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quarta-feira, 22 de julho de 2026

Yelowstone - Quinta Temporada

Yelowstone - Quinta Temporada
A quinta temporada de Yellowstone, cuja segunda parte marcou o encerramento da série, estreou em 10 de novembro de 2024 no Paramount Network, concluindo a saga criada por Taylor Sheridan e John Linson. A temporada final contou com seis episódios, encerrando uma das séries de maior sucesso da televisão americana contemporânea. O elenco principal reuniu Kevin Costner (em participação apenas por meio de material relacionado ao início da temporada e aos desdobramentos de sua ausência), Kelly Reilly, Cole Hauser, Luke Grimes, Wes Bentley, Kelsey Asbille e Gil Birmingham. A história começa após a morte de John Dutton, evento que altera completamente o equilíbrio político e familiar do Rancho Yellowstone. Beth Dutton decide vingar o pai, enquanto Rip Wheeler permanece ao seu lado tentando preservar a família. Kayce Dutton procura uma solução definitiva para proteger o lendário rancho, ao mesmo tempo em que Jamie Dutton se vê cada vez mais isolado diante das consequências de suas escolhas. A temporada concentra-se na conclusão dos principais conflitos da série, abordando temas como legado, vingança, família, tradição e o futuro das terras dos Dutton.

A recepção crítica da temporada final foi positiva, embora menos entusiasmada do que a das primeiras temporadas. O consenso entre os críticos reconheceu que Yellowstone continuou oferecendo atuações fortes, excelente fotografia e o estilo característico de Taylor Sheridan, mas apontou que a saída de Kevin Costner afetou significativamente o desenvolvimento da narrativa. O Entertainment Weekly avaliou a temporada com nota B+, observando que a série permaneceu fiel à sua visão de uma América idealizada, ainda que algumas soluções dramáticas tenham sido previsíveis. O Rotten Tomatoes registrou aprovação de 79% entre os críticos para a quinta temporada, destacando que a série manteve sua força dramática mesmo enfrentando mudanças importantes em seu elenco principal.

As análises do episódio final também foram variadas. O TV Guide considerou o encerramento "emocionante, mas levemente anticlimático", afirmando que o desfecho resolveu praticamente todas as principais tramas sem grandes surpresas. Muitos críticos elogiaram especialmente as interpretações de Kelly Reilly e Cole Hauser, que passaram a ocupar o centro da narrativa após a saída de Kevin Costner. Também receberam elogios a fotografia das paisagens de Montana, a trilha sonora e a maneira como Taylor Sheridan concluiu a trajetória do Rancho Yellowstone. Entretanto, alguns analistas criticaram o ritmo irregular da segunda metade da temporada e afirmaram que determinadas histórias poderiam ter recebido um desenvolvimento mais aprofundado. Apesar dessas ressalvas, a maioria reconheceu que a série encerrou sua principal narrativa de forma coerente com os temas que a acompanharam desde 2018.

Do ponto de vista comercial, a temporada final foi um fenômeno de audiência. A segunda metade da quinta temporada tornou-se a mais assistida de toda a história da série, e o episódio final estabeleceu um novo recorde de audiência. Segundo dados divulgados pela Paramount, o último episódio alcançou 13,1 milhões de espectadores nos Estados Unidos (em diferentes medições e plataformas de exibição), consolidando-se como o maior sucesso de audiência de Yellowstone. Mesmo após a saída de Kevin Costner, o interesse do público permaneceu extremamente elevado, demonstrando a força da franquia criada por Taylor Sheridan. O enorme sucesso da temporada também impulsionou diretamente os derivados Marshals: Uma História de Yellowstone e Dutton Ranch, que deram continuidade ao universo da série.

