Esse é mais um desses dramas esportivos que procuram trazer uma mensagem edificante. Já fizeram filmes bem superiores a esse no passado. Aliás esse filme nem merece muita comparação pois é inegavelmente ruim, fraco mesmo, em todos os aspectos, roteiro, produção, elenco... enfim tudo. Demonstra uma certa decadência do canal de filmes Telecine que no passado colocava bons filmes em sua grade de programação. Agora a situação é bem ruim, fruto da forte concorrência no universo dos canais a cabo e streaming.
A quem interessar, o filme conta a história de uma jovem adolescente que sonha em ser a pilota de uma grande escuderia de Fórmula 1. Ela começa no kart e depois, mostrando talento nas pistas, vai subindo de categoria, entre elas a Fórmula 3. Só que logo vai descobrir que tudo é mais complicado do que ela pensava ser em seus sonhos de sucesso. A concorrência é feroz e o machismo impera, pois os donos das equipes não acreditam no sucesso feminino nas competições. Até porque foram apenas quatro pilotas em mais de cem anos de Fórmula 1! Enfim, poderia ser muito melhor. Do jeito que ficou é apenas banal, com cara de filme B feito para a televisão.
Faster: No Limite da Velocidade (Rapide, França / Bélgica, 2025) Direção: Morgan S. Dalibert / Roteiro: Morgan S. Dalibert, David Moreau e Clément Miserez / Elenco: Paola Locatelli, Alban Lenoir, Anne Marivin, Tchéky Karyo, Rik Kleve / Gênero: Ação, Drama, Esporte / Duração: 1h38min.
Pablo Aluísio.
