sexta-feira, 3 de setembro de 2004

Poemas Brancos - Parte V


Simplesmente Val...
Val de mil novecentos e noventa e seis...
Onde andarás, onde rebolarás?
Vives ainda ou já morreste?
Vermes lhe comeram ou vermes ainda te comem?
Era Eva ou eras Adão?

O Olhar e as pernas eram do panteão das deusas...
O sorriso era sincero, plebe por natureza
A pele de marfim, o cabelo de Ogum...
Caminhos machucados pelo labor
Fostes mulher de muitos homens ou homem de muitas mulheres?

Como eu gostaria de ter tido você em meu leito...
Embora soubesse que seu panteão era farto
Teria feito carinho, entrado em suas entranhas

O gozo seria eterno, ainda hoje banhas meus sonhos do Eros...
Eu ainda lembro de suas vestes vermelhas
E suas pernas eternas, que ainda embalam meus sonhos inconfessáveis

Pablo Aluísio. 

quinta-feira, 2 de setembro de 2004

Poemas Brancos - Parte IV

 Poema Livre

Area livre de todo o preconceito
Area livre de toda a gente tóxica
Area livre para ser feliz
Area livre para a paz espiritual
Area para que te quero livre

Uma semente de paz 
Trazida por uma bela pomba branca
Semeia o campo
Que é o meu coração humano
Sou fugaz, sou breve, mas também sou livre

Poema livre de todas as amarras
Poeminha livre de todas as regras
A única regra é ser feliz e ter paz interior

Porque nossa vida é breve
Estaremos aqui por pouco tempo
Os nossos átomos livres é que serão eternos
Navegando pelo cosmos de forma infinita, livres para sempre

Pablo Aluísio. 

Poemas Brancos - Parte III

Soneto da Chuva
Mundo fechando, chuva chegando
Ar puro, clima lindo, medo da chuva!
A chuva que embeleza é a mesma que mata!
A chuva que traz vida, também traz a final cartada!

Mundo escuro, quarto escuro
Na sala, tecnologia da loucura
Muita gente fanatizada, no duro!
Quem era são, virou insano, loucura dominando o mundo!

E a bela casa no barranco pode deslizar...
E todos os sonhos de seguridade, desabar...
Vai chorar? Vai reclamar? O mundo é de barro!

Esse Deus só existe no papel...
Estamos todos à mercê do verdadeiro deus, o caos!
O resto é a esperança, que nunca virá!

Pablo Aluísio.

quarta-feira, 1 de setembro de 2004

Poemas Brancos - Parte II

 
Eu não tenho saudades...

Eu não tenho saudades...
O que passou, passou...
Teve seu lugar na história e agora é passado
Também não houve assim pessoas tão marcantes
Havia muita toxicidade em pessoas que eu não via

Eu não tenho saudades...
Das duras rotinas, das duras disciplinas
A maioria dos tais líderes não passavam de idiotas
Gente de má índole, gente despreparada
Fingindo ser o que não eram na realidade...

Eu não tenho saudades...
Dos amigos falsos, dos invejosos disfarçados
Das falsas lindas garotas, mulheres em devassidão

Eu não tenho saudades...
Da irmandade tóxica e traiçoeira
Das paixões que eu felizmente nunca vivi... pois teria sido pior! 

Pablo Aluísio.

Poemas Brancos - Parte I

 
Eis a única razão...

Por que eu devo me sacrificar?
Por gente que não merece o sacrificio
Por que eu devo sofrer?
Por pessoas que não merecem esse sofrimento 
Por que não desistir da luta?

Por que eu devo procurar por respeito?
De gente que não me respeita
De gente que eu não respeito
Por que se importar com a opinião
De pessoas que não valem a pena?

Por que eu deva me importar
Com o que pensam de mim?
Se o mais importante é o que eu penso de mim!

Por que eu devo seguir em frente, na luta?
Por gente que não merece que eu lute por eles
Simplesmente pela minha consciência e respeito próprio, eis a única razão!

