quinta-feira, 5 de julho de 2007

Bela Lugosi

Bela Lugosi (1882 – 1956)
Bela Lugosi nasceu em 20 de outubro de 1882, na cidade de Lugoj, na Transilvânia (então parte do Império Austro-Húngaro, hoje Romênia). Desde jovem mostrou interesse pelo teatro, começando sua carreira nos palcos húngaros, onde interpretou diversos papéis clássicos.

Emigrou para os Estados Unidos após a Primeira Guerra Mundial e, nos anos 1920, passou a atuar em produções da Broadway. Sua grande oportunidade veio em 1927, quando interpretou Conde Drácula na peça teatral baseada no romance de Bram Stoker. O sucesso foi tão grande que em 1931 ele reprisou o papel no cinema, no clássico "Drácula" da Universal Pictures. A interpretação deu a Lugosi fama internacional e o consolidou como um dos maiores ícones do cinema de terror.

Apesar do enorme sucesso com “Drácula”, Lugosi acabou ficando marcado pelo personagem, o que limitou suas oportunidades em Hollywood. Atuou em outros filmes de terror da Universal, como "O Corvo" (1935) e "O Lobisomem" (1941), muitas vezes ao lado de Boris Karloff, seu colega e rival artístico.

Com o passar dos anos, enfrentou dificuldades financeiras, problemas de saúde e dependência de morfina. Nos anos 1950, chegou a trabalhar com o diretor Ed Wood, em produções de baixo orçamento como "Glen or Glenda" (1953) e, postumamente, em "Plan 9 from Outer Space" (1959).

Bela Lugosi faleceu em 16 de agosto de 1956, em Los Angeles, vítima de um ataque cardíaco. Atendendo a seu desejo, foi enterrado com a capa de Drácula, símbolo eterno de seu legado.

👉 Seu legado permanece vivo como um dos maiores nomes do horror clássico e um ícone da cultura pop, lembrado principalmente por dar vida ao vampiro mais famoso da história do cinema.

quarta-feira, 4 de julho de 2007

As Bruxas / A Face do Demônio

Produzido pela Hammer na década de 1960, esse curioso “As Bruxas” (também conhecido como “A Face do Demônio) chama a atenção por causa de seu bom roteiro e o clima de suspense que permeia todo o enredo. A estória é relativamente simples: Gwein Mayfield (Joan Fontaine) é uma professora missionária que vai até a África como parte de um programa das Nações Unidas para a disseminação da educação em países pobres da região. Chegando lá desperta a ira dos líderes religiosos tribais que não hesitam em usar feitiços e bruxaria contra a estrangeira intrusa. De volta à Inglaterra, ainda abalada pelos ataques sofridos, ela consegue arranjar emprego em uma escola privada em uma cidade no interior. O local é bucólico, calmo, tudo o que ela realmente ansiava obter depois de sua tumultuada estadia na África negra. A beleza e tranqüilidade do local porém parece esconder sórdidos segredos pois os habitantes locais começam a ficar perturbados pelo simples romance de um casal de jovens, ambos alunos da professora Mayfield. Após o garoto sofrer uma misteriosa doença ela começa a investigar melhor os acontecimentos, o que lhe revelará a existência de uma seita secreta de culto ao demônio, com membros da mais alta classe da cidade envolvidos.

Aqui a Hammer deixa os vampiros de lado para investir na mitologia das bruxas. Rituais satânicos, sacrifícios de uma virgem, gatos simbolizando a presença do mal, tudo está lá no roteiro. O argumento procura ser mais pé no chão por isso não espere bruxas voando pelo céu com suas vassouras mágicas.  O que vale a pena nesse filme é o suspense. As peças vão se encaixando aos poucos, sem pressa. A cidade que antes parecia acolhedora e agradável vai se revelando de forma gradual como um centro de adoração a Lúcifer. Enquanto o filme vai revelando os segredos dos habitantes locais tudo caminha muito bem. “As Bruxas” só perde mesmo seu impacto quando tudo se revela ao espectador. O ritual final, com os habitantes participando, soa hoje em dia pouco assustador. O filme não tem efeitos especiais de nenhum tipo então tudo é feito da forma mais natural possível. Infelizmente algo assim tende a envelhecer muito, deixando o final mais do que datado – ao contrário de seu desenvolvimento que prende a atenção e mantém o interesse. Talvez se tudo ficasse apenas sugerido soasse melhor. Joan Fontaine era boa atriz e defendeu seu papel com convicção. A direção também conseguiu desenvolver bem o tema. De qualquer modo é uma produção de terror da década de 1960 que vale a pena assistir. Um bom exemplo do tipo de produção que a Hammer desenvolvia naqueles anos.

