quarta-feira, 4 de outubro de 2000

Elvis Presley - Elvis e as Drogas I


Elvis Presley - Elvis e as Drogas I
Rick Stanley era filho de Dee Stanley que acabou se casando com o pai de Elvis, Vernon. Embora não fossem irmãos de sangue, sem parentesco de verdade, Elvis que tinha sido filho único, gostava de dizer que Rick Stanley era seu "meio irmão". Após a morte de Elvis, Rick se tornaria pastor evangélico e escreveria um livro sobre Elvis. Para ele as drogas tinham matado Elvis, principalmente depois de 1972 quando o cantor passou a abusar demais delas. Rick confidenciou que também usava drogas na época, mas se comparado a Elvis ele era praticamente um santo! Elvis, por outro lado, era um daqueles viciados em drogas extremos, que deixava todos ao redor constrangidos com sua presença chapada em um ambiente! 

Pablo Aluísio. 

Elvis Presley - Elvis e as Drogas II


Elvis Presley - Elvis e as Drogas II
Elvis literalmente comprava os médicos para que esses lhe receitassem muitas doses de drogas pesadas pelos quais Elvis estava viciado. Entre elas Demerol, Dillaudid e Quaaludes. Elvis assim comprava esses doutores e alivia sua própria culpa pessoal por ser um viciado em drogas. Quando alguém resolvia lhe enfrentar sobre essa quesão de abuso de remédios, Elvis simplesmente dizia: Foi receitada por médicos! Só que ele não dizia que comprava esses médicos, sejam com carros ou até mesmo casas! Tudo para ter livre acesso às drogas de que era tão viciado! 

Pablo Aluísio. 

terça-feira, 3 de outubro de 2000

Elvis Presley - O Prisioneiro do Rock


Elvis Presley - O Prisioneiro do Rock
Esse foi um dos grandes sucessos do cinema de Elvis Presley, o primeiro filme que ele fez na MGM e traz, para muitos, o primeiro Clip da história, com Elvis cantando e dançando a música tema do filme, a imortal "Jailhouse Rock". Infelizmente a atriz Judy Tyler que contracenava no filme ao lado de Elvis morreu de um grave acidente de carro bem antes da estreia do filme. Elvis ficou tão chocado que desistiu de comparecer a premiere em Hollywood. Também não foi ao enterro dela, com medo de causar tumultos. Ao invés disso mandou um belo colar de flores em memória de sua colega de cena falecida. 

Pablo Aluísio. 

Elvis Presley - Elvis e a esposa de Billy Stanley


Elvis Presley - Elvis e a esposa de Billy Stanley
Billy era filho de Dee, a mulher com quem Vernon iria se casar após a morte da mãe de Elvis, Gladys. Anos depois, já trabalhando para o superstar, ele iria se decepcionar muito com Elvis. Acontece que o famoso cantor seduziu e levou para a cama a própria esposa de Billy! Foi uma traição sem motivo, pura maldade! Billy ficou em pedaços porque gostava da esposa, mas Elvis, usando de sua fama e riqueza, não quis saber. Levou a esposa de Billy para a cama e o pior de tudo, depois constrangido, decidiu demitir Billy de seu emprego. Uma dupla humilhação!

Pablo Aluísio. 

segunda-feira, 2 de outubro de 2000

Elvis Presley - Elvis e a Virgindade de Priscilla


Elvis Presley - Elvis e a Virgindade de Priscilla
A versão oficial é a de que Elvis só tirou a virgindade de Priscilla na sua Lua de Mel em 1967. Os caras da Máfia de Memphis nunca acreditaram nisso. Talvez o casal tenha escondido ou inventado essa versão porque Priscilla era jovem demais quando começou a namorar Elvis: Ela tinha apenafs 14 anos de idade! Então Elvis não queria ter problemas com a lei. Entretanto em conversas íntimas Elvis teria confidenciado a eles que já tinha tirado a virgindade de Priscilla lá atrás, quando ainda estava na Alemanha, servindo o exército americano. Elvis diria que mandava ela sentar em seu rosto, como fetiche e que numa dessas noites não teria aguentado, finalmente penetrando a namorada adolescente numa noite fria na Alemanha. Ali Priscilla perdeu sua virgindade e sua inocência! 

