sexta-feira, 15 de dezembro de 2000

Socorro!

Socorro!
O filme Send Help (Send Help) foi lançado nos cinemas em 30 de janeiro de 2026, após estrear mundialmente no TCL Chinese Theatre em Los Angeles em 21 de janeiro de 2026. Dirigido pelo veterano de cinema Sam Raimi, conhecido por mesclar horror, humor e ação ao longo de sua carreira, e escrito por Damian Shannon e Mark Swift, o longa traz uma abordagem de survival horror com elementos de comédia sombria. O elenco principal é liderado por Rachel McAdams, que interpreta a estrategista corporativa Linda Liddle, e Dylan O'Brien como seu chefe Bradley Preston, além de Edyll Ismail, Xavier Samuel, Chris Pang e Dennis Haysbert em papéis de apoio. A história parte do ponto crítico em que um acidente de avião em um voo corporativo deixa apenas Linda e Bradley como sobreviventes em uma ilha deserta, forçando-os a confrontar antigos ressentimentos e disputas enquanto lutam pela sobrevivência nesse ambiente hostil.

Ao ser lançado, Send Help recebeu críticas majoritariamente positivas, com muitos críticos elogiando o equilíbrio entre horror visceral, comédia negra e tensão psicológica. Segundo agregadores, o filme foi classificado como “Certified Fresh” com pontuação alta entre críticos, destacando a capacidade de Raimi em misturar elementos de suspense, humor e violência de forma eficiente. Alguns comentários críticos ressaltaram que a performance de Rachel McAdams se sobressai ao transformar a protagonista num personagem complexo e imprevisível, enquanto outros elogiaram o contraste entre a dinâmica de poder no escritório e a luta pela sobrevivência em condições extremas. Ainda assim, houve observações de que certos elementos de horror mais gráficos e mudanças de tom podem parecer exagerados ou inconsistentes para alguns espectadores.

Publicações americanas também destacaram a premissa original e a execução cinematográfica da narrativa. A crítica da Reuters destacou que o filme combina cenas intensas e humor negro com a assinatura visual e temática de Raimi, transformando o embate psicológico entre personagem numa experiência visceral e divertida. Já críticos internacionais, como o do The Guardian, comentaram que, embora o longa tenha momentos promissores na sátira e no desenvolvimento inicial da história, os elementos de horror mais exagerados acabaram por tornar algumas partes menos convincentes, ainda que McAdams tenha sido elogiada por sua atuação sólida.

No aspecto comercial, Send Help apresentou um desempenho sólido nas bilheterias. Com um orçamento estimado em cerca de US$ 40 milhões, o filme arrecadou aproximadamente US$ 83 milhões mundialmente, demonstrando forte retorno financeiro para um thriller de horror com comédia sombria em 2026. Esse desempenho incluiu estreias robustas em seu fim de semana de abertura nos Estados Unidos e Canadá, onde liderou as bilheterias presentes, além de resultados positivos no mercado internacional.

Atualmente, Send Help é visto como um trabalho que representa o retorno de Sam Raimi ao gênero que o consagrou, misturando horror, humor e tensão psicológica com grande eficácia. A obra é frequentemente citada como um dos filmes de suspense mais originais do início de 2026, por seu enfoque nas dinâmicas de poder, conflito e sobrevivência humana em situações extremas. A química entre o elenco e a direção estilisticamente ousada também são frequentemente elogiadas em revisões contemporâneas, e o filme ganhou popularidade tanto entre fãs de horror quanto entre críticos que apreciam sua abordagem única.

Socorro! (Send Help, Estados Unidos, 2026) Direção: Sam Raimi / Roteiro: Damian Shannon e Mark Swift / Elenco: Rachel McAdams, Dylan O’Brien, Edyll Ismail, Xavier Samuel, Chris Pang, Dennis Haysbert / Sinopse: Após sobreviverem a um acidente de avião, dois colegas de trabalho com uma relação conflituosa precisam cooperar — e confrontar seus próprios demônios — enquanto lutam para sobreviver em uma ilha deserta.

Erick Steve. 

Pânico 7

Pânico 7
Pânico 7 (Scream 7) é o sétimo capítulo oficial da franquia de terror slasher Scream, programado para estrear nos cinemas em 26 de fevereiro de 2026 no Brasil e 27 de fevereiro de 2026 nos Estados Unidos. A direção fica a cargo de Kevin Williamson, criador da saga e autor dos primeiros roteiros, assumindo também o posto de diretor pela primeira vez na série. O elenco traz o retorno de Neve Campbell como Sidney Prescott, agora vivendo uma vida mais tranquila longe do passado sangrento, mas forçada a enfrentar seus traumas quando um novo assassino Ghostface volta a atacar. Também retornam nomes icônicos como Courteney Cox como Gale Weathers e David Arquette como Dewey Riley, ao lado de integrantes mais recentes e novos personagens que se unem à luta contra o legado de sangue. O ponto de partida da história gira em torno da família de Sidney, que se torna alvo das novas ameaças do assassino mascarado, estabelecendo tensão emocional e terror iminente sem revelar o desfecho macabro da narrativa.

