThunderCats foi conseguir criar um universo próprio, com heróis, vilões, criaturas fantásticas, tecnologia e elementos de ficção científica. A luta entre Lion-O e Mumm-Ra tornou-se o eixo central de muitas das aventuras, enquanto os Mutantes também apareciam como adversários frequentes. No Brasil, a série chegou à televisão em 1986 e conquistou uma grande quantidade de fãs, tornando-se especialmente lembrada por quem acompanhou os desenhos exibidos durante aquela época. A animação também se destacou pelo trabalho de dublagem, pela trilha sonora e pelo famoso grito de guerra dos personagens. Mesmo décadas depois de sua estreia, os ThunderCats continuam sendo considerados um dos grandes clássicos das animações dos anos 1980. A série ganhou novas versões posteriormente, mas a produção original permanece a mais lembrada pelo público. Seu impacto também pode ser percebido na enorme quantidade de brinquedos, quadrinhos e produtos relacionados aos personagens que surgiram ao longo dos anos.

Erick Steve. 

CHiPs

Título no Brasil:  CHiPs - Patrulha Motorizada
Título Original: CHiPs
Ano de Lançamento: 1977 – 1983
País: Estados Unidos
Estúdio: NBC Productions / MGM Television
Criador: Rick Rosner
Direção: Vários (incluindo John Florea, Phil Bondelli, entre outros)
Roteiro: Rick Rosner e equipe
Elenco: Erik Estrada, Larry Wilcox, Robert Pine, Paul Linke, Michael Dorn, Bruce Penhall

Sinopse:
A série acompanha o dia a dia de dois policiais da Patrulha Rodoviária da Califórnia, Jon Baker e Frank Poncherello, que patrulham as estradas de Los Angeles enfrentando crimes, acidentes e diversas situações de risco, sempre com coragem, parceria e senso de justiça. CHiPs é um retrato clássico das séries policiais dos anos 70, combinando ação, carisma e uma abordagem leve que a tornou extremamente popular. Seu sucesso duradouro deve-se principalmente à química entre os protagonistas e à forma envolvente como retrata o trabalho policial.

Comentários: 
A série CHiPs foi um dos grandes sucessos da televisão norte-americana no final da década de 1970, estreando em 1977 e rapidamente conquistando uma audiência fiel. Criada por Rick Rosner, a produção acompanhava o cotidiano de dois policiais motociclistas da Patrulha Rodoviária da Califórnia, oferecendo ao público uma combinação envolvente de ação, drama e momentos leves de humor. Ambientada nas movimentadas rodovias de Los Angeles, a série explorava não apenas perseguições e acidentes, mas também situações humanas, mostrando o lado pessoal dos agentes. O carisma dos protagonistas foi um dos fatores essenciais para o sucesso do programa, especialmente pela química entre os personagens principais. Além disso, a série refletia um período específico da televisão, em que produções policiais buscavam equilibrar entretenimento com mensagens positivas sobre responsabilidade e cidadania. A trilha sonora vibrante, os cenários ensolarados e o uso constante de motocicletas davam um ritmo dinâmico e marcante à narrativa. Outro ponto importante era a forma como a série apresentava o trabalho policial de maneira acessível ao público, sem exagerar na violência. Isso ajudou a torná-la adequada para toda a família, algo muito valorizado na época. Com episódios autônomos, o espectador podia acompanhar a série sem necessariamente seguir uma ordem rígida, o que facilitava sua popularidade na televisão aberta. Dessa forma, CHiPs consolidou-se como um ícone cultural dos anos 70 e início dos anos 80.

O foco principal da série estava na dupla formada por Jon Baker e Frank “Ponch” Poncherello, personagens que representavam personalidades distintas, mas complementares. Enquanto Jon era mais sério, disciplinado e responsável, Ponch trazia um lado mais descontraído, impulsivo e carismático, criando um equilíbrio que agradava o público. Ao longo das temporadas, a série abordou diversos temas sociais, como segurança no trânsito, uso de drogas, alcoolismo e até questões familiares, sempre com uma abordagem educativa, porém leve. As cenas de ação eram um dos pontos altos, especialmente as perseguições de moto, que se tornaram uma marca registrada do programa. Além disso, a série contava com um elenco de apoio sólido, incluindo superiores e colegas de trabalho que enriqueciam as histórias. A produção também se destacava pelo uso de locações reais, o que conferia autenticidade às cenas e aproximava o espectador do cotidiano retratado. Com o passar dos anos, algumas mudanças no elenco ocorreram, mas a essência da série permaneceu intacta. Mesmo após seu encerramento em 1983, CHiPs continuou sendo reprisada em diversos países, mantendo sua relevância e conquistando novas gerações. Seu impacto foi tão duradouro que inspirou outras produções policiais e até uma adaptação cinematográfica décadas depois. Assim, a série permanece como um exemplo clássico de entretenimento televisivo eficiente e cativante.

