terça-feira, 2 de maio de 2006

A Trilha da Amargura

Durante as chamadas guerras indígenas um obstinado tenente da cavalaria americana, Billings (Robert Stack), recebe uma importante missão: levar um tratado de paz até uma nação nativa distante e isolada no meio do deserto do oeste americano. Para tanto ele reúne seus homens (um pelotão do exército americano) e parte em direção a uma região hostil e praticamente desconhecida do homem branco. No meio do caminho encontram o filho do chefe Nuvem Cinzenta que lhes promete levar até seu pai. O problema é que o jovem guerreiro na verdade esconde suas reais intenções pois odeia o homem branco e sua sede de dominação. Assim leva o pelotão a uma viagem sem fim, sem rumo certo, andando em círculos, com a única finalidade de levar todos a morrerem no meio do deserto por sede e fome. Confiando demais no jovem guerreiro o tenente finalmente entende que está trilhando um caminho sem volta, que poderá levar todos os seus homens à morte certa.

"A Trilha da Amargura" é um faroeste com toques de aventura. O deserto, seco e completamente inóspito, acaba virando um dos principais personagens da trama. Os homens sedentos, desesperados e à mercê da natureza implacável precisam se virar como podem para sobreviver. Com locações no famoso Vale da Morte na Califórnia, a produção se destaca por sua escolha por um tom mais realista das vastas planícies desoladas do velho oeste americano. A própria farda azul dos soldados acaba ganhando um tom de cinza de tanta poeira e desolação.

Quando conseguem encontrar algum manancial no meio do nada logo percebem que a água não é potável. Some-se a isso a presença de serpentes venenosas e a própria exaustão da peregrinação rumo a um destino que parece nada agradável. O elenco do filme é liderado por Robert Stack, ator que hoje em dia já não é muito conhecido mas que nas décadas de 50 e 60 marcou época principalmente por interpretar o policial Eliot Ness no famoso seriado de TV "Os Intocáveis". Ficou tão marcado por esse papel que depois sentiu dificuldade em estrelar outros filmes. Felizmente conseguiu realizar produções interessantes como bem prova esse bom western "A Trilha da Amargura".

A Trilha da Amargura (War Paint, Estados Unidos,1953) Direção: Lesley Selander / Roteiro: Fred Freiberger, William Tunberg / Elenco: Robert Stack, Joan Taylor, Charles McGraw / Sinopse: Pelotão da cavalaria americana acaba sendo enganado pelo filho do chefe tribal ao qual o grupo procura para entregar um tratado de paz entre brancos e índios.

Pablo Aluísio.

segunda-feira, 1 de maio de 2006

Mato em Nome da Lei

Neste excelente faroeste, com um elenco de primeira grandeza, que conta com nomes como: Robert Ryan e também com um (quase) desconhecido Robert Duvall - Burton Stephen Lancaster, ou simplesmente, Burt Lancaster, vive na pele de Jered Maddox, um agente da lei na pequena cidade de Bannock. Certa noite, com Maddox ausente, um bando de arruaceiros e assassinos entram na pequena Bannock e promovem um tremendo quebra-quebra, culminando com a morte de um senhor inocente. Passado alguns mêses, Maddox chega à pequena cidade de Sabbath e imediatamente vai ao encontro do xerife Cotton Ryan (Robert Ryan). Maddox mostra uma lista de nomes a Cotton onde estão relacionados todos os baderneiros que estiveram em Bannock, e diz que ele tem até o meio-dia do dia seguinte para prender os vaqueiros e entregá-los a ele (Maddox) para que sejam julgados pelo assassinato em Bannock.