As Bruxas / A Face do Demônio (The Witches, Inglaterra, 1966) Direção: Cyril Frankel / Roteiro: Nigel Kneale, baseado no livro de Norah Lofts / Elenco: Joan Fontaine, Kay Walsh, Alec McCowen / Sinopse: Professora recém chegada de um evento missionário na África arranja emprego numa bucólica cidade do interior da Inglaterra. Após alguns acontecimentos sinistros ela acaba descobrindo a existência de uma seita de adoradores do Diabo na região.

Pablo Aluísio.

O Feiticeiro

Título no Brasil: O Feiticeiro
Título Original: Necromancy
Ano de Produção: 1972
País: Estados Unidos
Estúdio: Zenith International
Direção: Bert I. Gordon
Roteiro: Bert I. Gordon, Gail March
Elenco: Orson Welles, Pamela Franklin, Lee Purcell, Michael Ontkean, Harvey Jason, Lisa James

Sinopse:
Homem envolvido com uma estranha seita de cultos satânicos resolve convencer a própria mulher a mudar para uma comunidade no interior, dominada por mãos de ferro pelo líder da estranha religião. Lá ela acabará descobrindo que Mr. Cato (Orson Welles) não se considera apenas dono da cidade, mas das pessoas que por lá moram também.

Comentários:
Nos anos 70, com os convites rareando, o grande gênio e monstro do cinema Orson Welles precisou encarar o que havia disponível no mercado. Assim ele acabou estrelando essa fitinha B, sem nenhum atrativo, sobre um bruxo ou mago da magia negra em uma cidadezinha perdida no meio oeste americano. Obviamente que para os amantes da sétima arte haverá um toque de melancolia em ver o mestre Welles envolvido em tamanho abacaxi, por outro lado para os apreciadores de filmes trash certamente será muito divertido ver o criador do grande clássico "Cidadão Kane" dando uma de bruxão malvado, deitando e rolando em suas vilanices. No geral a fita é bem medíocre e estaria completamente descartada nos dias de hoje se não fosse a presença de Orson Welles, aqui lutando para pagar seu aluguel. Pois é, a vida nunca foi fácil para ninguém.

Pablo Aluísio.

terça-feira, 3 de julho de 2007

O Escorpião Negro

Título no Brasil: O Escorpião Negro
Título Original: The Black Scorpion
Ano de Produção: 1957
País: Estados Unidos
Estúdio: Amex Productions, Frank Melford-Jack Dietz Productions
Direção: Edward Ludwig
Roteiro:  David Duncan, Robert Blees
Elenco: Richard Denning, Mara Corday, Carlos Rivas, Mario Navarro

Sinopse:
Escorpiões gigantes estão destruindo a Cidade do México, surgindo de cavernas através de erupções vulcânicas. Resta a Hank, um geologista americano, a missão de pará-los.

Comentários:
Na década de 1950 houve uma grande quantidade de produções que apresentavam insetos gigantes, monstros que destruíam cidades e coisas do gênero. Via de regra esses filmes procuravam copiar sucessos de bilheteria como  "O Mundo em Perigo" (1954). Esse exemplar aqui é um dos menos conhecidos, mas não quer dizer que seja ruim. Pelo contrário os efeitos especiais são de boa qualidade. O especialista envolvido aqui foi o mesmo Willis O`brien, do clássico "King Kong". Nada mal. O orçamento obviamente foi bem menor, mas ele conseguiu, mesmo com poucos recursos, fazer um bom trabalho, não resta dúvidas. Há uma cena em especial, passada em uma caverna, com um monstro que mais lembra um verme, que até hoje é cultuada pelos fãs desse tipo de filme. Curiosamente reaproveitaram algumas criaturas que não tinham sido utilizadas no filme do gorilão, o que desperta ainda mais o interesse dos admiradores desse tipo de Sci-Fi produzido nos anos 50.

