quinta-feira, 3 de fevereiro de 2000

Guerras do Brasil



Guerras do Brasil 
Mais um bom documentário, separado em episódios temáticos, mostrando guerras que ocorreram ao longo da história do Brasil. Eu acho a história de nosso país bem fascinante e é algo que não é adequadamente explorado em sala de aula. Por essa razão muitos alunos pegam uma certa aversão sobre a própria História do Brasil. De qualquer forma sempre é importante conhecer o que já aconteceu, para que não mais se repita. E nesse "Guerras do Brasil" se destaca a terrível Guerra do Paraguai, um dos episódios mais violentos da América do Sul, quando vários países entraram em guerra, causando o colapso do regime do Paraguai, que naquela ocasião estava sendo governado por um ditador ao estilo tirano. Vale a pena conhecer mais sobre todos esses acontecimentos. 

Pablo Aluísio. 

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2000

Nosso Planeta


Nosso Planeta
Eu sempre fui um apaixonado por documentários da natureza. E o melhor nesse segmento, em termos de Netflix, é justamente essa série Nosso Planeta. As cenas são belíssimas, verdadeiras obras de arte visuais. E o nosso mundo é realmente uma dádiva da natureza. Para completar um belo quadro, Nosso Planeta também traz sua mensagem em favor da ecologia, para que os seres humanos tenham consciência que devemos respeitar nossa morada no universo. Enfim, maravilhosa série da Netflix. Já assisti inclusive a segunda temporada, também maravilhosa! 

Pablo Aluísio. 

Turismo Macabro


Turismo Macabro 
Achei bem divertido. Assisti na Netflix. Temos esse sujeito, com a maior cara de nerd, visitando países onde existem lugares que são ao mesmo tempo macabros e curiosos. E nessa sopa cultural entra de tudo, desde rituais estranhos envolvendo sacrificíos de animais, passando por magia negra, chegando até numa visitinha na Ilha das Bonecas. Esse é um lugar no México onde existem milhares de bonecas de plásticos penduradas em árvores. Puro lixo, agressão ambiental, mas que é usado pelo povo local para turismo e colocar medo em crianças. Pois é, nesse mundo tem de tudo. 

Pablo Aluísio. 

terça-feira, 1 de fevereiro de 2000

Quinta Dimensão - Episódio 1


Quinta Dimensão - Episódio 1
Também vi o primeiro episódio da série Quinta Dimensão. Essa série de Sci-fi foi exibida originalmente nos anos 1960 nos Estados Unidos. Nesse episódio 1 um técnico que trabalha numa estação de rádio consegue entrar em contato com um extraterrestre através das ondas de rádio. OK, isso é cientificamente possível. Só que o ET não se contenta com isso e acaba se materializando em nosso planeta! Só que não precisa se preocupar, no fundo ele é bonzinho, tal como o ET do clássico "O Dia em que a Terra Parou". O episódio termina com o visitante do espaço dando uma lição de moral sobre paz aos seres humanos! Bem feito! 

Pablo Aluísio. 

Elvis na Rede Globo


Elvis na Rede Globo
Ontem, 26 de maio de 2025, passou pela primeira vez o filme "Elvis" na TV aberta na Rede Globo. O filme foi exibido pela Tela Quente. Só que não há muito o que comemorar. O filme foi editado, cortado, mutilado! Eu não consegui ver por muito tempo, tamanho o número de cortes! Uma vergonha! Se a Globo não tem espaço para passar o filme inteiro, com suas quase 3 horas de duração, então não deveria passar. É o que penso! 

Pablo Aluísio. 

quinta-feira, 20 de janeiro de 2000

História de um Soldado

Título no Brasil: História de um Soldado
Título Original: A Soldier’s Story
Ano de Lançamento: 1984
País: Estados Unidos
Estúdio: Columbia Pictures
Direção: Norman Jewison
Roteiro: Charles Fuller
Elenco: Howard E. Rollins Jr., Adolph Caesar, Denzel Washington, Art Evans, David Alan Grier, Patti LaBelle

Sinopse:
O filme A Soldier's Story acompanha a investigação do assassinato do sargento Vernon Waters, ocorrido em uma base militar segregada da Louisiana durante a Segunda Guerra Mundial. O exército envia o capitão Richard Davenport, um oficial negro vindo de Washington, para descobrir o responsável pelo crime. Conforme interroga soldados e oficiais, Davenport enfrenta o racismo dos militares brancos e também conflitos internos entre os próprios soldados negros. Aos poucos, os depoimentos revelam tensões profundas relacionadas à discriminação, identidade racial, ressentimento e ambição pessoal, transformando a investigação em um poderoso retrato das divisões sociais dentro do próprio exército americano.