Cotton abre o jogo com Maddox e diz a ele que os vaqueiros da lista, trabalham para o rico fazendeiro Vincente Bronson (Lee J. Cobb). Cotton explica que foi Bronson quem o nomeou xerife, e além disso grande parte das pessoas que vivem ali, também trabalham para o fazendeiro, mesmo que indiretamente. Ou seja: os habitantes daquele povoado, ou gostam realmente de Bronson, ou têm medo dele. Uma coisa é certa: ele é o dono da cidade. Sendo assim Ryan deixa claro à Maddox que não vai ajudá-lo em nada. Furioso, Maddox diz à Ryan que todos os vaqueiros serão presos. Por bem ou por mal. No dia seguinte, Ryan parte em direção à fazenda de Bronson para dar-lhe o recado de Maddox. Para surpresa, Bronson não age como um cafajeste desumano; pelo contrário: o fazendeiro mostra-se um homem equilibrado e arrependido pelo que seus homens fizeram na pequena cidade. Na verdade, Bronson não quer entregar seus homens e nem a si mesmo a Maddox, e faz uma proposta: indenizar à família do senhor que morreu na baderna, além de indenizar também o xerife Maddox para que ele esqueça as ordens de prisão. Mas Ryan adverte que Maddox não aceitará a proposta.

À noite, descansando no hotel, Maddox recebe a visita da bela Laura Shelby (Sheree North) uma linda mulher que no passado foi sua amante. Ela pede ao implacável agente que poupe a vida de seu atual marido que também está na lista: Hurd Price (J.D. Cannon). Maddox não dá ouvidos à ex-amante e diz que vai prender seu marido também. Na fazenda, Vincent Bronson reúne seus vaqueiros e diz o que está acontecendo. Os homens se revoltam e pensam num meio de contornar o problema e tirar Maddox da jogada. A reunião esquenta e o braço direito e capataz de Bronson, Harvey Stenbaugh (Albert Salmi), revolta-se com a situação, diz que não vai negociar, e vai até a cidade para matar Maddox. Os dois vão para a rua e ficam frente a frente. Maddox, numa frieza impressionante, saca sua arma e, rápido como um raio, mata Stenbaugh.

Depois de saber da morte de seu amigo e braço direito, Bronson se desespera, reúne seus homens e juntos seguem para a pequena Sabbath para o enfrentamento final contra o implacável agente da lei. Apesar do título infeliz recebido no Brasil, "Mato em Nome da Lei" (Lawman - 1971) é um excelente faroeste, dirigido pelo inglês Michael Winner, que três anos depois dirigiria o explosivo "Desejo de Matar" com Charles Bronson. "Mato em Nome da Lei", destaca-se não só pelo excelente roteiro mas também pela excelente jogada de utilizar elementos de outros clássicos do western como "Matar ou Morrer". Outra qualidade do filme é a construção da história em torno da enorme categoria e carisma do grande Burt Lancaster, encarnado no papel de um impagável, obsessivo e incorruptível xerife Maddox.

Mato em Nome da Lei (Lawman, Estados Unidos,1971) Direção: Michael Winner / Roteiro: Gerald Wilson / Elenco: Burt Lancaster, Robert Ryan, Lee J. Cobb, Robert Duvall / Sinopse: Jered Maddox (Burt Lancaster) é um xerife que vai até outra cidade para prender um grupo de criminosos, algo que não será nada fácil para ele.

Telmo Vilela Jr.


Com Sartana Cada Bala é Uma Cruz

Sartana foi um dos personagens mais populares do chamado western spaghetti. Só para se ter uma ideia, foram realizados mais de vinte filmes com esse pistoleiro. O curioso é que como era comum no cinema italiano nem sempre Sartana aparecia em cena com as mesmas características pessoais ou de personalidade. Na verdade era mais um nome comercial do que qualquer outra coisa. A mesma coisa acontecia com Django e depois com Ringo. Não se tratava necessariamente do mesmo pistoleiro, mas sim de uma marca comercial para atrair bilheteria. Nesse faroeste "Com Sartana Cada Bala é Uma Cruz" ele é um caçador de recompensas que vaga pelo deserto em busca de procurados pela lei. Num gesto de pura sorte acaba encontrando todo um grupo de homens procurados trabalhando como escolta de uma carruagem carregada de ouro das minas da região. Antes que consiga colocar as mãos nos bandidos, todos eles são sumariamente mortos após um ataque. 

