terça-feira, 2 de setembro de 2003

Jailhouse Rock (1957)

Título no Brasil: O Prisioneiro do Rock
Título Original: Jailhouse Rock
Ano de Lançamento: 1957
País: Estados Unidos
Estúdio: Metro-Goldwyn-Mayer
Direção: Richard Thorpe
Roteiro: Guy Trosper, Nedrick Young
Elenco: Elvis Presley, Judy Tyler, Mickey Shaughnessy, Vaughn Taylor, Jennifer Holden, Dean Jones

Sinopse:
O filme acompanha Vince Everett, um jovem impulsivo que acaba sendo preso após se envolver em uma briga que termina em tragédia. Na prisão, ele conhece um ex-cantor que o incentiva a desenvolver seu talento musical. Ao sair da cadeia, Vince decide seguir carreira na música e rapidamente se torna uma estrela do rock. No entanto, sua personalidade arrogante e egoísta começa a afastar as pessoas ao seu redor, incluindo amigos e colaboradores que o ajudaram a alcançar o sucesso. O filme acompanha sua ascensão meteórica e os conflitos provocados por sua ambição e comportamento explosivo.

Comentários:
Jailhouse Rock é amplamente considerado um dos melhores filmes de Elvis Presley. A sequência musical da canção Jailhouse Rock tornou-se uma das cenas mais icônicas da história do cinema musical. Críticos da época, como os da revista Variety, elogiaram a energia do filme e a presença carismática de Elvis na tela. O filme foi um grande sucesso comercial e ajudou a consolidar definitivamente Elvis como uma estrela de cinema. Hoje ele é frequentemente citado como o melhor filme musical da carreira do cantor e um marco na representação do rock and roll no cinema.

Erick Steve.

segunda-feira, 1 de setembro de 2003

Loving You (1957)

Título no Brasil: A Mulher Que Eu Amo
Título Original: Loving You
Ano de Lançamento: 1957
País: Estados Unidos
Estúdio: Paramount Pictures
Direção: Hal Kanter
Roteiro: Hal Kanter, Herbert Baker
Elenco: Elvis Presley, Lizabeth Scott, Wendell Corey, Dolores Hart, James Gleason, Ralph Dumke

Sinopse:
A história acompanha Deke Rivers, um jovem entregador que possui um talento natural para cantar, mas que nunca imaginou que poderia se tornar uma estrela. Sua vida muda quando uma agente de talentos descobre sua voz e decide promovê-lo como cantor. Rapidamente, Deke se transforma em um fenômeno musical, atraindo multidões de fãs e alcançando enorme fama. Porém, o sucesso repentino traz também pressões emocionais, conflitos pessoais e dificuldades em lidar com a fama. Entre apresentações musicais e relacionamentos complicados, o filme acompanha a transformação de um jovem simples em um ídolo do rock.

Comentários:
Loving You foi importante por apresentar Elvis Presley em um papel que refletia diretamente sua própria ascensão ao estrelato. A revista Variety destacou o apelo comercial do filme, enquanto críticos notaram que a produção capturava bem o impacto cultural que o rock and roll estava causando na juventude da época. O filme também foi um dos primeiros a explorar o fenômeno das fãs adolescentes histéricas que acompanhavam Elvis em seus shows. O sucesso comercial foi sólido, consolidando Elvis como uma figura rentável também no cinema. Hoje o filme é visto como um interessante retrato da cultura pop dos anos 1950 e como uma obra que mistura ficção com elementos autobiográficos da carreira inicial do cantor.

Erick Steve.