Comentários:
Baseado na peça vencedora do Pulitzer A Soldier’s Play, escrita por Charles Fuller, o filme foi amplamente elogiado pela crítica americana por unir drama racial, suspense policial e estudo psicológico de personagens. A revista Variety descreveu a produção como “tensa e envolvente”, destacando o roteiro “inteligente e politicamente relevante”, além do excelente elenco. The New York Times elogiou a direção de Norman Jewison por expandir visualmente a peça teatral sem perder sua força dramática. Rotten Tomatoes registra mais de 90% de aprovação crítica, ressaltando especialmente as “observações incisivas sobre raça nos Estados Unidos”. O desempenho de Adolph Caesar foi particularmente celebrado, recebendo indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por sua interpretação intensa e contraditória do sargento Waters. Muitos críticos consideraram o personagem um dos retratos mais complexos já vistos no cinema americano sobre conflitos raciais internos dentro da comunidade negra.

Embora alguns críticos tenham apontado limitações na estrutura investigativa do roteiro, o filme acabou sendo reconhecido como uma das produções mais importantes do cinema americano dos anos 1980 sobre relações raciais. Roger Ebert elogiou a força temática da obra, embora tenha criticado parte da construção do suspense, afirmando que o filme era “mais interessante como estudo humano do que como mistério policial”. Já Pauline Kael, da revista The New Yorker, destacou o ritmo e a atmosfera criados por Jewison, comparando o longa ao clássico In the Heat of the Night. O filme também é lembrado por reunir vários futuros nomes importantes do cinema e da televisão, incluindo um jovem Denzel Washington em início de carreira. Com o passar dos anos, A Soldier’s Story consolidou-se como um clássico moderno do cinema dramático americano, frequentemente citado em debates sobre racismo estrutural, segregação militar e representação afro-americana em Hollywood. Além de três indicações ao Oscar, o longa tornou-se uma referência importante dentro do cinema social produzido nos Estados Unidos durante os anos 1980.

Erick Steve. 

O Príncipe das Mulheres

Título no Brasil: O Príncipe das Mulheres
Título Original: Boomerang
Ano de Lançamento: 1992
País: Estados Unidos
Estúdio: Paramount Pictures
Direção: Reginald Hudlin
Roteiro: Barry W. Blaustein, David Sheffield
Elenco: Eddie Murphy, Robin Givens, Halle Berry, David Alan Grier, Martin Lawrence

Sinopse:
O filme Boomerang acompanha Marcus Graham, um executivo de publicidade bem-sucedido, elegante e extremamente mulherengo. Acostumado a conquistar mulheres sem se envolver emocionalmente, ele vê sua vida mudar quando uma nova chefe assume a empresa. Inteligente, sedutora e manipuladora, ela passa a tratá-lo da mesma forma que ele sempre tratou suas conquistas amorosas. Enquanto tenta lidar com o orgulho ferido e com os próprios sentimentos, Marcus começa a repensar sua visão sobre relacionamentos e maturidade emocional.

Comentários:
O Príncipe das Mulheres é uma das comédias românticas mais populares da carreira de Eddie Murphy nos anos 1990. O filme combina humor, romance e crítica aos jogos de sedução no ambiente corporativo, apresentando um elenco carismático e elegante. A produção também ajudou a impulsionar a carreira de Halle Berry, ainda em início de trajetória em Hollywood. A direção de Reginald Hudlin traz um estilo sofisticado e moderno para a época, destacando a cultura urbana afro-americana de maneira rara nas grandes produções românticas daquele período. Com diálogos afiados, boa trilha sonora e forte química entre os atores, o filme permanece como uma comédia romântica marcante dos anos 1990.

Erick Steve. 

quarta-feira, 19 de janeiro de 2000

O Predador

O Predador 
O filme O Predador (Predator) foi lançado em 12 de junho de 1987, dirigido por John McTiernan e estrelado por Arnold Schwarzenegger, Carl Weathers, Jesse Ventura, Bill Duke, Sonny Landham e Kevin Peter Hall. A história acompanha um grupo de elite das forças especiais enviado à selva da América Central para resgatar reféns de guerrilheiros. Liderados pelo major Dutch, interpretado por Schwarzenegger, os soldados inicialmente enfrentam inimigos humanos em uma missão aparentemente convencional. No entanto, à medida que avançam pela selva, tornam-se alvo de uma força invisível e extremamente letal. Um a um, os membros da equipe são caçados por uma criatura alienígena altamente tecnológica que utiliza camuflagem e armas avançadas. O filme rapidamente se transforma de um típico longa de ação militar em um intenso thriller de ficção científica e horror. A luta final entre Dutch e a criatura se torna um duelo de inteligência e sobrevivência. O ambiente hostil da selva contribui para a sensação constante de perigo. Assim, O Predador combina ação explosiva com elementos de suspense e terror.

