sábado, 1 de abril de 2000

Cinema Classe A - A Síndrome da China

Título no Brasil: A Síndrome da China
Título Original: The China Syndrome
Ano de Produção: 1979
País: Estados Unidos
Estúdio: Columbia Pictures
Direção: James Bridges
Roteiro: Mike Gray, T.S. Cook
Elenco: Jane Fonda, Jack Lemmon, Michael Douglas

Sinopse:
Durante uma reportagem investigativa a jornalista Kimberly Wells (Jane Fonda) e seu cinegrafista descobrem uma série de falhas de segurança numa usina nuclear. Jack Godell (Jack Lemmon), um engenheiro da usina, decide colaborar com eles para mostrar os riscos que todos correm por causa dos inúmeros problemas na usina. Filme indicado ao Oscar nas categorias Melhor Ator Coadjuvante (Jack Lemmon), Melhor Atriz Coadjuvante (Jane Fonda), Melhor Roteiro e Melhor Direção de Arte. Vencedor do BAFTA Awards nas categorias de Melhor Ator (Jack Lemmon) e Melhor Atriz (Jane Fonda).

Comentários:
Hoje em dia a carreira de Michael Douglas está resumida em comediazinhas bobas que tentam fazer graça de sua idade. Pois bem, o tempo cobra seu preço. Em nada lembra o jovem ator engajado politicamente do começo de sua carreira, não apenas como intérprete mas também como produtor. Nos anos 1970 ele ainda estava tentando sair da sombra de seu pai, o grande Kirk Douglas, e procurava por um caminho próprio. Para sua sorte caiu em suas mãos o script de "The China Syndrome", um texto que denunciava os perigos da energia nuclear e a falta de cuidado que existia dentro das inúmeras usinas nucleares espalhadas pelo território americano. Ele achou ótimo aquele texto e resolveu ele próprio produzir o filme. Por uma ironia do destino poucas semanas antes da produção ser lançada nos cinemas ocorreu um desastre real numa usina americana, o que trouxe uma publicidade extra para a película que logo se transformaria em um sucesso de público e crítica. Além de Douglas ainda temos a presença de dois nomes de expressão na história do cinema no elenco, Jane Fonda (a liberal que sempre procurava por temas intrigantes no campo político) e Jack Lemmon (que surge em um papel atípico, bem longe de suas comédias sofisticadas). Assim deixamos a dica dessa produção que causou grande impacto em seu lançamento mas que hoje em dia anda pouco lembrada, infelizmente.

Pablo Aluísio.

Em Cartaz: A Síndrome da China
O thriller A Síndrome da China estreou nos cinemas em março de 1979, dirigido por James Bridges e estrelado por Jane Fonda, Jack Lemmon e Michael Douglas. O filme aborda os riscos da energia nuclear ao acompanhar uma repórter de televisão e um cinegrafista que testemunham um possível acidente em uma usina nuclear e descobrem uma tentativa de encobrimento corporativo. Seu lançamento ganhou contornos extraordinários quando, apenas doze dias depois da estreia, ocorreu o acidente real da usina de Three Mile Island, na Pensilvânia, o que aumentou drasticamente o impacto e a repercussão do filme junto ao público.

Em termos de bilheteria, A Síndrome da China foi um grande sucesso comercial. Com um orçamento estimado em cerca de US$ 6 milhões, o filme arrecadou aproximadamente US$ 51 milhões apenas nos Estados Unidos, tornando-se um dos thrillers mais lucrativos do ano. A coincidência com o acidente nuclear real transformou o longa em um fenômeno cultural momentâneo, atraindo espectadores interessados tanto no suspense quanto no debate social e político levantado pela obra.

A reação da crítica em 1979 foi amplamente positiva, com muitos jornalistas elogiando o equilíbrio entre entretenimento e comentário social. O The New York Times escreveu que o filme era “um thriller inteligente e alarmante, que transforma uma questão técnica em drama humano de primeira linha”, destacando a habilidade do roteiro em tornar compreensíveis temas científicos complexos. Já a revista Time descreveu a obra como “tensa, perturbadora e inquietantemente plausível”, ressaltando seu impacto emocional.

As atuações também foram bastante celebradas. Jack Lemmon recebeu elogios quase unânimes por sua interpretação do engenheiro atormentado pela ética profissional, com o Los Angeles Times afirmando que o ator oferecia “uma atuação poderosa, carregada de humanidade e urgência moral”. Jane Fonda foi elogiada por retratar uma jornalista ambiciosa que amadurece ao longo da narrativa, enquanto Michael Douglas foi destacado como um antagonista “frio e convincentemente corporativo”, segundo comentários publicados na Variety.

