sábado, 11 de agosto de 2007
Cinema Clássico - Elvis Presley
Elvis Presley em Acapulco
Elvis Presley no filme o seresteiro de Acapulco. Esse filme fez muito sucesso no Brasil, sendo exibido diversas vezes na sessão da tarde, principalmente nas décadas de 1970 e 1980. É um filme leve, com muita música, romance e até mesmo cenas de ação e aventura. O cantor estava nos seus momentos mais populares em Hollywood. Tanto sucesso fez que a trilha sonora foi reeditada e relançada no Brasil na década de 80, dando o pontapé inicial para relançamento de vários de seus discos pela Victor.
Pablo Aluísio.
Cinema Clássico - Elvis Presley
Elvis Presley - O barco do amor.
Antes do começo das filmagens desse filme, Elvis sofreu uma queda no banheiro de seu apartamento em Hollywood! Ele bateu fortemente com a cabeça no piso e precisou ser levado a um hospital. As filmagens foram suspensas por um período para que ele se recuperasse. O estúdio de cinema teve prejuízo e seu empresário, o coronel Parker ficou furioso. Para o empresário, o que estava atrapalhando Elvis era suas leituras de temas exóticos, livros esotéricos que ele pediu para que Elvis queimasse logo após esse incidente.
Pablo Aluísio.
sexta-feira, 10 de agosto de 2007
Cinema Clássico - Paul Newman
Paul Newman, o Insaciável
Depois de sua morte várias revelações de alcova foram reveladas sobre a vida do ator Paul Newman. Ele teve um caso amoroso bem intenso com James Dean e chegou a levar algumas garotas para um triangulo amoroso no apartamento de Dean nos anos 50. Outro que parece ter dividido os lençóis da cama com Paul Newman foi Marlon Brando, embora esse sempre negasse qualquer envolvimento. Brando gostava de cultivar sua imagem de homem heterossexual latente. O ajudava a arranjar novos filmes. De qualquer forma as fofocas da época diziam que nesse caso amoroso Brando sempre era o dominante, sendo até rude com Newman que parece não ter gostado de ficar na posição de submisso.
Pablo Aluísio.
Cinema Clássico - Rock Hudson
Cinema Clássico - Rock Hudson
Durante muitos anos, o ator escondeu de Hollywood sua verdadeira orientação sexual. Ele era gay, mas teve que viver no armário. Naquela época, um escândalo desses iria acabar com sua carreira no cinema americano. Fez muito sucesso de bilheteria nas décadas de 1950 e 1960. Seu nome sempre constava entre os 10 maiores nomes de Hollywood. Entre os 10 atores que mais traziam bilheteria para o cinema. Morreu em 1985, após admitir, finalmente, que era gay. Foi o primeiro grande caso conhecido de morte de famoso pela AIDS.
Pablo Aluísio.
quinta-feira, 9 de agosto de 2007
Cinema Clássico - Os Inocentes
Cinema Clássico - Os Inocentes
A atriz Deborah Kerr brilha em cena do filme "Os Inocentes" de 1961. Esse filme é considerado até hoje uma das maiores obras cinematográficas da história no gênero terror e suspense. Um drama psicológico extremamente inteligente, baseado na obra do grande escritor Henry James. Os Inocentes é um clássico do terror psicológico dirigido por Jack Clayton e inspirado na obra A Volta do Parafuso, de Henry James, destacando-se pelo clima sombrio, fotografia elegante em preto e branco e pela ambiguidade constante entre o sobrenatural e a imaginação humana. A trama acompanha uma governanta que passa a cuidar de duas crianças em uma isolada mansão inglesa e começa a suspeitar da presença de espíritos ligados ao passado da casa, criando tensão crescente sem recorrer a sustos fáceis. A atuação sensível de Deborah Kerr reforça o tom inquietante, enquanto a direção aposta em silêncio, sombras e enquadramentos sugestivos para construir medo psicológico duradouro. Considerado uma das obras mais refinadas do gênero, o filme permanece influente por sua atmosfera perturbadora e interpretação aberta, que convida o espectador a decidir se os horrores vistos são reais ou fruto da mente da protagonista.
Pablo Aluísio.
Cinema Clássico - Tarzan na Terra Selvagem
Cinema Clássico - Tarzan na Terra Selvagem
Lex Barker 4 Virginia Huston em material promocional distribuído nos cinemas para divulgação do filme de aventuras "Tarzan na Terra Selvagem" (1951) Tarzan na Terra Selvagem é uma das aventuras clássicas do lendário herói das selvas, trazendo Tarzan em confronto com ameaças humanas e perigos naturais em meio a uma África exuberante e hostil. O filme segue a tradição das produções dos anos 1950 e 1960, priorizando ação direta, paisagens naturais e a força física do personagem criado por Edgar Rice Burroughs. Diferente das versões mais românticas ou familiares, esta narrativa costuma enfatizar o choque entre civilização e natureza, mostrando invasores, caçadores ou exploradores colocando em risco o equilíbrio da selva. As sequências de luta, perseguições e interação com animais reforçam o tom de aventura pulp característico da época. Mesmo com recursos técnicos simples, a obra mantém o encanto do cinema de matinê e preserva a imagem de Tarzan como defensor da vida selvagem e símbolo de liberdade.
