Mostrando postagens com marcador Dougray Scott. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Dougray Scott. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 25 de junho de 2026

Missão: Impossível 2

Missão: Impossível 2 
O filme Missão: Impossível 2 (Mission: Impossible 2) foi lançado em 24 de maio de 2000, dirigido por John Woo e estrelado por Tom Cruise, Thandiwe Newton, Dougray Scott, Ving Rhames, Richard Roxburgh e Brendan Gleeson. Na trama, o agente Ethan Hunt recebe a missão de impedir que um ex-integrante da IMF coloque as mãos sobre uma arma biológica mortal conhecida como Chimera. Para se infiltrar na organização criminosa, Hunt conta com a ajuda de Nyah Nordoff-Hall, uma habilidosa ladra que possui uma ligação pessoal com o principal vilão. A investigação leva os personagens a diferentes partes do mundo e culmina em uma corrida contra o tempo para evitar uma catástrofe global. O filme enfatiza cenas de ação espetaculares, perseguições de motocicleta, explosões e confrontos físicos estilizados. Sob a direção de John Woo, a produção adotou uma estética mais operística e exagerada do que a do primeiro filme. Assim, Missão: Impossível 2 transformou a franquia em um espetáculo de ação de grandes proporções.

Quando foi lançado, Missão: Impossível 2 recebeu uma recepção crítica mista. O The New York Times elogiou algumas sequências de ação, mas observou que o filme privilegiava o espetáculo em detrimento da trama. O Los Angeles Times destacou a habilidade visual de John Woo, afirmando que ele havia criado “algumas das cenas de ação mais impressionantes do cinema comercial da época”. A revista Variety considerou o longa um entretenimento eficiente, embora excessivamente dependente de estilo visual. Muitos críticos elogiaram o carisma de Tom Cruise e a energia das sequências de ação, mas apontaram fragilidades no roteiro e no desenvolvimento dos personagens. A influência do cinema de ação de Hong Kong foi amplamente reconhecida, especialmente nas cenas de câmera lenta, tiroteios estilizados e confrontos coreografados. A crítica ficou dividida entre admirar o espetáculo visual e lamentar a simplicidade da narrativa. Dessa forma, a recepção foi positiva para alguns e decepcionante para outros.

Nos anos seguintes, Missão: Impossível 2 continuou sendo um dos capítulos mais debatidos da franquia. Muitos críticos passaram a vê-lo como uma curiosa combinação entre o universo de Ethan Hunt e o estilo autoral de John Woo. Embora não tenha recebido indicações importantes ao Oscar, o filme foi reconhecido em diversas premiações técnicas ligadas à ação e aos efeitos especiais. Alguns admiradores da série consideram esta a entrada mais estilizada e ousada da franquia, enquanto outros a veem como a mais exagerada. Com o crescimento posterior da série, especialmente após filmes como Mission: Impossible – Ghost Protocol e Mission: Impossible – Fallout, muitos críticos passaram a enxergar o segundo filme como um produto muito característico do cinema de ação do início dos anos 2000. Sua reputação permanece dividida, mas continua despertando interesse por sua identidade única dentro da série.

Do ponto de vista comercial, Missão: Impossível 2 foi um enorme sucesso de bilheteria. Produzido com um orçamento estimado em cerca de 125 milhões de dólares, o filme arrecadou aproximadamente 546 milhões de dólares em todo o mundo. Tornou-se a maior bilheteria mundial do ano 2000, superando diversos concorrentes de peso. O público respondeu de forma extremamente positiva às cenas de ação, ao carisma de Tom Cruise e ao estilo visual marcante de John Woo. As sequências de motocicletas, a escalada na abertura do filme e os confrontos finais tornaram-se especialmente populares. O sucesso comercial garantiu a continuidade da franquia e consolidou Ethan Hunt como um dos grandes heróis de ação do cinema moderno. O longa também teve excelente desempenho no mercado de vídeo doméstico. Assim, apesar das críticas divididas, sua recepção junto ao público foi amplamente favorável.

Atualmente, Missão: Impossível 2 é visto como um dos capítulos mais peculiares da franquia. Embora raramente seja apontado como o melhor filme da série, continua sendo lembrado por seu estilo visual extravagante e por representar a influência máxima de John Woo sobre uma grande produção hollywoodiana. Muitos críticos modernos reconhecem que o filme capturou perfeitamente o espírito dos blockbusters de ação do início dos anos 2000. A atuação de Tom Cruise permanece um dos pontos fortes da produção, assim como várias de suas sequências de ação. Alguns fãs apreciam justamente o fato de o filme ser tão diferente dos demais capítulos da série. Dessa forma, sua reputação atual é mais favorável do que foi durante parte dos anos seguintes ao lançamento. Missão: Impossível 2 permanece como um espetáculo de ação estilizado e uma peça curiosa dentro de uma das franquias mais bem-sucedidas do cinema.