Pablo Aluísio.

A Volta do Vampiro

Título no Brasil: A Volta do Vampiro
Título Original: The Return of the Vampire
Ano de Produção: 1944
País: Estados Unidos
Estúdio: Columbia Pictures
Direção: Lew Landers
Roteiro: Randall Faye, Griffin Jay
Elenco: Bela Lugosi, Frieda Inescort, Nina Foch, Roland Varno, Miles Mander, Matt Willis

Sinopse:
Em 1918, uma família inglesa é aterrorizada por um vampiro! Eles porém conseguem deter os ataques do monstro e o aprisionam, até que mais de vinte depois, bombas alemãs jogadas sobre Londres durante a Segunda Guerra Mundial,libertam o vampiro de sua prisão. De volta ao mundo, Drácula (Lugosi) assume a identidade de um cientista, recruta seu velho assistente, um sujeito que se transforma em lobisomem durante a lua cheia, e parte para a vingança contra aqueles que o aprisionaram por tanto tempo.

Comentários:
Bela Lugosi volta ao papel que o consagrou, a do conde vampiro Drácula. Infelizmente os tempos eram outros e o personagem já não causava mais o mesmo impacto de antes, além disso o ator já passava por vários problemas pessoais graves como seu sério problema com drogas, o que iria destruir sua vida e sua carreira nos anos que viriam. O que temos aqui é uma produção B sem muita relevância. Ao contrário dos primeiros filmes de Bela como Drácula, que hoje em dia são considerados clássicos do terror, esse filme é visto apenas como um exemplo de sua decadência pessoal e artística. Nada de muito relevante em uma tentativa de ganhar alguns trocados com sua fama do passado. Em termos de roteiro também não há muito o que se elogiar. A trama não avança e assume inovações que soam forçadas e sem sentido, como a que traz um lobisomem para ser o assistente pessoal do nobre das trevas. Também leva o lendário vampiro para a época da Segunda Guerra Mundial, o que no final não faz muita diferença, já que o filme simplesmente não empolga. Ao terminar de assistir o cinéfilo certamente sentirá uma certa melancolia pelo destino trágico de Bela Lugosi.

Pablo Aluísio.

segunda-feira, 2 de julho de 2007

Drácula

O livro de Bram Stoker é provavelmente o romance mais adaptado para o cinema, em todos os tempos. São inúmeras as versões. Essa aqui procurou seguir, em linhas gerais, a estória criada por Stoker. Como todos sabemos tudo começa quando o jovem advogado Jonathan Harker (Murray Brown) chega numa região isolada da Hungria (o correto seria a Romênia, mas o roteiro do filme preferiu as terras húngaras). Ele está lá para negociar com um antigo nobre, o Conde Drácula (Jack Palance). Sua intenção é vender propriedades ao redor de Londres. O Conde é um sujeito estranho, de poucas palavras e nada amigável. Seu castelo parece abandonado há décadas e tudo cheira a morte.

Casualmente Drácula vê a foto de uma jovem e ele fica impressionado com a semelhança dela com seu grande amor do passado. Depois dessa introdução (que leva praticamente dois terços do filme) as coisas começam a acontecer rapidamente (sim, a edição não é das melhores). Quando reencontramos Drácula ele já está na Inglaterra, colecionando vítimas. Quem primeiro se interessa pelas mortes é um pesquisador e médico, o Dr Van Helsing (Nigel Davenport). Ele tem teorias próprias sobre o acontecido, entre eles o fato de haver vampiros na cidade, algo que ninguém acredita. Mesmo assim o médico começa a criar um plano para capturar Drácula.