Pablo Aluísio.
quarta-feira, 8 de agosto de 2007
Cinema Clássico - Robin e Marian
Robin e Marian é um drama romântico dirigido por Richard Lester que apresenta uma visão madura e melancólica da famosa lenda de Robin Hood, mostrando o herói já envelhecido retornando das Cruzadas para reencontrar sua amada Marian após anos de separação. Estrelado por Sean Connery e Audrey Hepburn, o filme se destaca por trocar a aventura juvenil tradicional por reflexões sobre o tempo, a perda e o amor tardio, oferecendo uma abordagem mais humana e realista dos personagens clássicos. A trilha sonora delicada e a ambientação medieval reforçam o tom nostálgico da narrativa, que culmina em um desfecho poético e trágico. Considerado uma obra sensível dentro das adaptações de Robin Hood, o longa é lembrado especialmente pela química entre seus protagonistas lendários e pela atmosfera contemplativa que o diferencia das versões mais voltadas à ação.
Cinema Clássico - Retrato em Negro
Retrato em Negro
Lana Turner foi uma atriz muito popular em Hollywood e sua fama não se deu apenas por causa de seus filmes, mas também por causa de sua vida pessoal, cheia de escândalos. Até mesmo crimes do tipo barra-pesada surgiram no horizonte de sua vida. Sua filha, por exemplo, foi acusada de matar um de seus amantes! Durma-se com um barulho desses! Então um filme como esse, que também tinha linhas de uma crônica policial, não iria fazer grande diferença em sua imagem, pelo contrário, iria atrair ainda mais a curiosidade do público, rendendo boas bilheterias nesse processo todo!
Pablo Aluísio.
terça-feira, 7 de agosto de 2007
Cinema Clássico - Donnie Brasco
O filme é baseado no livro “Donnie Brasco: My Undercover Life in the Mafia”, escrito pelo próprio agente Joseph D. Pistone.
Al Pacino recebeu elogios por sua atuação contida e trágica como Lefty Ruggiero, um mafioso em decadência.
Johnny Depp se destacou ao interpretar um personagem complexo, dividido entre duas vidas.
Diferente de outros filmes de máfia, a obra foca mais no impacto psicológico da infiltração do que na violência explícita.
A produção é frequentemente comparada a clássicos do gênero como O Poderoso Chefão e Os Bons Companheiros, mas com abordagem mais intimista.
O filme é considerado um dos melhores dramas policiais dos anos 1990 e um marco na carreira de Johnny Depp.
Erick Steve.
Cinema Clássico - Rudolph Valentino
Cronologia da Vida e Trajetória
Infância e juventude (1895 – início 1910)
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Nasceu em 6 de maio de 1895 em Castellaneta, região da Apúlia, no sul da Itália, com o nome completo Rodolfo Alfonso Raffaello Pierre Filibert Guglielmi di Valentina d’Antonguolla. (Wikipedia)
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Seu pai, Giovanni, era veterinário e morreu de malária quando Rodolfo tinha cerca de 11 anos. (Encyclopedia Britannica)
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Sua mãe, Marie Berthe Barbin (de origem francesa), exerceu grande influência em sua criação. (Wikipédia)
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Na juventude, teve dificuldades escolares; chegou a estudar ciências agrícolas. (Encyclopedia Britannica)
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Em 1912, teria passado um período em Paris, mas voltou à Itália e, em 1913, emigrou para os Estados Unidos, instalando-se em Nova York. (Encyclopedia Britannica)
Primeiros anos nos EUA (1913 – ~1917)
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Chegou a trabalhar como jardineiro e como lavador de pratos para sobreviver nos Estados Unidos. (Encyclopedia Britannica)
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Também trabalhou como taxi dancer — isto é, dançarino de salão contratado para dançar com mulheres nos clubes por uma quantia paga por minuto ou por dança. (Encyclopedia Britannica)
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Envolveu-se num episódio polêmico: testemunhou em um processo de divórcio de Blanca de Saulles contra seu marido John de Saulles, acusando-o de adultério, o que gerou reações adversas posteriores. (Encyclopedia Britannica)
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Por causa desse episódio (e sua repercussão), ele se viu em apuros com autoridades, inclusive preso sob acusações ligadas a “vice” (imorais, culpabilidade social), embora as acusações tenham sido retiradas posteriormente. (Encyclopedia Britannica)
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Em 1917, buscando recomeçar, ele se mudou para a Califórnia (Hollywood) para tentar a carreira cinematográfica. (Encyclopedia Britannica)
Ascensão no cinema mudo (1918 – início dos anos 1920)
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Em Hollywood, usou o nome artístico Rudolph Valentino (uma versão “americanizada” de seu nome). (Wikipedia)
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Inicialmente participou de papéis secundários, vilões, cenas menores — ainda não era estrela. (Encyclopedia Britannica)
