Título no Brasil: A Conspiração
Título Original: The Contender
Ano de Produção: 2000
País: Estados Unidos, Alemanha
Estúdio: DreamWorks Pictures
Direção: Rod Lurie
Roteiro: Rod Lurie
Elenco: Joan Allen, Gary Oldman, Jeff Bridges, Christian Slater, Sam Elliott, Mariel Hemingway
Sinopse:
Após a morte do presidente dos Estados Unidos, a senadora Laine Hanson (Joan Allen) passa a ser cotada para assumir o cargo, porém começa a sofrer uma série de perseguições políticas de todos os lados, com revelações comprometedoras de seu passado.
Comentários:
Bom filme político (embora a trama seja pura ficção) que acabou sendo indicado a dois prêmios na Academia, nas categorias de Melhor Ator Coadjuvante (Jeff Bridges) e Melhor Atriz (Joan Allen). A dupla não levou os Oscars para casa, mas recebeu muitos elogios da crítica na época de lançamento do filme nos cinemas. Esse filme é mais um que investe naquela velha mania dos americanos em ver teorias da conspiração em tudo. Não é um roteiro brilhante, mas consegue lidar bem com todos os elementos e personagens envolvidos. Se bem que nesse quesito de conspiração política os americanos precisariam tomar algumas aulas com a classe política brasileira! Brincadeiras á parte, o filme ainda tem de quebra um elenco muito bom, contando com dois excelentes atores, Gary Oldman e Jeff Bridges. Esse último aliás deveria ser mais lembrado por seu trabalho aqui. Já Joan Allen tinha tudo para despontar como uma das grandes atrizes de Hollywood, mas infelizemnte ficou pelo meio do caminho. Coisas do destino.
Pablo Aluísio.
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sexta-feira, 10 de abril de 2020
domingo, 18 de agosto de 2019
Assassinato em Hollywood
Título no Brasil: Assassinato em Hollywood
Título Original: Sunset
Ano de Produção: 1988
País: Estados Unidos
Estúdio: TriStar Pictures
Direção: Blake Edwards
Roteiro: Rod Amateau, Blake Edwards
Elenco: Bruce Willis, James Garner, Malcolm McDowell, Mariel Hemingway, Kathleen Quinlan, M. Emmet Walsh
Sinopse:
Tom Mix e Wyatt Earp se unem para solucionar um crime, um assassinato, na Hollywood dos anos 1920. E tudo acontecendo na semana da entrega dos prêmios da academia cinematográfica. Filme indicado ao Oscar na categoria de Melhor Figurino (Patricia Norris).
Comentários:
Bruce Willis como o lendário ator e cowboy Tom Mix? Sim, o roteiro prometia bastante pois a premissa era realmente muito interessante, especialmente para quem sempre apreciou a história de Hollywood desde os seus primórdios, ainda nos tempos do cinema mudo. O problema é que o diretor Blake Edwards mais uma vez pesou a mão. Cineasta dado a excessos, principalmente na questão do humor, aqui ele novamente colocou elementos que não cabiam. Essa coisa de muitas vezes cair no pastelão de fato cansou muito em termos de filmografia de Edwards. De positivo não podemos deixar de elogiar a bonita fotografia e a bela reconstituição de época, inclusive contando com uma réplica do espalhafatoso carro de Tom Mix, uma ode ao exagero (e à breguice também!). A produção de fato é impecável, mas com um roteiro meio indeciso o filme deixou um pouco a desejar. Também foi pouco visto pois foi um tremendo fracasso de bilheteria, o primeiro da carreira de Bruce Willis. Pois é, não tem como acertar sempre.
Pablo Aluísio.