Como se vê o enredo é praticamente o mesmo do livro original escritor por Bram Stoker. Há modificações pontuais, que não mudam sua essência. Para os cinéfilos a grande atração vem do fato do Conde Drácula ser interpretado por Jack Palance. Atuar em filmes de terror era algo completamente novo em sua carreira. Palance fez carreira interpretando cowboys, pistoleiros, em filmes de western e depois grandes e fortes guerreiros em épicos. Nada com contos e histórias de horror. Sua caracterização do famoso vampiro se resume a alguns grunhidos e algumas frases breves que ele declama em tom firme, pautado e quase inaudível (como se fosse um psicopata!). A maquiagem se resume aos dentes postiços. Efeitos especiais são praticamente inexistentes. Com poucos recursos o diretor usa mais de luz e sombra para criar o clima adequado. No geral não chega a ser uma grande adaptação, sendo mais louvável pelo fato de optar por tentar seguir os escritos de Stoker mais ao pé da letra. Fora isso é uma produção bem mediana com resultados igualmente modestos.

Drácula (Dracula, Estados Unidos, 1974) Direção: Dan Curtis / Roteiro: Richard Matheson / Elenco: Jack Palance, Simon Ward, Nigel Davenport / Sinopse: Depois de comprar uma propriedade nos arredores de Londres, o misterioso Conde Drácula (Palance) começa a fazer suas vítimas na região. A série de mortes desperta a atenção do Dr. Van Helsing (Nigel Davenport) que acredita existir um vampiro como o autor das mortes. Logo ele começa uma verdadeira caçada contra a estranha criatura da noite. Filme também conhecido no Brasil como "Drácula - O Demônio das Trevas".

Pablo Aluísio.

Vozes do Além

Título no Brasil: Vozes do Além
Título Original: From Beyond the Grave
Ano de Produção: 1974
País: Estados Unidos
Estúdio: Amicus Productions
Direção: Kevin Connor
Roteiro: R. Chetwynd-Hayes, Raymond Christodoulou
Elenco: Peter Cushing, Ian Bannen, Ian Carmichael, Donald Pleasence, Diana Dors, Margaret Leighton

Sinopse:
Vários contos de terror, todos centrados nos personagens que entram numa loja de antiguidades de propriedade do sinistro dono interpretado por Peter Cushing. São quatro os contos: "The Gate Crasher", "An Act of Kindness", "The Elemental" e  "The Door".

Comentários:
Peter Cushing empresta todo seu carisma para esse filme que de certa forma acabou se tornando um dos últimos suspiros da velha fórmula de se fazer filmes de terror. Afinal já eram os anos 70, diretores como Steven Spielberg e George Lucas estavam surgindo e com eles toda uma nova leva de cineastas que iriam mudar os conceitos de filmes de fantasia, ficção e terror. Por essa razão "Vozes do Além" é um achado com seu estilo retrô, nostálgico, de se produzir fitas de terror. A fotografia, os cenários e os figurinos são todos feitos para dar aquele clima de algo antigo, sinistro, enterrado em covas profundas, ao espectador. Os objetos parecem ter saídos de alguma casa mal assombrada, de alguma cova putrefata, de terem pertencido a algum falecido. Nada mais assustador (e divertido). O resultado é muito bom, adequado aos cinéfilos que adoram aquele velho modo de assustar o público.

Pablo Aluísio.

domingo, 1 de julho de 2007

A Casa do Terror

Título no Brasil: A Casa do Terror
Título Original: Madhouse
Ano de Produção: 1974
País: Estados Unidos
Estúdio: American International Pictures (AIP), Amicus Productions
Direção: Jim Clark
Roteiro: Angus Hall, Ken Levison
Elenco: Vincent Price, Peter Cushing, Robert Quarry, Adrienne Corri, Michael Parkinson, Linda Hayden

Sinopse: 
Paul Toombes (Vincent Price) é um ator de terror cujo personagem de maior sucesso era conhecido como "Dr. Morte". Quando sua mulher é assassinada, Toombes é preso e colocado em um hospício, acusado de ter cometido o crime. Anos depois, o ator é solto e volta a interpretar seu personagem em um programa de TV. O problema e que pessoas começam a morrer da mesma forma de seus antigos filmes de terror.

