quarta-feira, 8 de julho de 2026

Muralhas do Pavor

Título no Brasil: Muralhas do Pavor
Título Original: Tales of Terror
Ano de Lançamento: 1962
País: Estados Unidos
Estúdio: American International Pictures
Direção: Roger Corman
Roteiro: Richard Matheson
Elenco: Vincent Price, Peter Lorre, Basil Rathbone, Debra Paget, Maggie Pierce, Leona Gage

Sinopse:
O filme é uma antologia de terror composta por três histórias baseadas em contos de Edgar Allan Poe. No primeiro segmento, “Morella”, um homem retorna à casa de seu pai e confronta um passado marcado por morte e obsessão. No segundo, “The Black Cat”, acompanhamos um enredo mais irônico e macabro envolvendo rivalidade, alcoolismo e assassinato. Já no terceiro, “The Facts in the Case of M. Valdemar”, um experimento de hipnose ultrapassa limites éticos e mergulha no sobrenatural. As três histórias exploram temas como loucura, vingança e morte, com forte atmosfera gótica.

Comentários:
Lançado em 1962, Tales of Terror foi bem recebido dentro do circuito de filmes de terror da época, especialmente pelos fãs do gênero. A revista Variety destacou o estilo característico de Roger Corman e a fidelidade ao clima das obras de Edgar Allan Poe, enquanto outros críticos elogiaram a atuação de Vincent Price, que se consolidava como um dos grandes ícones do terror clássico. O filme teve bom desempenho comercial dentro de seu orçamento modesto e ajudou a fortalecer a série de adaptações de Poe realizadas por Corman nos anos 1960. Com o passar do tempo, tornou-se um título cult, lembrado pela combinação de humor negro e horror atmosférico, além do encontro memorável entre Vincent Price e Peter Lorre. Hoje, é considerado uma peça importante do cinema de terror clássico e uma das adaptações mais interessantes da obra de Edgar Allan Poe.

Erick Steve. 

3 comentários:

  1. Basil Rathbone, Debra Paget: o mais clássico dos Sherlock Holmes do cinema, e a verdadeira paixão do Elvis Peesley da qual a Priscilla foi uma espécie de clone substituta.

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  2. A Paget era uma beldade mesmo... Em Love Me Tender está linda, daquela beleza clássica que não existe mais. Depois, com os anos, naturalmente ela foi perdendo o frescor da juventude. Só que em 1956 era uma beleza de arrasar. Não me admiro que o Elvis tenha ficado caído por ela.

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