Pablo Aluísio. 

sábado, 8 de maio de 2004

Rocky IV

Título no Brasil: Rocky IV
Título Original: Rocky IV
Ano de Lançamento: 1985
País: Estados Unidos
Direção: Sylvester Stallone
Roteiro: Sylvester Stallone
Elenco: Sylvester Stallone, Dolph Lundgren, Carl Weathers, Talia Shire, Burt Young, Brigitte Nielsen, Tony Burton e Michael Pataki.
Duração: 91 minutos.

Sinopse:
Rocky IV coloca o campeão mundial Rocky Balboa diante de seu adversário mais ameaçador: Ivan Drago, um gigantesco boxeador soviético interpretado por Dolph Lundgren. Depois de derrotar facilmente um lutador americano em uma exibição, Drago é apresentado como o símbolo da força e da tecnologia esportiva da União Soviética. Apollo Creed, antigo rival e posteriormente grande amigo de Rocky, decide enfrentar o soviético em uma luta de exibição. Apesar dos alertas de Rocky, Apollo entra no ringue determinado a provar que ainda possui condições de lutar. O confronto termina de maneira trágica, quando Drago desfere uma sequência brutal de golpes que provoca a morte de Apollo. Devastado pela perda do amigo, Rocky decide enfrentar Drago em território soviético, sem aceitar a ideia de que o responsável pela morte de Apollo permaneça sem ser desafiado. Para isso, viaja até a União Soviética e inicia um treinamento completamente diferente daquele realizado em seus combates anteriores. Enquanto Drago utiliza equipamentos científicos e sofisticados métodos de preparação, Rocky treina de maneira rudimentar nas montanhas, utilizando troncos, neve, pedras e exercícios físicos tradicionais. O filme transforma a luta final em uma espécie de duelo simbólico entre Estados Unidos e União Soviética, mas procura encerrar a rivalidade com uma mensagem de respeito e entendimento entre os adversários.

Comentários:
Quando Rocky IV chegou aos cinemas americanos em novembro de 1985, a crítica recebeu o filme de maneira bastante mais dividida do que o enorme sucesso popular poderia sugerir. A Variety reconheceu a extraordinária eficiência comercial da produção, mas observou que a narrativa era extremamente simples e construída em torno de símbolos políticos muito evidentes. O The New York Times, em sua crítica de Walter Goodman, foi bastante mais severo e considerou que o filme sacrificava boa parte da complexidade dramática dos capítulos anteriores em favor do espetáculo. A revista Time também destacou que Sylvester Stallone transformara a franquia em um espetáculo cada vez mais grandioso, com menos espaço para a dimensão humana que havia caracterizado o primeiro Rocky. O Los Angeles Times, entretanto, reconheceu que a produção sabia exatamente o que seu público queria e destacou a energia das sequências de treinamento e da luta final. Dolph Lundgren chamou imediatamente a atenção como Ivan Drago: seu personagem fala pouco, demonstra emoções mínimas e é apresentado praticamente como uma máquina de combate. A célebre frase "I must break you" tornou-se uma das falas mais reconhecíveis da franquia. Carl Weathers também recebeu elogios pela presença de Apollo, especialmente porque sua morte fornece ao filme seu principal impulso dramático. Apesar das críticas ao excesso de patriotismo e à representação simplificada da Guerra Fria, muitos jornalistas reconheceram que Stallone possuía extraordinário domínio do espetáculo cinematográfico. A montagem rápida, a trilha sonora de Vince DiCola e as canções de artistas como Survivor transformaram o filme em um produto cultural perfeitamente identificado com a estética dos anos 1980.