Comentários:
Mais um clássico de terror da vasta filmografia do ator Vincent Price, aqui contracenando com outro grande ídolo desse gênero cinematográfico, Peter Cushing. O curioso é que esse filme também ficou conhecido pelos títulos de "Dr Morte" e "A Casa dos Rituais Satânicos". Mais uma vez Price brinca com sua persona nas telas. Chama a atenção o fato do filme ter sido produzido já na década de 1970 quando o cinema começava a mudar, com novos estilos de produções de terror fazendo sucesso, o que fazia com que Vincent Price enfrentasse uma nova concorrência de jovens diretores dentro do gênero. Para sobreviver ele aumentava o tom de suas atuações. Aqui o ator usa uma estranha (porém criativa) maquiagem, que a despeito das limitações técnicas da época, era extremamente eficiente e bem feita. Veja como uma equipe talentosa de maquiagem poderia fazer toda a diferença em um filme como esse. Peter Cushing surge ao lado do ator em uma amostra muito interessante da união de dois veteranos mantendo o velho charme das produções antigas em voga com os novos rumos do cinema de terror da década de 1970. Esse filme também foi lançado em  DVD duplo nos Estados Unidos com "Theather of Blood" com o mesmo Price em uma mesma embalagem. Imperdível para os apreciadores e colecionadores do gênero.

Pablo Aluísio.

Lobisomens Sobre Rodas

Título no Brasil: Lobisomens Sobre Rodas
Título Original: Werewolves on Wheels
Ano de Produção: 1971
País: Estados Unidos
Estúdio: South Street Films
Direção: Michel Levesque
Roteiro: David M. Kaufman, Michel Levesque
Elenco: Steve Oliver, Donna Anders, Gene Shane

Sinopse: 
Um grupo de motoristas no estilo dos Hell's Angels (mas neste caso, chamado The Devil's Advocate), percorre o sudoeste dos Estados Unidos procurando encrenca, bebendo cerveja e assustando os velhinhos. Ao se encrencarem com uma seita demoníaca (!) são "amaldiçoados" e começam a morrer de forma misteriosa...

Comentários:
Fime de drive-in. Por essa época, começo dos anos 1970, esse tipo de cinema onde o sujeito entrava com seu carro em uma grande área aberta com um telão na frente já estava em franca decadência mas ainda resistia em cidades empoeiradas do interior americano. O preço era a metade de um cinema normal então os filmes exibidos geralmente eram porcarias trashs feitas a toque de caixa. "Werewolves on Wheels" foi apenas mais um dos quatro filmes dirigidos por Michel Levesque, todos trashs. Pior do que colocar lobisomens andando de motos só "Sweet Sugar", seu filme seguinte, que não tinha roteiro nenhum, só um monte de garotas de bikinis andando seminuas nas praias da Costa Rica. Afinal quem precisa de algo a mais do que isso?"

Pablo Aluísio.

sexta-feira, 29 de junho de 2007

Filmografia - James Dean

 
Filmografia - James Dean
Baionetas Caladas (1951) ★★★ 
O Marujo Foi na Onda (1952) ★★
Sinfonia Prateada (1952) ★★★ 
Vidas Amargas (1955) ★★★★ 
Juventude Transviada (1955) ★★★★ 
Assim Caminha a Humanidade (1956) ★★★★ 

Comentários:
Reza a lenda que James Dean fez apenas 3 filmes no cinema. Bem, essa informação está errada. Na realidade, ele participou de 6 filmes. Em 3 deles não teve qualquer chance de representar ou ter um papel maior. Ora surgia como figurante, ora surgia como um coadjuvante de terceiro escalão. Apenas nos 3 últimos filmes é que realmente entrou no centro do palco. São os filmes definitivos de sua carreira. Os 3 últimos filmes são clássicos imortais de Hollywood. Infelizmente, como todos sabemos, ele morreu com apenas 24 anos de idade, em um acidente na estrada de Salinas, na Califórnia. Seu legado para sempre será esses poucos clássicos do cinema. Filmes obrigatórios para qualquer cinéfilo que se preze.

Avaliação / Cotações:
★★★★ Excelente
★★★ Bom
★★ Regular
★ Ruim

Pablo Aluísio.