Hoje, a última temporada de Yellowstone é vista como o encerramento de uma das séries mais influentes da televisão americana do século XXI. Embora muitos fãs considerem que a ausência de Kevin Costner tenha alterado significativamente os rumos da narrativa, o trabalho de Kelly Reilly, Cole Hauser e Luke Grimes recebeu elogios quase unânimes. A série consolidou o renascimento do faroeste moderno na televisão e transformou Taylor Sheridan em um dos produtores mais importantes de Hollywood. Além disso, abriu caminho para um vasto universo de séries derivadas, como 1883, 1923, The Madison, Marshals: Uma História de Yellowstone e Dutton Ranch. Mesmo com algumas críticas ao desfecho, Yellowstone permanece como um marco da televisão contemporânea e uma das produções de maior impacto cultural da década de 2020.

Yellowstone - 5ª Temporada (Parte 2, Estados Unidos, 2024) Criação: Taylor Sheridan e John Linson / Roteiro: Taylor Sheridan e equipe /Elenco: Kevin Costner, Kelly Reilly, Cole Hauser, Luke Grimes, Wes Bentley, Kelsey Asbille e Gil Birmingham / Sinopse: Após a morte de John Dutton, os membros da família enfrentam seu maior desafio, lutando para preservar o Rancho Yellowstone enquanto antigos conflitos chegam ao fim e o destino da lendária propriedade é finalmente decidido.

Pablo Aluísio e Erick Steve. 

terça-feira, 21 de julho de 2026

Rancho Dutton

Rancho Dutton
A série Dutton Ranch estreou em 15 de maio de 2026 no Paramount+ e também foi exibida pelo Paramount Network. Criada por Chad Feehan, com produção executiva de Taylor Sheridan, a série é uma continuação direta de Yellowstone, concentrando-se em Beth Dutton e Rip Wheeler após os acontecimentos do episódio final da série original. O elenco principal reúne Kelly Reilly, Cole Hauser, Finn Little, Ed Harris, Annette Bening e Juan Pablo Raba. A trama acompanha Beth, Rip e o jovem Carter enquanto tentam reconstruir suas vidas em um rancho de aproximadamente 7.000 acres no sul do Texas. Porém, a esperança de uma vida tranquila rapidamente desaparece quando eles entram em conflito com um poderoso rancho rival, liderado por uma influente família local. Além dos desafios típicos da vida rural, Beth e Rip precisam enfrentar disputas por terras, interesses econômicos, violência e rivalidades que colocam em risco tudo aquilo que construíram. A série preserva o estilo de faroeste moderno característico de Taylor Sheridan, combinando drama familiar, ação e conflitos ligados ao universo dos grandes ranchos americanos.

Desde sua estreia, Dutton Ranch recebeu uma recepção crítica majoritariamente positiva. Muitos críticos elogiaram a decisão de centrar a narrativa em Beth Dutton e Rip Wheeler, personagens considerados os mais populares de Yellowstone. A interpretação de Kelly Reilly voltou a ser amplamente elogiada, assim como a presença marcante de Cole Hauser. Diversas publicações destacaram que a série mantém o tom intenso, os diálogos afiados e os conflitos morais característicos do universo criado por Taylor Sheridan. Alguns críticos observaram que a história apresenta uma estrutura mais intimista do que Yellowstone, concentrando-se na reconstrução da família e nos desafios de um novo começo, mas sem abandonar a violência e a tensão dramática que consagraram a franquia. A fotografia das paisagens texanas e a qualidade da produção também receberam elogios consistentes.

Embora ainda esteja em sua primeira temporada, Dutton Ranch rapidamente passou a figurar entre as séries mais comentadas de 2026. O trabalho de Kelly Reilly foi apontado por diversos analistas como um dos mais fortes de sua carreira, enquanto Annette Bening recebeu elogios por interpretar a poderosa fazendeira Beulah Jackson, principal antagonista da temporada. Houve, entretanto, algumas críticas pontuais ao desenvolvimento de determinados personagens secundários — inclusive o ator Ed Harris declarou publicamente que esperava um papel mais relevante para seu personagem, Everett McKinney. Apesar dessas observações, o consenso permaneceu favorável, destacando a qualidade das atuações, do roteiro e da direção.