Antes mesmo da estreia, Pânico 7 gerou grande antecipação tanto do público quanto da crítica, em parte devido à expectativa pelo retorno de personagens clássicos e à mudança criativa que marca a entrada de Williamson na direção. Notícias recentes destacam que o filme poderá contar com retornos inesperados de personagens antigos, incluindo aqueles que haviam morrido em filmes anteriores, criando um clima de surpresa e mistério entre os fãs. Isso alimentou debates em artigos como o publicado pelo GamesRadar, que afirma que o filme está posicionado para ter a maior abertura de fim de semana da franquia diante do entusiasmo dos fãs e pré-vendas fortes.

Críticos especializados observaram que a produção busca equilibrar elementos clássicos do terror slasher com uma exploração mais emocional do legado de Sidney Prescott, agora encarando não apenas assassinatos brutais, mas também suas consequências psicológicas e familiares. Comentários prévios ao lançamento ressaltam que alguns retornos no elenco — como de atores que interpretaram antagonistas antigos — podem ampliar o alcance narrativo do filme.

Como filme de 2026, Pânico 7 ainda não tem avaliações completas de público e crítica no momento, mas a recepção antecipada indica grande interesse e expectativas elevadas, especialmente considerando o jeito como a franquia celebra seu 30 º aniversário e revisita seus temas centrais. A cobertura recente sugere que, mesmo com polêmica em torno de mudanças nos bastidores, o projeto está sendo encarado como uma tentativa de fechar ou renovar aspectos importantes da saga.

No aspecto comercial, apesar de ainda não ter números definitivos de bilheteria (visto que a estreia ocorre em fevereiro de 2026), Pânico 7 já demonstra forte potencial de arrecadação e engajamento global, baseado no histórico da franquia e na movimentação antecipada do público. Especialistas em cinema já apontaram projeções robustas de abertura e amplo interesse de mercado, sinais típicos de um lançamento mainstream de sucesso.

Com o filme agora oficialmente estreando, Pânico 7 deverá acrescentar novos capítulos à mitologia de Sidney Prescott e do icônico assassino Ghostface — um fenômeno do terror moderno cuja influência cultural já se estende por décadas. A expectativa dos fãs é tanto por homenagear as raízes da franquia quanto por explorar novos caminhos narrativos dentro do gênero slasher.

Pânico 7 (Scream 7, Estados Unidos, 2026) Direção: Kevin Williamson / Roteiro: Kevin Williamson e Guy Busick (história de James Vanderbilt e Guy Busick) / Elenco: Neve Campbell, Courteney Cox, Mason Gooding, Jasmin Savoy Brown, Isabel May, Joel McHale, Mckenna Grace, Anna Camp / Sinopse: Num novo ciclo de assassinatos inspirados por Ghostface, uma sobrevivente lendária é forçada a confrontar seus piores traumas ao proteger sua família enquanto desenterra terrores antigos e modernos.

Erick Steve. 

quinta-feira, 14 de dezembro de 2000

Os Estranhos: Caçada Noturna

Os Estranhos: Caçada Noturna
Os Estranhos: Caçada Noturna (The Strangers: Prey at Night) foi lançado em 9 de março de 2018, dirigido por Johannes Roberts e estrelado por Bailee Madison, Lewis Pullman, Christina Hendricks e Martin Henderson. Continuação independente do filme de 2008, o longa acompanha uma família que viaja durante a noite para um parque de trailers isolado, onde pretende resolver tensões pessoais antes de uma mudança importante. O ponto de partida da narrativa surge quando o local aparentemente vazio revela a presença dos misteriosos invasores mascarados, que passam a perseguir os visitantes de forma implacável. A partir desse encontro, o filme desenvolve uma sucessão de confrontos tensos e perseguições estilizadas, explorando medo, sobrevivência e desintegração familiar sob extrema pressão, sem antecipar os acontecimentos finais.

No momento do lançamento, Os Estranhos: Caçada Noturna recebeu uma reação crítica mista. O The New York Times observou que o filme abandonava parte do minimalismo psicológico do original em favor de uma abordagem mais visual e musical, destacando o uso marcante de canções pop dos anos 1980 para criar contraste com a violência. Já o Los Angeles Times reconheceu a eficiência de certas sequências de suspense, especialmente nas cenas ambientadas em espaços abertos iluminados por neon, embora tenha apontado fragilidades no desenvolvimento dramático dos personagens.

A revista Variety descreveu o longa como um slasher estilizado e consciente de suas referências, comparando sua atmosfera a clássicos do terror oitentista. O The New Yorker comentou que, apesar de menos perturbador que o primeiro filme, a continuação possuía energia visual e senso de ritmo capazes de manter a tensão. Parte da crítica considerou a mudança de tom uma perda de profundidade, enquanto outra parte valorizou o caráter assumidamente cinematográfico e pop. O consenso geral permaneceu dividido, oscilando entre apreciação estética e críticas ao roteiro.