Para não perder a viagem e o trabalho de caçador de recompensas, Sartana então decide ir em busca do carregamento, para se vingar dos que mataram os homens que procurava e também para colocar as mãos na fortuna do rico metal. Afinal de contas ele não poderia sair no prejuízo. No seu caminho acaba surgindo outro pistoleiro lendário, Sabbath (Charles Southwood), um sujeito bem afetado. Andando todo de roupa branca, de forma elegante, com sombrinha feminina e lendo poemas ele mais parece um enrustido no meio de um oeste brutal e cheio de homens rudes. Mas por baixo de toda a delicadeza se esconde um ás do gatilho.

Quem interpretou Sartana nessa produção foi o ator George Hilton, nome americanizado de um ator, ora vejam só, nascido no Uruguai. Seu nome real era Jorge Hill Acosta y Lara. O divertido em Jorge é que ele deixa transparecer durante todo o filme um jeito irônico, como se estivesse prestes a cair na risada, pois como todos sabemos dentro do faroeste Spaghetti o exagero estava sempre presente nos tiroteios, nas lutas e nos excessivos closes dos olhos dos atores. Infelizmente para quem gostou de ver o ator na pele de Sartana esse foi seu único filme em que interpretou o famoso pistoleiro. O roteiro não é grande coisa, diria até bastante derivativo de outras fitas semelhantes, mas não vejo isso como um defeito. Os filmes desse estilo seguiam padrões que eram esperados pelo público. Era uma fórmula certeira que sempre agradava. Sartana assim cumpre todos os requisitos, sem falhas. No geral é realmente um bom Spaghetti, divertido, exagerado, com muitos tiros e balas voando para todos os lados, o que acaba confirmando exatamente aquilo que o título nacional promete, uma vez que Sartana realmente não desperdiçava munições. Quando ele atirava era realmente morte certa!

Com Sartana Cada Bala é Uma Cruz (C'è Sartana... vendi la pistola e comprati la bara, Itália, 1970) Direção: Giuliano Carnimeo / Roteiro: Tito Carpi / Elenco: George Hilton, Charles Southwood, Erika Blanc / Sinopse: Sartana (George Hilton) é um caçador de recompensas do velho oeste que planeja tomar posse de uma fortuna em ouro pertencente a um rico mas corrupto comerciante. Antes disso porém terá que enfrentar outro pistoleiro famoso, o estranho Sabbath (Charles Southwood).

Pablo Aluísio.

quarta-feira, 26 de abril de 2006

Cine Western - Sete Homens e um destino


Cine Western - Sete Homens e um destino
O clássico faroeste Sete Homens e um Destino, dirigido por John Sturges, tornou-se um dos filmes mais marcantes do gênero western na história do cinema. Inspirado diretamente no filme japonês Os Sete Samurais, de Akira Kurosawa, o longa acompanha sete pistoleiros contratados para defender um pequeno vilarejo mexicano de um grupo de bandidos violentos. O elenco reúne nomes lendários como Yul Brynner, Steve McQueen e Charles Bronson, que ajudaram a transformar o filme em um enorme sucesso popular. A produção é lembrada pelas cenas de ação, pelos diálogos marcantes e pela inesquecível trilha sonora composta por Elmer Bernstein. Além do grande impacto cultural, o filme ajudou a renovar o western nos anos 1960, influenciando diversas produções posteriores. Até hoje, é considerado uma das obras mais importantes e admiradas do cinema de faroeste.

Erick Steve. 

Cine Western - Gregory Peck


Cine Western - Gregory Peck
Gregory Peck e Jennifer Jones em cena do filme Duelo ao Sol (Duel in the Sun, Estados Unidos, 1946). Com direção de King Victor e produção do prestigiado David O. Selznick,  esse western com toques de drama romântico, contava a história de dois irmãos, filhos de um rico fazendeiro, disputando o coração de uma jovem mestiça que vai morar na fazenda de seu pai. E o conflito acaba sendo o estopim de uma grande rivalidade entre eles. 