Do ponto de vista comercial, Dutton Ranch tornou-se um sucesso extraordinário. A série registrou 12,9 milhões de espectadores em sua primeira semana, estabelecendo o recorde de maior estreia de uma produção original da história do Paramount+. Também alcançou o primeiro lugar entre as séries de streaming medidas pela Nielsen durante sua semana de lançamento e liderou a audiência entre as novas séries da TV a cabo. A primeira temporada, composta por nove episódios, manteve excelente desempenho ao longo de sua exibição e consolidou-se como um dos maiores sucessos televisivos de 2026. Diante desses resultados, o Paramount+ confirmou rapidamente uma segunda temporada.

Por ser uma produção muito recente, Dutton Ranch ainda está construindo seu caminho. Entretanto, os primeiros resultados indicam que a série possui potencial para tornar-se um dos derivados mais importantes do universo Yellowstone. O desenvolvimento da relação entre Beth, Rip e Carter, aliado à introdução de novos personagens e conflitos no Texas, oferece amplas possibilidades para as próximas temporadas. A renovação antecipada para uma segunda temporada demonstra a confiança do Paramount+ na franquia, e já existem expectativas de novos cruzamentos com outras séries ambientadas no mesmo universo, como Marshals: Uma História de Yellowstone. Se mantiver o alto nível de audiência e a boa recepção do público, Dutton Ranch poderá consolidar-se como um dos principais faroestes televisivos da década.

Rancho Dutton (Dutton Ranch, Estados Unidos, 2026) Criação: Chad Feehan / Roteiro: Chad Feehan e equipe, baseado nos personagens e no universo criados por Taylor Sheridan / Elenco: Kelly Reilly, Cole Hauser, Finn Little, Annette Bening, Ed Harris e Juan Pablo Raba / Sinopse: Após deixarem Montana, Beth Dutton e Rip Wheeler tentam construir uma nova vida em um grande rancho no Texas, mas rapidamente se veem envolvidos em disputas territoriais, rivalidades familiares e conflitos que ameaçam destruir seu novo começo.

Erick Steve. 

quinta-feira, 19 de junho de 2025

A Lista

A Lista 
Um executivo vai vendo sua vida entrar pelo buraco. Primeiro ele é deixado de lado na promoção da empresa para um sujeito mais novo e ambicioso, na verdade um verdadeiro escroto! Depois ele descobre que sua esposa o está traindo com seu melhor amigo! Complicado demais, não é verdade? Ele então decide afogar as mágoas no bar mais próximo. Lá encontra um sujeito com um aspecto nada amigável. Ainda assim insiste em puxar conversa com o desconhecido. Não custa nada jogar conversa fora numa noite solitária... Ele não sabe, mas aquele sujeito ali no bar ao seu lado é um assassino profissional altamente treinado. Meio de saco cheio daquela conversa toda de tristezas, o assassino então diz para ele que escreva em um pequeno papel uma lista com as cinco pessoas que ele gostaria de ver mortas. O executivo ri, acha engraçado e começa a escrever o nome daqueles que ele gostaria de ver numa cova rasa! O que ele não sabe é que o assassino vai levar à sério aquela lista. Naquele mesmo dia ele vai começar a matar um a um, terminando com a esposa traidora. O que começa com uma piada de humor negro logo vira um pesadelo...

Gostei do filme. Não, não é nada demais, não é uma obra-prima da sétima arte e nem tem um elenco de astros ou estrelas. Porém, inegavelmente, a história simplista funciona... Chegou até mesmo a me lembrar de Tom Cruise naquele filme em que ele também interpretava um assassino profissional, o hoje até elogiado "Colateral". Dito isso quero frisar mais uma vez que o filme, apesar de ser bem modesto, funciona até bem. Eu gostei do jogo, da lista, das mortes... Algumas coisas não se brincam, entre elas a morte. Fica a dica! 