Com o passar dos anos, A Síndrome da China consolidou-se como um dos thrillers políticos mais importantes do cinema americano dos anos 1970. As críticas publicadas em 1979 já indicavam que o filme ultrapassava o simples suspense, funcionando como um alerta sobre responsabilidade corporativa, ética jornalística e riscos tecnológicos. Hoje, a obra é frequentemente lembrada como um exemplo clássico de cinema engajado, cuja relevância histórica foi amplificada pela extraordinária coincidência entre ficção e realidade no momento de seu lançamento.

Cinema Classe A - Sem Destino

Sem Destino
A década de 1960 foi muito efervescente do ponto de vista cultural. O movimento hippie estava no ar e os jovens pensavam que tudo se resolveria através da singela filosofia da “Paz e Amor”. Infelizmente os fatos provaram que não era bem assim. Bom se todos aqueles movimentos se mostraram inócuos na vida real pelo menos na arte os anos 60 legaram para a posteridade ótimos discos, peças de teatro e filmes. Um dos mais celebrados foi justamente esse “Sem Destino”. O projeto nasceu de uma proposta de trabalho de Peter Fonda e Dennis Hopper que procuravam viabilizar a realização de filmes com baixo orçamento mas muitas idéias novas na cabeça. Peter, filho do ícone Henry Fonda, queria se afastar dos grandes estúdios e seus executivos, que não conseguiam mais entender a nova geração que estava aí. Ele racionalizou e entendeu que no máximo precisaria das grandes companhias cinematográficas apenas na fase de distribuição, já que na questão de produção e filmagem poderia bancar tudo praticamente sozinho. Hopper,  um notório “maluco beleza” daqueles anos, entendia que tudo o que precisava para realizar um bom filme era captar os novos tempos que pairavam dentro da sociedade americana naquele momento. Se afastar o máximo possível da mera ficção com o objetivo de retratar a realidade do cotidiano das pessoas ao redor.

E foi com esse espírito independente que nasceu seu maior filme, “Sem Destino”. Peter Fonda se uniu aos amigos Jack Nicholson (antes de virar um grande astro de Hollywood) e Dennis Hopper (símbolo da contracultura e do cinema de vanguarda) para literalmente cair na estrada, sem lenço e nem documento. Juntos a uma pequena equipe de filmagens saíram pelas highways americanas filmando tudo o que de interessante encontravam pela frente. Como a produção deveria ter custo mínimo o roteiro foi sendo escrito no calor dos acontecimentos, conforme as filmagens avançavam. Havia certamente uma linha narrativa muito tênue a seguir escrita pelo roteirista Terry Southern, mas o resto da estória foi sendo criado in loco por Fonda e Hopper durante as gravações. Uma das maiores ironias do elenco era certamente a presença de Jack Nicholson, um notório malucão dos anos 60, aqui interpretando um personagem careta! Assim que chegou nas telas o resultado comercial se revelou espetacular. “Sem Destino” custou a bagatela de meros 400 mil dólares e rendeu mais de 70 milhões de bilheteria, se tornando um dos filmes mais lucrativos da história. Peter Fonda se tornou um homem rico praticamente da noite para o dia, pois havia trocado seu cachê por um percentual nos lucros. “Sem Destino” no final das contas se revelou um ótimo produto do sistema capitalista americano que criticava, quem diria...

Sem Destino (Easy Rider, Estados Unidos, 1969) Direção: Dennis Hopper / Roteiro: Peter Fonda, Dennis Hopper, Terry Southern / Elenco: Peter Fonda, Dennis Hopper, Jack Nicholson / Sinopse: Dois motoqueiros vagam pelas estradas americanas em busca de aventuras. Em seu caminho conhecem os mais diferentes tipos de pessoas, desde caretas até hippies tentando viver o sonho da filosofia “Paz e Amor”. Premiado no Festival de Cannes com o prêmio de melhor filme de diretor estreante (Dennis Hopper). Indicado a Palma de Ouro. Indicado aos Oscars de melhor ator coadjuvante (Jack Nicholson) e melhor roteiro original.

Pablo Aluísio.