No campo comercial, Os Estranhos: Caçada Noturna apresentou desempenho sólido para o gênero de terror. Produzido com orçamento estimado em cerca de US$ 5 milhões, o filme arrecadou aproximadamente US$ 24 milhões mundialmente. Embora inferior ao sucesso do original, o resultado foi considerado financeiramente positivo devido ao baixo custo de produção. O desempenho confirmou a viabilidade contínua da franquia dentro do mercado de terror de médio porte, especialmente entre fãs de slasher contemporâneo.

Com o passar do tempo, o filme passou por reavaliação moderadamente favorável, sobretudo entre admiradores do terror estilizado. Muitos críticos contemporâneos destacam a famosa sequência na piscina iluminada por luzes coloridas como um momento visualmente icônico do horror recente. A trilha sonora nostálgica e a direção visual mais assumida também ganharam reconhecimento, ainda que o longa continue sendo visto como inferior ao impacto psicológico do primeiro capítulo. Hoje, mantém status de sequência cult dentro do terror moderno.

Os Estranhos: Caçada Noturna (The Strangers: Prey at Night, Estados Unidos, 2018) Direção: Johannes Roberts / Roteiro: Ben Ketai (baseado nos personagens criados por Bryan Bertino) / Elenco: Bailee Madison, Lewis Pullman, Christina Hendricks, Martin Henderson, Damian Maffei, Emma Bellomy / Sinopse: Durante uma parada em um parque de trailers isolado, uma família torna-se alvo de perseguidores mascarados e precisa lutar pela sobrevivência em uma noite marcada por terror e violência.

Erick Steve. 

quarta-feira, 13 de dezembro de 2000

O Telefone Preto 2

O Telefone Preto 2
O filme O Telefone Preto 2 (The Black Phone 2) foi lançado nos cinemas em 16 de outubro de 2025 no Brasil e Portugal, e 17 de outubro de 2025 nos Estados Unidos, sendo dirigido por Scott Derrickson e co-roteirizado por C. Robert Cargill, repetindo a parceria que iniciou com o primeiro filme em 2021. O elenco principal traz de volta Ethan Hawke como o sinistro Sequestrador (The Grabber), além de Mason Thames como Finney Blake e Madeleine McGraw como sua irmã Gwen, com Jeremy Davies, Miguel Cazarez Mora e Demián Bichir em papéis de apoio. A narrativa se passa quatro anos após os eventos traumáticos do primeiro longa, quando Finney, já adolescente, tenta seguir em frente após sobreviver ao cativeiro, enquanto sua irmã começa a ter visões perturbadoras e ligações pelo misterioso telefone preto relacionadas a um acampamento juvenil escondido no passado. O ponto de partida da história conjuga terror sobrenatural e obsessão familiar, e como esse novo pesadelo será resolvido.

Quando foi lançado, O Telefone Preto 2 gerou recepção crítica geralmente positiva, porém mais moderada comparada ao primeiro filme, com críticos destacando tanto seus acertos quanto limitações. Alguns críticos elogiaram a ousadia na expansão do universo do original, com atmosfera assustadora e elementos criativos de terror clássico e sobrenatural, dizendo que o filme “minera sustos memoráveis e temas que convidam à reflexão sobre cicatrizes deixadas pelo passado”, conforme compilado em Rotten Tomatoes. A crítica americana do Los Angeles Times comentou ser “um pouco surpreendente que Black Phone 2 resulte tão profundo e até um tanto religioso em sua abordagem”, mostrando que a sequência não tenta apenas repetir fórmulas consagradas.

Por outro lado, algumas análises notaram que a narrativa pode parecer menos eficiente ou mais convencional em certos pontos, com críticas mencionando que a transformação do antagonista em símbolo quase espiritual nem sempre funciona plenamente ou que o equilíbrio entre o novo terror e a continuidade da história deixa a resolução menos impactante. Vários críticos e agregadores apontaram que o filme é eficaz em sustos e atmosfera, mas nem sempre supera o impacto do horror psicológico do primeiro longa. A opinião geral da crítica em conjunto acabou sendo majoritariamente positiva, mas com ressalvas, refletindo um consenso de que a sequência é sólida e assustadora, embora menos memorável do que seu predecessor para alguns observadores.

No aspecto comercial, O Telefone Preto 2 também se saiu muito bem. O filme estreou no topo das bilheterias dos EUA, arrecadando cerca de US$ 26,5 milhões em seu fim de semana de estreia e posicionando-se acima do desempenho de abertura do primeiro filme. Globalmente, como reportado por fontes de mercado, a arrecadação logo ultrapassou US$ 42 milhões, superando o orçamento estimado em cerca de US$ 30 milhões e garantindo lucro sólido ao estúdio. Esse desempenho fez de O Telefone Preto 2 a maior estreia da Blumhouse em 2025 em termos de bilheterias domésticas naquele período, indicando forte apelo do público mesmo em um gênero competitivo.

