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sexta-feira, 26 de junho de 2026

Dia D

Dia D
O filme Disclosure Day (Dia D, no Brasil) foi lançado em 12 de junho de 2026, dirigido por Steven Spielberg e estrelado por Emily Blunt, Josh O'Connor, Colin Firth, Eve Hewson e Colman Domingo. Com roteiro de David Koepp, baseado em uma história original do próprio Spielberg, o longa marca o retorno do diretor à ficção científica centrada em extraterrestres pela primeira vez desde War of the Worlds. A trama acompanha Daniel Kellner, um especialista em cibersegurança que obtém documentos secretos comprovando décadas de acobertamento governamental sobre vida extraterrestre. Paralelamente, a meteorologista Margaret Fairchild passa a manifestar fenômenos inexplicáveis e desenvolve uma estranha ligação com inteligências alienígenas. Enquanto ambos são perseguidos por agentes que desejam manter o segredo oculto, o planeta aproxima-se de um momento histórico conhecido como "Disclosure Day", quando a verdade sobre a presença extraterrestre poderá finalmente ser revelada à humanidade. O filme mistura suspense, conspiração, drama humano e ficção científica, privilegiando o mistério e a emoção característicos da filmografia de Spielberg.

Quando foi lançado, Disclosure Day recebeu uma recepção crítica predominantemente positiva. O The Guardian elogiou o retorno de Spielberg à ficção científica, destacando sua capacidade de recuperar o senso de maravilhamento presente em clássicos como Close Encounters of the Third Kind e E.T. the Extra-Terrestrial. O CinemaBlend observou que o filme funciona tanto como um thriller sobre conspirações quanto como "uma carta de amor ao jornalismo", ressaltando a importância da personagem de Emily Blunt na condução emocional da narrativa. Diversos críticos elogiaram a direção elegante de Spielberg, a fotografia de Janusz Kamiński e a trilha sonora de John Williams. A atuação de Emily Blunt foi apontada como um dos grandes destaques, enquanto Josh O'Connor recebeu elogios por sua interpretação contida e convincente. Alguns críticos, contudo, consideraram que o terceiro ato explica demais alguns mistérios e reduz parte da ambiguidade construída ao longo da narrativa. Ainda assim, o consenso geral foi bastante favorável.

Por ter estreado recentemente, Disclosure Day ainda não percorreu toda a temporada de premiações, mas diversos analistas já o apontam como um possível candidato em categorias técnicas como fotografia, efeitos visuais, som, trilha sonora e direção de arte. A crítica especializada também destacou o roteiro de David Koepp por equilibrar elementos de conspiração política, suspense e drama humano. Muitos comentaristas enxergaram o longa como um retorno de Spielberg ao tipo de ficção científica emocional que marcou sua carreira nas décadas de 1970 e 1980. A imprensa americana também ressaltou o cuidado do diretor em abordar o tema dos OVNIs sob uma perspectiva mais humana do que espetacular. Entre os elogios mais frequentes estão a direção segura, a atmosfera de mistério e o trabalho do elenco principal. O filme consolidou-se rapidamente como um dos lançamentos cinematográficos mais comentados de 2026.

Do ponto de vista comercial, Disclosure Day iniciou sua carreira de forma bastante promissora. Produzido pela Amblin Entertainment e distribuído pela Universal Pictures, o longa estreou em 77 mercados internacionais e arrecadou aproximadamente US$ 92,9 milhões em seu primeiro fim de semana mundial, sendo cerca de US$ 44 milhões apenas nos Estados Unidos. O resultado colocou o filme entre as melhores estreias de uma obra original dirigida por Spielberg e demonstrou forte interesse do público. A recepção dos espectadores também foi positiva, especialmente pela atmosfera de suspense, pela emoção da narrativa e pelas atuações de Emily Blunt e Josh O'Connor. O desempenho nas semanas seguintes deverá determinar seu sucesso definitivo, mas o início de carreira foi considerado bastante sólido pelos analistas da indústria.

Disclosure Day de maneira em geral está sendo bem recebido, embora também tenha colecionado uma boa parcela de críticas negativas. A falta de uma conclusão sólida da história é apontada por muitos como algo frustrante para o público. Entretanto, já é apontado por muitos como um dos mais interessantes trabalhos de Steven Spielberg em sua fase recente e um retorno bem-sucedido ao gênero que ajudou a definir sua carreira. A combinação de ficção científica, emoção e reflexão sobre verdade, comunicação e confiança aproxima o filme de obras clássicas do diretor, sem deixar de apresentar uma identidade própria. O final deixa espaço para interpretações e até para uma possível continuação, embora nenhuma sequência tenha sido anunciada oficialmente. Se mantiver sua boa aceitação entre público e crítica, o longa tem potencial para consolidar-se como mais um marco importante na filmografia de Spielberg e entre os bons filmes de ficção científica da década de 2020.

Dia D (Disclosure Day, Estados Unidos, 2026) Direção: Steven Spielberg / Roteiro: David Koepp, baseado em uma história original de Steven Spielberg / Elenco: Emily Blunt, Josh O'Connor, Colin Firth, Eve Hewson, Colman Domingo e Wyatt Russell / Sinopse: Um especialista em segurança digital e uma meteorologista unem forças para revelar um segredo que governos esconderam durante décadas: a existência de vida extraterrestre e seu impacto sobre o futuro da humanidade.

Erick Steve. 

quarta-feira, 12 de maio de 2021

Tesla

Título no Brasil: Tesla
Título Original: Tesla
Ano de Produção: 2020
País: Estados Unidos
Estúdio: Millennium Media
Direção: Michael Almereyda
Roteiro: Michael Almereyda
Elenco: Ethan Hawke, Eve Hewson, Kyle MacLachlan, Eli A. Smith, Lucy Walters, Dan Bittner

Sinopse:
Empregado na companhia de Thomas Edison, o talentoso Nikola Tesla (Ethan Hawke) decide seguir seu próprio caminho. Inventor e cientista, ele cria um novo sistema elétrico que poderá revolucionar o mundo. Algo que vai contra os planos do próprio Edison em dominar essa inovadora tecnologia. Filme premiado no Sundance Film Festival.

Comentários:
Não faz muito tempo e tivemos um excelente filme contando essa mesma história. Trata-se de "A Batalha das Correntes". Aqui nessa produção o roteiro obviamente foca muito mais na história do Tesla, ao contrário do anterior que tinha um foco mais ampliado dos eventos. Penso que em termos de comparação esse novo filme perde. O roteiro toma certa liberdades narrativas, como a personagem da filha de J.P. Morgan que faz uma narradora dos fatos históricos usando inclusive de ferramentas do mundo atual, como o Google. Ficou legal? Na minha opinião isso pode até funcionar com os mais jovens, porém para quem está em busca de um filme mais centrado nos aspectos históricos, soa como puro modernismo desperdiçado. Outro aspecto é que na terça parte final do filme o diretor optou por uma linguagem quase teatral. Ecos da busca por um cinema com ares de filme independente. No saldo geral acabou não me agradando muito. Preferia assistir a algo mais convencional e tradicional em termos narrativos.

Pablo Aluísio.