Em Cartaz: Sem Destino
O filme Sem Destino estreou em julho de 1969, dirigido por Dennis Hopper e estrelado por Peter Fonda, Dennis Hopper e Jack Nicholson. Produzido em meio ao auge da contracultura americana, o longa acompanhava dois motociclistas que cruzam os Estados Unidos em busca de liberdade, confrontando o conservadorismo, a intolerância e as contradições do sonho americano. Seu lançamento representou uma ruptura com o cinema clássico de Hollywood, tanto na forma quanto no conteúdo, tornando-se um símbolo imediato de uma geração em conflito com valores tradicionais.

Do ponto de vista comercial, Sem Destino foi um fenômeno inesperado de bilheteria. Com um orçamento extremamente baixo — cerca de US$ 400 mil — o filme arrecadou mais de US$ 60 milhões mundialmente, transformando-se em um dos maiores sucessos independentes da história do cinema até então. O desempenho surpreendente mostrou aos estúdios que havia um público jovem interessado em narrativas mais ousadas, ajudando a abrir caminho para a chamada Nova Hollywood dos anos 1970.

A reação da crítica em 1969 foi amplamente positiva, embora nem sempre consensual. O The New York Times descreveu o filme como “um retrato cru e perturbador da América contemporânea”, destacando sua capacidade de captar o espírito de uma juventude desencantada. Já a revista Time afirmou que Sem Destino era “um filme que parece improvisado, mas que atinge em cheio as ansiedades de sua época”, ressaltando seu impacto cultural imediato.

Entre os elogios mais enfáticos estava a atuação de Jack Nicholson, em um papel secundário que se tornaria decisivo para sua carreira. O Los Angeles Times escreveu que Nicholson oferecia “uma performance eletrizante, que rouba o filme e dá voz à paranoia e ao medo latente da América profunda”. Ao mesmo tempo, alguns críticos mais conservadores acusaram o longa de ser “desleixado” ou “antipatriótico”, revelando como o filme dividiu opiniões no clima político tenso do final dos anos 1960.

Com o passar das décadas, Sem Destino consolidou-se como um marco do cinema americano, não apenas por seu sucesso financeiro, mas por sua influência estética e temática. As frases publicadas nos jornais de 1969 já indicavam que o filme não era apenas um sucesso passageiro, mas um retrato incômodo de um país em transformação. Hoje, ele é lembrado como uma obra-chave que redefiniu o que o cinema hollywoodiano poderia ser, dando voz a uma geração e mudando definitivamente a relação entre estúdios, cineastas e público jovem.

Cinema Classe A - Uma Garota Avançada

Uma Garota Avançada
Desde criança, Natalie Miller luta com sua autoimagem — acreditando ser “comum” e pouco atraente — apesar das constantes tentativas da mãe de convencê-la de que crescerá bonita. Após várias desilusões em encontros e na escola, Natalie decide sair de casa e se mudar para o boêmio Greenwich Village em busca de independência e autoafirmação. Lá, ela aluga um apartamento peculiar, arranja um emprego e conhece um jovem artista por quem se apaixona. À medida que se envolve com ele, Natalie enfrenta as realidades do amor, identidade e autoestima, aprendendo a valorizar a si mesma longe das expectativas alheias.

É o primeiro filme de Al Pacino, isso em uma época em que ninguém o conhecia. Curiosamente não iria demorar muito para ele atuar em O Poderoso Chefão, filme que mudaria sua vida e sua carreira para sempre. Em relação ao filme em si, quem brilha mesmo é a atriz Patty Duke, em elogiada atuação. Ela inclusive foi premiada pelo prestigiado prêmio Globo de Ouro. O roteiro é um destaque, trazendo uma leveza emocional ao filme, muito embora seu tema pudesse levar a história para outro lado, mais pessimista e até mesmo depressivo. Felizmente isso não acontece.  É o que poderíamos chamar de uma comédia romântica típica dos anos 60, mas permeada com toques dramáticos que acrescentam muito ao seu resultado final. Por fim, destaco a inspirada trilha sonora assinada por Henry Mancini e a bela direção de fotografia que capturou muito bem a atmosfera do Greenwich Village, bairro boêmio de Nova Iorque, lar de artistas, poetas e escritores.

Uma Garota Avançada (Me, Natalie, Estados Unidos, 1969) Direção: Fred Coe / Roteiro: A. Martin Zweiback / Elenco: Patty Duke, James Farentino, Al Pacino, Salome Jens, Elsa Lanchester, Martin Balsam, Nancy Marchand / Sinopse: Uma jovem insegura quanto à própria aparência deixa a casa da mãe e vai para o Greenwich Village em busca de independência, amadurecimento emocional e autovalorização.