Love Me Tender (1956)

Título no Brasil: Ama-me Com Ternura
Título Original: Love Me Tender
Ano de Lançamento: 1956
País: Estados Unidos
Estúdio: 20th Century Fox
Direção: Robert D. Webb
Roteiro: Robert Buckner
Elenco: Elvis Presley, Richard Egan, Debra Paget, Robert Middleton, William Campbell, Neville Brand

Sinopse:
Ambientado logo após o fim da Guerra Civil Americana, o filme acompanha a família Reno, que vive no sul dos Estados Unidos tentando reconstruir a vida após o conflito. Clint Reno, o irmão mais novo, permanece na fazenda enquanto seus irmãos lutam na guerra. Durante esse período, ele acaba se apaixonando e se casa com Cathy, acreditando que um de seus irmãos morreu no conflito. No entanto, quando o irmão retorna vivo, a situação cria um intenso conflito emocional dentro da família. Ao mesmo tempo, os irmãos Reno acabam se envolvendo em problemas após participarem do roubo de um carregamento de dinheiro do governo. O drama mistura romance, tensão familiar e elementos de western.

Comentários:
Este foi o primeiro filme estrelado por Elvis Presley e marcou sua estreia no cinema, após o enorme sucesso que ele vinha alcançando na música. O jornal The New York Times observou que o filme utilizou a popularidade explosiva de Elvis para atrair o público jovem, enquanto revistas como Variety destacaram o forte impacto que o cantor já tinha na cultura popular. Embora Elvis tivesse originalmente um papel secundário, sua popularidade foi tão grande que sua participação acabou sendo ampliada durante a produção. Nas bilheterias, o filme foi um sucesso significativo, impulsionado pelo fenômeno cultural que Elvis já representava em meados da década de 1950. Hoje Love Me Tender é lembrado principalmente por marcar o início da carreira cinematográfica do artista e por representar o momento em que Hollywood percebeu o potencial comercial do novo ídolo do rock.

Erick Steve.

sábado, 9 de agosto de 2003

A Recruta Hollywood

Título no Brasil: A Recruta Hollywood
Título Original: Major Movie Star
Ano de Lançamento: 2008
País: Estados Unidos
Estúdio: Millennium Films / Benderspink
Direção: Steve Miner
Roteiro: April Blair e Kelly Bowe
Elenco: Jessica Simpson, Vivica A. Fox, Steve Guttenberg, Aimee Garcia, Olesya Rulin, Keiko Agena, Jill Marie Jones, Ryan Sypek e Cheri Oteri.

Sinopse:
Megan Valentine, interpretada por Jessica Simpson, é uma estrela de cinema mimada e acostumada a uma vida de luxo. Sua existência perfeita desmorona quando seu contador desaparece levando sua fortuna e seu último filme fracassa. Humilhada publicamente e sem saber como reconstruir a própria vida, Megan decide se alistar no Exército dos Estados Unidos, acreditando que a disciplina militar poderá ajudá-la a mudar sua imagem e recuperar sua carreira. Ela é enviada para o treinamento básico, onde passa a enfrentar a rígida sargento Louisa Morley, interpretada por Vivica A. Fox. Acostumada a roupas caras, empregados e privilégios, Megan tem enormes dificuldades para se adaptar à rotina militar, ao treinamento físico e à convivência com outras recrutas. Aos poucos, entretanto, a experiência começa a modificar sua personalidade. O filme combina comédia, romance e aventura, acompanhando a transformação de uma celebridade superficial em uma mulher mais independente e responsável.

Comentários:
A Recruta Hollywood recebeu uma recepção crítica bastante negativa, sendo considerado por muitos críticos americanos um veículo excessivamente convencional para Jessica Simpson. A produção originalmente recebeu o título Major Movie Star, mas acabou tendo um lançamento bastante problemático nos Estados Unidos: em vez de chegar aos cinemas, foi lançado diretamente em DVD em fevereiro de 2009 com o título Private Valentine: Blonde & Dangerous. A Variety, que acompanhou o projeto desde seu desenvolvimento, tratou a produção como uma comédia comercial construída em torno da imagem de Simpson, enquanto avaliações posteriores apontaram que a história dependia excessivamente de situações previsíveis. O Los Angeles Times e outras publicações especializadas observaram que o principal problema estava no roteiro, que transforma a adaptação de Megan ao Exército em uma sucessão de situações cômicas bastante convencionais. Jessica Simpson, entretanto, recebeu alguma simpatia por assumir o papel com evidente disposição para a comédia física. Vivica A. Fox também foi considerada um dos pontos positivos, especialmente por funcionar como contraponto à personagem de Simpson. Steve Guttenberg acrescenta experiência e familiaridade ao elenco, interpretando Sidney Green, uma figura ligada à carreira cinematográfica de Megan. A crítica, porém, considerou que o potencial dos atores não era suficiente para superar a estrutura previsível da narrativa.