A recepção posterior de Rocky IV tornou-se ainda mais interessante porque aquilo que inicialmente parecia excesso acabou ajudando a transformar o filme em um clássico popular da década de 1980. O longa arrecadou aproximadamente US$ 127 milhões somente nos Estados Unidos e Canadá, tornando-se o filme de maior bilheteria da franquia até aquele momento e um dos maiores sucessos cinematográficos de 1985. A crítica contemporânea continuou apontando suas simplificações, mas o público abraçou completamente a história de Rocky contra Drago. O treinamento na neve, a luta diante de uma plateia soviética e o discurso final de Rocky tornaram-se imagens profundamente associadas à cultura popular americana. O Washington Post observou que a produção funcionava quase como uma grande fantasia cinematográfica sobre a Guerra Fria, enquanto outras publicações destacaram a maneira como Stallone transformou uma disputa esportiva em um confronto político facilmente compreensível pelo público internacional. Curiosamente, a mensagem final não é de ódio ao adversário: depois da luta, Rocky afirma que as pessoas podem mudar e que, se ele e Drago conseguem estabelecer algum tipo de respeito, talvez os próprios povos também possam fazê-lo. A ideia é bastante ingênua, mas combina com o espírito idealista da franquia. Em 2021, Stallone lançou Rocky IV: Rocky vs. Drago, uma nova versão do filme com cenas adicionais e algumas alterações na montagem. Ainda assim, é a versão original que permanece como referência cultural. Rocky IV pode não possuir a profundidade do primeiro filme, mas sua força visual, sua trilha sonora, Dolph Lundgren como Drago e a inesquecível luta final fizeram dele um dos filmes esportivos mais populares de sua geração. É, acima de tudo, um produto cinematográfico extremamente representativo de seu tempo: exagerado, patriótico, musical, emocional e absolutamente consciente de seu poder de entretenimento.

Pablo Aluísio. 

sexta-feira, 7 de maio de 2004

A Hora do Espanto

Título no Brasil: A Hora do Espanto
Título Original: Fright Night
Ano de Lançamento: 1985
País: Estados Unidos
Direção: Tom Holland
Roteiro: Tom Holland
Elenco: Chris Sarandon, William Ragsdale, Roddy McDowall, Amanda Bearse, Stephen Geoffreys, Jonathan Stark, Dorothy Fielding e Art Evans.
Duração: 106 minutos.

Sinopse:
A Hora do Espanto acompanha Charley Brewster, um adolescente fascinado por filmes de terror que vive com sua mãe e sua namorada, Amy, em um bairro aparentemente tranquilo. Sua vida muda quando um novo vizinho, Jerry Dandridge, se instala na casa ao lado. Charley começa a desconfiar de que Jerry é, na realidade, um vampiro responsável pelo desaparecimento de algumas pessoas da região. O problema é que ninguém acredita nele, principalmente sua mãe e Amy, que consideram suas suspeitas resultado de sua obsessão por filmes de horror. Desesperado, Charley procura Peter Vincent, um antigo astro de filmes de terror que agora apresenta um programa de televisão chamado Fright Night. Interpretado por Roddy McDowall, Peter inicialmente é um homem covarde e cético, muito diferente dos heróis que costumava representar na televisão. Enquanto Jerry começa a perceber que Charley descobriu seu segredo, o adolescente passa a lutar pela própria sobrevivência. A situação se torna ainda mais perigosa quando Jerry decide eliminar aqueles que ameaçam sua existência. O filme mistura horror, comédia e suspense, utilizando referências aos clássicos do cinema de vampiros e, ao mesmo tempo, atualizando o gênero para o público adolescente dos anos 1980.

Comentários:
Quando A Hora do Espanto chegou aos cinemas americanos em agosto de 1985, surpreendeu por conseguir combinar genuinamente terror e comédia, algo que poderia facilmente resultar em uma produção sem identidade. A revista Variety destacou a eficiência do filme como entretenimento popular, enquanto o The New York Times reconheceu que Tom Holland demonstrava uma compreensão particularmente boa das convenções dos filmes de vampiros. A crítica americana percebeu também que a produção brincava conscientemente com a tradição do gênero: Peter Vincent é claramente inspirado nos antigos atores que interpretavam caçadores de monstros, enquanto Jerry Dandridge recupera a figura do vampiro aristocrático e sedutor. Chris Sarandon recebeu muitos elogios por sua interpretação de Jerry, construindo um vilão simultaneamente charmoso, elegante e ameaçador. O Los Angeles Times chamou atenção para o desempenho do ator e para a maneira como o filme consegue fazer o espectador acreditar que o vizinho aparentemente perfeito pode esconder uma natureza monstruosa. A revista Rolling Stone também destacou o prazer proporcionado pela combinação de referências aos clássicos e humor contemporâneo. Roddy McDowall, por sua vez, tornou-se um dos grandes destaques da produção ao interpretar Peter Vincent como uma paródia dos antigos protagonistas de filmes de horror que, ironicamente, precisam descobrir se ainda possuem coragem para enfrentar um monstro de verdade. O resultado foi considerado pela crítica muito mais inteligente do que sua aparência de simples filme de vampiros adolescente poderia sugerir.