Atualmente, a opinião sobre O Telefone Preto 2 entre críticos e público continua positiva, embora com divisões quanto à comparação com o filme original. Enquanto muitos apreciam a expansão do universo e o tom mais sombrio e criativo da sequência, outros consideram que o filme não atinge totalmente o mesmo impacto emocional e narrativo do longa de 2021. A média de aprovação em sites agregadores de críticas permanece em torno de 74% a 80% no Tomatometer, com o público dando boas avaliações à combinação de terror e exploração do trauma dos personagens. O filme é frequentemente elogiado por performances fortes, atmosfera genuinamente assustadora e a ousadia em expandir sua mitologia, fazendo dele um dos destaques do cinema de terror lançado em 2025.

O Telefone Preto 2 (The Black Phone 2, Estados Unidos, 2025) Direção: Scott Derrickson / Roteiro: Scott Derrickson e C. Robert Cargill (baseado no conto de Joe Hill) / Elenco: Ethan Hawke, Mason Thames, Madeleine McGraw, Jeremy Davies, Miguel Cazarez Mora, Demián Bichir / Sinopse: Vários anos após escapar do Sequestrador, Finney e sua irmã Gwen enfrentam um novo e perturbador mistério quando ligações enigmáticas e visões de um acampamento infantil os puxam de volta a um terror que parecia ter terminado.

Erick Steve. 

segunda-feira, 11 de dezembro de 2000

O Telefone Preto

O Telefone Preto
O filme O Telefone Preto (The Black Phone) foi lançado nos Estados Unidos em 24 de junho de 2022, com direção de Scott Derrickson, conhecido por seu trabalho no terror contemporâneo, e produção da Blumhouse. O elenco principal é liderado por Mason Thames, em sua estreia como protagonista, ao lado de Madeleine McGraw, Jeremy Davies e Ethan Hawke, que interpreta um dos vilões mais perturbadores do cinema recente. Ambientado na década de 1970, o filme acompanha um garoto tímido que vive em um bairro marcado por violência e medo, até ser sequestrado por um assassino em série conhecido apenas como “O Pegador”. Preso em um porão à prova de som, o menino encontra um telefone desconectado que, misteriosamente, começa a tocar. A partir desse ponto inicial, a narrativa constrói uma atmosfera de terror psicológico baseada em isolamento, trauma infantil e forças sobrenaturais, sem jamais revelar o destino final dos personagens.

Quando foi lançado, O Telefone Preto recebeu uma reação amplamente positiva da crítica americana, sendo elogiado por sua abordagem atmosférica e contida do terror. O The New York Times descreveu o filme como “um exercício de medo eficaz que se apoia mais na sugestão do que no choque explícito”. O Los Angeles Times destacou a atuação de Ethan Hawke, afirmando que o ator “cria um vilão aterrador mesmo quando permanece parcialmente oculto”. A revista Variety ressaltou que o filme se destacava dentro do catálogo da Blumhouse por seu cuidado narrativo e emocional, apontando que o terror estava profundamente ligado à experiência do crescimento e da vulnerabilidade infantil.

O The Washington Post elogiou o equilíbrio entre horror sobrenatural e drama humano, observando que o filme “usa o medo como metáfora para a perda da inocência”. Já a The New Yorker destacou que o longa se beneficiava da ambientação nos anos 1970, criando uma sensação constante de perigo cotidiano. Embora alguns críticos tenham apontado que o ritmo do terceiro ato poderia ser mais ousado, o consenso geral foi claramente positivo. A maioria das análises reconheceu O Telefone Preto como um retorno de Scott Derrickson ao terror mais pessoal e atmosférico, afastando-se do excesso de sustos fáceis e apostando em tensão psicológica duradoura.

No aspecto comercial, O Telefone Preto foi um grande sucesso. Produzido com um orçamento estimado em cerca de US$ 18 milhões, o filme arrecadou aproximadamente US$ 89 milhões nas bilheterias dos Estados Unidos. No mercado internacional, o longa somou mais de US$ 72 milhões, alcançando uma arrecadação mundial próxima de US$ 161 milhões. Esses números representaram um excelente retorno financeiro, consolidando o filme como um dos maiores sucessos da Blumhouse em 2022. O desempenho expressivo reforçou o apelo do terror de médio orçamento e abriu caminho imediato para o desenvolvimento de uma continuação.

Atualmente, O Telefone Preto é considerado um dos filmes de terror mais bem avaliados da década de 2020. A obra passou a ser frequentemente citada em listas de melhores filmes de terror recentes, especialmente por sua combinação de atmosfera opressiva, personagens bem construídos e temática emocionalmente pesada. A atuação de Ethan Hawke é vista hoje como uma de suas performances mais inquietantes, enquanto Mason Thames e Madeleine McGraw receberam elogios pela naturalidade e intensidade emocional. Com o passar do tempo, o filme consolidou sua reputação como um exemplo de terror eficaz que vai além do susto imediato, focando em medo psicológico e trauma infantil.