O filme também acabou sendo prejudicado pela própria trajetória de Jessica Simpson no cinema. Depois de sua participação em Os Gatões e em outras comédias, Simpson tentava consolidar uma carreira cinematográfica, mas A Recruta Hollywood acabou não recebendo a oportunidade de chegar ao grande público nas salas americanas. A produção foi filmada em Louisiana, utilizando instalações da Guarda Nacional para representar o treinamento militar, embora a história seja ambientada em Fort Jackson. Com o passar dos anos, o longa adquiriu uma pequena audiência entre admiradores de comédias dos anos 2000 e fãs de Jessica Simpson, mas permanece uma produção pouco prestigiada. A avaliação popular também é baixa: o IMDb registra atualmente 4,3/10, enquanto o filme é frequentemente descrito como uma comédia leve e previsível. Ainda assim, existe um certo charme na proposta, especialmente na transformação de uma celebridade superficial em uma personagem capaz de desenvolver disciplina, amizade e responsabilidade. A atuação de Simpson é mais descontraída do que propriamente sofisticada, mas combina com o tom deliberadamente exagerado da produção. Hoje, A Recruta Hollywood é principalmente uma curiosidade da carreira cinematográfica da cantora e atriz, além de um exemplo típico das comédias lançadas diretamente em vídeo no final dos anos 2000.

Pablo Aluísio. 

sexta-feira, 8 de agosto de 2003

Candidato Aloprado

Título no Brasil: Candidato Aloprado
Título Original: Man of the Year
Ano de Lançamento: 2006
País: Estados Unidos
Estúdio: Touchstone Pictures / Morgan Creek Productions
Direção: Barry Levinson
Roteiro: Barry Levinson
Elenco: Robin Williams, Christopher Walken, Laura Linney, Lewis Black, Jeff Goldblum, David Alpay, Tina Fey e Amy Poehler.

Sinopse:
Tom Dobbs, interpretado por Robin Williams, é um famoso apresentador de televisão conhecido por seu programa de sátira política, no qual comenta os acontecimentos de Washington com muito humor e irreverência. Depois de ser provocado por um espectador durante uma de suas apresentações, Dobbs decide, quase como uma brincadeira, lançar sua candidatura à Presidência dos Estados Unidos. Para surpresa de todos, sua campanha começa a conquistar milhões de eleitores cansados da política tradicional. Com uma plataforma baseada no humor, na crítica aos políticos profissionais e na promessa de falar diretamente com o cidadão comum, Dobbs transforma-se rapidamente em um fenômeno nacional. Entretanto, depois da eleição, a empresa responsável pelo sistema eletrônico de votação descobre um problema que pode ter alterado os resultados. A personagem de Laura Linney, Eleanor Green, funcionária da empresa, começa a investigar a situação e percebe que a suposta vitória de Dobbs pode ter sido causada por uma falha no sistema. O que começa como uma sátira política transforma-se gradualmente em um thriller sobre eleições, tecnologia, corrupção e democracia.

