Título Original: Evil Dead Burn
Ano de Lançamento: 2026
País: Estados Unidos, Nova Zelândia e Canadá
Estúdio: New Line Cinema
Direção: Sébastien Vaniček
Roteiro: Sébastien Vaniček e Florent Bernard
Produção: Rob Tapert e Sam Raimi
Elenco: Souheila Yacoub, Hunter Doohan, Luciane Buchanan, Tandi Wright, Erroll Shand, Maude Davey e George Pullar.
Sinopse:
Terceiro filme independente da fase moderna da franquia iniciada com Evil Dead (2013) e sucedendo A Morte do Demônio: A Ascensão (2023), Evil Dead Burn acompanha Alice, uma mulher devastada pela morte do marido. Em busca de conforto, ela aceita passar alguns dias na isolada propriedade da família do falecido. O que deveria ser um período de luto transforma-se em um pesadelo quando a presença do Necronomicon desperta novamente as forças demoníacas conhecidas como Deadites. Um a um, os membros da família são possuídos, convertendo a reunião familiar em um massacre sangrento. Enquanto luta para sobreviver, Alice descobre que a promessa feita ao marido — permanecer ao seu lado "até a morte" — ganha um significado aterrorizante diante do poder maligno do Livro dos Mortos. O longa mantém a tradição da série ao combinar horror sobrenatural, violência extrema e efeitos práticos perturbadores, explorando ao mesmo tempo temas como luto, abuso familiar e culpa.
Comentários:
Evil Dead Burn chegou aos cinemas cercado de enorme expectativa, principalmente por ser dirigido pelo cineasta francês Sébastien Vaniček, cujo trabalho em Infested chamou a atenção de Sam Raimi. Desde o início da produção, o diretor declarou que pretendia realizar "o filme mais brutal da franquia", promessa que dividiu profundamente a crítica especializada. O The Guardian publicou uma das avaliações mais positivas, afirmando que o longa consegue expandir o universo da série sem copiar o estilo de Raimi. A crítica elogiou a atmosfera opressiva, a intensidade emocional da história e a criatividade das sequências de horror, destacando que os Deadites apresentam mais personalidade e perversidade do que em capítulos anteriores. O jornal também ressaltou que Vaniček imprime influências do horror francês contemporâneo, produzindo um filme visualmente agressivo e emocionalmente devastador.
A recepção, entretanto, esteve longe de ser unânime. A Associated Press publicou uma crítica bastante severa, argumentando que Evil Dead Burn sacrifica o humor negro e a inventividade visual que marcaram os filmes clássicos da franquia em favor de uma violência quase ininterrupta. Segundo a agência, a produção mergulha em cenas de mutilação e gore extremo sem oferecer o mesmo equilíbrio entre terror e diversão característico dos trabalhos de Sam Raimi. No Rotten Tomatoes, o filme estreou com cerca de 79% de aprovação, indicando uma recepção crítica geralmente favorável, embora menos entusiasmada do que a de alguns de seus antecessores. Entre os fãs, porém, a reação foi bastante positiva. Em comunidades como Reddit e fóruns dedicados ao terror, muitos espectadores elogiaram a atuação intensa de Souheila Yacoub, o ritmo acelerado e a coragem de levar a violência da série a novos extremos, considerando-o um dos capítulos mais perturbadores da franquia. Comercialmente, o longa teve uma boa estreia mundial e consolidou a estratégia da franquia de contar histórias independentes, preservando a mitologia do Necronomicon sem depender da presença de Ash Williams. Além disso, o sucesso do filme reforçou os planos do estúdio para expandir ainda mais o universo de Evil Dead nos próximos anos.
Erick Steve.

Em Exibição nos Cinemas
ResponderExcluirPablo Aluísio.
Incrível como esse assumto "demônio" ainda rende filmes.
ResponderExcluirO medo funciona melhor com um vilão que a maioria das pessoas acreditam existir
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