Erick Steve. 

segunda-feira, 6 de março de 2000

Quarteto Fantástico (2025)

Informações adicionais / Curiosidades:

O filme é o reboot oficial da franquia Quarteto Fantástico dentro do Marvel Cinematic Universe (MCU) e faz parte da Fase Seis da franquia cinematográfica. A produção estreou nos cinemas em 25 de julho de 2025 nos Estados Unidos e em ias outras regiões no mesmo mês. A obra apresenta um tom nostálgico e emocional, explorando a dinâmica familiar entre os quatro heróis, além de uma estética inspirada na década de 1960.

Ralph Ineson interpreta o poderoso antagonista Galactus, e Julia Garner vive o Surfista Prateado, figuras icônicas da mitologia dos quadrinhos. O filme foi bem recebido comercialmente, alcançando mais de US$ 500 milhões globalmente em sua bilheteria. Após sua exibição nos cinemas, o longa foi disponibilizado em streaming na Disney+ em novembro de 2025. A Marvel também incluiu referências à história dos quadrinhos e a produções anteriores do Quarteto, inclusive com menções a projetos antigos que nunca foram oficialmente lançados.

domingo, 5 de março de 2000

Curiosidades do Filme - Red Rooms

Curiosidades do Filme - Red Rooms
A direção de arte e fotografia do filme optam por um estilo minimalista e frio: iluminação austera, enquadramentos fechados, paleta de cores que enfatiza o isolamento da protagonista — reforçando a atmosfera de tensão psicológica. 

O terror no filme não depende de cenas explícitas de violência: o horror vem pelo incômodo psicológico, pela ambiguidade moral e pelo desconforto causado pela obsessão de Kelly-Anne e a mídia sensacionalista. 

O filme estreou no circuito internacional em 2023 — por exemplo, em festivais — e chegou ao público brasileiro mais tarde (2025). 

A recepção crítica ao filme tem sido bastante positiva: no agregador de críticas, “Tomatometer”, alcança cerca de 96% de aprovação. Rotten Tomatoes

A performance de Juliette Gariépy como Kelly-Anne é frequentemente destacada como “hipnótica” e “perturbadora”, fundamental para o impacto do filme. 

Por outro lado, alguns espectadores criticam o ritmo do filme: para eles, a narrativa se arrasta no início e o final deixa “questões em aberto”, sem resolver completamente a história. 

Curiosidades do Filme - Respire

Curiosidades do Filme - Respire
“Respire” é baseado no roteiro escrito por Doug Simon, e o filme estava na “Black List” de roteiros não produzidos mais bem avaliados em Hollywood antes de ser realizado. 

O elenco reúne nomes conhecidos: Jennifer Hudson com papel central, Milla Jovovich e Quvenzhané Wallis como figuras-chave na trama, além de Sam Worthington e Common. 

A obra mistura ficção científica com thriller distópico, trazendo uma premissa sombria — escassez de ar e tensão social — que evoca reflexões sobre dependência de recursos naturais e desespero humano. A produção foi rodada (parte) em 2022 — conforme o cronograma inicial. 

No Brasil, “Respire” aparece em catálogos de streaming: há registros de disponibilidade para aluguel/compra digital em serviços como Apple TV e canal Telecine. 

sábado, 4 de março de 2000

Oscar 1987


Oscar 1987
A cerimônia do Oscar de 1987 (59ª edição), realizada em 30 de março de 1987, premiou os filmes lançados em 1986. Aqui está a lista dos principais vencedores, já com os títulos no Brasil:

Oscar 1987 – Principais Vencedores

Melhor Filme
Platoon → Platoon

Melhor Diretor
Oliver Stone – Platoon (Platoon)

Melhor Ator
Paul Newman – The Color of Money → A Cor do Dinheiro

Melhor Atriz
Marlee Matlin – Children of a Lesser God → Filhos do Silêncio

Melhor Ator Coadjuvante
Michael Caine – Hannah and Her Sisters → Hannah e Suas Irmãs

Melhor Atriz Coadjuvante
Dianne Wiest – Hannah and Her Sisters → Hannah e Suas Irmãs

Melhor Roteiro Original
Woody Allen – Hannah and Her Sisters → Hannah e Suas Irmãs

Melhor Roteiro Adaptado
Ruth Prawer Jhabvala – A Room with a View → Uma Janela para o Amor