Pablo Aluísio. 

terça-feira, 25 de abril de 2006

O Xerife do Oeste

"O Xerife do Oeste" faz parte da última fase da carreira do ator John Wayne. É um dos últimos trabalhos do Duke. O fato é que Wayne se recusava a se aposentar pois acreditava que a aposentadoria acabaria com ele. Além disso sempre afirmava que iria trabalhar até o final de seus dias pois era a única coisa que sabia fazer na vida. Ostracismo, nem pensar. Curiosamente mesmo já envelhecido, beirando os 70 anos, o ator ainda conseguia passar carisma e prender a atenção do espectador, arrecadando boas bilheterias, isso em uma época em que o western já mostrava claros sinais de esgotamento. "O Xerife do Oeste", também conhecido como "Cahill" repete de certa forma os velhos clichês do gênero. John Wayne sabia o que o público queria dele e procurava não inventar muito. Assim ele fez questão de realizar mais um faroeste ao velho estilo, com o roteiro que poderia muito bem ter sido escrito nos anos 50. E quando digo "realizar" não é força de expressão, o filme é dele, foi produzido por seu filho, Michael Wayne, e a produção contou com dinheiro saído do próprio bolso do ator. Alguns estudiosos da carreira de John Wayne inclusive vão mais longe e afirmam que diretor apenas assinou pois foi Wayne quem realmente dirigiu as cenas.

Tanto empenho pessoal valeu a pena. "Cahill" é o que eu chamo de um produto honesto. Os fãs de John Wayne receberam justamente aquilo que esperavam, ou seja, o velho cowboy ainda liquidando seus inimigos sem fazer muita força (e sem despentear a peruca impecável), um vilão asqueroso (o ótimo George Kennedy, velho companheiro de Wayne dos filmes antigos) e um pouco de humor em pequenas pitadas aqui e ali. Só não gostei muito do final, que tem um moralismo um tanto quanto questionável. Mas isso é o de menos, "O Xerife do Oeste" vale a pena, principalmente para quem quer matar saudades do antigo astro de Hollywood. A lenda do velho oeste vive!

O Xerife do Oeste (Cahill U.S. Marshal, Estados Unidos, 1973) / Direção: Andrew V. McLaglen / Com John Wayne, George Kennedy e Gary Grimes / Sinopse: De volta a sua cidade, o xerife (John Wayne) encontra dois de seus assistentes mortos num assalto e na cadeia quatro presos, entre eles seu filho, acusados de ter participado da chacina. O obstinado agente da justiça passa a perseguir um grupo de bandidos.

Pablo Aluísio.

Pistoleiros do Entardecer

Grande filme. Esse western mostra muito bem a diferença que faz um grande diretor. Veja, tinha tudo para ser mais um faroeste de rotina da carreira de Randolph Scott mas isso seria óbvio demais. Sam Peckinpah consegue reverter certas máximas do gênero ao mesmo tempo em que é respeitoso à mitologia do velho oeste. Ao contrário de usar personagens que são indiscutivelmente mocinhos ou bandidos, o diretor coloca em cena sujeitos dúbios, que transitam entre cometer crimes ou protagonizar momentos de grande honra pessoal. É o caso de Gil Westrum (o último personagem da carreira de Randolph Scott que abandonaria o cinema logo após). Gil tem como objetivo roubar o ouro que foi contratado a transportar mas como acompanhamos no desenrolar do filme esse é apenas o ponto de partida de tudo o que acontecerá nas montanhas.

É bom frisar porém que a estética da violência que seria marca registrada do diretor ainda não está presente nesse filme, o que era de se esperar. Filmado na primeira metade dos anos 60 o cineasta ainda não havia levado às últimas consequências suas escolhas estéticas e cinematográficas. Mesmo assim o filme é surpreendentemente bem roteirizado, com um clímax excelente, de tirar o chapéu. No final quem melhor define a essência do filme é a personagem Elsa (interpretada pela atriz Meriette Hartley). Ela explica que sempre foi levada a crer que havia o bem e o mal absolutos na vida, mas que depois de tudo o que passou compreendeu que na vida há pessoas que transitam de um lado ao outro, em uma zona cinzenta, tal como os personagens desse western. Uma conclusão simplesmente perfeita.

Pistoleiros do Entardecer (Ride the High Country, Estados Unidos, 1962) / Direção: Sam Peckinpah / Roteiro:N.B. Stone Jr./ Com Randolph Scott, Joel McCrea, Mariette Hartley, Ron Starr e Edgar Buchanan / Sinopse: Um envelhecido ex-xerife, Steve Judd (Joel McCrea), é contratado para transportar uma remessa de ouro através de um território perigoso. Ele contrata um velho parceiro, Gil Westrum (Randolph Scott), e seu protegido, o jovem Heck Longtre (Ron Starr), para ajudá-lo. Porém Steve não imagina que Gil e Heck planejam roubar o ouro, com ou sem a ajuda dele.