A Lista (The Hit List, Estados Unidos, 2011) Direção: William Kaufman / Roteiro: Chad Law, Evan Law / Elenco: Cuba Gooding Jr, Cole Hauser, Jonathan LaPaglia / Sinopse: Executivo em um momento ruim da vida casualmente conhece um assassino em série em um bar. E acaba cometendo o maior erro de sua vida ao dar, por pura ironia, uma lista das pessoas que ele gostaria de ver mortas! 

Pablo Aluísio. 

sexta-feira, 19 de julho de 2024

Muti: Crime e Poder

Título no Brasil: Muti: Crime e Poder
Título Original: The Ritual Killer
Ano de Lançamento: 2023
País: Estados Unidos
Estúdio: Black Diamond Films
Direção: George Gallo
Roteiro: Joe Lemmon, Francesco Cinquemani
Elenco: Morgan Freeman, Cole Hauser, Vernon Davis

Sinopse:
Um policial do departamento de homicídios de Los Angeles vai em busca de respostas com um professor universitário especialista em rituais de cultos de religiões africanas antigas. Várias pessoas surgem mortas em cenas de crimes onde esses cultos são ritualizados. Apenas entendendo essas religiões é que se poderá chegar na identidade do verdadeiro assassino. 

Comentários:
Esse é um filme meramente regular que nos deixa com saudades dos bons filmes do passado da carreira do ator Morgan Freeman. Daqueles tempos em que sua carreira era muito relevante para a indústria do cinema. É claramente uma produção B, mas que felizmente mantém a dignidade. Digo isso porque apesar do pouco orçamento, do fato de ser um filme sem muitos recursos, eles até que conseguem passar o recado, contar a história direitinha. Assim diante da modesta produção podemos qualificar como um filme que conta a sua história de forma honesta, em um roteiro até que bem redondinho. Além disso, esse enredo tem até mesmo uma certa dose de coragem. Colocar um vilão como um praticante de um culto de religão africana é sem dúvida uma ousadia. Escaparam do cancelmento por um triz! 

Pablo Aluísio.

quinta-feira, 15 de junho de 2023

Panamá

Panamá
Depois de assistir a esse filme cheguei na conclusão que a carreira do Mel Gibson realmente chegou ao seu fim. Que filme ruim! É complicado até mesmo achar algum elemento para elogiar. Tudo soa mal feito, quase amador e o pior é ver o ex-astro Mel Gibson envolvido em uma produção tão fraca como essa. No enredo mal explorado e mal desenvolvido vemos um ex-agente da CIA que aceita um serviço no Panamá durante os anos 80. Havia um ditador que os Estados Unidos queriam derrubar. Se trata do fortalecimento dos rebeldes naquela nação, conhecidos guerrilheiros da selva. Então a missão desse americano passa a ser ajudar esse grupo revolucionário, começando pela compra de um helicóptero de guerra russo que deve ser comprado e enviado para o esforço de guerra deles. 

O filme é todo ruim. Mel Gibson tem apenas 4 ou 5 cenas, todas péssimas. Pelo visto é outro ex-grande astro de Hollywood que coloca seu nome para aluguel. Já vimos isso acontecer muito com Bruce Willis. Ele faz poucas cenas, aceita um bom cachê e não se envove muito com o filme. É apenas a compra do direito de colocar seu nome famoso e sua imagem no cartaz do filme. Não deixa de ser uma forma de enganar o público consumidor. No fundo tudo não passa de uma grande picaretagem de marketing barato. Enfim, fuja desse filme. Não tem nada de bom por aqui. 

Panamá (Panama, Estados Unidos, 2022) Direção: Mark Neveldine / Roteiro: William Barber, Daniel Adams / Elenco: Cole Hauser, Mel Gibson, Mauricio Hénao / Sinopse: Ex-agente do serviço de inteligência dos Estados Unidos vai até o Panamá, durante os anos 80, para ajudar um grupo rebelde revolucionário que tenciona derrubar um ditador sanguinário, corrupto e assassino. 

Pablo Aluísio.