Mostrando postagens com marcador A Morte lhe Cai Bem. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador A Morte lhe Cai Bem. Mostrar todas as postagens

sábado, 4 de julho de 2026

A Morte lhe Cai Bem

A Morte lhe Cai Bem
Duas mulheres que se odeiam acabam descobrindo uma espécie de elixir da vida eterna, que as impede de envelhecer e morrer. Com isso a disputa entre elas vai se acirrando, ficando mais violenta. Já que elas na prática não podem mais fazer um mal definitivo. E no meio de tudo está um homem, que no passado, foi disputado também por essas inimigas eternas! Vai acabar sobrando para ele. Com o avanço absurdo dos efeitos especiais a partir dos anos 90, tudo parecia ser possível. Até mesmo antigos roteiros que tinham ficado arquivados por anos, por ausência de tecnologia para reproduzir na tela o que era pedido, de repente entraram na linha de produção dos grandes estúdios. Esse filme assim foi produzido na empolgação dessas novas possibilidades.

No papel seria uma comédia de humor negro, com doses extras de perversidade, onde as duas protagonistas se agrediam, com farta violência, mas sem atingir realmente seus objetivos. No roteiro até poderia soar engraçado para quem curte humor mórbido. Só que na tela, deixou a desejar. Eu nunca consegui gostar desse filme. Certo, os efeitos especiais são realmente excelentes, tanto que venceram o Oscar na categoria. Só que a despeito desse farto banquete visual, há uma ausência igualmente sentida de um bom roteiro. Com um elenco desses, eu sempre achei um grande desperdício de talento. 

A Morte lhe Cai Bem (Death Becomes Her, Estados Unidos, 1992) Estúdio: Universal Pictures / Direção: Robert Zemeckis Roteiro: Martin Donovan e David Koepp / Elenco: Meryl Streep, Goldie Hawn, Bruce Willis, Isabella Rossellini, Ian Ogilvy, Adam Storke, Alaina Reed Hall / Sinopse: Duas peruas da alta sociedade descobrem um elixir que as torna eternamente belas, imunes a qualquer ataque em sua recém adquirida imortalidade! Agora a rivalidade entre elas vai subir mais alguns degraus de pura violência e malvadeza. 

Pablo Aluísio.