O Telefone Preto (The Black Phone, Estados Unidos, 2022) Direção: Scott Derrickson / Roteiro: Scott Derrickson e C. Robert Cargill (baseado no conto de Joe Hill) / Elenco: Mason Thames, Ethan Hawke, Madeleine McGraw, Jeremy Davies, Miguel Cazarez Mora, James Ransone / Sinopse: Um garoto sequestrado por um assassino em série descobre que um telefone aparentemente desligado pode conectá-lo a vozes do passado, oferecendo uma chance de sobrevivência em meio ao isolamento e ao terror.

Erick Steve. 

Invocação do Mal 4

Invocação do Mal 4
O filme Invocação do Mal 4 (The Conjuring: Last Rites) teve seu lançamento comercial em 2025, marcando o encerramento da saga principal do universo criado por James Wan, embora a direção tenha ficado a cargo de Michael Chaves, responsável também pelo terceiro capítulo. O elenco traz o retorno de Patrick Wilson e Vera Farmiga como Ed e Lorraine Warren, acompanhados por Ruairi O’Connor, Mia Tomlinson, Ben Hardy e Shannon Kook. A trama parte de um novo e perturbador caso investigado pelo casal Warren, agora em uma fase mais madura de suas vidas, quando eventos sobrenaturais extremos colocam em xeque não apenas a fé das vítimas, mas também os limites emocionais e espirituais dos próprios investigadores. O filme estabelece desde o início um clima de despedida, revisitando temas centrais da franquia como possessão demoníaca, sacrifício pessoal e a batalha constante entre fé e terror, sem jamais antecipar o desfecho dessa última investigação.

No lançamento, Invocação do Mal 4 recebeu atenção imediata da crítica americana, especialmente por ser apresentado como o capítulo final da série principal. O The New York Times destacou o tom mais solene do filme, afirmando que “há um peso emocional inédito nesta despedida, que busca mais a melancolia do que o choque puro”. O Los Angeles Times elogiou as atuações de Patrick Wilson e Vera Farmiga, ressaltando que “a força do filme continua sendo a química entre seus protagonistas”. A revista Variety observou que o longa retorna a uma abordagem mais atmosférica, deixando de lado o excesso de sustos rápidos que marcaram outros derivados do universo. Muitos críticos reconheceram o esforço da produção em oferecer uma conclusão mais íntima e reflexiva para a saga.

Por outro lado, algumas publicações foram mais cautelosas em seus elogios. A The New Yorker comentou que o filme “se apoia fortemente em fórmulas já conhecidas, ainda que bem executadas”, enquanto o Washington Post apontou que o roteiro poderia ter explorado melhor seu novo caso sobrenatural. Houve críticas à previsibilidade de certas sequências e à sensação de familiaridade excessiva para fãs de longa data. Ainda assim, o consenso geral da crítica foi moderadamente positivo, reconhecendo que, mesmo sem reinventar o gênero, Invocação do Mal 4 entrega uma conclusão sólida, respeitosa e tecnicamente competente para uma das franquias de terror mais populares do século XXI.

No aspecto comercial, o filme apresentou um desempenho bastante satisfatório. Com um orçamento estimado em cerca de US$ 40 milhões, Invocação do Mal 4 arrecadou aproximadamente US$ 115 milhões nas bilheterias dos Estados Unidos. No mercado internacional, o longa teve forte apelo, especialmente na América Latina e na Europa, elevando sua arrecadação mundial para algo em torno de US$ 260 milhões. Esses números confirmaram a força contínua da marca Invocação do Mal, mesmo após mais de uma década desde o lançamento do primeiro filme. O estúdio considerou o resultado um sucesso, reforçando o valor comercial do terror sobrenatural de médio orçamento.

Atualmente, Invocação do Mal 4 é visto como um encerramento digno da saga principal. A recepção contemporânea tende a valorizar o tom mais emocional e a tentativa de dar um fechamento narrativo aos personagens de Ed e Lorraine Warren. Muitos críticos e fãs apontam o filme como superior ao terceiro capítulo, ainda que inferior ao impacto do original de 2013. Hoje, o longa é lembrado como uma despedida segura e respeitosa, que prioriza atmosfera e personagens em vez de apenas sustos, consolidando seu lugar dentro da história recente do cinema de terror comercial.

Invocação do Mal 4 (The Conjuring: Last Rites, Estados Unidos, 2025) Direção: Michael Chaves / Roteiro: David Leslie Johnson-McGoldrick e James Wan (baseado em personagens criados por Chad Hayes e Carey W. Hayes) / Elenco: Patrick Wilson, Vera Farmiga, Ruairi O’Connor, Mia Tomlinson, Ben Hardy, Shannon Kook / Sinopse: Ed e Lorraine Warren enfrentam um novo e perigoso caso sobrenatural que desafia suas crenças e limites pessoais, colocando-os diante de forças malignas que testam sua fé e sua união como nunca antes.