Melhor Filme Estrangeiro
The Assault (Holanda) → O Ataque

Melhor Direção de Arte
A Room with a View → Uma Janela para o Amor

Melhor Fotografia
The Mission → A Missão

Melhor Figurino
A Room with a View → Uma Janela para o Amor

Melhor Montagem
Platoon → Platoon

Melhor Trilha Sonora Original
Herbie Hancock – Round Midnight → Por Volta da Meia-Noite

Melhor Canção Original
“Take My Breath Away” – Top Gun → Top Gun – Ases Indomáveis

Melhor Som
Platoon → Platoon

Melhores Efeitos Visuais
Aliens → Aliens – O Resgate

Melhor Maquiagem
The Fly → A Mosca

Melhor Documentário (longa-metragem)
Artie Shaw: Time Is All You've Got → Artie Shaw: O Tempo é Tudo que Você Tem

Melhor Documentário (curta-metragem)
Women – for America, for the World → Mulheres – Pela América, Pelo Mundo

Melhor Curta-Metragem (live action)
Precious Images → Imagens Preciosas

Melhor Curta-Metragem de Animação
A Greek Tragedy → Uma Tragédia Grega

Renée Zellweger - Jerry Maguire


Renée Zellweger - Jerry Maguire: A Grande Virada
Foi a primeira vez que coloquei os olhos na atriz Renée Zellweger no cinema. Ela fazia a partner romântica do Tom Cruise nesse filme que fez bastante sucesso de público e crítica. Essa texana era tão bonita, com um jeito tão carismático que virei fã na hora que a vi. Depois disso fui atrás de seus filmes nas locadoras ou onde fosse possível encontrar. Gamei nessa garota, essa é a verdade! Ah que saudades dos anos 90...

Pablo Aluísio. 

sexta-feira, 3 de março de 2000

Vencedores do Oscar - Platoon


Vencedores do Oscar - Platoon
Charlie Sheen em cena do filme "Platoon" de Oliver Stone. Passado durante a Guerra do Vietnã, o filme mostra a história de um jovem soldado levado ao campo de batalha no sudeste asiático. Parcialmente inspirado na vida do próprio diretor, o filme foi o grande vencedor do Oscar de melhor filme no ano de 1987.

Pablo Aluísio. 

Oscar 1988


Oscar 1988
Aqui está a lista dos vencedores do Oscar de 1988 (cerimônia referente aos filmes lançados em 1987). Coloquei os títulos em português, conforme foram lançados no Brasil:

Principais Categorias

Melhor Filme: O Último Imperador (The Last Emperor)

Melhor Diretor: Bernardo Bertolucci – O Último Imperador

Melhor Ator: Michael Douglas – Wall Street – Poder e Cobiça (Wall Street)

Melhor Atriz: Cher – Feitiço da Lua (Moonstruck)

Melhor Ator Coadjuvante: Sean Connery – Os Intocáveis (The Untouchables)

Melhor Atriz Coadjuvante: Olympia Dukakis – Feitiço da Lua (Moonstruck)

Melhor Roteiro Original: Feitiço da Lua – John Patrick Shanley

Melhor Roteiro Adaptado: O Último Imperador – Bernardo Bertolucci, Mark Peploe

Categorias Técnicas e Outras

Melhor Fotografia: O Último Imperador – Vittorio Storaro

Melhor Direção de Arte: O Último Imperador

Melhor Figurino: O Último Imperador

Melhor Montagem: O Último Imperador

Melhor Trilha Sonora Original: O Último Imperador – Ryuichi Sakamoto, David Byrne e Cong Su

Melhor Canção Original: “(I’ve Had) The Time of My Life” – Dirty Dancing – Ritmo Quente (Dirty Dancing)

Melhor Som: O Último Imperador

Melhor Edição de Som: RoboCop – O Policial do Futuro (RoboCop)

Melhores Efeitos Visuais: O Segredo do Abismo (Innerspace)

Melhor Maquiagem: Harry e Hendersons (Harry and the Hendersons)

Melhor Documentário (longa): The Ten-Year Lunch: The Wit and Legend of the Algonquin Round Table

Melhor Documentário (curta): Young at Heart

Melhor Curta de Animação: The Man Who Planted Trees

Melhor Curta-Metragem (live action): Ray’s Male Heterosexual Dance Hall

👉 O grande destaque foi “O Último Imperador”, que venceu 9 Oscars, incluindo Filme, Diretor e Roteiro Adaptado.