segunda-feira, 13 de agosto de 2007
Cinema Clássico - Greta Garbo
Provavelmente uma das primeiras superestrelas de Hollywood. Ela Foi extremamente popular e campeã de bilheteria por muitos anos. Curiosamente, era uma estrangeira, vencendo dentro do cinema norte-americano. No auge do sucesso, simplesmente resolveu parar. Largou o cinema! Biografias picantes dizem que ela era lésbica e que não queria sair do armário. Com assédio da imprensa e segredos de sua vida particular vindo à tona, ela simplesmente largou a fama. Decidiu deixar tudo para trás e desaparecer dos holofotes.
Pablo Aluísio.
Cinema Clássico - Shirley Maclaine
Shirley Maclaine
Foto da atriz quando jovem. Ela quebrou alguns tabus em Hollywood quando surgiu. Além de assumir um visual fora dos padrões com cabelo Joãozinho, ela ainda não tinha receio de interpretar jovens ariscas e espevitadas. Tinha muito talento para o humor, tanto que fez filmes memoráveis, inclusive com Jerry Lewis. E sua estreia não poderia ter sido melhor, em um filme dirigido pelo mestre do suspense Alfred Hitchcock.
A premiada atriz Shirley MacLaine construiu uma das carreirmais versáteis de Hollywood, transitando entre comédia, drama e musicais desde o final dos anos 1950. Irmã do ator e diretor Warren Beatty, ela ganhou reconhecimento precoce com O Apartamento e conquistou o Oscar por Laços de Ternura, consolidando décadas de sucesso. Além do cinema, tornou-se conhecida por seu interesse em espiritualidade, reencarnação e temas místicos, abordados em diversos livros autobiográficos que alcançaram grande público. MacLaine também teve participação ativa em causas políticas e sociais, demonstrando forte personalidade fora das telas. Seu estilo direto, humor irônico e independência artística ajudaram a moldar uma imagem singular na indústria. Mesmo após muitos anos de carreira, continua sendo lembrada como uma intérprete carismática, inteligente e aberta a novas experiências criativas.
Pablo Aluísio.
domingo, 12 de agosto de 2007
Cinema Clássico - Julie Christie, Brigitte Bardot
Julie Christie
A talentosa atriz Julie Christie destacou-se como um dos grandes rostos do cinema britânico dos anos 1960, conquistando o Oscar por sua atuação em Darling e alcançando fama mundial com Doutor Jivago. Conhecida por sua beleza delicada e estilo de interpretação naturalista, tornou-se símbolo da modernidade cultural da época. Ao longo da carreira, escolheu papéis seletivos e frequentemente ligados a projetos artísticos ou independentes, mantendo certa distância do estrelato convencional. Também se envolveu em causas ambientais e humanitárias, reforçando uma imagem pública discreta e engajada. Mesmo com poucas aparições recentes, permanece lembrada como uma das intérpretes mais elegantes e respeitadas de sua geração.
Brigitte Bardot
Já a inesquecível Brigitte Bardot tornou-se um dos maiores símbolos de sensualidade do cinema europeu ao ganhar projeção internacional com E Deus Criou a Mulher. Sua imagem livre, espontânea e provocadora marcou profundamente a cultura pop dos anos 1950 e 1960, influenciando moda, comportamento e padrões de beleza. No auge da fama, Bardot surpreendeu ao abandonar o cinema ainda jovem para dedicar-se integralmente à defesa dos animais, criando uma fundação reconhecida mundialmente. Essa mudança radical reforçou o caráter singular de sua trajetória, que combina estrelato, controvérsia e ativismo. Até hoje, seu nome permanece associado à ideia de liberdade feminina e ao glamour icônico do cinema francês.
Cinema Clássico - Marlon Brando, Marilyn Monroe
Marlon Brando
O lendário ator Marlon Brando revolucionou a interpretação no cinema ao introduzir um estilo mais naturalista e emocional, influenciado pelo Método do Actors Studio. Seu desempenho em Sindicato de Ladrões lhe rendeu um Oscar e consolidou sua fama, mais tarde ampliada com o icônico Vito Corleone em O Poderoso Chefão. Conhecido por personalidade rebelde, Brando chegou a recusar um Oscar em protesto político pelos direitos indígenas, gesto histórico em Hollywood. Apesar de períodos irregulares na carreira, retornou com força em produções marcantes e permanece como um dos atores mais influentes de todos os tempos.
Marilyn Monroe
Já Marilyn Monroe transformou-se em símbolo eterno de glamour e sensualidade do cinema clássico, mas sua trajetória revela curiosidades além da imagem pública. Nascida Norma Jeane, teve infância difícil antes de alcançar a fama mundial em comédias românticas que marcaram os anos 1950. Apaixonada por literatura, estudou interpretação de forma intensa e buscou papéis dramáticos para provar seu talento. Sua vida pessoal turbulenta e morte precoce ampliaram o mito em torno de sua figura, que permanece como um dos rostos mais reconhecidos da cultura pop até hoje.
sábado, 11 de agosto de 2007
Cinema Clássico - Elvis Presley
Elvis Presley em Acapulco
Elvis Presley no filme o seresteiro de Acapulco. Esse filme fez muito sucesso no Brasil, sendo exibido diversas vezes na sessão da tarde, principalmente nas décadas de 1970 e 1980. É um filme leve, com muita música, romance e até mesmo cenas de ação e aventura. O cantor estava nos seus momentos mais populares em Hollywood. Tanto sucesso fez que a trilha sonora foi reeditada e relançada no Brasil na década de 80, dando o pontapé inicial para relançamento de vários de seus discos pela Victor.