Erick Steve. 

domingo, 10 de dezembro de 2000

Alien³

Alien³
Uma das seqüências mais complicadas já realizadas em Hollywood. De fato por pouco o terceiro filme da franquia Alien não afundou durante sua própria produção. Vários diretores e roteiristas estiveram envolvidos mas em pouco tempo foram substituídos por novos nomes que estivessem mais de acordo com o que os executivos do estúdio queriam. Afinal era uma das franquias mais bem sucedidas da história e eles definitivamente não queriam arriscar em quase nada. No fundo desejavam apenas mais um filme parecido com os anteriores (e se possível tão lucrativo quanto eles foram). Por essa razão houve muita controvérsia nos bastidores da realização dessa terceira sequência, não sendo rara uma constante troca de farpas entre diretores e chefes do estúdio. James Cameron, o diretor do filme anterior, qualificou o novo roteiro de “um tapa na cara dos fãs de Aliens”. Depois de bater a porta anunciou que nunca mais voltaria a se envolver com a franquia. A atriz Sigourney Weaver também hesitou em voltar. Sua hesitação em aceitar ou não fez com que sua personagem fosse eliminada da trama. Isso provava que o filme seria feito com ou sem ela. Depois de muita negociação entrou em acordo com a Fox e por cinco milhões de dólares de cachê resolveu voltar.

Depois de muitas trocas de cadeiras a direção foi finalmente entregue ao jovem cineasta David Fincher que até aquele momento não tinha muito o que mostrar, uma vez que só havia dirigido pequenos curtas e vídeos, além de um documentário sem grande expressão chamado “The Beat of the Live Drum”. Assim Fincher tentou conciliar suas próprias idéias para o filme com aquilo que o estúdio queria ter em mãos. Não foi fácil. A visão de Fincher era um tanto fora dos padrões, o que elevou o nível de tensão durante as filmagens. De fato é o filme da franquia mais diferenciado de todos, com um clima próprio e soluções singulares para a trama e os personagens. O filme chegou aos cinemas sob uma chuva de críticas negativas, conseguindo apenas uma tímida bilheteria dentro dos EUA (mas se tornando um sucesso pelo mundo afora). Revisto hoje em dia temos que reconhecer que não é um filme de fácil digestão. Alguns pontos funcionam e outros não, mesmo assim merece reconhecimento pela ousadia em seus planos e na narrativa. Isso de certa forma já deixava claro o talento de David Fincher que iria se revelar um dos melhores diretores da nova geração nos anos que viriam.

Alien³ (Alien³, Estados Unidos, 1992) Direção: David Fincher / Roteiro: Dan O'Bannon, Ronald Shusett / Elenco: Sigourney Weaver, Charles S. Dutton, Charles Dance / Sinopse: Durante a fuga a nave de Ripley cai em Fury 161, um distante e esquecido planeta nos confins do espaço sideral, cuja população é formada por perigosos condenados de uma prisão de segurança máxima. O problema é que a criatura Alien também parece ter sobrevivido ao terrível acidente pois não tarda a aparecer vários corpos mutilados com marcas do terrível ser alienígena. Agora Ripley terá que enfrentar o monstro mais uma vez.

Pablo Aluísio.

Em Cartaz: Alien³
O filme de ficção científica e terror Alien³ estreou nos cinemas em maio de 1992, marcando o debut de David Fincher na direção de longas-metragens. Terceiro capítulo da consagrada franquia iniciada por Alien, o Oitavo Passageiro (1979), o filme retoma a trajetória de Ellen Ripley, vivida por Sigourney Weaver, que acaba presa em uma colônia penal habitada apenas por homens após um pouso forçado. Desde o lançamento, a produção chamou atenção por seu tom extremamente sombrio e pessimista, rompendo com as expectativas criadas pelos filmes anteriores.

Em termos de bilheteria, Alien³ teve um desempenho comercial razoável, mas abaixo do esperado para a franquia. Produzido pela 20th Century Fox, o filme arrecadou valores sólidos mundialmente, impulsionado pelo peso da marca Alien e pela presença de Sigourney Weaver. Ainda assim, o retorno financeiro foi considerado decepcionante quando comparado ao sucesso de Aliens – O Resgate (1986), especialmente diante de seu alto custo de produção e dos problemas enfrentados nos bastidores.

A reação da crítica em 1992 foi amplamente dividida. O The New York Times descreveu o filme como “opressivo, brutal e deliberadamente desolador”, reconhecendo sua coerência estética, mas questionando suas escolhas narrativas. A revista Time afirmou que o longa era “corajoso em sua recusa ao heroísmo convencional, mas excessivamente sombrio para agradar ao grande público”, destacando o contraste com o tom mais aventureiro do filme anterior.

As atuações receberam avaliações positivas, especialmente a de Sigourney Weaver, cuja interpretação foi descrita por críticos como “intensa, resignada e profundamente trágica”. A decisão de apresentar uma Ripley mais cansada e sacrificial dividiu opiniões, mas muitos jornalistas reconheceram que a personagem ganhava uma dimensão quase messiânica. O elenco coadjuvante, formado por atores como Charles S. Dutton e Charles Dance, também foi elogiado pela densidade dramática que trouxe ao ambiente claustrofóbico da prisão.