Pablo Aluísio. 

Elvis Presley - Elvis e Ursula Andress


Elvis Presley - Elvis e Ursula Andress
Durante as filmagens de "O Seresteiro de Acapulco" (Fun in Acapulco, 1963), Elvis se incomodou bastante com os avanços de sua companheira de elenco, a loira Ursula Andress. Ela deu em cima de Elvis de forma nada sutil, mas o cantor tirou o corpo fora. A razão era simples de entender: Ela era casada com um diretor e produtor de cinema e Elvis definitivamente não queria ter problemas desse tipo, afinal garotas interessadas nele não faltavam, mas ele só iria se envolver se elas fossem solteiras. Mulheres casadas eram cartas fora do baralho para Elvis Presley. 

Pablo Aluísio. 

domingo, 1 de outubro de 2000

Elvis Presley - Elvis e Stella Stevens


Elvis Presley - Elvis e Stella Stevens
A atriz Stella Stevens se irritou muito quando soube que iria fazer o filme "Girls, Girls, Girls" (Garotas e mais Garotas) ao lado de Elvis Presley. Ela queria fazer filmes dramáticos e não aquelas comédias românticas musicais de Elvis. Pressionada por ter assinado um contrato com Hal Wallis, ela teve que aceitar. No set de filmagens ficou aborrecida e disparou na cara de Elvis: "Por que você faz esses filmes?". Elvis, surpreso, respondeu: "Querida, esses filmes fazem sucesso. Eu não vou lutar contra o sucesso!". Stevens cumpriu suas obrigações e fez o filme, mas depois confessou: "Eu não suportava Elvis e aqueles caras que andavam com ele". 

Pablo Aluísio. 

Rock Hudson e Ella Fitzgerald


Rock Hudson e Ella Fitzgerald
Don Morgan, um dos assessores de imprensa de Rock desde os primeiros anos, contou a história de quando Rock conheceu o presidente John F. Kennedy. "Eles estavam sentados lado a lado em um jantar beneficente, e o presidente Kennedy obviamente já havia sido informado. Quando se sentou, disse a Rock: 'Temos algo em comum — somos irlandeses, e dizem que todos os Fitzgeralds são parentes.' Rock disse 'Ah?' e fez uma pausa. 'Ella ficará feliz em saber disso.'" (RH – His Story)

sexta-feira, 8 de setembro de 2000

História do Brasil - Marechal Deodoro da Fonseca

Marechal Deodoro da Fonseca foi uma figura central na transição do Brasil do regime monárquico para o republicano no final do século XIX. Nascido em 5 de agosto de 1827, na então província de Alagoas, Deodoro da Fonseca teve uma carreira militar sólida, destacando-se por sua atuação em diversos conflitos internos e externos. Desde jovem, ingressou no Exército, onde construiu uma trajetória marcada pela disciplina e pelo prestígio entre seus pares. Sua participação em eventos como a Guerra do Paraguai consolidou sua reputação como líder militar. Ao longo dos anos, aproximou-se de setores que defendiam mudanças políticas no país, especialmente entre os militares insatisfeitos com a monarquia. Apesar de inicialmente não ser um republicano convicto, acabou se tornando peça-chave no movimento que derrubaria o Império. Sua liderança foi decisiva em um dos momentos mais importantes da história nacional.