Título Original: Sunset
Ano de Produção: 1988
País: Estados Unidos
Estúdio: TriStar Pictures
Direção: Blake Edwards
Roteiro: Rod Amateau, Blake Edwards
Elenco: Bruce Willis, James Garner, Malcolm McDowell, Mariel Hemingway, Kathleen Quinlan, M. Emmet Walsh
Sinopse:
Tom Mix e Wyatt Earp se unem para solucionar um crime, um assassinato, na Hollywood dos anos 1920. E tudo acontecendo na semana da entrega dos prêmios da academia cinematográfica. Filme indicado ao Oscar na categoria de Melhor Figurino (Patricia Norris).
Comentários:
Bruce Willis como o lendário ator e cowboy Tom Mix? Sim, o roteiro prometia bastante pois a premissa era realmente muito interessante, especialmente para quem sempre apreciou a história de Hollywood desde os seus primórdios, ainda nos tempos do cinema mudo. O problema é que o diretor Blake Edwards mais uma vez pesou a mão. Cineasta dado a excessos, principalmente na questão do humor, aqui ele novamente colocou elementos que não cabiam. Essa coisa de muitas vezes cair no pastelão de fato cansou muito em termos de filmografia de Edwards. De positivo não podemos deixar de elogiar a bonita fotografia e a bela reconstituição de época, inclusive contando com uma réplica do espalhafatoso carro de Tom Mix, uma ode ao exagero (e à breguice também!). A produção de fato é impecável, mas com um roteiro meio indeciso o filme deixou um pouco a desejar. Também foi pouco visto pois foi um tremendo fracasso de bilheteria, o primeiro da carreira de Bruce Willis. Pois é, não tem como acertar sempre.
Pablo Aluísio.
quarta-feira, 17 de agosto de 2016
Lua Negra
Título no Brasil: Lua Negra
Título Original: Bad Moon
Ano de Produção: 1996
País: Estados Unidos
Estúdio: Morgan Creek Productions
Direção: Eric Red
Roteiro: Wayne Smith, Eric Red
Elenco: Mariel Hemingway, Michael Paré, Mason Gamble, Hrothgar Mathews, Johanna Marlowe, Gavin Buhr
Sinopse:
Após uma desastrosa viagem ao distante Nepal, o jornalista Ted (Michael Paré) retorna aos Estados Unidos para viver ao lado de sua irmã. Ela é uma advogada chamada Janet (Mariel Hemingway). Mãe solteira, agora terá a oportunidade de dividir a criação de seu filho com seu irmão. O que Janet não sabe é que Ted foi atacado nas montanhas do Nepal por uma estranha criatura e desde então já não consegue mais ser a mesma pessoa de antes, algo que seu cachorro de estimação, o pastor alemão Thor, logo descobre em seu instinto animal. Agora tudo vira uma questão de tempo até Ted revelar seu misterioso segredo.
Comentários:
De todos os monstros clássicos os lobisomens são os mais mal tratados no cinema. Isso porque há uma infinidade de filmes ruins sobre os licantropos. Tirando algumas poucas exceções (como "Um Lobisomem Americano em Londres") todo o resto é formado por uma incrível coleção de filmes B e trash que nada acrescentam ao tema. Esse filme da década de 90 fica no meio termo. Não é péssimo, mas tampouco pode ser considerado um clássico. Na verdade é até uma boa produção da Morgan Creek Productions que na época estava começando a colocar no mercado seus primeiros filmes. O enredo procura trazer um pouco de mistério e suspense, valorizando a estranha relação que se instala entre Ted, o jovem infectado no Nepal que passa a se transformar em lobo durante as noites de lua cheia e o cão de sua irmã, que passa a reconhecer nele não apenas um ser humano, mas também uma besta infernal. Em termos de elenco temos dois destaques. Mariel Hemingway, que nunca convenceu muito como atriz, pelo menos empresta sua beleza ao filme. Já Michael Paré ainda tentava se tornar um ator famoso já em fim de carreira - ele nunca conseguiu se tornar um astro, ficando mais conhecido por filmes de ação que se tornaram cult com o tempo como "Ruas de Fogo" e "Execução Sumária". Então é isso, aqui está um pequeno e bom filme que pelo menos poupou os lobisomens de passaram por mais um vexame nas telas.