Comentários:
Man of the Year recebeu uma reação crítica bastante dividida quando chegou aos cinemas americanos em outubro de 2006. O The New York Times, em crítica de A. O. Scott, reconheceu a energia de Robin Williams e a inteligência de alguns momentos da sátira política, mas considerou que o filme não conseguia decidir se queria ser uma comédia política ou um thriller sobre fraude eleitoral. A revista Variety também observou essa mudança de tom como um dos principais problemas da produção, embora elogiasse a presença de Williams e a direção de Barry Levinson. O Los Angeles Times considerou a premissa bastante promissora, especialmente por explorar a crescente desconfiança dos americanos em relação aos políticos e aos sistemas eleitorais, mas criticou a maneira como o roteiro abandona parte da comédia para desenvolver sua trama de suspense. A revista Entertainment Weekly destacou que Williams funcionava melhor quando podia improvisar e utilizar seu conhecido estilo de humor, enquanto a história ficava menos convincente quando tentava assumir um tom mais sério. Christopher Walken também recebeu elogios por sua participação como Jack Menken, empresário e produtor do programa de Dobbs. Laura Linney, por sua vez, foi considerada uma presença dramática importante, especialmente nas cenas em que sua personagem começa a perceber a dimensão do problema envolvendo as máquinas de votação.

O principal problema apontado pelos críticos foi justamente a estrutura do filme. A primeira metade funciona como uma sátira relativamente leve sobre a política americana, com Robin Williams interpretando um candidato que representa a frustração do eleitor comum com Washington. A segunda metade transforma-se praticamente em um suspense conspiratório, criando uma mudança de gênero que muitos críticos consideraram brusca. O Washington Post observou que a ideia de um apresentador de televisão transformando-se em candidato presidencial possuía enorme potencial satírico, mas que o roteiro não explorava completamente as possibilidades oferecidas pela premissa. Apesar disso, o filme ganhou interesse retrospectivo por abordar temas que se tornariam cada vez mais relevantes na política americana: a influência da televisão, a transformação de celebridades em figuras políticas, a desconfiança em relação às instituições e os riscos associados à votação eletrônica. Robin Williams constrói Tom Dobbs como uma espécie de mistura entre apresentador de talk show, comediante e político populista, aproveitando sua enorme capacidade de improvisação. Embora Candidato Aloprado não tenha alcançado o mesmo prestígio de outros trabalhos de Barry Levinson ou de Robin Williams, atualmente é lembrado como uma produção curiosamente premonitória sobre a relação entre entretenimento, política e tecnologia. Para os admiradores de Williams, permanece ainda como um dos últimos filmes em que o ator pôde explorar plenamente sua persona de comediante antes de assumir papéis cada vez mais dramáticos em seus trabalhos posteriores.

Pablo Aluísio. 

Bebê a Bordo

Título no Brasil: Bebê a Bordo
Título Original: Baby on Board
Ano de Lançamento: 2009
País: Estados Unidos
Estúdio: A Plus Entertainment
Direção: Brian Herzlinger
Roteiro: Russell Scalise e Michael Hamilton-Wright
Elenco: Heather Graham, Jerry O'Connell, John Corbett, Katie Finneran, Lara Flynn Boyle, Anthony Starke e Ian Ziering.
Duração: 95 minutos.

Sinopse:
Angela Marks, interpretada por Heather Graham, é uma executiva ambiciosa que vive um casamento aparentemente perfeito com Curtis, um bem-sucedido advogado interpretado por Jerry O'Connell. Os dois possuem uma bela casa, carreiras promissoras e uma vida cuidadosamente organizada. Tudo muda quando Angela descobre inesperadamente que está grávida. Preocupada com a possibilidade de a gravidez prejudicar suas perspectivas profissionais, ela decide esconder inicialmente a notícia no trabalho. Ao mesmo tempo, Curtis começa a interpretar equivocadamente algumas situações e acredita que a esposa pode estar escondendo algo dele. O relacionamento do casal passa a ser afetado por ciúmes, inseguranças e uma série de mal-entendidos. Paralelamente, os melhores amigos dos dois, Danny e Sylvia, interpretados por John Corbett e Katie Finneran, também enfrentam seus próprios problemas conjugais e acabam interferindo na crise. A gravidez, que deveria aproximar o casal, transforma-se em uma verdadeira batalha de expectativas, carreira e relacionamento, criando uma sucessão de situações de comédia romântica.