Quando foi lançado, O Predador recebeu uma recepção crítica mista, embora com diversos elogios pontuais. O The New York Times destacou que o filme era “eficiente como entretenimento de ação, mas limitado em profundidade narrativa”. Já o Los Angeles Times reconheceu a habilidade da direção de John McTiernan em construir tensão, afirmando que o filme “se destaca pela maneira como transforma um cenário familiar em algo ameaçador e imprevisível”. A revista Variety comentou que o longa era “um espetáculo de ação sólido, impulsionado pelo carisma de Arnold Schwarzenegger e por uma criatura memorável”. Muitos críticos elogiaram o conceito central do filme, especialmente a ideia de um caçador alienígena enfrentando soldados altamente treinados. No entanto, alguns apontaram que os personagens secundários eram pouco desenvolvidos. A crítica também destacou a mudança de tom do filme, que começa como ação militar e evolui para horror. Essa mistura de gêneros foi vista como interessante, embora nem sempre totalmente equilibrada. Ainda assim, o filme chamou atenção por sua intensidade e originalidade dentro do gênero.

Com o passar do tempo, a recepção crítica se tornou mais positiva, com muitos analistas reavaliando o filme como um clássico cult da década de 1980. Publicações como The New Yorker e outras revistas especializadas passaram a destacar o longa como um exemplo eficaz de cinema de gênero. A criatura alienígena, conhecida como Predador, tornou-se um dos monstros mais icônicos da cultura pop. O design do personagem, aliado aos efeitos especiais inovadores para a época, foi amplamente elogiado. O filme não recebeu grandes prêmios como o Oscar em categorias principais, mas foi indicado ao Oscar de Melhores Efeitos Visuais, evidenciando seu impacto técnico. A performance de Arnold Schwarzenegger também foi reavaliada, sendo vista como essencial para o sucesso do filme. Muitos críticos passaram a apreciar a simplicidade da narrativa, que foca na sobrevivência e no confronto direto entre homem e criatura. A direção de McTiernan também ganhou reconhecimento por sua eficiência e estilo. Assim, o filme conquistou um status mais respeitado ao longo dos anos.

Do ponto de vista comercial, O Predador foi um grande sucesso de bilheteria. Com um orçamento estimado em cerca de 15 milhões de dólares, o filme arrecadou aproximadamente 98 milhões de dólares mundialmente. Nos Estados Unidos, teve uma excelente performance, consolidando Arnold Schwarzenegger como uma das maiores estrelas de ação da época. O público respondeu de forma extremamente positiva à mistura de ação intensa e ficção científica. As cenas de combate e a presença do alienígena geraram forte impacto entre os espectadores. O boca a boca contribuiu para manter o filme em cartaz por várias semanas. Além disso, o longa teve grande sucesso em exibições televisivas e no mercado de vídeo doméstico. O personagem do Predador rapidamente se tornou popular, levando à criação de sequências e produtos derivados. Assim, o filme não apenas foi lucrativo, mas também deu origem a uma franquia duradoura. Seu sucesso consolidou sua posição como um dos grandes filmes de ação dos anos 1980.

Atualmente, O Predador é amplamente considerado um clássico do cinema de ação e ficção científica. O filme é frequentemente citado como um dos melhores trabalhos de Arnold Schwarzenegger e um exemplo marcante do cinema de ação da década de 1980. Sua influência pode ser vista em diversas produções posteriores que exploram o conceito de caça entre humanos e criaturas alienígenas. O design do Predador continua sendo uma referência no cinema e na cultura pop. A estrutura simples, porém eficaz, da narrativa é frequentemente elogiada por sua intensidade. O filme também é lembrado por suas frases marcantes e personagens carismáticos. Ao longo dos anos, conquistou uma base fiel de fãs ao redor do mundo. Novas gerações continuam descobrindo o longa e reconhecendo seu valor. Dessa forma, sua reputação como clássico está plenamente consolidada. O Predador permanece como uma obra essencial dentro do gênero.