Pablo Aluísio.
Título Original: Bad Moon
Ano de Produção: 1996
País: Estados Unidos
Estúdio: Morgan Creek Productions
Direção: Eric Red
Roteiro: Wayne Smith, Eric Red
Elenco: Mariel Hemingway, Michael Paré, Mason Gamble, Hrothgar Mathews, Johanna Marlowe, Gavin Buhr
Sinopse:
Após uma desastrosa viagem ao distante Nepal, o jornalista Ted (Michael Paré) retorna aos Estados Unidos para viver ao lado de sua irmã. Ela é uma advogada chamada Janet (Mariel Hemingway). Mãe solteira, agora terá a oportunidade de dividir a criação de seu filho com seu irmão. O que Janet não sabe é que Ted foi atacado nas montanhas do Nepal por uma estranha criatura e desde então já não consegue mais ser a mesma pessoa de antes, algo que seu cachorro de estimação, o pastor alemão Thor, logo descobre em seu instinto animal. Agora tudo vira uma questão de tempo até Ted revelar seu misterioso segredo.
Comentários:
De todos os monstros clássicos os lobisomens são os mais mal tratados no cinema. Isso porque há uma infinidade de filmes ruins sobre os licantropos. Tirando algumas poucas exceções (como "Um Lobisomem Americano em Londres") todo o resto é formado por uma incrível coleção de filmes B e trash que nada acrescentam ao tema. Esse filme da década de 90 fica no meio termo. Não é péssimo, mas tampouco pode ser considerado um clássico. Na verdade é até uma boa produção da Morgan Creek Productions que na época estava começando a colocar no mercado seus primeiros filmes. O enredo procura trazer um pouco de mistério e suspense, valorizando a estranha relação que se instala entre Ted, o jovem infectado no Nepal que passa a se transformar em lobo durante as noites de lua cheia e o cão de sua irmã, que passa a reconhecer nele não apenas um ser humano, mas também uma besta infernal. Em termos de elenco temos dois destaques. Mariel Hemingway, que nunca convenceu muito como atriz, pelo menos empresta sua beleza ao filme. Já Michael Paré ainda tentava se tornar um ator famoso já em fim de carreira - ele nunca conseguiu se tornar um astro, ficando mais conhecido por filmes de ação que se tornaram cult com o tempo como "Ruas de Fogo" e "Execução Sumária". Então é isso, aqui está um pequeno e bom filme que pelo menos poupou os lobisomens de passaram por mais um vexame nas telas.
Pablo Aluísio.
sexta-feira, 15 de abril de 2016
Manhattan
Título no Brasil: Manhattan
Título Original: Manhattan
Ano de Produção: 1979
País: Estados Unidos
Estúdio: Jack Rollins & Charles H. Joffe Productions
Direção: Woody Allen
Roteiro: Woody Allen, Marshall Brickman
Elenco: Woody Allen, Diane Keaton, Meryl Streep, Mariel Hemingway
Sinopse:
Isaac (Woody Allen) é um sujeito muito mal resolvido na vida sentimental. Ele acabou de se divorciar de Jill (Meryl Streep) mas não consegue cortar os laços afetivos com ela. Ao mesmo tempo está indeciso entre qual mulher ficará, Mary (Diane Keaton) ou Tracy (Mariel Hemingway), uma jovem estudante? No meio de tantas dúvidas resolve escrever um livro sobre aspectos pessoais de sua própria vida. Filme indicado ao Oscar nas categorias de Melhor Atriz Coadjuvante (Mariel Hemingway) e Melhor Roteiro Original (Woody Allen, Marshall Brickman). Também indicado ao Globo de Ouro na categoria de Melhor Filme - Drama.