Comentários:
Bebê a Bordo recebeu uma recepção crítica bastante negativa quando foi lançado em circuito limitado nos Estados Unidos em abril de 2009. No Rotten Tomatoes, o filme registra apenas 20% de aprovação da crítica, com cinco avaliações catalogadas, demonstrando a reação predominantemente desfavorável dos poucos críticos que escreveram sobre a produção. A revista Boxoffice Magazine, entretanto, apresentou uma das avaliações mais positivas, com Pete Hammond classificando o longa como uma surpresa "inteligente, engraçada e picante" dentro do gênero de comédia sobre gravidez. Já o L.A. Weekly foi muito menos generoso e considerou que o humor de baixo nível colocava os atores em situações constrangedoras, especialmente por depender de piadas físicas e escatológicas. David Nusair, do Reel Film Reviews, foi ainda mais severo, avaliando que a produção tinha pouquíssimos momentos genuinamente engraçados e classificando-a como uma comédia decepcionante. Parte das críticas também apontou problemas na construção dos personagens, considerados pouco simpáticos para que o público realmente se envolvesse com seus conflitos. Apesar disso, Heather Graham e Jerry O'Connell receberam alguma simpatia por sua química e disposição para abraçar o tom exagerado da produção. O elenco secundário, particularmente John Corbett e Katie Finneran, também foi visto como uma das fontes de humor mais eficazes do filme.

A recepção posterior não modificou significativamente essa avaliação. Bebê a Bordo permaneceu como uma produção pouco conhecida dentro da filmografia de seus protagonistas, sendo lembrada principalmente por aqueles que acompanham as comédias românticas americanas do final dos anos 2000. O filme procura combinar a tradicional narrativa de gravidez inesperada com uma sátira da cultura corporativa, especialmente através da preocupação de Angela em não permitir que a maternidade interrompa sua ascensão profissional. Essa tentativa de abordar a dificuldade de conciliar carreira e família poderia ter produzido uma comédia mais sofisticada, mas o roteiro frequentemente abandona esse potencial em favor de situações exageradas. O crítico Kevin Carr, do 7M Pictures, chegou a questionar a falta de conhecimento demonstrada pelo roteiro sobre gravidez, parto e até mesmo procedimentos jurídicos. Em contraste, a premissa continua relativamente simpática: um casal aparentemente perfeito descobre que a chegada de um bebê pode revelar problemas que estavam escondidos sob uma vida organizada demais. Hoje, o filme possui uma avaliação de apenas 4,2/10 no IMDb, baseada em milhares de votos, confirmando sua posição como uma produção de recepção popular bastante modesta. Ainda assim, Bebê a Bordo pode interessar aos admiradores de Heather Graham, Jerry O'Connell e John Corbett, além de funcionar como um retrato curioso do tipo de comédia romântica adulta que Hollywood produzia no final da década de 2000.

Pablo Aluísio. 

quinta-feira, 7 de agosto de 2003

Bob Marley: One Love

Bob Marley: One Love
Lançado em 2024, Bob Marley: One Love recebeu críticas mistas. A revista Variety elogiou a performance de Kingsley Ben-Adir no papel principal, destacando sua entrega emocional e presença de palco. Já o The Guardian apontou que o filme adota uma abordagem mais convencional de cinebiografia, deixando de explorar com maior profundidade aspectos mais complexos da vida de Bob Marley.

Nas bilheterias, o filme foi um sucesso comercial, arrecadando mais de 180 milhões de dólares mundialmente, impulsionado pela popularidade duradoura do artista. Com o tempo, Bob Marley: One Love vem sendo visto como uma homenagem acessível e respeitosa, que ajuda a apresentar a história do músico a novas gerações, mesmo que não se aprofunde totalmente em todas as nuances de sua vida e carreira.