Pablo Aluísio.
Cinema Clássico - Elvis Presley
Elvis Presley - O barco do amor.
Antes do começo das filmagens desse filme, Elvis sofreu uma queda no banheiro de seu apartamento em Hollywood! Ele bateu fortemente com a cabeça no piso e precisou ser levado a um hospital. As filmagens foram suspensas por um período para que ele se recuperasse. O estúdio de cinema teve prejuízo e seu empresário, o coronel Parker ficou furioso. Para o empresário, o que estava atrapalhando Elvis era suas leituras de temas exóticos, livros esotéricos que ele pediu para que Elvis queimasse logo após esse incidente.
Pablo Aluísio.
sexta-feira, 10 de agosto de 2007
Cinema Clássico - Paul Newman
Paul Newman, o Insaciável
Depois de sua morte várias revelações de alcova foram reveladas sobre a vida do ator Paul Newman. Ele teve um caso amoroso bem intenso com James Dean e chegou a levar algumas garotas para um triangulo amoroso no apartamento de Dean nos anos 50. Outro que parece ter dividido os lençóis da cama com Paul Newman foi Marlon Brando, embora esse sempre negasse qualquer envolvimento. Brando gostava de cultivar sua imagem de homem heterossexual latente. O ajudava a arranjar novos filmes. De qualquer forma as fofocas da época diziam que nesse caso amoroso Brando sempre era o dominante, sendo até rude com Newman que parece não ter gostado de ficar na posição de submisso.
Pablo Aluísio.
Cinema Clássico - Rock Hudson
Cinema Clássico - Rock Hudson
Durante muitos anos, o ator escondeu de Hollywood sua verdadeira orientação sexual. Ele era gay, mas teve que viver no armário. Naquela época, um escândalo desses iria acabar com sua carreira no cinema americano. Fez muito sucesso de bilheteria nas décadas de 1950 e 1960. Seu nome sempre constava entre os 10 maiores nomes de Hollywood. Entre os 10 atores que mais traziam bilheteria para o cinema. Morreu em 1985, após admitir, finalmente, que era gay. Foi o primeiro grande caso conhecido de morte de famoso pela AIDS.
Pablo Aluísio.
quinta-feira, 9 de agosto de 2007
Cinema Clássico - Os Inocentes
Cinema Clássico - Os Inocentes
A atriz Deborah Kerr brilha em cena do filme "Os Inocentes" de 1961. Esse filme é considerado até hoje uma das maiores obras cinematográficas da história no gênero terror e suspense. Um drama psicológico extremamente inteligente, baseado na obra do grande escritor Henry James. Os Inocentes é um clássico do terror psicológico dirigido por Jack Clayton e inspirado na obra A Volta do Parafuso, de Henry James, destacando-se pelo clima sombrio, fotografia elegante em preto e branco e pela ambiguidade constante entre o sobrenatural e a imaginação humana. A trama acompanha uma governanta que passa a cuidar de duas crianças em uma isolada mansão inglesa e começa a suspeitar da presença de espíritos ligados ao passado da casa, criando tensão crescente sem recorrer a sustos fáceis. A atuação sensível de Deborah Kerr reforça o tom inquietante, enquanto a direção aposta em silêncio, sombras e enquadramentos sugestivos para construir medo psicológico duradouro. Considerado uma das obras mais refinadas do gênero, o filme permanece influente por sua atmosfera perturbadora e interpretação aberta, que convida o espectador a decidir se os horrores vistos são reais ou fruto da mente da protagonista.
Pablo Aluísio.
Cinema Clássico - Tarzan na Terra Selvagem
Cinema Clássico - Tarzan na Terra Selvagem
Lex Barker 4 Virginia Huston em material promocional distribuído nos cinemas para divulgação do filme de aventuras "Tarzan na Terra Selvagem" (1951) Tarzan na Terra Selvagem é uma das aventuras clássicas do lendário herói das selvas, trazendo Tarzan em confronto com ameaças humanas e perigos naturais em meio a uma África exuberante e hostil. O filme segue a tradição das produções dos anos 1950 e 1960, priorizando ação direta, paisagens naturais e a força física do personagem criado por Edgar Rice Burroughs. Diferente das versões mais românticas ou familiares, esta narrativa costuma enfatizar o choque entre civilização e natureza, mostrando invasores, caçadores ou exploradores colocando em risco o equilíbrio da selva. As sequências de luta, perseguições e interação com animais reforçam o tom de aventura pulp característico da época. Mesmo com recursos técnicos simples, a obra mantém o encanto do cinema de matinê e preserva a imagem de Tarzan como defensor da vida selvagem e símbolo de liberdade.
Pablo Aluísio.
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