Título no Brasil: RoboCop 3
Título Original: RoboCop 3
Ano de Produção: 1993
País: Estados Unidos
Estúdio: Orion Pictures Corporation
Direção: Fred Dekker
Roteiro: Frank Miller, Fred Dekker, Edward Neumeier
Elenco: Nancy Allen, Robert John Burke, Mario Machado
Sinopse:
A OCP é comprada por um grupo corporativo japonês que resolve finalmente colocar em prática a construção de Delta City. Para isso tem que expulsar os moradores da antiga Detroit o que acaba criando um grupo de ativistas de resistência. Seguindo as diretrizes de sua programação de proteger os inocentes, RoboCop entra na luta a favor da população. Para combater sua força a OCP então resolve enviar um novo ciborgue ninja cuja missão será destruir RoboCop definitivamente.
Comentários:
Assim que o nome de Frank Miller foi anunciado para RoboCop 3 muita gente pensou que viria um grande filme pela frente. Infelizmente quem apostou nisso acabou se decepcionando. Frank Miller escreveu a estória de RoboCop 3 e também participou ativamente do roteiro mas nada disso salvou o filme de ser um fracasso. Os problemas são muitos. O enredo é pouco original, apenas uma salada dos dois filmes anteriores e os clichês estão em todos os lugares. Um novo ator entrou na franquia para interpretar Alex Murphy - RoboCop mas sem surpreender ninguém. Curiosamente também a atriz Nancy Allen deu adeus aos filmes já que sua personagem morre na estória, de forma gratuita e sem graça. E para piorar um filme bem equivocado ainda temos que ver uma das maiores bobagens da cultura pop pois Frank Miller caiu na besteira de colocar RoboCop voando pelos ares como se fosse um novo Superman! Achou péssimo isso? Imagine ver a cena em si com efeitos especiais nada convincentes, mesmo para a época. Enfim, RoboCop 3 foi de fato uma grande decepção para os fãs dos filmes do tira robô.
Pablo Aluísio.
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quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
quinta-feira, 6 de abril de 2000
RoboCop 3
RoboCop 3 (RoboCop 3) foi lançado em 5 de novembro de 1993, dirigido por Fred Dekker e estrelado por Robert John Burke, Nancy Allen, Rip Torn, John Castle e Jill Hennessy. Terceiro capítulo da franquia iniciada em 1987, o filme retorna à Detroit futurista dominada por criminalidade, colapso social e controle corporativo exercido pela poderosa OCP. A narrativa acompanha a continuidade da missão do policial ciborgue responsável por proteger civis em meio a políticas violentas de remoção urbana e militarização das forças de segurança. O ponto de partida dramático surge quando moradores de uma comunidade ameaçada de despejo entram em conflito direto com interesses corporativos, colocando o protagonista diante de escolhas morais que desafiam sua programação. A partir dessa premissa, o longa amplia o escopo político e tecnológico da série, desenvolvendo uma história de resistência, identidade e justiça sem antecipar seus acontecimentos finais.
No momento de seu lançamento, RoboCop 3 recebeu uma reação crítica predominantemente negativa na imprensa americana. O The New York Times observou que o filme suavizava a violência e a sátira que marcaram os capítulos anteriores, resultando em uma abordagem considerada menos impactante. O jornal também apontou que a substituição do ator principal enfraquecia a continuidade emocional da franquia. Já o Los Angeles Times criticou o tom mais voltado ao público juvenil, afirmando que a produção parecia “diluída” em comparação com a intensidade dos filmes anteriores.
A revista Variety descreveu o longa como uma sequência com ambição temática, mas execução irregular, destacando efeitos especiais inconsistentes e narrativa menos coesa. O The New Yorker comentou que a crítica social permanecia presente, porém sem a ironia mordaz característica do primeiro filme. Parte da crítica reconheceu elementos interessantes, como a ênfase em resistência civil e tecnologia avançada, mas o consenso geral foi negativo, considerando o filme um encerramento fraco para a trilogia original.
No aspecto comercial, RoboCop 3 teve desempenho decepcionante nas bilheterias. Produzido com orçamento estimado em cerca de US$ 22 milhões, o filme arrecadou aproximadamente US$ 10 milhões nos Estados Unidos, com retorno internacional apenas moderado. O resultado representou queda significativa em relação aos capítulos anteriores e contribuiu para o encerramento temporário da série no cinema. Ainda assim, o longa encontrou alguma audiência posterior no mercado de vídeo doméstico e em exibições televisivas, mantendo a presença da marca junto a fãs da ficção científica.
Com o passar do tempo, RoboCop 3 passou a ser visto como um capítulo menor, porém curioso, dentro da franquia. Críticos contemporâneos tendem a valorizar alguns de seus elementos conceituais, como a resistência popular e a tecnologia do jetpack, embora continuem apontando limitações de tom e orçamento. O filme permanece lembrado principalmente como exemplo das dificuldades de manter coerência artística em séries de longa duração. Mesmo assim, conserva interesse histórico dentro do universo RoboCop e da ficção científica dos anos 1990.
RoboCop 3 (RoboCop 3, Estados Unidos, 1993) Direção: Fred Dekker / Roteiro: Fred Dekker e Frank Miller (baseado nos personagens criados por Edward Neumeier e Michael Miner) / Elenco: Robert John Burke, Nancy Allen, Rip Torn, John Castle, Jill Hennessy, CCH Pounder / Sinopse: Em uma Detroit controlada por interesses corporativos, um policial ciborgue alia-se a civis resistentes para enfrentar políticas violentas de remoção urbana e novas ameaças tecnológicas.
Erick Steve.
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