Outro grande mérito de A Hora do Espanto está justamente no respeito que demonstra pelo cinema de horror clássico. Tom Holland não procura simplesmente ridicularizar os filmes antigos; ele demonstra evidente carinho por eles e constrói sua história como uma espécie de homenagem acompanhada de uma atualização do gênero. O Washington Post observou que a produção conseguia utilizar o humor sem destruir o suspense, enquanto publicações especializadas destacaram a maquiagem, os efeitos especiais e as transformações de Jerry como alguns dos elementos mais eficazes. O filme foi produzido com aproximadamente US$ 9 milhões e terminou sua carreira comercial americana com cerca de US$ 25 milhões, tornando-se um sucesso respeitável para uma produção de horror. A recepção popular foi ainda mais duradoura: ao longo das décadas seguintes, A Hora do Espanto transformou-se em um dos grandes filmes cult de vampiros dos anos 1980. A atuação de Roddy McDowall como Peter Vincent tornou-se especialmente celebrada, e o personagem acabou sendo lembrado como um dos mais divertidos caçadores de vampiros do cinema. A produção também influenciou posteriormente outros filmes que procuraram misturar horror, humor e referências cinematográficas. Diferentemente de muitas obras de terror adolescente daquele período, A Hora do Espanto não depende apenas de sustos: existe uma verdadeira construção de atmosfera, personagens carismáticos e uma ameaça sobrenatural que progressivamente invade o cotidiano suburbano. Décadas depois, o filme continua sendo considerado um dos melhores exemplos do horror de vampiros produzido na década de 1980, justamente porque consegue ser assustador, engraçado e nostálgico ao mesmo tempo

Pablo Aluísio. 

A Hora do Lobisomem

Título no Brasil: A Hora do Lobisomem
Título Original: Silver Bullet
Ano de Lançamento: 1985
País: Estados Unidos
Direção: Daniel Attias
Roteiro: Stephen King, baseado em sua novela Cycle of the Werewolf
Elenco: Corey Haim, Gary Busey, Everett McGill, Megan Follows, Terry O'Quinn, Robin Groves e Leon Russom.
Duração: 95 minutos.

Sinopse:
A Hora do Lobisomem é uma adaptação da novela Cycle of the Werewolf, de Stephen King, e acompanha Marty Coslaw, um garoto paraplégico interpretado por Corey Haim que vive em uma pequena cidade americana com sua família. A tranquilidade do lugar começa a desaparecer quando uma série de assassinatos brutais acontece durante as noites de lua cheia. Enquanto os adultos procuram uma explicação racional para as mortes, Marty começa a acreditar que o responsável é uma criatura sobrenatural. Seu tio Red, interpretado por Gary Busey, é uma das poucas pessoas dispostas a ouvir o garoto e ajudá-lo a investigar o mistério. Marty acaba descobrindo que o assassino é um lobisomem e percebe que a criatura pode estar muito mais próxima de sua família e de sua comunidade do que imaginava. O menino guarda uma importante pista sobre a identidade do monstro, mas sua descoberta coloca sua própria vida em perigo. O lobisomem é interpretado por Everett McGill, que constrói uma figura ameaçadora escondida por trás de uma aparência respeitável. A narrativa combina horror, suspense e drama familiar, enquanto Marty precisa superar suas limitações físicas e utilizar sua inteligência para sobreviver ao confronto com a criatura.