O papel mais marcante de Deodoro da Fonseca ocorreu em 15 de novembro de 1889, quando liderou o movimento que resultou na Proclamação da República no Brasil. Nesse dia, tropas sob seu comando depuseram o imperador Dom Pedro II, encerrando mais de seis décadas de regime monárquico. A proclamação da República não foi resultado de um levante popular amplo, mas sim de uma articulação entre militares e elites políticas insatisfeitas. Deodoro, mesmo hesitante em alguns momentos, assumiu a liderança do movimento e tornou-se chefe do Governo Provisório. Esse período inicial foi marcado por mudanças institucionais significativas, incluindo a separação entre Igreja e Estado e a adoção do sistema federativo. A República nasceu, portanto, sob forte influência militar. A figura de Deodoro simboliza essa transição abrupta e relativamente pacífica de regimes. Seu protagonismo o colocou definitivamente na história brasileira.

Em 1891, Deodoro da Fonseca tornou-se o primeiro presidente constitucional do Brasil, após a promulgação da nova Constituição republicana. No entanto, seu governo enfrentou sérias dificuldades desde o início, especialmente no campo político e econômico. A relação entre o Executivo e o Legislativo era tensa, marcada por disputas de poder e falta de consenso. Além disso, o país enfrentava uma grave crise econômica, agravada pelas políticas financeiras do período conhecido como Encilhamento. Deodoro, com formação militar e pouca experiência política civil, teve dificuldades em lidar com as complexidades do novo sistema republicano. Sua tendência autoritária gerou resistência entre parlamentares e setores da sociedade. Em novembro de 1891, tomou a decisão extrema de fechar o Congresso Nacional, numa tentativa de consolidar seu poder. Essa atitude provocou forte reação e aumentou ainda mais a instabilidade política.

A crise institucional atingiu seu ápice quando setores da Marinha e da oposição ameaçaram reagir ao fechamento do Congresso. Diante da possibilidade de um conflito armado e da crescente pressão política, Deodoro da Fonseca optou por renunciar ao cargo em 23 de novembro de 1891. Sua renúncia ocorreu poucos meses após assumir a presidência constitucional, evidenciando a fragilidade do novo regime naquele momento inicial. Com sua saída, o vice-presidente Floriano Peixoto assumiu o poder, dando continuidade ao governo republicano. A renúncia de Deodoro evitou um confronto mais amplo, mas também revelou as dificuldades de adaptação do país ao novo sistema político. Esse episódio marcou profundamente os primeiros anos da República. Mostrou-se que a mudança de regime não significava, necessariamente, estabilidade imediata. A transição exigiria tempo e ajustes institucionais.

O legado de Marechal Deodoro da Fonseca é complexo e, por vezes, controverso. Ele é lembrado como o fundador da República brasileira, mas também como um governante que enfrentou grandes dificuldades em consolidá-la. Sua atuação foi decisiva para o fim da monarquia, mas seu governo revelou limitações na condução política de um país em transformação. Ainda assim, sua importância histórica é inegável, pois esteve à frente de um dos momentos mais decisivos da história nacional. Deodoro faleceu em 23 de agosto de 1892, pouco tempo após deixar a presidência. Sua imagem permanece associada à ruptura com o passado imperial e ao nascimento de uma nova ordem política. Para muitos historiadores, ele representa tanto o início da República quanto os desafios que marcaram seus primeiros anos. Assim, sua figura continua sendo objeto de estudo e reflexão na compreensão do Brasil republicano.

quinta-feira, 7 de setembro de 2000

História do Brasil - Dom Pedro II

Dom Pedro II foi o segundo e último imperador do Brasil, tendo governado por um longo período que ficou conhecido como Segundo Reinado. Nascido em 2 de dezembro de 1825, no Rio de Janeiro, era filho de Dom Pedro I e de Dona Maria Leopoldina da Áustria. Sua ascensão ao trono ocorreu ainda na infância, após a abdicação de seu pai em 1831, o que levou à instauração do período regencial. Desde muito jovem, foi preparado para governar, recebendo uma educação rigorosa e voltada para o conhecimento científico, literário e político. Em 1840, com apenas 14 anos, teve sua maioridade antecipada no chamado Golpe da Maioridade, assumindo oficialmente o poder. Sua formação intelectual o tornaria um dos monarcas mais cultos de sua época. Dom Pedro II valorizava o saber, a ciência e a cultura, mantendo contato com intelectuais de diversas partes do mundo. Sua figura era associada à estabilidade e à moderação política.