Missão: Impossível 2 (Mission: Impossible 2, Estados Unidos, 2000) Direção: John Woo / Roteiro: Robert Towne, baseado na série de televisão criada por Bruce Geller / Elenco: Tom Cruise, Thandiwe Newton, Dougray Scott, Ving Rhames, Richard Roxburgh e Brendan Gleeson / Sinopse: Ethan Hunt precisa impedir que uma organização criminosa utilize uma perigosa arma biológica, envolvendo-se em uma missão repleta de infiltrações, perseguições e confrontos espetaculares ao redor do mundo.

Erick Steve. 

sexta-feira, 22 de agosto de 2025

Meu Ano em Oxford

Meu Ano em Oxford
Espere um momento! Tem coisa errada por aqui! Não faz muito tempo assisti a um filme chamado "Encontrando o Amor em Oxford" que tinha basicamente a mesma história desse filme! Uma jovem americana entra na prestigiada universidade de Oxford e lá se apaixona por um inglês, vivendo uma bela história de amor! Claro, há algumas diferenças de detalhes entre os dois filmes, mas a premissa básica é a mesma! O outro filme foi produzido em 2023 e esse aqui em 2025, então se formos levar em conta apenas o aspecto cronológico, esse aqui pode ser considerado quase um plágio do anterior! O pior de tudo é que eu acabei gostando dos dois filmes (mais do primeiro, confesso)! Então, só posso concluir que ideias originais andam em falta mesmo no cinema atual. 

De qualquer maneira vamos em frente. Esse outro romance (semelhante, mas tentando ser diferente!) até que tem algumas ideias interessantes (que não encontramos no primeiro filme). Por exemplo, a protagonista acaba se apaixonando pelo jovem professor bonitão que vem substituir a professora titular do curso. Ela fica decepcionada em um primeiro momento, mas como vai ter um romance com o teacher, esse desapontamento logo passa. Para que o filme não ficasse apenas no puro namoro dos dois, os roteiristas foram no passado pegar pequenas pitadas de um grande sucesso do cinema, "Love Story". Sim, o bonitão inglês está com câncer e vai morrer em breve... Oh, mundo cruel! E assim corre a história. Bonitinha, com ótima fotografia! Não faz mal a ninguém. Podem dizer o que quiserem, mas não tem cenário mais bonito para um filme romântico do que o tradicional campus da universidade de Oxford. Deve por isso que temos agora essa onda de filmes que se passam por lá! 

Meu Ano em Oxford (My Oxford Year, Estados Unidos, Reino Unido, 2025) Direção: Iain Morris / Roteiro: Julia Whelan, Allison Burnett, Melissa Osborne / Elenco: Sofia Carson, Corey Mylchreest, Dougray Scott / Sinopse: Uma jovem norte-americana vai estudar na prestigiada e tradicional universidade de Oxford e lá se apaixona por seu professor bonitão. Infelizmente, essa história de amor também terá seus dramas pessoais envolvendo o casal de apaixonados românticos. 

Pablo Aluísio. 

terça-feira, 3 de agosto de 2021

Morte ao Rei

Durante mais de mil anos a monarquia sobrevive na Inglaterra. Historicamente porém houve um breve período em que a nação se tornou uma república. Foi quando o revolucionário Oliver Cromwell venceu as tropas do rei, tomando o poder. Ao lado de um general chamado Thomas Fairfax, ele tencionava encerrar definitivamente a monarquia naquele país. Quando o filme começa o Rei já está derrotado. E a partir daí começam as divergências. Cromwell queria decapitar o monarca. Fairfax, que vinha de uma família da antiga nobreza, resistia a essa ideia. Para ele o Rei deveria ser devidamente julgado, mas não condenado à morte, tudo em nome da tradição.

O filme é muito bem produzido, com boa reconstituição de época. Não há grandes batalhas e nem a guerra entre os revolucionários e a monarquia é mostrada. A dramaticidade nasce mesmo do choque de ideias entre o líder da revolução e seu principal general. Eles tinham visões opostas sobre o que iria determinar o futuro da Inglaterra. Historicamente falando o povo inglês não gostava muito de Cromwell, principalmente depois que ele tomou o poder e se revelou um tirano, matando pessoas sem o devido julgamento legal. Isso talvez explique porque logo após sua morte a monarquia inglesa foi restaurada, estando no trono até os dias de hoje. Aquele que depõe uma monarquia acusando-a de tirana e logo após se torna ele próprio um tirano não merecia mesmo ter o apoio do povo.

Morte ao Rei (To Kill a King, Inglaterra, Alemanha, 2003) Direção: Mike Barker / Roteiro: Jenny Mayhew / Elenco: Tim Roth, Dougray Scott, Rupert Everett, Olivia Williams, / Sinopse: Após derrotar as tropas leais ao Rei Charles I, o revolucionário Oliver Cromwell quer ir além, ele quer a decapitação do monarca, mas encontra resistência vinda de seus próprios aliados na revolução.

Pablo Aluísio.