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Uma pessoa-chave em sua trajetória foi June Mathis, roteirista e figura influente em Hollywood. Ela apostou em Valentino para The Four Horsemen of the Apocalypse (1921), para o papel de Julio, um dos papéis decisivos que lançaram sua fama. (Encyclopedia Britannica)
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Em The Four Horsemen of the Apocalypse, há uma famosa cena de tango que acentuou seu apelo romântico e exótico para o público. (Encyclopedia Britannica)
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Ainda em 1921, estreou outro grande sucesso: The Sheik, em que interpreta um sheik árabe apaixonado por uma mulher ocidental — um papel que logo se associou à sua identidade artística. (Encyclopedia Britannica)
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Em meados dos anos 1920, Valentino já era visto como um astro, ídolo entre o público feminino e alvo de críticas e polêmicas devido à sua imagem e estilo que fugia ao padrão rígido de masculinidade da época. (Encyclopedia Britannica)
Vida pessoal, casamentos e escândalos
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Em 1919, casou-se com a atriz Jean Acker. Esse casamento teve contornos dramáticos: na noite de núpcias, Acker trancou-se no quarto, impedindo Valentino de entrar. O casamento nunca foi consumado de fato. (Wikipédia)
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O casamento com Acker foi ultrapassado no papel legalmente só em 1921, quando finalmente se divorciaram. (Encyclopedia Britannica)
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Posteriormente conheceu Natacha Rambova (nome de nascimento Winifred Shaughnessy), que trabalhava como figurinista e tinha ligações com o meio artístico de Hollywood. (Wikipédia)
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Em 13 de maio de 1922, Valentino e Natacha se casaram no México — mas esse casamento teve controvérsias de bigamia porque seu divórcio de Jean Acker não havia sido oficialmente finalizado conforme exigências legais. (Wikipédia)
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Devido às pressões legais, o casamento foi anulado, mas eles se casaram novamente em 1923. (Encyclopedia Britannica)
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A relação entre Valentino e Rambova foi turbulenta. Ela era ambiciosa, controladora em termos de imagem, interferia em decisões artísticas e era bastante influente. Com o tempo, surgiram conflitos entre eles, inclusive com estúdios que não a permitiam participar das filmagens. (Encyclopedia Britannica)
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O casamento com Rambova terminou em divórcio por volta de 1925. (Wikipédia)
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Nos anos finais de sua vida, Valentino manteve relacionamentos com várias celebridades da época, como Pola Negri e outros nomes do meio artístico. (Encyclopedia Britannica)
Filmes e trajetória artística
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Valentino fez muitos filmes durante sua carreira curta. Sua filmografia oficial reúne dezenas de títulos, dos quais alguns se tornaram clássicos do cinema mudo. (Wikipedia)
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Destacam-se: The Four Horsemen of the Apocalypse (1921), The Sheik (1921), Blood and Sand (1922), The Eagle (1925), The Son of the Sheik (1926). (Wikipedia)
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Alguns dos filmes menos lembrados, mas que fazem parte de sua produção: Monsieur Beaucaire (1924), A Sainted Devil, The Young Rajah, entre outros. (Encyclopedia Britannica)
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Em The Son of the Sheik (lançado em 1926), Valentino reprisa o papel ligado ao universo do “Sheik” — esse foi seu último filme, lançado após sua morte. (Encyclopedia Britannica)
Doença, morte e despedida (1926)
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Na segunda quinzena de agosto de 1926, Valentino adoeceu gravemente. Ele sofreu uma perfuração de úlcera estomacal, que evoluiu para peritonite. (IMDb)
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Foi submetido a cirurgia, mas a infecção se alastrou. Ele faleceu em 23 de agosto de 1926, em Nova Iorque, aos 31 anos. (Encyclopedia Britannica)
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Um dos registros diz que ele desmaiou no hotel em que estava, no dia 15 de agosto, já com dores intensas. (IMDb)
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Sua morte causou comoção generalizada. Centenas de milhares de fãs foram às ruas para acompanhar o funeral, houve relatos de mulheres desmaiando, suicídios tentados, reações emotivas extremas. (Encyclopedia Britannica)
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No funeral, estima-se que cerca de 80 mil pessoas acompanharam o cortejo em Nova Iorque. (IMDb)
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O corpo foi levado em trem funerário até Los Angeles, e houve uma nova celebração de despedida lá. (IMDb)
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