Título Original: The Abandons
Ano de Lançamento: 2025
País: Estados Unidos
Estúdio: Netflix / Sutter Ink
Direção: Otto Bathurst, Guy Ferland
Roteiro: Kurt Sutter, Mary Kathryn Nagle
Elenco: Lena Headey, Gillian Anderson, Nick Robinson, Diana Silvers, Aisling Franciosi, Lucas Till
Sinopse:
Ambientada no Território de Washington em 1854, a série acompanha duas famílias lideradas por mulheres fortes e determinadas. De um lado está Fiona Nolan, interpretada por Lena Headey, uma mulher devota que criou uma família formada por órfãos e pessoas abandonadas e luta para proteger as terras onde vivem. Do outro está Constance Van Ness, interpretada por Gillian Anderson, matriarca de uma poderosa e rica família ligada à exploração de minas de prata. Quando os interesses dos Van Ness ameaçam expulsar Fiona e sua família de suas terras, começa uma violenta disputa pelo território, pelo poder e pela sobrevivência. Em meio à fronteira sem lei, alianças são formadas, antigas rivalidades se intensificam e os personagens precisam decidir até onde estão dispostos a ir para defender sua família e seu futuro. A primeira temporada possui sete episódios.
Os Abandonados
Terminei de assistir a essa série de faroeste da Netflix. Apesar de ter chegado até o final, não me empolguei em nada. Fica muito longe de outras boas séries de western que curto, como por exemplo, Deadwood e Billy The Kid. Acho que faltou um grande pilar dramático nessa história pois não consegui firmar um contato emocional com aquela personagem da rancheira que acaba matando o filho da mulher mais poderosa do lugar, a mesma que deseja comprar seu rancho, da forma que for, pelo bem ou pelo mal. O elenco é até esforçado, com destaque para Gillian Anderson, que sempre foi uma grande atriz. A produção também tem excelente padrão, mas no quadro geral não consegui gostar. Ficou ali, pelo meio do caminho, infelizmente. Não creio que haverá uma segunda temporada, até porque a produção foi classificada como minissérie. Então tudo ficará por aqui mesmo. Lamento não ser tão interessante e boa como pensava ser.
Pablo Aluísio.