Pablo Aluísio.

segunda-feira, 24 de abril de 2006

Jamais Foram Vencidos

Que tal reunir em um mesmo filme John Wayne e Rock Hudson? Os dois tinham sido os maiores recordistas de bilheteria durante os anos 50 e 60 e agora reuniam forças no western "Jamais Foram Vencidos". O filme pode ser considerado um faroeste temporão, já que foi realizado no final dos anos 60, quando a juventude não mais se importava muito com esse gênero cinematográfico. Embora Wayne ainda mantivesse seu prestígio inabalado, Hudson vinha passando por dificuldades na carreira. Como era um galã acima de tudo, os papéis iam cada vez mais rareando com a chegada da idade e ele próprio representava naquela altura um tipo de ator que definitivamente estava saindo de moda. Ao invés do galã de visual impecável, o cinema americano agora adotava atores com grande talento mas com aparência de homens comuns, como Al Pacino, Dustin Hoffman e Robert De Niro. Atores que não tinham a estampa dos velhos ídolos como Rock Hudson. Em sua autobiografia o próprio Hudson comenta a chegada dessa nova geração de "monstrinhos" como ele apelidou os novos atores em ascensão.

Realmente era bem complicado unir duas gerações tão diferentes em um mesmo filme. Por isso o convite de estrelar um western ao lado do mito John Wayne veio bem a calhar naquele momento de sua vida. O filme em si era interessante e mostrava um oficial confederado (Hudson) que não aceitava a derrota de seu amado sul durante a guerra civil americana. Tão transtornado ficara com a perda da guerra que em um ato de profunda indignação resolve queimar sua propriedade, juntar tudo o que tinha e rumar para o México com a esperança de começar uma nova vida. Impossível não fazer uma analogia sutil com a própria carreira de Rock Hudson. Tal como o personagem de seu filme ele naquele momento era coisa do passado e deveria rumar para um novo destino. E tal como o sulista ferido ele realmente em pouco tempo deixaria o seu passado para trás (o cinema) e trilharia um novo caminho na carreira ao estrelar uma série de TV, em busca de um novo recomeço. Nunca o ditado "A Vida Imita a Arte" foi tão bem aplicado como nesse caso.

Jamais Foram Vencidos / Nunca Foram Vencidos (The Undefeated, Estados Unidos, 1969) / Direção de Andrew V. McLaglen / Roteiro de James Lee Barrett e Stanley Hough / Elenco: Rock Hudson, John Wayne, Ben Johnson e Tony Aguilar / Sinopse: Após a Guerra Civil americana graduado oficial confederado procura recomeçar sua vida em meio a um clima hostil e selvagem.

Pablo Aluísio.

domingo, 23 de abril de 2006

Cine Western - John Wayne


Cine Western - John Wayne
Na década de 1970 o bom e velho John Wayne entrou em seu última fase da carreira. Ele iria falecer em 1979. Esse filme "Rio Lobo" foi lançado justamente nessa fase de crepúsculo de sua vida. Embora haja muitos que não gostam do filme, por problemas eventuais que ele venha a apresentar, eu gostei do que vi. John Wayne, já bem envelhecido, voltou a brilhar no velho oeste, ao lado do companheiro, amigo e diretor Howard Hawks. Um bom filme dos anos finais desse grande ator do western americano.

Pablo Aluísio. 

Cine Western - Paul Newman


Cine Western - Paul Newman
Paul Newman não fez muitos filmes de western, mas os que fez certamente marcaram a história do cinema como "Butch Cassidy and the Sundance Kid". Além desse, muito marcante, Newman apareceu em outras produções do gênero como esse "O Oeste Selvagem" onde interpretou nada mais, nada menos, do que Buffalo Bill, o homem que construiu toda uma mitologia em torno de si mesmo. Um excelente trabalho de revisão do velho oeste, com direção de Robert Altman. 

Pablo Aluísio.