Comentários:
Quando Silver Bullet chegou aos cinemas americanos em outubro de 1985, encontrou uma crítica bastante dividida, embora a presença de Stephen King e o retorno do cinema de lobisomens despertassem grande interesse. O The New York Times foi relativamente crítico em relação à adaptação e considerou que o filme não conseguia reproduzir completamente a força da obra literária, embora reconhecesse a eficácia de algumas sequências de suspense. A Variety destacou a experiência de King como escritor de horror, mas observou que a narrativa cinematográfica era bastante convencional. A revista Time também considerou que o filme dependia excessivamente das convenções tradicionais das histórias de monstros, embora reconhecesse o potencial comercial da combinação entre o nome de King e o gênero de lobisomens. O Los Angeles Times foi mais receptivo e destacou a atmosfera de cidade pequena criada pelo diretor Daniel Attias, além da atuação de Corey Haim. O jovem ator havia se tornado conhecido em filmes destinados ao público adolescente e demonstrou aqui uma faceta mais dramática, sustentando boa parte da história. Gary Busey, como o irreverente e alcoólatra Uncle Red, fornece boa parte do humor do filme e funciona como contraponto à atmosfera sombria. Everett McGill também merece destaque, especialmente porque sua interpretação do reverendo Lowe cria uma figura inicialmente respeitável que gradualmente se transforma em uma ameaça monstruosa. A crítica, entretanto, apontou que a maquiagem do lobisomem e alguns efeitos especiais não possuíam o mesmo impacto visual de outras produções de horror da época.

O que tornou A Hora do Lobisomem especialmente interessante ao longo dos anos foi sua combinação de terror sobrenatural com uma história sobre família e amadurecimento. A relação entre Marty e seu tio Red funciona como o coração emocional da produção, enquanto a deficiência física do protagonista não é utilizada simplesmente como elemento dramático, mas como parte importante da maneira pela qual ele enfrenta o perigo. A crítica americana também observou que o filme possuía uma atmosfera mais próxima do conto de terror tradicional do que do horror gráfico que começava a dominar o cinema dos anos 1980. O roteiro de Stephen King conserva elementos de sua obra original, especialmente a estrutura baseada nas fases da lua e na progressiva descoberta da identidade do lobisomem. O filme não alcançou o mesmo sucesso de outras adaptações de King lançadas naquela década, mas conquistou posteriormente uma reputação de filme cult entre admiradores do escritor e do cinema de horror dos anos 1980. A produção também se beneficia de uma fotografia que transforma a pequena cidade em um ambiente aparentemente pacífico, mas gradualmente ameaçador. A presença de Corey Haim acrescenta uma dimensão juvenil à história, enquanto Gary Busey contribui com uma energia completamente diferente. Embora alguns efeitos tenham envelhecido, a transformação de Reverend Lowe continua sendo uma das sequências mais memoráveis. A Hora do Lobisomem permanece, portanto, como uma curiosa adaptação de Stephen King que talvez não esteja entre as mais celebradas pela crítica, mas que possui uma identidade própria e representa muito bem o ciclo de filmes de lobisomem produzidos durante a década de 1980.

Pablo Aluísio.

quinta-feira, 6 de maio de 2004

Sétima Arte 12 - Al Pacino, Mickey Rourke


Sétima Arte 12 - Al Pacino, Mickey Rourke
Mickey Rourke em cena do filme "O Ano do Dragão" e Al Pacino, na Flórida, filmando cenas de "Donnie Brasco". Pablo Aluísio. 

Sétima Arte 11 - Richard Gere, Debra Winger


A Força do Destino
Existe filmes que eu jamais vou me esquecer. Um deles é "A Força do Destino", um belo drama romântico estrelado por Richard Gere e Debra Winger, na primeira metade dos anos 80. O que torna esse filme inesquecível, além de seu bom roteiro, é a trilha sonora! Até hoje em emociono quando ouço a música tema "Up Where We Belong", interpretada por Joe Cocker e Jennifer Warnes. Essa música me dá uma grande saudade daqueles anos, que foram os da minha juventude feliz! 

Pablo Aluísio.