O Predador (Predator, Estados Unidos, 1987) Direção: John McTiernan / Roteiro: Jim Thomas e John Thomas / Elenco: Arnold Schwarzenegger, Carl Weathers, Jesse Ventura, Bill Duke, Sonny Landham e Kevin Peter Hall / Sinopse: Durante uma missão na selva, um grupo de soldados de elite se torna alvo de um caçador alienígena invisível e altamente tecnológico, levando a um confronto mortal onde apenas o mais astuto poderá sobreviver. 

Erick Steve. 

terça-feira, 18 de janeiro de 2000

Fúria Silenciosa

Título no Brasil: Fúria Silenciosa
Título Original: Silent Rage
Ano de Lançamento: 1982
País: Estados Unidos
Estúdio: Columbia Pictures
Direção: Michael Miller
Roteiro: Joseph Fraley
Elenco: Chuck Norris, Ron Silver, Steven Keats, Toni Kalem, William Finley, Brian Libby

Sinopse:
Em uma pequena cidade do Texas, o xerife Dan Stevens enfrenta um caso incomum envolvendo um homem extremamente violento que, após um surto assassino, é capturado e levado a um hospital psiquiátrico. Lá, um grupo de médicos decide realizar um experimento revolucionário para regenerar tecidos humanos, transformando o paciente em uma espécie de ser quase indestrutível. No entanto, o experimento sai do controle, e o homem retorna ainda mais forte, resistente e mortal. Cabe ao xerife Stevens enfrentá-lo em uma batalha desigual, onde força bruta e habilidades marciais podem não ser suficientes para deter uma ameaça aparentemente invencível.

Comentários:
Lançado em 1982, Silent Rage chamou atenção por misturar elementos de filme policial, ação e terror, algo incomum na carreira de Chuck Norris até então. O jornal The New York Times observou essa combinação de gêneros, destacando o tom quase sobrenatural da trama, enquanto a revista Variety comentou sobre o apelo do filme junto ao público fã de ação e artes marciais. Nas bilheterias, o filme teve desempenho modesto, mas encontrou um público fiel ao longo dos anos, especialmente entre admiradores de Chuck Norris. Hoje, Fúria Silenciosa é considerado um título interessante dentro da filmografia do ator, lembrado por sua proposta incomum e por antecipar elementos que seriam explorados posteriormente em outros filmes de ação com antagonistas quase indestrutíveis.

Erick Steve. 

Máquina de Guerra

Título no Brasil: Máquina de Guerra
Título Original: War Machine
Ano de Lançamento: 2026
País: Estados Unidos, Austrália
Estúdio: Lionsgate
Direção: Patrick Hughes
Roteiro: Patrick Hughes, James Beaufort
Elenco: Alan Ritchson, Dennis Quaid, Stephan James, Jai Courtney, Esai Morales, Keiynan Lonsdale

Sinopse:
O filme acompanha um grupo de soldados que participa de um intenso programa de treinamento das forças especiais do Exército dos Estados Unidos. Entre eles está o misterioso e experiente soldado conhecido apenas como “81”, um militar marcado por traumas do passado e reconhecido por suas habilidades em combate. Durante o exercício final do treinamento, o que deveria ser apenas uma simulação militar se transforma em uma verdadeira batalha pela sobrevivência. Uma poderosa máquina de origem desconhecida — aparentemente ligada a uma força alienígena — surge no campo de treinamento e começa a atacar os soldados. Isolados, mal equipados e enfrentando um inimigo tecnologicamente superior, os militares precisam improvisar estratégias para sobreviver e impedir que a ameaça se espalhe para o resto do planeta.

Comentários:
O filme foi lançado em 2026, chegando primeiro aos cinemas na Austrália antes de estrear mundialmente no catálogo da Netflix em 6 de março do mesmo ano. A produção mistura ação militar com ficção científica, algo que chamou atenção da crítica especializada. Alguns veículos elogiaram o ritmo acelerado, as cenas de combate e o carisma de Alan Ritchson, enquanto outros apontaram que o roteiro segue fórmulas tradicionais do gênero. No site Rotten Tomatoes, o longa estreou com cerca de 70% de aprovação, indicando uma recepção geralmente positiva entre críticos. Entre o público, Máquina de Guerra teve um desempenho impressionante logo após sua estreia no streaming, acumulando cerca de 39 milhões de visualizações em apenas três dias e liderando o ranking de filmes mais assistidos da Netflix em vários países. O sucesso imediato levantou discussões sobre a possibilidade de uma sequência e consolidou o longa como um dos grandes lançamentos de ação da plataforma em 2026. O filme é visto como um típico blockbuster do streaming — um espetáculo de ação e ficção científica feito para o grande público — e um projeto que pode dar origem a uma nova franquia dentro do catálogo da Netflix. 

Erick Steve.