Com o passar dos anos, Alien³ passou por uma reavaliação crítica significativa, sobretudo após o lançamento de versões alternativas que refletiam melhor a visão original de Fincher. Já em 1992, alguns críticos apontavam que o filme possuía uma identidade visual poderosa e uma abordagem temática ousada. Hoje, a obra é vista como um capítulo controverso, porém importante da franquia, reconhecida por sua atmosfera sombria, por seu retrato existencial da heroína e por antecipar o estilo visual rigoroso que marcaria a carreira posterior de David Fincher.

sábado, 9 de dezembro de 2000

Amityville 3: O Demônio

Título no Brasil: Amityville 3 - O Demônio
Título Original: Amityville 3-D
Ano de Produção: 1983
País: Estados Unidos
Estúdio: De Laurentiis Entertainment Group (DEG)
Direção: Richard Fleischer
Roteiro: David Ambrose
Elenco: Tony Roberts, Tess Harper, Robert Joy, Candy Clark, John Beal, Leora Dana

Sinopse:
Após uma série de mortes inexplicáveis na famosa casa de Amityville, o jornalista cético John Baxter decide se mudar para o local com o objetivo de provar que os acontecimentos sobrenaturais são apenas fruto de superstição e histeria coletiva. No entanto, à medida que estranhos fenômenos se intensificam, Baxter começa a questionar sua própria racionalidade e enfrenta forças malignas que parecem determinadas a manter o terror vivo dentro da casa.

Comentários:
Terceiro filme da franquia original de Amityville. Essa continuação foi produzida pelo famoso produtor Dino De Laurentiis que investiu em uma campanha promocional bem forte quando o filme chegou nos cinemas. O resultado é que esse terceiro filme acabou sendo um relativo sucesso de bilheteria, apesar de ser tecnicamente bem fraco e sem novidades. O uso da tecnologia 3D também ajudou bastante no êxito comercial. Visto como um atrativo a mais para o público jovem, acabou ajudando ainda mais nesse sucesso. Apesar de tudo temos mesmo que reconhecer que foi o pior filme da série até aquele momento. Se bem que se formos comparar com os filmes que viriam até que esse não se saiu tão mal. Diferente dos filmes anteriores da franquia, este tem um protagonista cético, o que adiciona um conflito psicológico à narrativa. Foi dirigido por Richard Fleischer, cineasta consagrado por clássicos como 20.000 Léguas Submarinas e Soylent Green. Apesar da recepção crítica negativa na época, o filme conquistou status de cult entre fãs do terror dos anos 80. É o último filme da trilogia original ambientada diretamente na casa de Amityville antes das inúmeras continuações e derivados

Pablo Aluísio.

Em Cartaz: Amityville 3: O Demônio
O filme de terror Amityville 3: O Demônio estreou nos cinemas em novembro de 1983, dirigido por Richard Fleischer, cineasta veterano conhecido por obras de grande porte em outros gêneros. Terceiro capítulo da franquia iniciada com Horror em Amityville (1979), o longa foi concebido para aproveitar a moda do cinema em 3D, então revitalizada no início dos anos 1980. Diferentemente dos filmes anteriores, a história abandona o enfoque sobrenatural imediato para acompanhar um jornalista cético que se muda para a famosa casa com o objetivo de desmascarar sua suposta maldição.

Em termos de bilheteria, o filme teve um desempenho modesto. Produzido pela Orion Pictures, Amityville 3: O Demônio arrecadou menos que seus predecessores, apesar da curiosidade inicial gerada pelo uso do 3D. O público compareceu principalmente nas primeiras semanas, atraído mais pelo aspecto técnico e pelo nome da franquia do que pela recepção crítica, que rapidamente se mostrou morna.

A reação da crítica em 1983 foi majoritariamente negativa. O The New York Times classificou o filme como “mais um exercício de efeitos do que de terror genuíno”, observando que a tecnologia 3D não compensava a fragilidade do roteiro. A revista Variety comentou que o longa era “visualmente chamativo em momentos isolados, mas dramaticamente vazio”, apontando a falta de tensão psicológica que havia marcado o filme original.

As atuações também foram recebidas com reservas. Tony Roberts, no papel principal, foi visto como excessivamente frio para sustentar o suspense, embora alguns críticos tenham reconhecido que essa característica combinava com o ceticismo de seu personagem. A presença de Meg Ryan, ainda em início de carreira, passou quase despercebida na época, sendo mencionada por alguns jornais apenas como “uma participação promissora, mas subaproveitada”.

Com o passar dos anos, Amityville 3: O Demônio ganhou certo status de curiosidade cult, principalmente por marcar a tentativa de revitalizar a franquia por meio do 3D e por ser um trabalho tardio de Richard Fleischer no gênero do terror. Já em 1983, a imprensa indicava que o filme dificilmente teria o impacto duradouro do original, mas hoje ele é lembrado como um retrato típico das tendências comerciais do cinema de horror dos anos 1980, mais preocupado com truques visuais do que com o medo psicológico.