Comentários:
Um dos filmes mais queridos da carreira de Woody Allen. Por essa época o diretor e ator já estava deixando completamente de lado sua imagem de humorista trapalhão para assumir uma postura bem mais cult e intelectual. "Manhattan" é bem isso. Uma tentativa (muito bem sucedida, aliás) de ser visto finalmente como diretor autoral, com conteúdo, que tinha algo relevante a dizer. Hoje em dia Allen está fazendo uma verdadeira tour mundial realizando filmes em diversas cidades mundo afora mas não é segredo para ninguém que ele ama mesmo é a cosmopolita Nova Iorque. Quem duvida ainda da afirmação precisa ver (ou rever) esse filme para entender. Allen adota um tom de carinho mesmo pela cidade, fazendo um painel muito amoroso com os recantos da grande maçã. Já em relação ao roteiro, sobre um homem de quarenta e poucos anos envolvido em diversos problemas amorosos não podemos deixar de fazer uma ligação com a própria vida do diretor. Os filmes de Allen sempre foram em maior ou menor grau apenas autobiografias disfarçadas em celuloide. Recentemente o diretor foi acusado por um de seus filhos adotivos de ter mantido relações indecorosas quando ela ainda era menor de idade. Pois bem, nesse roteiro Allen também se vê apaixonado por uma garota de apenas 17 anos! A vida imita a arte? Quem sabe...
Pablo Aluísio.
Título Original: Manhattan
Ano de Produção: 1979
País: Estados Unidos
Estúdio: Jack Rollins & Charles H. Joffe Productions
Direção: Woody Allen
Roteiro: Woody Allen, Marshall Brickman
Elenco: Woody Allen, Diane Keaton, Meryl Streep, Mariel Hemingway
Sinopse:
Isaac (Woody Allen) é um sujeito muito mal resolvido na vida sentimental. Ele acabou de se divorciar de Jill (Meryl Streep) mas não consegue cortar os laços afetivos com ela. Ao mesmo tempo está indeciso entre qual mulher ficará, Mary (Diane Keaton) ou Tracy (Mariel Hemingway), uma jovem estudante? No meio de tantas dúvidas resolve escrever um livro sobre aspectos pessoais de sua própria vida. Filme indicado ao Oscar nas categorias de Melhor Atriz Coadjuvante (Mariel Hemingway) e Melhor Roteiro Original (Woody Allen, Marshall Brickman). Também indicado ao Globo de Ouro na categoria de Melhor Filme - Drama.
Comentários:
Um dos filmes mais queridos da carreira de Woody Allen. Por essa época o diretor e ator já estava deixando completamente de lado sua imagem de humorista trapalhão para assumir uma postura bem mais cult e intelectual. "Manhattan" é bem isso. Uma tentativa (muito bem sucedida, aliás) de ser visto finalmente como diretor autoral, com conteúdo, que tinha algo relevante a dizer. Hoje em dia Allen está fazendo uma verdadeira tour mundial realizando filmes em diversas cidades mundo afora mas não é segredo para ninguém que ele ama mesmo é a cosmopolita Nova Iorque. Quem duvida ainda da afirmação precisa ver (ou rever) esse filme para entender. Allen adota um tom de carinho mesmo pela cidade, fazendo um painel muito amoroso com os recantos da grande maçã. Já em relação ao roteiro, sobre um homem de quarenta e poucos anos envolvido em diversos problemas amorosos não podemos deixar de fazer uma ligação com a própria vida do diretor. Os filmes de Allen sempre foram em maior ou menor grau apenas autobiografias disfarçadas em celuloide. Recentemente o diretor foi acusado por um de seus filhos adotivos de ter mantido relações indecorosas quando ela ainda era menor de idade. Pois bem, nesse roteiro Allen também se vê apaixonado por uma garota de apenas 17 anos! A vida imita a arte? Quem sabe...