O governo de Dom Pedro II foi marcado por relativa estabilidade política e pelo fortalecimento das instituições do Estado brasileiro. Durante seu reinado, o Brasil consolidou sua unidade territorial e passou por importantes transformações econômicas. A expansão da cafeicultura impulsionou a economia, tornando o país um dos maiores produtores mundiais de café. Além disso, houve avanços em infraestrutura, como a construção de ferrovias, telégrafos e melhorias nos portos. O imperador também incentivou o desenvolvimento da educação e da ciência, apoiando instituições culturais e acadêmicas. No campo político, adotou uma postura moderadora, equilibrando os interesses entre liberais e conservadores. Sua atuação como chefe de Estado ajudou a evitar conflitos internos mais graves. Esse período é frequentemente lembrado como um dos mais estáveis da história imperial brasileira.

No cenário internacional, Dom Pedro II conduziu o Brasil em conflitos importantes, sendo o mais significativo a Guerra do Paraguai. Essa guerra, travada contra o Paraguai, envolveu também Argentina e Uruguai, formando a Tríplice Aliança. Apesar da vitória brasileira, o conflito trouxe enormes custos humanos e financeiros, deixando marcas profundas na sociedade. O imperador demonstrou firmeza na condução do país durante a guerra, ganhando respeito tanto internamente quanto no exterior. Após o conflito, o Brasil emergiu como uma potência regional na América do Sul. No entanto, os efeitos da guerra também contribuíram para mudanças sociais e políticas, incluindo o fortalecimento do Exército. Esse fortalecimento militar, posteriormente, teria papel importante na queda da monarquia. Assim, mesmo sendo uma vitória, a guerra teve consequências complexas para o futuro do regime imperial.

Outro aspecto fundamental do reinado de Dom Pedro II foi a questão da escravidão, que se tornou cada vez mais central ao longo do século XIX. O imperador apoiou, ainda que de forma gradual, o processo de abolição, que culminou na Lei Áurea, assinada por sua filha, a princesa Isabel. Antes disso, leis como a do Ventre Livre e dos Sexagenários já indicavam o caminho para o fim do sistema escravista. No entanto, a abolição gerou insatisfação entre as elites agrárias, que se sentiram prejudicadas economicamente. Esse descontentamento contribuiu para o enfraquecimento do apoio à monarquia. Ao mesmo tempo, o crescimento de ideias republicanas ganhava força entre militares e setores urbanos. Dom Pedro II, já envelhecido e cansado, demonstrava certo desinteresse em manter o poder. Esse contexto criou as condições para a mudança de regime que se aproximava.

Em 1889, a monarquia chegou ao fim com a Proclamação da República no Brasil, liderada por militares. Dom Pedro II foi deposto e enviado ao exílio na Europa, encerrando um reinado de quase cinco décadas. Apesar da forma como deixou o poder, sua imagem permaneceu respeitada por grande parte da população. Ele faleceu em 5 de dezembro de 1891, em Paris, longe de sua terra natal. Seu legado é frequentemente associado à estabilidade, à cultura e ao desenvolvimento institucional do Brasil. Diferente de muitos governantes de sua época, Dom Pedro II é lembrado por sua simplicidade pessoal e dedicação ao país. Sua figura tornou-se símbolo de um período de relativa ordem e progresso. Até hoje, é considerado um dos mais importantes líderes da história brasileira, sendo estudado e admirado por sua contribuição à formação do Brasil moderno.