Chad G. Petersen. 

Sing

Sing
Lançado em 2016, Sing foi bem recebido pelo público e teve críticas geralmente positivas. A revista Variety destacou a energia do filme e a seleção musical vibrante, enquanto o The New York Times elogiou o carisma dos personagens e o apelo familiar da história. As performances vocais do elenco também foram bastante elogiadas, contribuindo para o sucesso da animação.

Nas bilheterias, o filme foi um grande sucesso, arrecadando mais de 600 milhões de dólares mundialmente. O sucesso levou à continuação, Sing 2 (2021), consolidando a franquia como uma das mais populares da Illumination Entertainment. Hoje, Sing – Quem Canta Seus Males Espanta é lembrado como uma animação divertida e inspiradora, apreciada por públicos de todas as idades e marcada por sua trilha sonora envolvente.

Chad G. Petersen. 

quarta-feira, 6 de agosto de 2003

Filmografia Al Pacino


Filmografia Al Pacino
Uma Garota Avançada
Os Viciados
O Poderoso Chefão
Espantalho
Serpico
O Poderoso Chefão 2
Um Dia de Cão
Um Momento, Uma Vida
Justiça Para Todos
Parceiros da Noite
Autor em Família
Scarface
Revolução
Vítimas de uma Paixão
Dick Tracy
O Poderoso Chefão 3
Frankie e Johnny
O Sucesso a Qualquer Preço
Perfume de Mulher
O Pagamento Final
Um Dia Para Relembrar
Fogo Contra Fogo
City Hall
Donnie Brasco
Advogado do Diabo
O Informante
Um Domingo Qualquer
Insônia
Simone
O Articulador
O Novato
Contato de Risco
O Mercador de Veneza
Tudo por Dinheiro
88 Minutos
Treze Homens e Um Novo Segredo
As Duas Faces da Lei
Você Não Conhece Jack
Anti-Heróis
Cada Um tem a Gêmea que Merece
Amigos Inseparáveis
Phil Spector
Salomé
O Último Ato
Manglehorn
Não Olhe Para Trás
Má Conduta
Os Piratas da Somália
Letras da Morte
Paterno
Era uma Vez em... Hollywood
O Irlandês
Traidora Americana
Casa Gucci
Pacto de Redenção
Modi
O Ritual
Billy Knight
In The Name of Dante
63 Horas de Pânico

Pesquisa: Pablo Aluísio.

Filmografia Mel Gibson


Filmografia Mel Gibson
Verão de Fogo
The Hero
Mad Max
Tim - Anjos de Aço
Reação em Cadeia
Força de Ataque Z
Gallipoli
Mad Max 2 - A Caçada Continua
O Ano em que Vivemos em Perigo
Rebelião em Alto Mar
O Rio do Desespero
Mrs. Soffel - Um Amor Proibido
Mad Max: Além da Cúpula do Trovão
Máquina Mortífera
Conspiração Tequila
Máquina Mortífera 2
Alta Tensão
Air America
Hamlet
Máquina Mortífera 3
Eternamente Jovem
O Homem Sem Face
Maverick
Coração Valente
O Preço de um Resgate
Teoria da Conspiração
Máquina Mortífera 4
O Troco
O Hotel de Um Milhão de Dólares
O Patriota
Do Que As Mulheres Gostam
Fomos Heróis
Sinais
O Fim da Escuridão
Um Novo Despertar
Plano de Fuga
Os Mercernários 3
Herança de Sangue
Pai em Dose Dupla 2
Justiça Brutal
O Gênio e o Louco
Mate ou Morra
A Força da Natureza
Entre Armas e Brinquedos
Instinto Assassino
Crimes em Hollywood
Panamá
O Jogo da Espionagem
Luta Pela Fé
Ameaça Explosiva
Bandido
Até o Limite
Informante
Rota Sem Saída
O Continental
Cemitério
Monster Summer
Hunting Season

Pesquisa: Pablo Aluísio.