Erick Steve. 

terça-feira, 8 de fevereiro de 2000

Greek

Greek
Eu havia me formado há pouco tempo e ainda estava com aquela cultura universitária quando Greek chegou ao mercado de séries. Ela foi exibida originalmente no canal abc family nos Estados Unidos. Esse canal a cabo (que não sei se ainda existe) passava programas bem na linha family friendly. Só que acabei assistindo a série no modo virtual mesmo. Essa foi uma das séries que vi do primeiro ao último episódio. Fiquei pasmo dia desses ao perceber que ela havia chegado ao final em 2011! (sendo que seu primeiro episódio foi exibido em 2007). Meu Deus, como o tempo voa, é inacreditável! De repente passa uma década e você nem percebe que o tempo voou desse jeito!

Enfim, a série mostrava uma série de personagens que estavam entrando na universidade. E sua vida no campus era o mote principal dos episódios. Era a vida de jovens universitários! Esse elenco era bem interessante e muitos desses atores pensei que iriam estourar mais cedo ou mais tarde, só que nunca mais vi essa galera em lugar nenhum! Uma pena! 

No geral os personagens eram arquétipos mesmo. Havia os nerds, os bonitões do time de futebol, as gatinhas loiras, o cara largado, meio bagunceiro, de fraternidade. Esse era o esquema mesmo dos roteiros. E funcionava. Era soft, nada na linha pesada, mas eu cheguei a curtir na época, caso contrário não teria assistido a todos os episódios, claro! 

É isso, em um tempo em que eu já estava com saudades da minha vida na universidade eu pude sentir, mesmo que por pouco tempo, mais um pouco daquele gostinho daqueles bons tempos. Tantos sonhos no horizonte! Sinto saudades até hoje! Assim deixo aqui meu registro de uma série que mesmo sendo bem bobinha, marcou, de uma maneira ou outra, uma fase da minha vida! 

Pablo Aluísio. 

Deep Space Nine

Título no Brasil: Deep Space Nine 
Título Original: Deep Space Nine 
Ano de Lançamento: 1993 a 1999
País: Estados Unidos
Estúdio: Paramount
Direção: David Livingston, Les Landau
Roteiro: Rick Berman, Rick Berman
Elenco: Avery Brooks, Rene Auberjonois, Cirroc Lofton

Sinopse:
Deep Space Nine é uma estação espacial nos confins do universo. Ela fica ao lado de um verdadeiro atalho cósmico, um ponto de ida e vinda dos mais distantes locais do cosmos. E nessa estação também vai parar os mais diversos tipos, desde heróis até criminosos procurados em inúmeros planetas. 

Comentários:
Assistia na época em que estava sendo exibida. Das séries da franquia Star Trek (Jornada nas Estrelas) daqueles tempos (anos 90) essa era a menos prestigiada. Tipo Patinho Feio mesmo. Eu nunca fui grande fã, mas assistia quando não havia nada melhor pra ver. O problema dessa série, em meu ponto de vista, é que ela não se passava em uma nave espacial, mas sim em uma estação espacial parada, ao lado de um buraco de minhoca (se minha memória não está me traindo). Assim os quesitos aventura e exploração espacial do universo profundo não eram muito bem trabalhados. Alguns episódios, por essa razão, eram bem chatos. E hoje fico admirado dessa série meio chocha ter durado tanto tempo! Pois é, a televisão dos anos 90 não era tão diversificada como nos tempos atuais. 

Pablo Aluísio.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2000

CHIPS


CHIPS
Já que estou lembrando do meu passado, aqui vai uma menção honrosa e nostálgica sobre o seriado CHIPS. Essa foi uma série de enorme sucesso no Brasil, sendo exibida também pela Rede Globo. Já era quase o finalzinho dos anos 1970, mas lá estava a aventura desses dois patrulheiros rodoviários da Califórnia! Eu curtia muito e ainda hoje me lembro nitidamente da abertura e da música tema! Era muito bom! Como era bom ser criança, ver CHIPS na TV, enquanto curtia o friozinho da cidade de Ribeirão Preto. Foi um tempo feliz na minha vida!

Pablo Aluísio. 

Flipper


Flipper
Eu era um garoto quando as aventuras do golfinho Flipper eram exibidas na televisão aberta brasileira. Naquela época só existia os canais abertos, como Globo, Bandeirantes, Record, etc. E naqueles tempos também as TVs coloridas começavam a despontar no Brasil. Então, para uma criança dos anos 1970, não havia nada mais legal do que ficar vendo aquele oceano azul na tela da nova TV Toshiba comprada. Era um deleite e um prazer! Bons tempos do golfinho Flipper! Sinto saudades!

Pablo Aluísio. 

domingo, 6 de fevereiro de 2000

Secrets Of Great British Castles


Secrets Of Great British Castles 
O titulo original já é auto explicativo. Em português significa "Os Segredos dos Grandes Castelos Britânicos". É isso aí. A série vai passeando por esses castelos milenares, a maioria deles atualmente sendo grandes centros de turismo. Assim temos uma série que une história e aquela vontade de viajar para conhecer outros países, outras culturas. Na base histórica os principais acontecimentos envolvendo cada castelo é contada, em detalhes. Tudo de muito bom gosto. Assisti a primeira e a segunda temporada dessa série na Netflix. Vale muito a pena assistir, ainda mais se você tem particular interesse por história medieval inglesa. Muito bacana! Não deixe passar em branco. Coisa fina, sem dúvida!

Pablo Aluísio.