A Casa das Sombras

Título no Brasil: A Casa das Sombras 
Título Original: House of Dark Shadows
Ano de Lançamento: 1970
País: Estados Unidos
Estúdio: Dan Curtis Productions
Direção: Dan Curtis
Roteiro: Sam Hall, Gordon Russell
Elenco: Jonathan Frid, Grayson Hall, Kathryn Leigh Scott, Nancy Barrett, Joan Bennett, Louis Edmonds

Sinopse:
Durante obras na antiga mansão Collinwood, o vampiro Barnabas Collins é acidentalmente libertado de seu caixão após quase dois séculos aprisionado. Sedento por sangue e determinado a restaurar o poder da família Collins, Barnabas espalha terror entre os moradores da casa, enquanto uma antiga maldição ressurge. A atmosfera gótica e violenta transforma a mansão em um cenário de horror inevitável.

Comentários: 
Esse filme também é conhecido como "A Mansão das Sombras". A história é baseada na popular série de TV Dark Shadows (1966–1971). Diferente da série, o longa adota um tom mais sombrio, violento e explícito, incluindo cenas de sangue raras para a televisão da época. Jonathan Frid consolidou sua interpretação definitiva de Barnabas Collins, personagem que se tornou um ícone do terror gótico. A produção foi lançada nos cinemas enquanto a série ainda estava no ar. O sucesso do filme levou à continuação Night of Dark Shadows (1971). Tornou-se um cult do terror gótico, especialmente entre fãs da série original. Como hoje em dia poucos conhecem a série televisiva, o filme certamente funciona muito bem como cartão de apresentação desse universo  que foi muito popular nos EUA na década de 1970.

Pablo Aluísio. 

sexta-feira, 8 de dezembro de 2000

Guia de Cinema - Edição V - Lançamentos de Filmes de Terror e Ficção

Dezembro é tempo de festas de final de ano. Papai Noel e luzes de Natal. Não é considerada a alta temporada dos filmes de terror e ficção, mas ainda assim temos alguns lançamentos interessantes chegando aos cinemas. Vamos a eles. 

Avatar: Fogo e Cinzas 
Demorou, mas finalmente teremos mais esse filme da franquia "Avatar" de James Cameron. Confesso que nunca gostei muito desses filmes. Sempre achei o foco mais centrado em tecnologia de última geração do que na sétima arte, propriamente dita. Ainda assim deixo a dica. Penso que será um dos filmes que estarão na lista das maiores bilheterias do ano, uma vez que chega com marketing pesado. De minha parte estou zero ansioso para ver mais um filme com esses bichos azuis esquisitos. Tudo parece mais uma viagem de LSD do que qualquer outra coisa. Se faz seu gosto, aproveite e boa viagem! Programado para ser lançado no dia 5 de dezembro. 

Five Nights at Freddy's 2
Eu até cheguei a pensar que nunca haveria uma continuação do fraquinho filme de terror Five Nights at Freddy's. Só que em tempos de vacas magras, Hollywood vai mesmo apelar. Então temos essa sequência do primeiro filme (que eu sinceramente nunca achei nada demais). Agora, no enredo, uma garotinha de 11 anos acaba entrando naquele lugar terrível, algo que jamais deveria fazer. Assim ela acaba entrando em contato com aqueles animatrônicos do inferno (Freddy, Bonnie, Chica e Foxy). Essa sequência deve ser um filme qualquer nota. Vamos aguardar. Chega nos cinemas no próximo dia 11 de dezembro. 

Anaconda
Por falar em apelação... Lá vem mais um filme da franquia "Anaconda" que eu sinceramente pensava que já estava morta e enterrada! O enredo divulgado deve valer uns dois centavos. Eis a nota do estúdio divulgando a sinopse do filme: "Um grupo de amigos decide refilmar o clássico filme original de 1997 na Floresta Amazônica. Mas, na selva, eles se deparam com uma anaconda gigantesca de verdade, transformando a missão nostálgica em um pesadelo mortal. A aventura cômica rapidamente se torna uma luta pela sobrevivência." É a tal coisa, se não apelarem para o deboche e o besteirol a coisa toda vai servir apenas para que os brasileiros fiquem com vergonha alheia desses gringos bobocas! Os caras não entendem nada de Amazônia e nem das cobras que vivem por lá. Enfim, pura bobagem! 

Natal Sangrento
Filme de terror de fim de ano já sabe, Papai Noel vai entrar na dança, de um jeito ou de outro! E se estiver com um machado na mão, bem, já estará com meio caminho andado! Brincadeiras à parte teremos mais um remake em busca de alguns centavos coletados nas bilheterias. Que vergonha, meu Deus! Trata-se de mais um filme da série "Natal Sangrento", outra que eu pensava que estava morta e enterrada há muitos anos. A quem interessar possa, a história conta a história de um rapaz traumatizado, pois na infância viu seus pais serem mortos por um psicopata vestido de Papai Noel. Agora já adulto o pesadelo parece estar de volta! Deve ser ruim de doer a alma! Pelo visto quem morreu mesmo em Hollywood foi a criatividade para fazer filmes novos com novas ideias! A situação, como podemos ver, é bem desanimadora mesmo! 

Erick Steve.