Pablo Aluísio.
terça-feira, 4 de abril de 2000
Superman IV: Em Busca da Paz
O filme Superman IV: Em Busca da Paz (Superman IV: The Quest for Peace) foi lançado nos Estados Unidos em 24 de julho de 1987, marcando o retorno de Christopher Reeve ao papel de Clark Kent/Superman em um momento delicado da franquia. A direção ficou a cargo de Sidney J. Furie, enquanto o elenco principal inclui Gene Hackman, retomando o papel de Lex Luthor, Margot Kidder como Lois Lane, Jackie Cooper como Perry White e Mariel Hemingway como a nova personagem Lacy Warfield. A história parte de um contexto fortemente influenciado pelas tensões da Guerra Fria, quando Superman decide tomar uma atitude radical diante da ameaça nuclear global. Ao mesmo tempo, Lex Luthor surge com um novo e perigoso plano, criando um inimigo capaz de desafiar o herói de forma inédita. O ponto de partida do enredo aposta em uma mensagem pacifista explícita, colocando Superman como símbolo de esperança em um mundo à beira da autodestruição, sem jamais revelar o desfecho da trama.
Na época de seu lançamento, Superman IV foi recebido de maneira majoritariamente negativa pela crítica americana. O The New York Times descreveu o filme como “bem-intencionado, porém desajeitado”, criticando a execução da mensagem política e a precariedade dos efeitos especiais. O Los Angeles Times apontou que a produção parecia “apressada e tecnicamente inferior”, especialmente quando comparada aos filmes anteriores da série. A revista Variety destacou que, apesar do carisma contínuo de Christopher Reeve, o roteiro carecia de consistência e dramaticidade. Muitos críticos observaram que o tom ingênuo do filme não dialogava mais com o público da década de 1980, que esperava narrativas mais sofisticadas.
A The New Yorker foi ainda mais dura, afirmando que o filme reduzia conflitos complexos a soluções simplistas, enquanto o Washington Post comentou que Superman IV parecia “um eco distante da grandiosidade do original de 1978”. As críticas também recaíram sobre os efeitos visuais, considerados fracos até mesmo para os padrões da época, consequência direta de severos cortes orçamentários durante a produção. O consenso crítico foi amplamente negativo, classificando o filme como o ponto mais baixo da série clássica do Superman. Ainda assim, alguns textos reconheceram o mérito da intenção moral da história, mesmo que mal executada.
Do ponto de vista comercial, Superman IV: Em Busca da Paz teve um desempenho decepcionante. Produzido com um orçamento estimado em cerca de US$ 17 milhões, significativamente menor que os filmes anteriores, o longa arrecadou apenas cerca de US$ 15 milhões nas bilheterias dos Estados Unidos. No mercado internacional, a arrecadação foi igualmente fraca, resultando em um total mundial em torno de US$ 36 milhões. Esses números representaram um fracasso comercial e financeiro, selando o fim da franquia cinematográfica do Superman naquele período. O desempenho negativo também contribuiu para a falência da Cannon Films, estúdio responsável pela produção.
Atualmente, Superman IV é amplamente lembrado como um exemplo de declínio de uma grande franquia, sendo frequentemente citado entre os piores filmes de super-heróis já produzidos. Críticos contemporâneos reconhecem que o filme sofreu com limitações orçamentárias extremas e interferências criativas, o que comprometeu seriamente seu resultado final. Ainda assim, alguns fãs revisitam a obra com certo olhar nostálgico, destacando o compromisso pessoal de Christopher Reeve com a mensagem pacifista do filme. Hoje, Superman IV é visto mais como uma curiosidade histórica do que como uma obra representativa do potencial do personagem.
Superman IV: Em Busca da Paz (Superman IV: The Quest for Peace, Estados Unidos/Reino Unido, 1987) Direção: Sidney J. Furie / Roteiro: Lawrence Konner e Mark Rosenthal (história baseada em argumento de Christopher Reeve) / Elenco: Christopher Reeve, Gene Hackman, Margot Kidder, Jackie Cooper, Mariel Hemingway, Jon Cryer / Sinopse: Diante da ameaça nuclear global, Superman decide agir para eliminar armas de destruição em massa, enquanto um antigo inimigo cria uma nova força capaz de colocar em risco o equilíbrio do mundo e o próprio ideal de paz.
Erick Steve.
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